Magna Concursos

Foram encontradas 317 questões.

Leia as frases abaixo sobre matemática financeira:
I. No regime de juros compostos 10% ao mês resultam na taxa equivalente de 120% ao ano. II. No regime de juros simples as taxas proporcionais sempre serão iguais as taxas equivalentes. III. A correção monetária é empregada para atualizar um valor financeiro no tempo em virtude da desvalorização da moeda decorrente do processo de inflação. IV. No sistema Price de amortização todas as parcelas das prestações são fixas (uniformes).
A sequência correta é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Uma determinada mercadoria está sendo vendida com preço à vista de R$ 2.000,00 acima do seu preço de custo. Sabe-se que o vendedor adota uma margem de lucro de 8%. Qual foi o preço de custo do produto a ser vendido?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.

enunciado 262610-1

Na locução adverbial, empregada no 3º quadrinho, “à medida que”, o uso da crase é obrigatório. Assinale a alternativa em que também deveria, obrigatoriamente, haver crase:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
262609 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: Potigás
Analise a correlação entre tempos e modos verbais empregados nas orações a seguir e assinale aquela que foge à norma padrão da língua portuguesa:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Observe a concordância verbal nas proposições a seguir:
1 – Andava pela casa a mãe e a filha. 2 – Não se pode entender estes problemas. 3 – José e tu fizeste todo o trabalho proposto. 4 – No relógio da Igreja Matriz, bateu cinco horas.
Assinale a alternativa correta:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
262607 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: Potigás
Leia as sentenças: 1. Hoje comprei um livro e um caderno de anotações quando saía da universidade. 2. Ao aluno, a secretária emprestou caneta, papel, régua e compasso. 3. A atleta decidiu prosseguir, e ele parar. Assinale a alternativa correta, quanto à análise das sentenças acima.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir e responda à questão.
A MAQUIAGEM QUE VIRA VÍCIO
Por Luiz Costa Pereira Junior Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos/77/a-maquiagem-que-vira-vicio-252542-1.asp Acesso em 23/03/2012

Muita gente padece de cacoetes de linguagem. Termos-muletas, cacos verbais e fórmulas de raciocínio surgem ("meio que" ou "tipo assim") petrificados, repetidos no automático, de forma viciada ou fora de contexto, incomodando o ouvido ou o olho alheio e desvalorizando a mensagem.
Pesquisadores do idioma se perguntam se os vícios de linguagem seriam, "tipo assim", meros cacoetes passíveis de correção por quem se autopolicia ou "meio que" um sintoma de um vazio maior e mais orgânico na comunicação. Mas o uso dessas muletas expressivas pode encobrir tanto os clichês empregados independentemente da sua necessidade como uma trapaça nem sempre voluntária na comunicação.
(...)
Palavras e expressões são, então, petrificadas na linguagem de quem as usa a esmo. A recorrência crônica a clichês, dizem os especialistas, seria provocada pela dificuldade de o usuário do idioma construir conexões, estabelecer adequada passagem entre um raciocínio e outro, uma frase e outra. Nem toda marcação repetitiva, claro, é vício. Há expressões recorrentes, sem significado aparente numa frase, que servem antes para destacar partes do discurso ou reforçar um sentido. Algumas são até desejadas no meio em que ocorrem.
(...)
Fora de contextos fáticos como o dos celulares, como nem sempre são percebidas como defeito de comunicação, a expressão e a linha de raciocínio viciadas podem ser, "tipo assim", até desejadas pelo interlocutor.
Há neuróticos da linguagem que tornaram correntes palavras e construções-muletas, como as do gerundismo, e revestimentos retóricos que viraram chagas profissionais, como o preciosismo vocabular do universo jurídico (...).

