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Foram encontradas 540 questões.

587565 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Qual é o cimento odontológico de utilização versátil, pH neutro durante as primeiras 24 horas, pode ter sua reação acelerada com resfriamento da placa de vidro no ponto de orvalho, tem formação de água como subproduto, e sua resistência à compressão varia de 3 a 55 mPa dependendo do uso a que se destina?
 

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582164 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
O agregado de Trióxido Mineral (MTA) é um material empregado no tratamento de dentes com rizogênese incompleta. Uma vantagem desse material em relação às pastas à base de hidróxido de cálcio é
 

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575843 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
A febre reumática (FR) é um dos problemas de saúde pública no Brasil, sendo responsável por 40% das cirurgias cardíacas. Para o devido diagnóstico e tratamento, é importante salientar que
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amor platônico?
O “amor platônico” é um dos estereótipos do senso comum mais conhecidos da tradição ocidental. Se olharmos de perto os textos de Platão, ficaremos surpresos com o quanto suas ideias são distorcidas. É comum dizer que o “amor platônico” refere-se a uma relação na qual aquele que ama idealiza o outro: a pessoa amada é ideal e, portanto, inatingível. O texto mais conhecido de Platão sobre o amor é o diálogo O Banquete, no qual se narra o encontro de cidadãos atenienses dispostos a elogiar o deus Eros.
O amor é e não é um sentimento
Segundo alguns, o amor é um sentimento, um modo como os seres humanos são afetados por objetos ou seres que os atraem e os marcam. Para Fedro, um dos personagens de O Banquete, o amor é uma espécie de sentimento nobre e elevado de amizade, reciprocidade, que conduz ao cuidado com o bem do outro.
Já na perspectiva de Aristófanes, o amor não é mero sentimento, mas algo permanente, inerente à espécie humana, na medida em que está presente no fato de sermos estruturalmente incompletos. A busca de completude determina-nos, fazendo-nos estar sempre voltados para o outro. A essa estrutura carente combinam-se graus de consciência, que determinam nosso modo de ser e agir.
Entre o sentimento e a estrutura entram em jogo ainda as dimensões da significação e do conhecimento, pela dimensão da consciência da falta, que está relacionada com a consciência do outro e com a busca constante de alguém que nos complete. O que entendo que sou e aquilo que significo para mim mesmo são correlatos ao que eu entendo que o outro é, ou o que o outro significa para mim.
Sócrates critica, por um lado, a ideia de que o amor seja apenas a busca de uma suposta cara-metade; por outro lado, reforça a perspectiva que leva em conta a consciência da carência: quem sequer imagina que é deficiente naquilo que não acredita ser-lhe necessário não é capaz de desejar verdadeiramente.
A ideia do amor como processo permite associar intimamente amor e conhecimento: o amor fica entre a ignorância e o saber pleno, pois quando o ser carente encontra o que busca, na beleza ou na excelência do outro, torna-se grávido e tem necessidade de gerar. Para falarmos em geração, temos de supor alguma plenitude, alguma suficiência que, finalmente, transborda, vai além da mera falta e produz algo novo.
A geração deve ser pensada tanto no plano natural como no cultural. Os seres vivos estão em permanente transformação, tornando-se constantemente outros, perdendo o que têm e fabricando-se novamente. No plano biológico, a geração de outro ser é preservação da espécie; na dimensão cultural, a geração dá-se no plano da significação e do conhecimento. Seja como preservação da espécie, seja como fabricação da cultura, amar significa buscar recursos para lidarmos com nossa mortalidade.
O amor é loucura e filosofia
A ideia de que o amor seja um tipo de loucura aparece também em outro diálogo platônico, chamado Fedro, no qual Sócrates discute os benefícios e os prejuízos de uma relação amorosa. Mas, se filosofia é amor pelo conhecimento, não pode ser um desvario irracional. Aqueles que julgam saber tudo não filosofam, porque se creem sábios. A maioria dos humanos ignora sua própria ignorância, por isso age irrefletidamente. Quem toma consciência da ignorância estrutural da humanidade são os que filosofam, buscando nas coisas toda a racionalidade de que são capazes. O objeto dessa busca é a inteligibilidade máxima, que Platão chama de “ideia”, “forma” ou “essência” inteligível.
Por “ideia” e “ideal”, em Platão, não devemos entender algo idealizado, mas um modo de ser radical, cujas determinações sejam puramente inteligíveis. Esse máximo de ideação é mais uma aposta e uma exigência do que uma constatação; aquele que filosofa parte da precariedade e da finitude das coisas e dos homens. Para compreendê-los e educá-los, o filósofo é levado a postular algo que não conhece, mas que julga dever existir, apesar de invisível. A “ideia” ou “essência”, então, é alguma coisa à qual temos acesso por meio da inteligência. À medida que é pensada e desenvolvida reflexivamente (por meio do diálogo), passa a ser tomada como referência; é algo divino porque está além da mortalidade humana.
Assim, o objeto dito “ideal” não é um objeto perfeito imaginado nem mera projeção gerada pela carência. O objeto inteligível é proposto como algo a ser pensado, conhecido e amado. Se o amor é filosófico, ele é construção racional e progressiva desse objeto. Não é a idealização ingênua da figura do ser amado, mas é abertura para o outro e, progressivamente, para uma alteridade inteligível, rumo a algum tipo de imortalidade.
O movimento do amor não pode parar: além do aspecto físico, dos valores políticos, da convivência na cidade (pólis), visando ao bem comum, ele é exigência máxima de racionalidade, buscando a causa de tudo o que é bom e de toda beleza. Busca de consciência e conhecimento máximos, o amor filosófico é exigência de beleza pura, mas sabe-se finito e limitado, mesmo que desejando sempre mais.
MARQUES, Marcelo P. Amor Platônico. Revista Cult, edição 146, 2010. Disponível em:
<http://revistacult.uol.com.br/home/2010/05/amor-platonico/>. Acesso em: 19 mar. 2013. (Adaptado).
O texto, ao apresentar algumas concepções do que seja o amor, vale-se de um procedimento argumentativo do tipo
 

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1189963 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Tendo-se como tema central o coma, assinale a afirmativa incorreta:
Questão Anulada

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1189651 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Com relação ao tratamento da dislipidemia com estatinas, verifica-se que
Questão Anulada

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1187066 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Como pode ser confirmado o diagnóstico de diabetes mellitus?
Questão Anulada

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1186353 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Considerando-se como doença primária cerebral a demência, aponte a alternativa incorreta:
Questão Anulada

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1186346 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Muitas vezes, no caso de avulsão dentária, há a necessidade de colocar o dente em um meio de transporte/armazenamento, até o momento do seu reimplante. Os meios mais indicados para o transporte do dente a ser reimplantado são
Questão Anulada

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1186306 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Com relação ao câncer gástrico precoce, tem-se o seguinte:
Questão Anulada

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