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- OrtografiaProblemas da Norma Culta
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
1 Na verdade, a integração da economia mundial —
apontada pelas nações ricas e seus prepostos como
alternativa única — vem produzindo, de um lado, a
4 globalização da pobreza e, de outro, uma acumulação de
capitais jamais vista na história, o que permite aos grandes
grupos empresariais e financeiros atuar em escala mundial,
7 maximizando oportunidades e lucros.
O discurso pretende impor essa idéia como caminho
único para o desenvolvimento das nações, sejam elas ricas ou
10 pobres. Na prática — hoje mais do que ontem —, o mercado
é uma via de mão única: livre para os países ricos e pleno de
barreiras e restrições às nações emergentes. Os números
13 comprovam isso. Segundo estimativas da Associação
Brasileira de Comércio Exterior, as barreiras impostas aos
produtos brasileiros reduziram nossas exportações em cerca
16 de US$ 20 bilhões nos últimos quatro anos.
A farsa neoliberal: o Brasil perde duas décadas no pesadelo da globalização. InfoAndes, maio/2000 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.
A substituição dos travessões que isolam a expressão “hoje mais do que ontem” (ℓ.10) por parênteses mantém a coerência textual e o respeito às regras de pontuação da norma culta.
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1 Na verdade, a integração da economia mundial —
apontada pelas nações ricas e seus prepostos como
alternativa única — vem produzindo, de um lado, a
4 globalização da pobreza e, de outro, uma acumulação de
capitais jamais vista na história, o que permite aos grandes
grupos empresariais e financeiros atuar em escala mundial,
7 maximizando oportunidades e lucros.
O discurso pretende impor essa idéia como caminho
único para o desenvolvimento das nações, sejam elas ricas ou
10 pobres. Na prática — hoje mais do que ontem —, o mercado
é uma via de mão única: livre para os países ricos e pleno de
barreiras e restrições às nações emergentes. Os números
13 comprovam isso. Segundo estimativas da Associação
Brasileira de Comércio Exterior, as barreiras impostas aos
produtos brasileiros reduziram nossas exportações em cerca
16 de US$ 20 bilhões nos últimos quatro anos.
A farsa neoliberal: o Brasil perde duas décadas no pesadelo da globalização. InfoAndes, maio/2000 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Provoca-se erro gramatical com a substituição do trecho “história, o que permite” (ℓ.5) por história; isso permite.
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1 Na verdade, a integração da economia mundial —
apontada pelas nações ricas e seus prepostos como
alternativa única — vem produzindo, de um lado, a
4 globalização da pobreza e, de outro, uma acumulação de
capitais jamais vista na história, o que permite aos grandes
grupos empresariais e financeiros atuar em escala mundial,
7 maximizando oportunidades e lucros.
O discurso pretende impor essa idéia como caminho
único para o desenvolvimento das nações, sejam elas ricas ou
10 pobres. Na prática — hoje mais do que ontem —, o mercado
é uma via de mão única: livre para os países ricos e pleno de
barreiras e restrições às nações emergentes. Os números
13 comprovam isso. Segundo estimativas da Associação
Brasileira de Comércio Exterior, as barreiras impostas aos
produtos brasileiros reduziram nossas exportações em cerca
16 de US$ 20 bilhões nos últimos quatro anos.
A farsa neoliberal: o Brasil perde duas décadas no pesadelo da globalização. InfoAndes, maio/2000 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Duas maneiras de marcar a oposição de idéias no texto são expressas por “de um lado” (ℓ.3) e “de outro” (ℓ.4); e por “O discurso” (ℓ.8) e “Na prática” (ℓ.10).
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1 Na verdade, a integração da economia mundial —
apontada pelas nações ricas e seus prepostos como
alternativa única — vem produzindo, de um lado, a
4 globalização da pobreza e, de outro, uma acumulação de
capitais jamais vista na história, o que permite aos grandes
grupos empresariais e financeiros atuar em escala mundial,
7 maximizando oportunidades e lucros.
