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Foram encontradas 50 questões.

1080342 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Em relação ao tratamento cirúrgico das patologias na criança, é importante a adequada orientação da família e o encaminhamento oportuno para o especialista. Indica-se tratamento cirúrgico
 

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1079799 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Lactente sexo masculino, 2 meses de idade, história de vômitos que se iniciaram na segunda semana de vida, caracterizados como em jato e leitoso, apresentando perda de peso e irritabilidade. Exame físico: Peso: 3 Kg, frequência cardíaca: 120 bpm, frequência respiratória: 10 irpm e apresentando pausas, desidratado ++/4+ (grau III), hipocorado +/4+, hipoativo. Abdome escavado, palpando-se pequena massa móvel em epigástrio. Eletrocardiograma com depressão do segmento S-T e aumento do intervalo PR com achatamento da onda T.
O caso clínico descrito é compatível com estenose hipertrófica de piloro acompanhada de
 

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No período republicano, a causa separatista do norte de Goiás voltou a se manifestar. O crescimento econômico das regiões sul e sudoeste, intensificado a partir da chegada dos trilhos no estado, refletiu-se no aumento das diferenças regionais.

ASSIS, Wilson Rocha. Estudos de História de Goiás. Goiânia: Vieira, 2005. p. 139.

O texto refere-se aos esforços que culminaram na criação do estado de Tocantins, em 1988. O novo estado foi efetivado politicamente

 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amor platônico?
O “amor platônico” é um dos estereótipos do senso comum mais conhecidos da tradição ocidental. Se olharmos de perto os textos de Platão, ficaremos surpresos com o quanto suas ideias são distorcidas. É comum dizer que o “amor platônico” refere-se a uma relação na qual aquele que ama idealiza o outro: a pessoa amada é ideal e, portanto, inatingível. O texto mais conhecido de Platão sobre o amor é o diálogo O Banquete, no qual se narra o encontro de cidadãos atenienses dispostos a elogiar o deus Eros.
O amor é e não é um sentimento
Segundo alguns, o amor é um sentimento, um modo como os seres humanos são afetados por objetos ou seres que os atraem e os marcam. Para Fedro, um dos personagens de O Banquete, o amor é uma espécie de sentimento nobre e elevado de amizade, reciprocidade, que conduz ao cuidado com o bem do outro.
Já na perspectiva de Aristófanes, o amor não é mero sentimento, mas algo permanente, inerente à espécie humana, na medida em que está presente no fato de sermos estruturalmente incompletos. A busca de completude determina-nos, fazendo-nos estar sempre voltados para o outro. A essa estrutura carente combinam-se graus de consciência, que determinam nosso modo de ser e agir.
Entre o sentimento e a estrutura entram em jogo ainda as dimensões da significação e do conhecimento, pela dimensão da consciência da falta, que está relacionada com a consciência do outro e com a busca constante de alguém que nos complete. O que entendo que sou e aquilo que significo para mim mesmo são correlatos ao que eu entendo que o outro é, ou o que o outro significa para mim.
Sócrates critica, por um lado, a ideia de que o amor seja apenas a busca de uma suposta cara-metade; por outro lado, reforça a perspectiva que leva em conta a consciência da carência: quem sequer imagina que é deficiente naquilo que não acredita ser-lhe necessário não é capaz de desejar verdadeiramente.
A ideia do amor como processo permite associar intimamente amor e conhecimento: o amor fica entre a ignorância e o saber pleno, pois quando o ser carente encontra o que busca, na beleza ou na excelência do outro, torna-se grávido e tem necessidade de gerar. Para falarmos em geração, temos de supor alguma plenitude, alguma suficiência que, finalmente, transborda, vai além da mera falta e produz algo novo.
A geração deve ser pensada tanto no plano natural como no cultural. Os seres vivos estão em permanente transformação, tornando-se constantemente outros, perdendo o que têm e fabricando-se novamente. No plano biológico, a geração de outro ser é preservação da espécie; na dimensão cultural, a geração dá-se no plano da significação e do conhecimento. Seja como preservação da espécie, seja como fabricação da cultura, amar significa buscar recursos para lidarmos com nossa mortalidade.
O amor é loucura e filosofia
A ideia de que o amor seja um tipo de loucura aparece também em outro diálogo platônico, chamado Fedro, no qual Sócrates discute os benefícios e os prejuízos de uma relação amorosa. Mas, se filosofia é amor pelo conhecimento, não pode ser um desvario irracional. Aqueles que julgam saber tudo não filosofam, porque se creem sábios. A maioria dos humanos ignora sua própria ignorância, por isso age irrefletidamente. Quem toma consciência da ignorância estrutural da humanidade são os que filosofam, buscando nas coisas toda a racionalidade de que são capazes. O objeto dessa busca é a inteligibilidade máxima, que Platão chama de “ideia”, “forma” ou “essência” inteligível.
Por “ideia” e “ideal”, em Platão, não devemos entender algo idealizado, mas um modo de ser radical, cujas determinações sejam puramente inteligíveis. Esse máximo de ideação é mais uma aposta e uma exigência do que uma constatação; aquele que filosofa parte da precariedade e da finitude das coisas e dos homens. Para compreendê-los e educá-los, o filósofo é levado a postular algo que não conhece, mas que julga dever existir, apesar de invisível. A “ideia” ou “essência”, então, é alguma coisa à qual temos acesso por meio da inteligência. À medida que é pensada e desenvolvida reflexivamente (por meio do diálogo), passa a ser tomada como referência; é algo divino porque está além da mortalidade humana.
Assim, o objeto dito “ideal” não é um objeto perfeito imaginado nem mera projeção gerada pela carência. O objeto inteligível é proposto como algo a ser pensado, conhecido e amado. Se o amor é filosófico, ele é construção racional e progressiva desse objeto. Não é a idealização ingênua da figura do ser amado, mas é abertura para o outro e, progressivamente, para uma alteridade inteligível, rumo a algum tipo de imortalidade.
O movimento do amor não pode parar: além do aspecto físico, dos valores políticos, da convivência na cidade (pólis), visando ao bem comum, ele é exigência máxima de racionalidade, buscando a causa de tudo o que é bom e de toda beleza. Busca de consciência e conhecimento máximos, o amor filosófico é exigência de beleza pura, mas sabe-se finito e limitado, mesmo que desejando sempre mais.
MARQUES, Marcelo P. Amor Platônico. Revista Cult, edição 146, 2010. Disponível em:
<http://revistacult.uol.com.br/home/2010/05/amor-platonico/>. Acesso em: 19 mar. 2013. (Adaptado).
No trecho “o amor não é mero sentimento, mas algo permanente”, o uso da conjunção “mas” evidencia a ideia de que, no texto, “mero sentimento” e “permanente”
 

