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Após o trânsito em julgado de uma sentença que reconheceu o
direito subjetivo do autor, foi ajuizada ação rescisória fundada
em prova cuja falsidade se apurara em processo criminal, e que
servira de fundamento para o acolhimento do pedido no âmbito
civil.
Desse modo, pediu-se a rescisão da sentença e, ainda, que se
procedesse ao rejulgamento da causa originária sem a utilização
da referida prova.
No tocante aos pedidos formulados na ação rescisória, é correto
afirmar que se trata de uma cumulação:
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Ajuizada em face da Fazenda Pública demanda envolvendo
direito que admite autocomposição, e não sendo o caso de
indeferimento da petição inicial ou de improcedência liminar do
pedido, o juiz da causa determinou a citação da pessoa jurídica
de direito público e designou audiência de conciliação, por
entender que era possível a resolução do conflito por
autocomposição.
Nesse quadro, é correto afirmar que o juiz da causa atuou:
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Transcorrido lapso temporal superior a cinco anos, a partir do
trânsito em julgado da última decisão proferida em sede de
reclamação, a qual culminou com a rejeição do pedido, atentou o
autor para a existência de novas provas que, se fossem
apresentadas no processo primitivo, alterariam a sorte daquela
lide.
Desse modo, o autor ajuizou uma nova reclamação, pleiteando o
rejulgamento da causa originária com base nas novas provas
obtidas.
Agirá corretamente o juiz da causa se:
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Havendo efetiva repetição de processos sobre uma mesma
questão de direito, com decisões antagônicas a seu respeito, o
juiz de primeiro grau suscitou, perante o tribunal, a instauração
do incidente de resolução de demandas repetitivas, uma vez que
tramitava, na segunda instância, causa pendente de julgamento
sobre o mesmo tema.
Também já tramitava no Superior Tribunal de Justiça, recurso
especial repetitivo versando sobre a mesma matéria, o qual já
havia sido afetado para fins de definição da tese sobre a referida
questão.
Nesse cenário, é correto afirmar que o mencionado incidente:
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A empresa X, irresignada com o ato administrativo que a
desclassificou em um procedimento de licitação, ajuizou
mandado de segurança para impugná-lo, além de se insurgir
contra a validade do ato de adjudicação do objeto do certame em
favor da empresa Y, que se sagrara vitoriosa.
Em sua petição inicial, a empresa X requereu a notificação da
autoridade impetrada para prestar informações, a cientificação
da pessoa jurídica de direito público e, também, a citação da
empresa Y.
Ao tomar contato com a petição inicial, o juiz da causa, embora
tenha procedido ao juízo positivo de admissibilidade da ação,
determinou a exclusão da empresa Y do feito, por entender que
esta não poderia integrar o polo passivo da ação mandamental.
Inconformada, a empresa X interpôs agravo de instrumento,
visando à reforma da decisão, a fim de que a empresa Y figurasse
no polo passivo da relação processual.
Nesse quadro, é correto afirmar que o agravo de instrumento:
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Uma empresa concessionária de serviço público municipal, tendo
sido apenada com uma determinada sanção em razão de conduta
irregular apurada em processo administrativo, ajuizou mandado
de segurança.
Na petição inicial, distribuída a uma das câmaras cíveis do
tribunal em razão da qualidade da autoridade impetrada, a
autora formulou, como primeiro pedido, o de declaração de
nulidade da sanção administrativa, sustentando, para tanto, que
não praticara nenhum ato ilícito. Pleiteou a impetrante, também,
caso a sua primeira pretensão não fosse acolhida, a invalidação
do processo administrativo instaurado, estribando-se, para tanto,
na alegação de que não haviam sido observadas as garantias da
ampla defesa e do contraditório.
Ofertadas as informações da autoridade impetrada e a peça
impugnativa da pessoa jurídica de direito público, além do
parecer ministerial conclusivo, o órgão julgador, em relação ao
primeiro pedido, não o conheceu em seu mérito, por reputar
ausente o interesse de agir. Mas, no tocante ao segundo pedido,
acolheu-o, concedendo a segurança para invalidar o processo
administrativo e determinar o refazimento dos atos ali
praticados.
Inconformado com a parte do julgado que lhe foi desfavorável,
que, em sua ótica, importou em ofensa à legislação federal
infraconstitucional, a impetrante pretende manejar a via
impugnativa adequada.
