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Yaçanã era uma moça bonita. Sua beleza era admirada por toda a aldeia, e todos os rapazes queriam namorá-la. Apesar de muitos daqueles jovens serem bonitos e grandes guerreiros, ela tinha uma paixão impossível. Yaçanã imaginava que a lua fosse um guerreiro celestial que todas as noites descia para se banhar no lago. Para ela, aquele ser lindo, brilhante, tão cheio, era um grande pote de mel que se derramava no infinito. Mas seu namoro era feito apenas de desejo e vontade, pois na verdade nunca tinha sido amante da lua. E todas as noites era a mesma coisa. Yaçanã passava horas olhando para o reflexo da lua. Depois voltava para casa e ia dormir, inconformada por viver longe de seu amado.
Certo dia, ao escurecer, Yaçanã olhou para o céu à procura de seu amor e viu que era noite de lua cheia. Sem avisar ninguém, saiu de casa pela porta dos fundos e rumou para o lago. Chegando lá, desceu a ribanceira e, ao ver aquele reflexo perfeito da lua cheia, não resistiu. Caiu na água tentando alcançá-lo e, em seu desespero, acabou afogando. Lá do alto, a lua assistiu àquela grande demonstração de amor sem poder fazer nada, pois não era o guerreiro que Yaçanã imaginava. Sentindo pena daquela moça linda e ingênua, resolveu fazer de seu corpo alguma coisa que vivesse no lago para sempre, junto do reflexo de seu brilho. Transformou-o então na vitória-régia, a flor do amor e da paixão que vemos flutuando nos lagos.
Leia um trecho do mito indígena “A origem da vitória-régia”, história contada por Werkin Wanãgça e escrita por Yaguarê Yamã.
Lá do alto, a lua assistiu àquela grande demonstração de amor sem poder fazer nada, pois não era o guerreiro que Yaçanã imaginava. Sentindo pena daquela moça linda e ingênua, resolveu fazer de seu corpo alguma coisa que vivesse no lago para sempre, junto do reflexo de seu brilho. Transformou-o então na vitória-régia, a flor do amor e da paixão que vemos flutuando nos lagos.
O referente do pronome sublinhado no texto é
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Yaçanã era uma moça bonita. Sua beleza era admirada por toda a aldeia, e todos os rapazes queriam namorá-la. Apesar de muitos daqueles jovens serem bonitos e grandes guerreiros, ela tinha uma paixão impossível. Yaçanã imaginava que a lua fosse um guerreiro celestial que todas as noites descia para se banhar no lago. Para ela, aquele ser lindo, brilhante, tão cheio, era um grande pote de mel que se derramava no infinito. Mas seu namoro era feito apenas de desejo e vontade, pois na verdade nunca tinha sido amante da lua. E todas as noites era a mesma coisa. Yaçanã passava horas olhando para o reflexo da lua. Depois voltava para casa e ia dormir, inconformada por viver longe de seu amado.
Certo dia, ao escurecer, Yaçanã olhou para o céu à procura de seu amor e viu que era noite de lua cheia. Sem avisar ninguém, saiu de casa pela porta dos fundos e rumou para o lago. Chegando lá, desceu a ribanceira e, ao ver aquele reflexo perfeito da lua cheia, não resistiu. Caiu na água tentando alcançá-lo e, em seu desespero, acabou afogando. Lá do alto, a lua assistiu àquela grande demonstração de amor sem poder fazer nada, pois não era o guerreiro que Yaçanã imaginava. Sentindo pena daquela moça linda e ingênua, resolveu fazer de seu corpo alguma coisa que vivesse no lago para sempre, junto do reflexo de seu brilho. Transformou-o então na vitória-régia, a flor do amor e da paixão que vemos flutuando nos lagos.
Leia um trecho do mito indígena “A origem da vitória-régia”, história contada por Werkin Wanãgça e escrita por Yaguarê Yamã.
Lá do alto, a lua assistiu àquela grande demonstração de amor sem poder fazer nada, pois não era o guerreiro que Yaçanã imaginava.
O conectivo sublinhado no texto pode ser substituído, sem prejuízo para o seu sentido original, por:
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Leia o mito indígena “A origem da vitória-régia”, história contada por Werkin Wanãgça e escrita por Yaguarê Yamã, para responder à questão.
Yaçanã era uma moça bonita. Sua beleza era admirada por toda a aldeia, e todos os rapazes queriam namorá-la. Apesar de muitos daqueles jovens serem bonitos e grandes guerreiros, ela tinha uma paixão impossível. Yaçanã imaginava que a lua fosse um guerreiro celestial que todas as noites descia para se banhar no lago. Para ela, aquele ser lindo, brilhante, tão cheio, era um grande pote de mel que se derramava no infinito. Mas seu namoro era feito apenas de desejo e vontade, pois na verdade nunca tinha sido amante da lua. E todas as noites era a mesma coisa. Yaçanã passava horas olhando para o reflexo da lua. Depois voltava para casa e ia dormir, inconformada por viver longe de seu amado.
Certo dia, ao escurecer, Yaçanã olhou para o céu à procura de seu amor e viu que era noite de lua cheia. Sem avisar ninguém, saiu de casa pela porta dos fundos e rumou para o lago. Chegando lá, desceu a ribanceira e, ao ver aquele reflexo perfeito da lua cheia, não resistiu. Caiu na água tentando alcançá-lo e, em seu desespero, acabou afogando. Lá do alto, a lua assistiu àquela grande demonstração de amor sem poder fazer nada, pois não era o guerreiro que Yaçanã imaginava. Sentindo pena daquela moça linda e ingênua, resolveu fazer de seu corpo alguma coisa que vivesse no lago para sempre, junto do reflexo de seu brilho. Transformou-o então na vitória-régia, a flor do amor e da paixão que vemos flutuando nos lagos.
