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Foram encontradas 60 questões.

2370763 Ano: 2006
Disciplina: Geografia
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
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Observe a figura que mostra uma queimada na Amazônia.
Enunciado 2614728-1
A alternativa que indica uma das conseqüências da situação apresentada na figura é
 

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2370736 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
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Matei várias crianças quando era menino. A maioria com tiros de espoleta, brincadeiras de mocinho e bandido, comprovadamente inocentes. Já naquele tempo, o modelo eram os filmes americanos que nos ensinaram uma infinidade de outras coisas − de beijar e fumar a empunhar uma espada. Como eram outros tempos, com menor, bem menor, quase nenhuma tensão urbana e motivos de sobra para uma despreocupação em relação ao futuro, inclusive o profissional, só excepcionalmente as crianças e os adolescentes das décadas de 40 e 50 se deixavam influenciar por tipos e atitudes mais condenáveis veiculados pelo cinema. Mas até as brigas entre gangues juvenis, supostamente macaqueadas da tela, pareciam travessuras inconseqüentes se comparadas aos confrontos, muito mais violentos e freqüentes, entre os transviados de hoje.
Mudaram as crianças e os adolescentes ou mudou o cinema? Na verdade, mudou tudo. Em casa, na rua e nas telas (no plural, porque agora, além do cinema, temos a televisão e os computadores). As famílias perderam a coesão e o poder de aglutinação de antigamente, as cidades estão cada vez mais selvagens e desagregadoras, a educação caiu a níveis subterrâneos, as perspectivas de trabalho são quase nulas para determinadas faixas da população, e, se a esse conluio de fatores negativos acrescentarmos o consumo de drogas, o quadro estará quase completo.
Que ninguém se iluda: o cinema, a televisão, a mídia e os videogames têm sua parcela de culpa na crescente brutalização da juventude. Qual, exatamente, ninguém sabe ainda. Sabe-se, porém, que ao atingir dezoito anos, um adolescente americano terá visto quarenta mil cenas de assassinatos nas telas de cinema e da TV. Leonard Eron, psicólogo da Universidade de Michigan, que há quatro décadas investiga os efeitos da violência dramatizada no cotidiano de crianças e adolescentes, acredita que a exposição permanente a imagens de truculência é a causa de 10% dos crimes cometidos na América. "As crianças aprendem observando", diz Eron. "Se o que observam
é a violência, é isso que aprenderão."
(Sergio Augusto, Bravo! no 21, junho/99, pp. 19-20)
Todas as palavras estão corretamente grafadas na frase:
 

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2370734 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
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A jornada diária de trabalho de um soldado é de 8 horas. Se ele iniciar sua jornada quando forem decorridos !$ \large 13 \over 36 !$ do
dia e interrompê-la durante 1 hora e 35 minutos para almoçar, sua jornada nesse dia se encerrará às
 

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2370722 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
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Matei várias crianças quando era menino. A maioria com tiros de espoleta, brincadeiras de mocinho e bandido, comprovadamente inocentes. Já naquele tempo, o modelo eram os filmes americanos que nos ensinaram uma infinidade de outras coisas − de beijar e fumar a empunhar uma espada. Como eram outros tempos, com menor, bem menor, quase nenhuma tensão urbana e motivos de sobra para uma despreocupação em relação ao futuro, inclusive o profissional, só excepcionalmente as crianças e os adolescentes das décadas de 40 e 50 se deixavam influenciar por tipos e atitudes mais condenáveis veiculados pelo cinema. Mas até as brigas entre gangues juvenis, supostamente macaqueadas da tela, pareciam travessuras inconseqüentes se comparadas aos confrontos, muito mais violentos e freqüentes, entre os transviados de hoje.
Mudaram as crianças e os adolescentes ou mudou o cinema? Na verdade, mudou tudo. Em casa, na rua e nas telas (no plural, porque agora, além do cinema, temos a televisão e os computadores). As famílias perderam a coesão e o poder de aglutinação de antigamente, as cidades estão cada vez mais selvagens e desagregadoras, a educação caiu a níveis subterrâneos, as perspectivas de trabalho são quase nulas para determinadas faixas da população, e, se a esse conluio de fatores negativos acrescentarmos o consumo de drogas, o quadro estará quase completo.
Que ninguém se iluda: o cinema, a televisão, a mídia e os videogames têm sua parcela de culpa na crescente brutalização da juventude. Qual, exatamente, ninguém sabe ainda. Sabe-se, porém, que ao atingir dezoito anos, um adolescente americano terá visto quarenta mil cenas de assassinatos nas telas de cinema e da TV. Leonard Eron, psicólogo da Universidade de Michigan, que há quatro décadas investiga os efeitos da violência dramatizada no cotidiano de crianças e adolescentes, acredita que a exposição permanente a imagens de truculência é a causa de 10% dos crimes cometidos na América. "As crianças aprendem observando", diz Eron. "Se o que observam
é a violência, é isso que aprenderão."
(Sergio Augusto, Bravo! no 21, junho/99, pp. 19-20)
Ao comparar os tempos de sua infância com estes em que vivem os meninos e adolescentes de hoje, o autor do texto
 