É correto afirmar, nesse cenário, que a hipótese é de:
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Ajuizado mandado de segurança para impugnar determinado ato
administrativo, o juiz da causa, após a vinda das informações da
autoridade impetrada, da peça impugnativa da pessoa jurídica de
direito público e da manifestação conclusiva do Ministério
Público, proferiu sentença em que denegava a ordem vindicada.
A sentença estribou-se no fundamento de que o ato estatal
questionado era válido e não havia violado o direito subjetivo
afirmado pelo impetrante.
Pouco tempo depois de transitar em julgado a sentença
denegatória da segurança, o mesmo autor intentou nova
demanda, já então pelo procedimento comum, em que formulou
o mesmo pedido e invocou a mesma causa petendi.
Concluída a fase instrutória, o juiz da nova causa julgou
procedente o pedido, em sentença que seria alvo de recurso de
apelação manejado pela pessoa jurídica de direito público.
Distribuído o apelo a um órgão fracionário do tribunal, o
desembargador a quem coube a sua relatoria proferiu, de
imediato, decisão por meio da qual negava provimento ao
recurso estatal. Contra esse pronunciamento monocrático não
houve a interposição de qualquer recurso, operando-se o trânsito
em julgado.
Transcorrido o lapso temporal de dois meses desde então, a
Fazenda Pública, entendendo que a decisão final que veio a lume
no segundo processo ofendeu a coisa julgada formada no
primeiro, pretende impugná-la.
Nesse contexto, é correto afirmar que a ação rescisória:
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Diante do falecimento do servidor público José, Maria, após o
indeferimento de seu pleito administrativo, ajuizou, perante o
órgão judicial dotado de competência fazendária, ação de
procedimento comum em face da autarquia previdenciária,
postulando a sua condenação a lhe pagar a pensão por morte.
Como fundamentos de seu pedido, Maria alegou ter convivido
com José por mais de vinte anos, havendo sido a sua única
dependente financeira.
Regularmente citada, a autarquia demandada ofertou peça de
contestação, na qual negou os fatos alegados na exordial.
Antes da prolação da decisão declaratória de saneamento do
feito, Maria intentou demanda, perante o juízo de família,
pleiteando o reconhecimento de seu vínculo com José.
É correto afirmar, nesse cenário, que:
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Candidato em concurso público para provimento no cargo de
guarda municipal ajuizou ação de procedimento comum,
pleiteando a declaração de nulidade do ato que o eliminou do
certame, de modo a lhe assegurar a participação em suas fases
subsequentes.
Como causa de pedir, alegou o demandante que, ao contrário do
que havia concluído a Administração Pública, reunia as condições
físicas exigidas pelo edital para desempenhar as atribuições
inerentes ao cargo almejado.
Distribuída a petição inicial e citada a Fazenda Pública, esta
ofertou peça contestatória, sustentando a validade do ato
administrativo questionado.
Na sequência, veio aos autos a notícia, devidamente comprovada
por documentação idônea, do falecimento do autor. A sua
certidão de óbito também dava conta de que deixou viúva e dois
filhos menores, inexistindo bens a serem inventariados.
Nesse quadro, é correto afirmar que:
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Caio intentou demanda em face de determinado Município,
pleiteando a sua condenação a lhe pagar quantia correspondente
a novecentos salários mínimos.
Ofertada a peça contestatória e produzidas as provas requeridas
por ambas as partes, o juiz da causa, invocando entendimento
firmado em sede de incidente de assunção de competência,
proferiu sentença em que condenava o ente federativo a pagar a
Caio verba equivalente a seiscentos salários mínimos.
Depois de transcorridos dezessete dias úteis de sua regular
intimação do ato decisório, Caio interpôs recurso de apelação,
postulando a reforma parcial da sentença para que se majorasse
a verba condenatória para o patamar pleiteado em sua petição
inicial.
Intimado para responder ao apelo do autor, o ente político
municipal ofertou, vinte e cinco dias depois de sua regular
intimação, contrarrazões recursais, além de protocolizar, no
mesmo dia, apelação adesiva, na qual pugnou pela reforma
integral da sentença, a fim de que se julgasse improcedente o
pleito autoral.
É correto afirmar, nesse contexto, que:
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