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1074643 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Em relação à baixa estatura, tem-se o seguinte:
 

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1065442 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
O aleitamento materno é contraindicado em raras situações, dentre elas, casos de mães que apresentam
 

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1065164 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Parasitose que se manifesta inicialmente com dermatite em pés, mãos, nádegas ou região anogenital, evoluindo para dor abdominal, anorexia, náuseas, perda de peso, diarreia e desnutrição proteico-calórica, acompanhada algumas vezes de rash urticariforme. A hipótese diagnóstica mais provável e tratamento adequada são, respectivamente:
 

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O PT goiano começou sua estruturação em um contexto bastante adverso, pois havia uma polarização entre forças já enraizadas na política estadual, de um lado o PMDB – cuja vitória era tida como certa – e de outro, o PDS em declínio.

MIRANDA, Paulo Roberto. As bases do PT em Goiás: estrutura e recrutamento político. In:

FERREIRA, D. P; BEZERRA, H. D. (Org.). Panorama da política em Goiás. Goiânia: Ed. da UCG, 2008. p. 84

Com a redemocratização brasileira e o retorno do voto direto, o PT (Partido dos Trabalhadores) quase sempre foi o 3º colocado nas eleições para governador em Goiás, durante as décadas de 1980 e 1990.

Isso só não ocorreu nas eleições de

 

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997316 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Uma criança de 2 anos apresenta febre há 6 dias e chiado no peito há 2 dias. Hoje apresentou piora do quadro com intensa dispneia. Nos hábitos de vida revela presença de cães no domicílio. Exame físico: expiração prolongada, estertores disseminados, fígado a 3 cm do rebordo costal direito e baço a 2 cm do rebordo costal esquerdo. Hemograma com anemia, leucócitos totais 37.200 (B 06%; S 13%; E 50%; L 12%; M 04%.). Exame protoparasitológico negativo. Rx tórax com infiltrado intersticial bilateral. A hipótese diagnóstica mais provável é
 

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982366 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Criança número 1:
usa as mãos, conseguindo segurar objetos e demonstra grande prazer na posição sentada, em que consegue permanecer por alguns minutos apoiada.
Criança número 2:
gosta de brincar de escondeu-achou, faz uso do polegar e indicador em pinça, estranha pessoas.
Espera-se encontrar esses marcos do desenvolvimento infantil em crianças de idade de, respectivamente:
 

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