O discurso pretende impor essa idéia como caminho
único para o desenvolvimento das nações, sejam elas ricas ou
10 pobres. Na prática — hoje mais do que ontem —, o mercado
é uma via de mão única: livre para os países ricos e pleno de
barreiras e restrições às nações emergentes. Os números
13 comprovam isso. Segundo estimativas da Associação
Brasileira de Comércio Exterior, as barreiras impostas aos
produtos brasileiros reduziram nossas exportações em cerca
16 de US$ 20 bilhões nos últimos quatro anos.
A farsa neoliberal: o Brasil perde duas décadas no pesadelo da globalização. InfoAndes, maio/2000 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Provoca-se incoerência textual e perde-se a noção de continuidade da ação ao se substituir a expressão verbal “vem produzindo” (ℓ.3) por tem produzido.
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1 Na verdade, a integração da economia mundial —
apontada pelas nações ricas e seus prepostos como
alternativa única — vem produzindo, de um lado, a
4 globalização da pobreza e, de outro, uma acumulação de
capitais jamais vista na história, o que permite aos grandes
grupos empresariais e financeiros atuar em escala mundial,
7 maximizando oportunidades e lucros.
O discurso pretende impor essa idéia como caminho
único para o desenvolvimento das nações, sejam elas ricas ou
10 pobres. Na prática — hoje mais do que ontem —, o mercado
é uma via de mão única: livre para os países ricos e pleno de
barreiras e restrições às nações emergentes. Os números
13 comprovam isso. Segundo estimativas da Associação
Brasileira de Comércio Exterior, as barreiras impostas aos
produtos brasileiros reduziram nossas exportações em cerca
16 de US$ 20 bilhões nos últimos quatro anos.
A farsa neoliberal: o Brasil perde duas décadas no pesadelo da globalização. InfoAndes, maio/2000 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.
A argumentação do texto mostra que podem não ser apenas as nações ricas que apontam a “integração da economia mundial” (ℓ.1) como alternativa única para o desenvolvimento de nações.
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- Interpretação de TextosCoesão e CoerênciaCoesãoUso de Conectivos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
1 Não se pode negar que o advento dos regimes
liberais em 1989-90, em todos os grandes Estados da
América do Sul, criou uma ilusão de modernidade.
4 Por que ilusão de modernidade? Porque o Brasil e
seus vizinhos provocaram, com as novas orientações da
condução política, dois efeitos perversos.
7 Primeiro, a modernidade não agregou ao mundo do
bem-estar a população pobre; ao contrário, em países que
não conheciam graves desigualdades, como a Argentina e o
10 Uruguai, a desigualdade floresceu, aproximando-os de Brasil
e Venezuela.
Segundo, porque a modernidade, ao invés de
13 aumentar a riqueza bruta dessas nações, induziu enormes
transferências para fora com o movimento de capitais
externos que sugavam a renda regional.
16 A partir de 1995, a ilusão começou a desfazer-se e
a dura vida real transformou sonhos em pesadelos.
Amado L. Cervo. Sob o domínio do pensamento único. In: UnB Revista, ano III, n.º 7 (com adaptações)
Julgue os itens que se seguem, a respeito do texto acima.
No período em que ocorre, o conectivo “ao invés de” (ℓ.12) estabelece relações semânticas de concessão e de restrição, e pode ser substituído por apesar de, sem prejuízo para a coerência e a correção gramatical do texto.
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1 Não se pode negar que o advento dos regimes
liberais em 1989-90, em todos os grandes Estados da
América do Sul, criou uma ilusão de modernidade.
4 Por que ilusão de modernidade? Porque o Brasil e
seus vizinhos provocaram, com as novas orientações da
condução política, dois efeitos perversos.
7 Primeiro, a modernidade não agregou ao mundo do
bem-estar a população pobre; ao contrário, em países que
não conheciam graves desigualdades, como a Argentina e o
10 Uruguai, a desigualdade floresceu, aproximando-os de Brasil
e Venezuela.
Segundo, porque a modernidade, ao invés de
13 aumentar a riqueza bruta dessas nações, induziu enormes
transferências para fora com o movimento de capitais
externos que sugavam a renda regional.
