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Foram encontradas 50 questões.

O PT goiano começou sua estruturação em um contexto bastante adverso, pois havia uma polarização entre forças já enraizadas na política estadual, de um lado o PMDB – cuja vitória era tida como certa – e de outro, o PDS em declínio.

MIRANDA, Paulo Roberto. As bases do PT em Goiás: estrutura e recrutamento político. In:

FERREIRA, D. P; BEZERRA, H. D. (Org.). Panorama da política em Goiás. Goiânia: Ed. da UCG, 2008. p. 84

Com a redemocratização brasileira e o retorno do voto direto, o PT (Partido dos Trabalhadores) quase sempre foi o 3º colocado nas eleições para governador em Goiás, durante as décadas de 1980 e 1990.

Isso só não ocorreu nas eleições de

 

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1011457 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Em casos de canais radiculares extremamente atrésicos, o procedimento mais adequado para o seu acesso é o emprego de
 

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973371 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
O antibiótico indicado para um paciente alérgico à penicilina e à cefalosporina é:
 

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970256 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
De acordo com pesquisadores, quanto menor a tensão superficial de uma solução irrigadora
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Notas sobre a carioquice
Rio de Janeiro. Chove muito forte na cidade. Raios e trovões. Alagamentos e árvores caídas. Balanço trágico: quatro mortos e um garoto desaparecido. Em meio ao trânsito parado, dois gaiatos (expressão tipicamente carioca) pegam suas pranchas e vão para a rua alagada surfar no asfalto. Divertem-se, gritam, como se fosse necessário buscar prazer onde só há aborrecimento e lamentação. A cena se repetiu anteontem à noite, à beira da lagoa Rodrigo de Freitas. Virou onda surfar debochadamente na chuva. Espírito carioca.
Várias pessoas ficam em cima de um ônibus, sem ter como sair. Bombeiros não chegam. De algum lugar, surge um bote, a salvação para uma dezena de desesperados, só então resgatados. Nem tudo é cinismo na cidade. Solidariedade carioca.
Noite de show no Rio. Só há fila, e grande, na entrada para convidados, os que têm nome na porta. As pessoas "normais" entram tranquilamente, sem aborrecimento. O VIP fica na fila porque quase ninguém gosta de pagar ingresso. Descolados cariocas não tiram a carteira do bolso. Esperteza carioca.
No restaurante, pai, mãe e amiga cantam parabéns para adolescente tímida e desanimada com o aniversário. As mesas ao lado engrossam o "Parabéns a você". Logo, todo o restaurante canta junto, e a menina ri, feliz. Alegria e gaiatice do carioca.
Atenção à roupa e aos gestos. Na praia, na rua, no samba, no shopping, há sempre uma máquina fotográfica à espreita. Os "paparazzi" estão em toda parte. Qualquer um pode aparecer em um site de fofoca perto de suposta celebridade só por andar pelo Leblon. Coadjuvante de subcelebridade. Risco carioca.
COSTA, Paula Cesarino. Notas sobre a carioquice. Folha de S. Paulo. Caderno Opinião. 07 mar. 2013. Disponível em:
<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/97239-notas-sobre-a-carioquice.shtml>. Acesso em: 07 mar. 2013. (Adaptado).
Com relação ao modo pelo qual os parágrafos do texto se relacionam, verifica-se que eles configuram uma estrutura textual
 

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A defesa da construção de Goiânia feita por um de seus principais responsáveis – Dr. Armando de Godói – evidencia com clareza o que se pensava naquele período sobre o planejamento, especialmente no que tange à obediência do espaço à razão.

CHAVEIRO, E. F. A urbanização do sertão goiano e a criação de Goiânia. In. NETO, A. T.; et al. (Org.).

O espaço goiano: abordagens geográficas. Goiânia, Associação dos Geógrafos Brasileiros, 2004. p.113.

O modelo de planejamento urbano proposto por Armando de Godói para a construção da cidade de Goiânia foi fortemente influenciado

 