Observe a colocação do pronome em: “Pesquisadores do idioma se perguntam se os vícios de linguagem seriam...”
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal NÃO está de acordo com as regras gramaticais:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
262605 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: Potigás

Leia o texto 1 para responder à questão

TEXTO I

CUIDADO: “por conta de” é o novo “a nível de”

O uso exagerado de uma locução que serve para qualquer situação é um miasma que pode ser tomado como evidência da diminuição da riqueza vocabular da língua portuguesa

Por: Sérgio Rodrigues

Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/cuidado-%E2%80%9Cpor-contade%E2%80%9D-e-o-novo-%E2%80%9Ca-nivel-de%E2%80%9D Acesso em 20/03/2012

A locução prepositiva “por conta de” não é um novo animal na floresta da língua. Faz alguns anos que professores de português, conselheiros gramaticais e outros profissionais encarregados de zelar por uma versão limpa e correta do português falado no Brasil vêm alertando o público sobre seus riscos. Não adiantou. A novidade que se anuncia aqui é que esse modismo besta está vencendo o jogo - e de goleada. Se “a nível de” é uma praga que, de tão ridicularizada, entrou em declínio, “por conta de” está em alta. Quem separar uns poucos minutos para folhear com atenção revistas e jornais, navegar na internet ou ouvir TV e rádio - sobretudo este - encontrará uma impressionante variedade de frases sintaticamente mancas, construções rebarbativas e outras bobagens com “por conta de” no meio.

Uma complicação adicional é que nem sempre essa locução agride a gramática e o bom-senso, embora o desgaste provocado pela repetição excessiva torne cada vez mais difícil acomodá-la num texto de estilo apurado. Como costuma ocorrer com modismos linguísticos bem-sucedidos demais, os casos mais graves são aqueles em que a expressão fetichista, julgando-se todo-poderosa, transborda do nicho gramatical que lhe foi reservado e passa a atuar como predadora de outras espécies ao seu redor. Mais do que empobrecer o vocabulário em circulação na sociedade, esse espalhamento instaura um vale-tudo em que a muleta linguística faz o papel de curinga chamado a remendar às pressas raciocínios esfarrapados. É o momento em que a inteligência coletiva paga a conta.

Não se trata de exagero. Talvez os danos fossem menores, computados apenas no placar da elegância, se os ataques se restringissem às preposições simples e curtas - como “com”, “contra”, “por” e “de” - que são as primeiras vítimas de “por conta de”:

  • • “Corintianos fazem piada por conta da derrota do Santos” (com);
  • • “Atriz Y. está deprimida por conta da separação” (com);
  • • “Moradores protestam por conta da situação da estrada” (contra);
  • • “Escritor X. é processado por conta de plágio” (por);
  • • “Morreu por conta de câncer” (de).

Nos casos acima, a locução do momento comete um crime típico do bacharelismo brasileiro, a enrolação palavrosa — a mesma que já levou muita gente a acreditar que soava sofisticada ao proferir tolices como “passar mal a nível de estômago”. Diante do que vem depois, porém, isso pode ser considerado secundário. Fortalecido pelas primeiras vitórias, “por conta de” logo se aventura em regiões distantes de seu habitat, passando a exterminar e substituir espécies linguísticas com as quais não tem a mais pálida semelhança. É o caso da preposição “sobre”: “O craque analisou a equipe adversária, mas por conta da queda do treinador preferiu não fazer comentários”.

E de repente atingimos o ponto culminante na escala da falta de noção: “por conta de” aparece ocupando o lugar de um advérbio como “apesar”, numa construção concessiva como esta: “Mesmo por conta da epidemia de dengue, as pessoas continuam deixando recipientes com água no quintal”.

Onde estarão errando os opositores de “por conta de” para ser ignorados de tal forma, inclusive por falantes que, para todos os efeitos, se incluem entre os praticantes da variedade culta da língua? Curiosamente, seu equívoco parece residir no excesso de rigor, e não na leniência — extremos que, como bem sabe quem educa ou já educou filhos, podem produzir resultados igualmente negativos. Ao condenarem indiscriminadamente como erro o uso dessa locução prepositiva com o sentido causal que dicionários de qualidade como Houaiss e Aulete (embora não o Aurélio) já reconhecem como um brasileirismo legítimo, tais críticos abrem o flanco a uma desmoralizante acusação de ultraconservadorismo. Qualquer um que, a essa altura dos estudos linguísticos, seja visto como defensor de um impossível imobilismo de idiomas vivos é excluído do jogo com facilidade.