16 A partir de 1995, a ilusão começou a desfazer-se e
a dura vida real transformou sonhos em pesadelos.
Amado L. Cervo. Sob o domínio do pensamento único. In: UnB Revista, ano III, n.º 7 (com adaptações)
Julgue os itens que se seguem, a respeito do texto acima.
A flexão de plural no pronome átono em “aproximando-os” (ℓ.10) justifica-se pelo plural em “países” (R.8).
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1 Não se pode negar que o advento dos regimes
liberais em 1989-90, em todos os grandes Estados da
América do Sul, criou uma ilusão de modernidade.
4 Por que ilusão de modernidade? Porque o Brasil e
seus vizinhos provocaram, com as novas orientações da
condução política, dois efeitos perversos.
7 Primeiro, a modernidade não agregou ao mundo do
bem-estar a população pobre; ao contrário, em países que
não conheciam graves desigualdades, como a Argentina e o
10 Uruguai, a desigualdade floresceu, aproximando-os de Brasil
e Venezuela.
Segundo, porque a modernidade, ao invés de
13 aumentar a riqueza bruta dessas nações, induziu enormes
transferências para fora com o movimento de capitais
externos que sugavam a renda regional.
16 A partir de 1995, a ilusão começou a desfazer-se e
a dura vida real transformou sonhos em pesadelos.
Amado L. Cervo. Sob o domínio do pensamento único. In: UnB Revista, ano III, n.º 7 (com adaptações)
Julgue os itens que se seguem, a respeito do texto acima.
Na linha 8, a preposição “em” é de uso opcional, motivo por que a sua retirada não prejudica a coerência e a correção gramatical do texto.
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1 Não se pode negar que o advento dos regimes
liberais em 1989-90, em todos os grandes Estados da
América do Sul, criou uma ilusão de modernidade.
4 Por que ilusão de modernidade? Porque o Brasil e
seus vizinhos provocaram, com as novas orientações da
condução política, dois efeitos perversos.
7 Primeiro, a modernidade não agregou ao mundo do
bem-estar a população pobre; ao contrário, em países que
não conheciam graves desigualdades, como a Argentina e o
10 Uruguai, a desigualdade floresceu, aproximando-os de Brasil
e Venezuela.
Segundo, porque a modernidade, ao invés de
13 aumentar a riqueza bruta dessas nações, induziu enormes
transferências para fora com o movimento de capitais
externos que sugavam a renda regional.
16 A partir de 1995, a ilusão começou a desfazer-se e
a dura vida real transformou sonhos em pesadelos.
Amado L. Cervo. Sob o domínio do pensamento único. In: UnB Revista, ano III, n.º 7 (com adaptações)
Julgue os itens que se seguem, a respeito do texto acima.
A organização dos argumentos no texto mostra que os “dois efeitos perversos” (ℓ.6) são desenvolvidos nos parágrafos seguintes e que o parágrafo conclusivo retoma a idéia de “ilusão de modernidade” (ℓ.3).
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1 Não se pode negar que o advento dos regimes
liberais em 1989-90, em todos os grandes Estados da
América do Sul, criou uma ilusão de modernidade.
4 Por que ilusão de modernidade? Porque o Brasil e
seus vizinhos provocaram, com as novas orientações da
condução política, dois efeitos perversos.
7 Primeiro, a modernidade não agregou ao mundo do
bem-estar a população pobre; ao contrário, em países que
não conheciam graves desigualdades, como a Argentina e o
10 Uruguai, a desigualdade floresceu, aproximando-os de Brasil
e Venezuela.
Segundo, porque a modernidade, ao invés de
13 aumentar a riqueza bruta dessas nações, induziu enormes
transferências para fora com o movimento de capitais
externos que sugavam a renda regional.
16 A partir de 1995, a ilusão começou a desfazer-se e
a dura vida real transformou sonhos em pesadelos.
Amado L. Cervo. Sob o domínio do pensamento único. In: UnB Revista, ano III, n.º 7 (com adaptações)
Julgue os itens que se seguem, a respeito do texto acima.
Subentende-se pela argumentação do texto que os “vizinhos” (ℓ.5) são países sul-americanos.
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