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Foram encontradas 60 questões.

O sentimento do dever, o pundonor Policial- Militar e o decoro da classe impõem, a cada um dos integrantes da Polícia Militar, conduta moral e profissional, irrepreensíveis, com observância dos seguintes preceitos da ética Policial-Militar:
I. Amar a verdade e a responsabilidade como fundamentos da dignidade pessoal.
II. Exercer, com autoridade, eficiência e probidade as funções que lhe couberem em decorrência do cargo.
III. Respeitar a dignidade da pessoa humana;
IV. Zelar pelo preparo moral, intelectual e físico, próprio e dos subordinados, tendo em vista o cumprimento da missão comum.
V. Empregar todas as suas energias em benefício do serviço.
De acordo com as afirmativas acima a alternativa correta é:
 

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1056561 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Sobre o conceito de grupo, é correto afirmar que:
 

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1051478 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA

O uso de testes psicológicos requer cuidados e a adoção de critérios, para que possam atingir sua finalidade como instrumento de medidas com valor cientifico. Dentre esses cuidados é correto afirmar que:

 

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Texto I
Como a idade faz nosso cérebro florescer
A ciência conseguiu identificar a base neurológica da sabedoria. A partir da meia-idade as pessoas podem até esquecer nomes, mas tornam-se – acredite – mais inteligentes. A partir de um certo momento da vida, que, para a maioria de nós, começa depois do aniversário de 40 anos, a grande questão neurológica se resume a uma pergunta: aonde diabos foram parar todos os nomes que eu esqueço? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar no mar de neurônios o nome do famoso marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu trabalho mais célebre. A débâcle ocorre no almoço de domingo em que você se percebe, diante da cara divertida de seus filhos, tentando explicar: “Aquele filme, com aquela atriz australiana, casada com aquele outro ator...”.
Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir nas próximas páginas, é que existe outro lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais trazidas pelo tempo. “Conforme envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch, autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro reúne argumentos que fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora do que costuma ser.
Aos 56 anos, estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava o cidadão. Queria entender por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar. Barbara não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado em que podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da expectativa de vida, a fase intermediária da vida, entre os 40 e os 68 anos, tornou-se uma espécie de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor reminiscente da juventude à sabedoria da velhice que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro maduro. Ele já não é o mesmo que costumava ser. Mas as mudanças o transformaram num instrumento melhor. “Para o ignorante, a velhice é o inverno; para o sábio, é a estação de colheita”, diz o Talmude.
Os pesquisadores também descobriram que, conforme envelhecemos, mudamos o padrão de ativação cerebral. Isso significa que acionamos áreas diferentes das usadas anteriormente para fazer as mesmas tarefas. A região frontal do cérebro, encarregada da racionalidade, passa a concentrar a maior parte das atividades. A área posterior da cabeça, onde estão algumas das estruturas ligadas a nossas respostas emocionais, é acionada com menos frequência. Outra mudança significativa: para realizar a mesma tarefa de adultos jovens (de até 30 anos), os mais velhos usam mais áreas do cérebro. Em vez de usar regiões de apenas uma metade do cérebro, passam a usar as duas. Os cientistas ainda não estão certos sobre o que essas mudanças representam. Há duas possibilidades. A primeira, menos agradável, é que o cérebro esteja ficando velho a ponto de não reconhecer mais as áreas encarregadas de cada atividade. A segunda hipótese é mais reconfortante: o cérebro pode, sim, estar ficando velho. Mas, ao redirecionar funções para áreas diferentes e para mais regiões, dá mostras de que é capaz de se adaptar e manter seu bom funcionamento.
É irresistível pensar que, talvez, a superativação do cérebro, representada pelo uso simultâneo de várias áreas, possa estar por trás das melhoras de raciocínio relatadas por quem está na meia-idade – e comprovadas pelos pesquisadores. Os cientistas descobriram que um sistema muito especial do cérebro, formado por circuitos localizados em camadas profundas do órgão, está constantemente ativado nos adultos de meia-idade. O sistema, chamado de modo-padrão, é usado nos momentos de reflexão, quando pensamos sobre o que aconteceu recentemente, fazemos balanços e traçamos planos para nós mesmos. Os pesquisadores concluíram que os adultos simplesmente não conseguem desligar o modo-padrão, algo que os jovens fazem quando estão envolvidos em uma tarefa. Os adultos, mesmo quando estão concentrados, continuam o bate-papo interno com eles mesmos.
Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias. Isso explicaria por que adultos de meia-idade têm o raciocínio afiado, embora não lembrem onde puseram a carteira.
A equipe da psicóloga Mara Mather, da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou imagens tristes e repulsivas a voluntários maduros e a jovens. Concluiu que nos mais velhos a área do cérebro responsável pelas emoções reagia menos às figuras negativas. Concluiu que era um sistema de proteção. O cérebro parecia escolher dar menos atenção ao lado ruim da vida. Há nisso mais inteligência e sabedoria do que um cérebro jovem talvez seja capaz de perceber.
(Texto adaptado. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/ 0,,EMI245598-15257,00-COMO+A+IDADE+FAZ+NOSSO+CEREBRO+ FLORESCER.html. Acessado em 05/07/2012)
Na frase: "Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias", o termo destacado expressa ideia:
 