O fato é que o sentido causal de “por conta de” está além da polêmica. Sua origem clara — e castiça — deve ser buscada em “à conta de”, locução prepositiva à prova de controvérsia, embora pouco usada hoje. “À conta de” quer dizer “por causa de, a pretexto de”, informa o Aurélio, dando como exemplo uma frase de frei Vicente do Salvador (1564-1639), autor do clássico História do Brasil: “...à conta de defenderem a jurisdição de el-rei, totalmente extinguiam a da Igreja”. Para transformar “à conta de” em “por conta de”, basta uma troca de preposição tão simples quanto a que levou o “para” do início desta frase a suplantar “por” como indicador de efeito a atingir, numa das evoluções marcantes do português antigo para o moderno analisadas por Said Ali em seus estudos pioneiros de gramática histórica.

No entanto, isso passa longe de esgotar a questão. Enquanto a expressão “por conta de” puder ser trocada por “em razão de”, “em decorrência de” ou “devido a” (que também já foi malvista, mas hoje goza de boa reputação), estaremos diante de uma defensável escolha de estilo, ainda que irreverente se observada por um prisma tradicional. Mas quando, numa língua de cultura como o português, filha legítima do latim, uma peça polivalente qualquer começa a substituir grosseiramente mecanismos programados para estabelecer entre palavras uma malha intrincada de relações lógicas, espaciais e temporais, como são as preposições, vemo-nos no terreno daquele círculo vicioso para o qual o escritor inglês George Orwell chamava atenção ao afirmar que, “se o pensamento corrompe a linguagem, a linguagem também pode corromper o pensamento”. A epidemia do “por conta de” é um sintoma da falência educacional brasileira.

São ideias presentes no texto: I. As expressões “a nível de” e “por conta de” não só são vazias de sentido, como empobrecem o vocabulário corrente na sociedade. II. É melhor empregar as preposições simples, pois o uso na forma de locução passa a ideia de falsa sofisticação vocabular. III. O texto cita apenas o uso da locução prepositiva substituindo preposições simples, como com, contra, por, de, sobre. IV. A locução prepositiva “por conta de” pode ser substituída por outras formas como escolha de estilo, mas seu uso pode deturpar a linguagem.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.

enunciado 262604-1

Na fala de Mafalda, no 1º quadrinho, a vírgula empregada é obrigatória, pois isola o vocativo. Assinale a alternativa em que também deveria, obrigatoriamente, haver vírgula:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
262603 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: Potigás

Leia o texto 1 para responder à questão

TEXTO I

CUIDADO: “por conta de” é o novo “a nível de”

O uso exagerado de uma locução que serve para qualquer situação é um miasma que pode ser tomado como evidência da diminuição da riqueza vocabular da língua portuguesa

Por: Sérgio Rodrigues

Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/cuidado-%E2%80%9Cpor-contade%E2%80%9D-e-o-novo-%E2%80%9Ca-nivel-de%E2%80%9D Acesso em 20/03/2012

A locução prepositiva “por conta de” não é um novo animal na floresta da língua. Faz alguns anos que professores de português, conselheiros gramaticais e outros profissionais encarregados de zelar por uma versão limpa e correta do português falado no Brasil vêm alertando o público sobre seus riscos. Não adiantou. A novidade que se anuncia aqui é que esse modismo besta está vencendo o jogo - e de goleada. Se “a nível de” é uma praga que, de tão ridicularizada, entrou em declínio, “por conta de” está em alta. Quem separar uns poucos minutos para folhear com atenção revistas e jornais, navegar na internet ou ouvir TV e rádio - sobretudo este - encontrará uma impressionante variedade de frases sintaticamente mancas, construções rebarbativas e outras bobagens com “por conta de” no meio.

Uma complicação adicional é que nem sempre essa locução agride a gramática e o bom-senso, embora o desgaste provocado pela repetição excessiva torne cada vez mais difícil acomodá-la num texto de estilo apurado. Como costuma ocorrer com modismos linguísticos bem-sucedidos demais, os casos mais graves são aqueles em que a expressão fetichista, julgando-se todo-poderosa, transborda do nicho gramatical que lhe foi reservado e passa a atuar como predadora de outras espécies ao seu redor. Mais do que empobrecer o vocabulário em circulação na sociedade, esse espalhamento instaura um vale-tudo em que a muleta linguística faz o papel de curinga chamado a remendar às pressas raciocínios esfarrapados. É o momento em que a inteligência coletiva paga a conta.