Observa-se o emprego de palavra formada com prefixo que exprime ideia de negação no seguinte trecho:
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Leia o mito indígena “A origem da vitória-régia”, história contada por Werkin Wanãgça e escrita por Yaguarê Yamã, para responder à questão.
Yaçanã era uma moça bonita. Sua beleza era admirada por toda a aldeia, e todos os rapazes queriam namorá-la. Apesar de muitos daqueles jovens serem bonitos e grandes guerreiros, ela tinha uma paixão impossível. Yaçanã imaginava que a lua fosse um guerreiro celestial que todas as noites descia para se banhar no lago. Para ela, aquele ser lindo, brilhante, tão cheio, era um grande pote de mel que se derramava no infinito. Mas seu namoro era feito apenas de desejo e vontade, pois na verdade nunca tinha sido amante da lua. E todas as noites era a mesma coisa. Yaçanã passava horas olhando para o reflexo da lua. Depois voltava para casa e ia dormir, inconformada por viver longe de seu amado.
Certo dia, ao escurecer, Yaçanã olhou para o céu à procura de seu amor e viu que era noite de lua cheia. Sem avisar ninguém, saiu de casa pela porta dos fundos e rumou para o lago. Chegando lá, desceu a ribanceira e, ao ver aquele reflexo perfeito da lua cheia, não resistiu. Caiu na água tentando alcançá-lo e, em seu desespero, acabou afogando. Lá do alto, a lua assistiu àquela grande demonstração de amor sem poder fazer nada, pois não era o guerreiro que Yaçanã imaginava. Sentindo pena daquela moça linda e ingênua, resolveu fazer de seu corpo alguma coisa que vivesse no lago para sempre, junto do reflexo de seu brilho. Transformou-o então na vitória-régia, a flor do amor e da paixão que vemos flutuando nos lagos.
No mito, o amor de Yaçanã pela lua é caracterizado como
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Examine a tirinha do cartunista Silva João, publicada em sua conta do Instagram em 30.03.2023.

Para obter seu efeito de humor, a tirinha mobiliza fundamentalmente o seguinte recurso expressivo:
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Leia a fábula “A cigarra e a raposa”, do escritor grego Esopo, atentando para as palavras sublinhadas .
Uma cigarra estava cantando no alto de uma árvore, quando uma raposa, ávida por comê-la, arquitetou o seguinte plano: parada diante da cigarra, ficou admirando sua bela voz e incentivando-a a descer, dizendo que queria ver de que tamanho era o animal que emitia um som tão alto. Suspeitando da armadilha, a cigarra arrancou uma folha e a deixou cair. A raposa correu para a folha, pensando que fosse a cigarra. Esta, então, lhe disse: “Mas você se enganou, minha cara, se achava que eu iria descer. É que eu fico esperta com vocês, desde o dia em que avistei asas de cigarras nos excrementos de uma raposa.”
Retoma um termo mencionado anteriormente no texto a palavra sublinhada em:
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Leia a fábula “A cigarra e a raposa”, do escritor grego Esopo, atentando para os verbos sublinhados.
Uma cigarra estava cantando no alto de uma árvore, quando uma raposa, ávida por comê-la, arquitetou o seguinte plano: parada diante da cigarra, ficou admirando sua bela voz e incentivando-a a descer, dizendo que queria ver de que tamanho era o animal que emitia um som tão alto. Suspeitando da armadilha, a cigarra arrancou uma folha e a deixou cair. A raposa correu para a folha, pensando que fosse a cigarra. Esta, então, lhe disse: “Mas você se enganou, minha cara, se achava que eu iria descer. É que eu fico esperta com vocês, desde o dia em que avistei asas de cigarras nos excrementos de uma raposa.”
Está empregado em sentido figurado o verbo sublinhado em:
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Leia a fábula “A cigarra e a raposa”, do escritor grego Esopo, para responder à questão.
Uma cigarra estava cantando no alto de uma árvore, quando uma raposa, ávida por comê-la, arquitetou o seguinte plano: parada diante da cigarra, ficou admirando sua bela voz e incentivando-a a descer, dizendo que queria ver de que tamanho era o animal que emitia um som tão alto. Suspeitando da armadilha, a cigarra arrancou uma folha e a deixou cair. A raposa correu para a folha, pensando que fosse a cigarra. Esta, então, lhe disse: “Mas você se enganou, minha cara, se achava que eu iria descer. É que eu fico esperta com vocês, desde o dia em que avistei asas de cigarras nos excrementos de uma raposa.”
A ideia do plano arquitetado pela raposa era a de explorar
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Leia a fábula “A cigarra e a raposa”, do escritor grego Esopo, para responder à questão.
Uma cigarra estava cantando no alto de uma árvore, quando uma raposa, ávida por comê-la, arquitetou o seguinte plano: parada diante da cigarra, ficou admirando sua bela voz e incentivando-a a descer, dizendo que queria ver de que tamanho era o animal que emitia um som tão alto. Suspeitando da armadilha, a cigarra arrancou uma folha e a deixou cair. A raposa correu para a folha, pensando que fosse a cigarra. Esta, então, lhe disse: “Mas você se enganou, minha cara, se achava que eu iria descer. É que eu fico esperta com vocês, desde o dia em que avistei asas de cigarras nos excrementos de uma raposa.”
Depreende-se da leitura da fábula a seguinte moral:
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Examine a tirinha publicada pelo perfil “The Square Comics” no Instagram em 14.08.2023.

Do ponto de vista temático, a tirinha dialoga, sobretudo, com o seguinte ditado popular:
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