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1000862 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Quando há um diagnóstico de Pânico, devemos investigar, visto que ocorre uma associação frequente, a presença de:
 

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São manifestações essenciais do valor Policial- Militar:
I. O sentimento de servir, em seu horário de trabalho, à comunidade local, desde que não ponha em rico a própria vida.
II. O civismo e o culto das tradições históricas.
III. A fé na missão elevada da Polícia Militar.
IV. O espírito de corpo, orgulho do Policial- Militar pela Organização onde serve.
V. O amor à profissão Policial-Militar e o entusiasmo com que é exercida.
De acordo com as afirmativas acima a alternativa correta é:
 

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984952 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
De acordo com o Código de Ética dos Psicólogos quanto aos deveres fundamentais, é vedado ao profissional:
I. Levar ao conhecimento das instâncias competentes o exercício ilegal ou irregular da profissão, transgressões a princípios e diretrizes deste código ou da legislação profissional.
II. Praticar ou ser conivente com quaisquer atos que caracterizem negligencia, discriminação, exploração, violência, crueldade ou opressão.
III. Utilizar ou favorecer o uso de conhecimento e a utilização de práticas psicológicas como instrumento de castigo, tortura ou qualquer violência.
IV. Acumpliciar-se com pessoas ou organizações que exerçam ou favoreçam o exercício ilegal da profissão de psicólogo ou de qualquer outra atividade profissional.
V. Ser perito, avaliador ou parecerista em situação nas quais seus vínculos pessoais ou profissionais, atuais ou anteriores, possam afetar a qualidade do trabalho a ser realizado ou a fidelidade dos resultados da avaliação.
De acordo com as afirmativas acima, a alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
 

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O Microsoft Word é um processador de textos onde podemos encontrar diversas ferramentas de edição e formatação de textos. Sobre essas ferramentas é correto afirmar que:
 

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979690 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA

Dor no peito, tontura taquicardia, dormência nas mãos, nos pés e no rosto, sensação de falta de ar, medo, sudorese, tremores. São sinais e sintomas de:

 

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Questão presente nas seguintes provas
979686 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA

A cerca do psicodiagnóstico, analise as afirmativas a seguir:

I. A aplicação de testes psicológicos é muito útil para o diagnostico, prognósticos e para as indicadores e contraindicações da terapia breve.

II. É obtido de antemão, um conhecimento amplo e profundo a cerca do paciente, que facilite a formulação da hipótese psicodinâmica inicial e consequentemente a tarefa terapêutica, com base em um plano de trabalho determinado em seus traços principais.

III. A aplicação de testes não deveria efetuar-se de maneira sistemática em pacientes para os quais se prevê a realização de um tratamento breve e planejado, nos casos em que se esbarre com dificuldades diagnosticas.

IV. O tempo investido no processo psicodiagnóstico, ainda que considerável, as vezes fica amplamente compensado, quando se deve empreender uma psicoterapia de duração limitada.

V. Embora pareça contraditório destinar um numero apreciável de horas a realização do psicodiagnóstico, quando se trata de poupar tempo, não o é, na realidade, pois a riqueza dos dados que podem ser obtidos não só pode contribuir para a consecução de bons resultados, mas também para agilizar o processo terapêutico, cuja duração poderá eventualmente abreviar-se no alcance dos objetivos propostos.

De acordo com as afirmativas acima, a alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:

 

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