Não se trata de exagero. Talvez os danos fossem menores, computados apenas no placar da elegância, se os ataques se restringissem às preposições simples e curtas - como “com”, “contra”, “por” e “de” - que são as primeiras vítimas de “por conta de”:

  • • “Corintianos fazem piada por conta da derrota do Santos” (com);
  • • “Atriz Y. está deprimida por conta da separação” (com);
  • • “Moradores protestam por conta da situação da estrada” (contra);
  • • “Escritor X. é processado por conta de plágio” (por);
  • • “Morreu por conta de câncer” (de).

Nos casos acima, a locução do momento comete um crime típico do bacharelismo brasileiro, a enrolação palavrosa — a mesma que já levou muita gente a acreditar que soava sofisticada ao proferir tolices como “passar mal a nível de estômago”. Diante do que vem depois, porém, isso pode ser considerado secundário. Fortalecido pelas primeiras vitórias, “por conta de” logo se aventura em regiões distantes de seu habitat, passando a exterminar e substituir espécies linguísticas com as quais não tem a mais pálida semelhança. É o caso da preposição “sobre”: “O craque analisou a equipe adversária, mas por conta da queda do treinador preferiu não fazer comentários”.

E de repente atingimos o ponto culminante na escala da falta de noção: “por conta de” aparece ocupando o lugar de um advérbio como “apesar”, numa construção concessiva como esta: “Mesmo por conta da epidemia de dengue, as pessoas continuam deixando recipientes com água no quintal”.

Onde estarão errando os opositores de “por conta de” para ser ignorados de tal forma, inclusive por falantes que, para todos os efeitos, se incluem entre os praticantes da variedade culta da língua? Curiosamente, seu equívoco parece residir no excesso de rigor, e não na leniência — extremos que, como bem sabe quem educa ou já educou filhos, podem produzir resultados igualmente negativos. Ao condenarem indiscriminadamente como erro o uso dessa locução prepositiva com o sentido causal que dicionários de qualidade como Houaiss e Aulete (embora não o Aurélio) já reconhecem como um brasileirismo legítimo, tais críticos abrem o flanco a uma desmoralizante acusação de ultraconservadorismo. Qualquer um que, a essa altura dos estudos linguísticos, seja visto como defensor de um impossível imobilismo de idiomas vivos é excluído do jogo com facilidade.

O fato é que o sentido causal de “por conta de” está além da polêmica. Sua origem clara — e castiça — deve ser buscada em “à conta de”, locução prepositiva à prova de controvérsia, embora pouco usada hoje. “À conta de” quer dizer “por causa de, a pretexto de”, informa o Aurélio, dando como exemplo uma frase de frei Vicente do Salvador (1564-1639), autor do clássico História do Brasil: “...à conta de defenderem a jurisdição de el-rei, totalmente extinguiam a da Igreja”. Para transformar “à conta de” em “por conta de”, basta uma troca de preposição tão simples quanto a que levou o “para” do início desta frase a suplantar “por” como indicador de efeito a atingir, numa das evoluções marcantes do português antigo para o moderno analisadas por Said Ali em seus estudos pioneiros de gramática histórica.

No entanto, isso passa longe de esgotar a questão. Enquanto a expressão “por conta de” puder ser trocada por “em razão de”, “em decorrência de” ou “devido a” (que também já foi malvista, mas hoje goza de boa reputação), estaremos diante de uma defensável escolha de estilo, ainda que irreverente se observada por um prisma tradicional. Mas quando, numa língua de cultura como o português, filha legítima do latim, uma peça polivalente qualquer começa a substituir grosseiramente mecanismos programados para estabelecer entre palavras uma malha intrincada de relações lógicas, espaciais e temporais, como são as preposições, vemo-nos no terreno daquele círculo vicioso para o qual o escritor inglês George Orwell chamava atenção ao afirmar que, “se o pensamento corrompe a linguagem, a linguagem também pode corromper o pensamento”. A epidemia do “por conta de” é um sintoma da falência educacional brasileira.

O texto I apresenta elementos coesivos que dão sustentação às ideias do autor. A alternativa que NÃO confirma essa perspectiva é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas