Foram encontradas 80 questões.
o caso clínico a seguir refere-se a questão.
Homem de 65 anos, com hipertensão arterial, diabetes e história de acidente vascular cerebral isquêmico há cerca de 1 ano, foi atendido na emergência com dor torácica iniciada há 90 minutos. Ao exame estava sonolento, com extremidades frias e sudoreico. Frequência cardíaca 115 bpm e pressão arterial 80 x 40 mmHg. Crepitação nas bases pulmonares e ritmo cardíaco regular em 3 tempos (B3).
O eletrocardiograma de admissão está abaixo.

Após receber o tratamento indicado, o paciente evoluiu com estabilidade clínica até o terceiro dia, quando evoluiu subitamente com rebaixamento do nível de consciência e hipotensão arterial. No exame físico foi identificado um novo sopro sistólico na borda esternal esquerda baixa, com frêmito palpável.
Assinale a complicação mais provável que justifique o quadro.
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o caso clínico a seguir refere-se a questão.
Homem de 65 anos, com hipertensão arterial, diabetes e história de acidente vascular cerebral isquêmico há cerca de 1 ano, foi atendido na emergência com dor torácica iniciada há 90 minutos. Ao exame estava sonolento, com extremidades frias e sudoreico. Frequência cardíaca 115 bpm e pressão arterial 80 x 40 mmHg. Crepitação nas bases pulmonares e ritmo cardíaco regular em 3 tempos (B3).
O eletrocardiograma de admissão está abaixo.

Considerando que o paciente foi atendido em um hospital terciário plenamente equipado, a conduta mais adequada é
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o caso clínico a seguir refere-se a questão.
Gestante de 35 anos com 28 semanas, nulípara, comparece à consulta referindo dispneia progressiva aos esforços associada a “chiado no peito”, principalmente à noite. Nega qualquer comorbidade conhecida, assim como febre, hemorragias ou dor abdominal durante a gravidez.
Ao exame: lúcida, eupneica em ar ambiente, hipocorada (+4/+). Frequência cardíaca: 94 bpm; pressão arterial: 114 x 54 mmHg; ausculta respiratória com crepitação bibasal; Ictus do ventrículo esquerdo tópico e sem alterações, impulso do ventrículo direito palpável, ritmo cardíaco regular, 2 tempos, bulhas normofonéticas, P2 > A2, foco mitral com sopro holossistólico 2+/6+ e ruflar diastólico 3+/6 com reforço pré-sistólico e estalido de abertura próximo da segunda bulha. Abdome gravídico, levemente doloroso em hipocôndrio direito, fígado a 6 cm do rebordo costal. Membros inferiores com varizes e edema bilateral perimaleolar com cacifo, pulsos palpáveis.
A etiologia subjacente mais provável da lesão valvar é
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o caso clínico a seguir refere-se a questão.
Gestante de 35 anos com 28 semanas, nulípara, comparece à consulta referindo dispneia progressiva aos esforços associada a “chiado no peito”, principalmente à noite. Nega qualquer comorbidade conhecida, assim como febre, hemorragias ou dor abdominal durante a gravidez.
Ao exame: lúcida, eupneica em ar ambiente, hipocorada (+4/+). Frequência cardíaca: 94 bpm; pressão arterial: 114 x 54 mmHg; ausculta respiratória com crepitação bibasal; Ictus do ventrículo esquerdo tópico e sem alterações, impulso do ventrículo direito palpável, ritmo cardíaco regular, 2 tempos, bulhas normofonéticas, P2 > A2, foco mitral com sopro holossistólico 2+/6+ e ruflar diastólico 3+/6 com reforço pré-sistólico e estalido de abertura próximo da segunda bulha. Abdome gravídico, levemente doloroso em hipocôndrio direito, fígado a 6 cm do rebordo costal. Membros inferiores com varizes e edema bilateral perimaleolar com cacifo, pulsos palpáveis.
O padrão de lesão funcional valvar identificado no exame físico é
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caso clínico à seguir refere-se a questão.
Homem de 65 anos evolui há 3 meses com dispneia aos esforços, edema de membros inferiores e dispneia paroxística noturna. Nega dor torácica, hipertensão arterial, diabetes, tabagismo ou história familiar de cardiopatia.
Ao exame: taquipneico em ar ambiente, hipocorado, acianótico, afebril. Frequência cardíaca: 110 bpm; pressão arterial: 98 x 56 mmHg; ausculta respiratória com crepitação bibasal, ritmo cardíaco regular, em 3 tempos (B4), bulhas normofonéticas, sem sopros. Turgência jugular patológica a 90º. Abdome com fígado a 8 cm do rebordo costal direito, doloroso. Membros inferiores com edema bilateral com cacifo 2+/4+. Fundoscopia sem alterações. Eletrocardiograma mostrou ritmo sinusal e baixa voltagem difusa do complexo QRS. Ecocardiograma revelou aumento significativo da espessura do ventrículo esquerdo com aspecto cintilante e função sistólica preservada.
Identifique a doença a seguir que pode estar associada à cardiopatia apresentada como a principal hipótese do caso clínico exposto.
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caso clínico à seguir refere-se a questão.
Homem de 65 anos evolui há 3 meses com dispneia aos esforços, edema de membros inferiores e dispneia paroxística noturna. Nega dor torácica, hipertensão arterial, diabetes, tabagismo ou história familiar de cardiopatia.
Ao exame: taquipneico em ar ambiente, hipocorado, acianótico, afebril. Frequência cardíaca: 110 bpm; pressão arterial: 98 x 56 mmHg; ausculta respiratória com crepitação bibasal, ritmo cardíaco regular, em 3 tempos (B4), bulhas normofonéticas, sem sopros. Turgência jugular patológica a 90º. Abdome com fígado a 8 cm do rebordo costal direito, doloroso. Membros inferiores com edema bilateral com cacifo 2+/4+. Fundoscopia sem alterações. Eletrocardiograma mostrou ritmo sinusal e baixa voltagem difusa do complexo QRS. Ecocardiograma revelou aumento significativo da espessura do ventrículo esquerdo com aspecto cintilante e função sistólica preservada.
A hipótese diagnóstica mais provável é
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o caso clínico a seguir se refere a questão.
Homem de 70 anos, hipertenso em tratamento irregular e tabagista, é levado à emergência devido a síncope. O episódio foi precedido por um desconforto torácico com irradiação anteroposterior e descrito como “rasgando o peito”. Ao exame: taquipneico em ar ambiente, ansioso, com fácies de dor e sudoreico. FC 110 bpm, PA: 160 x 100 mmHg no membro superior direito e 90x60 mmHg no esquerdo.

Considerando o eletrocardiograma de admissão acima, a principal alteração encontrada pode ser justificada por
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ANTECIPAÇÃO - Deslocamento de um termo para o início da frase, o que pode causar algumas modificações na pontuação ou na própria estruturação da frase.
Assinale a frase a seguir em que a antecipação de um termo provocou erro gramatical.
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Um escritor americano escreveu certa vez:
“Não diga que não tem tempo suficiente. Você tem exatamente o mesmo número de horas por dia de que dispuseram Helen Keller, Pasteur, Michelangelo, Madre Teresa de Calcutá, Leonardo da Vinci, Thomas Jefferson e Albert Einstein.”
“Não diga que não tem tempo suficiente. Você tem exatamente o mesmo número de horas por dia de que dispuseram Helen Keller, Pasteur, Michelangelo, Madre Teresa de Calcutá, Leonardo da Vinci, Thomas Jefferson e Albert Einstein.”
Assinale a opção que apresenta uma resposta adequada ao argumento contido nessa frase.
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A frase abaixo em que o vocábulo mais tem valor semântico de tempo é:
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