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893486 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
A inflamação resulta na reabsorção e na criação de áreas radiolúcidas ao redor do ápice. Existem, entretanto, outras áreas radiolúcidas que são normais ou de origem não endodôntica.
Qual é a principal característica de uma lesão periapical de origem endodôntica?
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amor platônico?
O “amor platônico” é um dos estereótipos do senso comum mais conhecidos da tradição ocidental. Se olharmos de perto os textos de Platão, ficaremos surpresos com o quanto suas ideias são distorcidas. É comum dizer que o “amor platônico” refere-se a uma relação na qual aquele que ama idealiza o outro: a pessoa amada é ideal e, portanto, inatingível. O texto mais conhecido de Platão sobre o amor é o diálogo O Banquete, no qual se narra o encontro de cidadãos atenienses dispostos a elogiar o deus Eros.
O amor é e não é um sentimento
Segundo alguns, o amor é um sentimento, um modo como os seres humanos são afetados por objetos ou seres que os atraem e os marcam. Para Fedro, um dos personagens de O Banquete, o amor é uma espécie de sentimento nobre e elevado de amizade, reciprocidade, que conduz ao cuidado com o bem do outro.
Já na perspectiva de Aristófanes, o amor não é mero sentimento, mas algo permanente, inerente à espécie humana, na medida em que está presente no fato de sermos estruturalmente incompletos. A busca de completude determina-nos, fazendo-nos estar sempre voltados para o outro. A essa estrutura carente combinam-se graus de consciência, que determinam nosso modo de ser e agir.
Entre o sentimento e a estrutura entram em jogo ainda as dimensões da significação e do conhecimento, pela dimensão da consciência da falta, que está relacionada com a consciência do outro e com a busca constante de alguém que nos complete. O que entendo que sou e aquilo que significo para mim mesmo são correlatos ao que eu entendo que o outro é, ou o que o outro significa para mim.
Sócrates critica, por um lado, a ideia de que o amor seja apenas a busca de uma suposta cara-metade; por outro lado, reforça a perspectiva que leva em conta a consciência da carência: quem sequer imagina que é deficiente naquilo que não acredita ser-lhe necessário não é capaz de desejar verdadeiramente.
A ideia do amor como processo permite associar intimamente amor e conhecimento: o amor fica entre a ignorância e o saber pleno, pois quando o ser carente encontra o que busca, na beleza ou na excelência do outro, torna-se grávido e tem necessidade de gerar. Para falarmos em geração, temos de supor alguma plenitude, alguma suficiência que, finalmente, transborda, vai além da mera falta e produz algo novo.
A geração deve ser pensada tanto no plano natural como no cultural. Os seres vivos estão em permanente transformação, tornando-se constantemente outros, perdendo o que têm e fabricando-se novamente. No plano biológico, a geração de outro ser é preservação da espécie; na dimensão cultural, a geração dá-se no plano da significação e do conhecimento. Seja como preservação da espécie, seja como fabricação da cultura, amar significa buscar recursos para lidarmos com nossa mortalidade.
O amor é loucura e filosofia
A ideia de que o amor seja um tipo de loucura aparece também em outro diálogo platônico, chamado Fedro, no qual Sócrates discute os benefícios e os prejuízos de uma relação amorosa. Mas, se filosofia é amor pelo conhecimento, não pode ser um desvario irracional. Aqueles que julgam saber tudo não filosofam, porque se creem sábios. A maioria dos humanos ignora sua própria ignorância, por isso age irrefletidamente. Quem toma consciência da ignorância estrutural da humanidade são os que filosofam, buscando nas coisas toda a racionalidade de que são capazes. O objeto dessa busca é a inteligibilidade máxima, que Platão chama de “ideia”, “forma” ou “essência” inteligível.
Por “ideia” e “ideal”, em Platão, não devemos entender algo idealizado, mas um modo de ser radical, cujas determinações sejam puramente inteligíveis. Esse máximo de ideação é mais uma aposta e uma exigência do que uma constatação; aquele que filosofa parte da precariedade e da finitude das coisas e dos homens. Para compreendê-los e educá-los, o filósofo é levado a postular algo que não conhece, mas que julga dever existir, apesar de invisível. A “ideia” ou “essência”, então, é alguma coisa à qual temos acesso por meio da inteligência. À medida que é pensada e desenvolvida reflexivamente (por meio do diálogo), passa a ser tomada como referência; é algo divino porque está além da mortalidade humana.
Assim, o objeto dito “ideal” não é um objeto perfeito imaginado nem mera projeção gerada pela carência. O objeto inteligível é proposto como algo a ser pensado, conhecido e amado. Se o amor é filosófico, ele é construção racional e progressiva desse objeto. Não é a idealização ingênua da figura do ser amado, mas é abertura para o outro e, progressivamente, para uma alteridade inteligível, rumo a algum tipo de imortalidade.
O movimento do amor não pode parar: além do aspecto físico, dos valores políticos, da convivência na cidade (pólis), visando ao bem comum, ele é exigência máxima de racionalidade, buscando a causa de tudo o que é bom e de toda beleza. Busca de consciência e conhecimento máximos, o amor filosófico é exigência de beleza pura, mas sabe-se finito e limitado, mesmo que desejando sempre mais.
MARQUES, Marcelo P. Amor Platônico. Revista Cult, edição 146, 2010. Disponível em:
<http://revistacult.uol.com.br/home/2010/05/amor-platonico/>. Acesso em: 19 mar. 2013. (Adaptado).
Ao usar a expressão “objeto inteligível”, o autor está indicando, por meio do uso do adjetivo, que o objeto a que se refere é
 

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856723 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Em relação ao hidróxido de cálcio, fármaco utilizado como medicação intracanal, verifica-se que
 

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838733 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Paciente do sexo feminino com 48 anos de idade, raça negra, ao exame radiográfico apresenta no elemento 32 uma imagem radiolúcida circunscrita de limites bem definidos abaixo da raiz. No teste de sensibilidade o elemento respondeu positivamente; o dente se apresenta assintomático. A hipótese diagnóstica é
 

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