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2370715 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
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Matei várias crianças quando era menino. A maioria com tiros de espoleta, brincadeiras de mocinho e bandido, comprovadamente inocentes. Já naquele tempo, o modelo eram os filmes americanos que nos ensinaram uma infinidade de outras coisas − de beijar e fumar a empunhar uma espada. Como eram outros tempos, com menor, bem menor, quase nenhuma tensão urbana e motivos de sobra para uma despreocupação em relação ao futuro, inclusive o profissional, só excepcionalmente as crianças e os adolescentes das décadas de 40 e 50 se deixavam influenciar por tipos e atitudes mais condenáveis veiculados pelo cinema. Mas até as brigas entre gangues juvenis, supostamente macaqueadas da tela, pareciam travessuras inconseqüentes se comparadas aos confrontos, muito mais violentos e freqüentes, entre os transviados de hoje.
Mudaram as crianças e os adolescentes ou mudou o cinema? Na verdade, mudou tudo. Em casa, na rua e nas telas (no plural, porque agora, além do cinema, temos a televisão e os computadores). As famílias perderam a coesão e o poder de aglutinação de antigamente, as cidades estão cada vez mais selvagens e desagregadoras, a educação caiu a níveis subterrâneos, as perspectivas de trabalho são quase nulas para determinadas faixas da população, e, se a esse conluio de fatores negativos acrescentarmos o consumo de drogas, o quadro estará quase completo.
Que ninguém se iluda: o cinema, a televisão, a mídia e os videogames têm sua parcela de culpa na crescente brutalização da juventude. Qual, exatamente, ninguém sabe ainda. Sabe-se, porém, que ao atingir dezoito anos, um adolescente americano terá visto quarenta mil cenas de assassinatos nas telas de cinema e da TV. Leonard Eron, psicólogo da Universidade de Michigan, que há quatro décadas investiga os efeitos da violência dramatizada no cotidiano de crianças e adolescentes, acredita que a exposição permanente a imagens de truculência é a causa de 10% dos crimes cometidos na América. "As crianças aprendem observando", diz Eron. "Se o que observam
é a violência, é isso que aprenderão."
(Sergio Augusto, Bravo! no 21, junho/99, pp. 19-20)
Está correto o emprego de AMBAS as formas verbais sublinhadas na frase:
 

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2370684 Ano: 2006
Disciplina: Geografia
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
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Considere o gráfico a seguir.

Maranhão: Composição do Produto Interno Bruto (2000)

Enunciado 2610264-1

Identifica corretamente um dos setores do gráfico:

 

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2370665 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
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Matei várias crianças quando era menino. A maioria com tiros de espoleta, brincadeiras de mocinho e bandido, comprovadamente inocentes. Já naquele tempo, o modelo eram os filmes americanos que nos ensinaram uma infinidade de outras coisas − de beijar e fumar a empunhar uma espada. Como eram outros tempos, com menor, bem menor, quase nenhuma tensão urbana e motivos de sobra para uma despreocupação em relação ao futuro, inclusive o profissional, só excepcionalmente as crianças e os adolescentes das décadas de 40 e 50 se deixavam influenciar por tipos e atitudes mais condenáveis veiculados pelo cinema. Mas até as brigas entre gangues juvenis, supostamente macaqueadas da tela, pareciam travessuras inconseqüentes se comparadas aos confrontos, muito mais violentos e freqüentes, entre os transviados de hoje.
Mudaram as crianças e os adolescentes ou mudou o cinema? Na verdade, mudou tudo. Em casa, na rua e nas telas (no plural, porque agora, além do cinema, temos a televisão e os computadores). As famílias perderam a coesão e o poder de aglutinação de antigamente, as cidades estão cada vez mais selvagens e desagregadoras, a educação caiu a níveis subterrâneos, as perspectivas de trabalho são quase nulas para determinadas faixas da população, e, se a esse conluio de fatores negativos acrescentarmos o consumo de drogas, o quadro estará quase completo.
Que ninguém se iluda: o cinema, a televisão, a mídia e os videogames têm sua parcela de culpa na crescente brutalização da juventude. Qual, exatamente, ninguém sabe ainda. Sabe-se, porém, que ao atingir dezoito anos, um adolescente americano terá visto quarenta mil cenas de assassinatos nas telas de cinema e da TV. Leonard Eron, psicólogo da Universidade de Michigan, que há quatro décadas investiga os efeitos da violência dramatizada no cotidiano de crianças e adolescentes, acredita que a exposição permanente a imagens de truculência é a causa de 10% dos crimes cometidos na América. "As crianças aprendem observando", diz Eron. "Se o que observam
é a violência, é isso que aprenderão."
(Sergio Augusto, Bravo! no 21, junho/99, pp. 19-20)
Os tempos verbais estão corretamente articulados na frase:
 

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2370568 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
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Seis palitos de picolé são colocados sobre uma mesa em três filas, como a figura mostra:
Enunciado 2603567-1
Enfrentam-se dois jogadores, X e Y. Cada um pode, na sua vez, retirar quantos palitos quiser, desde que todos pertençam à mesma fila. Quem for obrigado a retirar o último palito perde. Suponha que o jogador X comece retirando os 3 palitos da fila inferior. Nessa situação, Y certamente vencerá se retirar
 

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2370543 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
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Uma pessoa, brincando com uma calculadora, digitou o número 525. A seguir, foi subtraindo 6, sucessivamente, só parando quando obteve um número negativo. Quantas vezes ela apertou a tecla correspondente ao 6?
 

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2370521 Ano: 2006
Disciplina: Geografia
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
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Considere os seguintes versos:
“Vou-me embora pra cidade
Nem sou amigo do rei
Quem sabe encontro um trabalho
Pois terras, não mais verei”.
(citado em Dora Martins & Sonia Vanalli. Migrantes. São Paulo: Contexto, 1994. p. 23)
Da leitura atenta dos versos pode-se destacar dois problemas socioeconômicos encontrados em todo o Brasil. São eles:
 

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