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O afrouxamento da severidade penal no decorrer dos últimos séculos, fenômeno bem conhecido dos historiadores do direito, foi visto, durante muito tempo, de forma geral, como se fosse fenômeno quantitativo: menos sofrimento, mais suavidade, mais respeito e “humanidade”. Na verdade, tais modificações se fazem concomitantes ao deslocamento do objeto da ação punitiva. Redução de intensidade? Talvez. Mudança de objetivo, certamente.
Se não é mais ao corpo que se dirige a punição, em suas formas mais duras, sobre o que, então, se exerce? A resposta dos teóricos é simples, quase evidente. Dir-se-ia inscrita na própria indagação. Pois não é mais o corpo, é a alma. À expiação que tripudia sobre o corpo deve suceder um castigo que atue, profundamente, sobre o coração, o intelecto, a vontade, as disposições.
Michel Foucault. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução de Raquel Ramalhete. Rio de Janeiro, Petrópolis: Editora Vozes, 1999 (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente.
No último período do texto, o termo “castigo” é o núcleo do sujeito da oração expressa pela forma verbal “deve suceder”.
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Julgue os itens subsequentes, relativos a doenças endócrinas.
O câncer anaplásico da tireoide é considerado agressivo, responde precariamente ao tratamento e está associado a um prognóstico ruim.
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Julgue os itens subsequentes, relativos a doenças endócrinas.
A resistência à insulina na obesidade é frequentemente associada à dislipidemia, que se caracteriza por elevados níveis de triglicerídeos circulantes e nível baixo da fração do colesterol de lipoproteína de baixa densidade.
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Julgue os itens subsequentes, relativos a doenças endócrinas.
Embora não haja consenso em relação ao manejo do hipotireoidismo subclínico, recomenda-se a reposição do hormônio tireoidiano em pacientes grávidas e em indivíduos com níveis de TSH acima de 10 mUI/L.
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Julgue os itens subsequentes, relativos a doenças endócrinas.
A tireoidite silenciosa diferencia-se da tireoidite subaguda por ter, além do bócio indolor, VHS elevado e pela ausência de anticorpos contra TPO.
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Julgue os itens subsecutivos, a respeito de doenças renais e urológicas.
São fatores de risco independentemente associados à pielonefrite em mulheres jovens e saudáveis: relações sexuais frequentes; novo parceiro sexual; infecção do trato urinário (ITU) nos 12 meses precedentes ao diagnóstico de pielonefrite; história materna de ITU; diabetes; incontinência urinária.
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Julgue os itens subsecutivos, a respeito de doenças renais e urológicas.
A insuficiência renal aguda é frequentemente atribuída à necrose tubular aguda, sendo a confirmação pela biópsia de necrose tubular mais facilmente documentada nos casos de isquemia e sepse.
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O afrouxamento da severidade penal no decorrer dos últimos séculos, fenômeno bem conhecido dos historiadores do direito, foi visto, durante muito tempo, de forma geral, como se fosse fenômeno quantitativo: menos sofrimento, mais suavidade, mais respeito e “humanidade”. Na verdade, tais modificações se fazem concomitantes ao deslocamento do objeto da ação punitiva. Redução de intensidade? Talvez. Mudança de objetivo, certamente.
Se não é mais ao corpo que se dirige a punição, em suas formas mais duras, sobre o que, então, se exerce? A resposta dos teóricos é simples, quase evidente. Dir-se-ia inscrita na própria indagação. Pois não é mais o corpo, é a alma. À expiação que tripudia sobre o corpo deve suceder um castigo que atue, profundamente, sobre o coração, o intelecto, a vontade, as disposições.
Michel Foucault. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução de Raquel Ramalhete. Rio de Janeiro, Petrópolis: Editora Vozes, 1999 (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente.
O deslocamento mencionado pelo autor no primeiro parágrafo é explicitado no segundo parágrafo, na resposta que, segundo ele, está “inscrita na própria indagação”.
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O afrouxamento da severidade penal no decorrer dos últimos séculos, fenômeno bem conhecido dos historiadores do direito, foi visto, durante muito tempo, de forma geral, como se fosse fenômeno quantitativo: menos sofrimento, mais suavidade, mais respeito e “humanidade”. Na verdade, tais modificações se fazem concomitantes ao deslocamento do objeto da ação punitiva. Redução de intensidade? Talvez. Mudança de objetivo, certamente.
Se não é mais ao corpo que se dirige a punição, em suas formas mais duras, sobre o que, então, se exerce? A resposta dos teóricos é simples, quase evidente. Dir-se-ia inscrita na própria indagação. Pois não é mais o corpo, é a alma. À expiação que tripudia sobre o corpo deve suceder um castigo que atue, profundamente, sobre o coração, o intelecto, a vontade, as disposições.
Michel Foucault. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução de Raquel Ramalhete. Rio de Janeiro, Petrópolis: Editora Vozes, 1999 (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente.
Por meio de diferentes recursos linguísticos, o autor do texto expressa dúvida em relação à redução da intensidade da severidade penal no decorrer dos últimos séculos e ao caráter humanitário atribuído ao afrouxamento dessa severidade.
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Julgue os itens subsecutivos, a respeito de doenças renais e urológicas.
Na síndrome nefrótica, o edema secundário à retenção de sal e água não deve ser controlado com o uso de diuréticos, sob o risco de forte depleção do volume intravascular.
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