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Leia a tirinha para responder a questão.

As informações na tirinha permitem afirmar que
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Examine o quadrinho de Bill Waterson.

A fala do menino perante a cena
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Leia a tira.

No último quadro, a expressão “Tá na cara” está empregada em linguagem
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Leia o texto.
Para um poeta,
é escrever sozinho
um poema que caiba
na voz da multidão.
No contexto em que se encontra, a expressão “ganhar na loteria” apresenta sentido
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Leia o texto para responder a questão.
De repente, me vi na estação central com roupa limpa e passada e uma maleta. Estava sendo enviado a um colégio interno em Rio Novo, uma pequena cidade que ficava a cerca de três horas de Juiz de Fora. Meu problema era indisciplina, incapacidade de obedecer a ordens, cumprir horários. E um pouco de atrevimento, pois escrevia frases sem nexo nas composições, como uma espécie de protesto contra os temas que me pareciam muito formais.
Não tinha um guarda-pó para me proteger da fuligem, mas era o de menos. Não havia proteção contra a saudade antecipada das ruas da infância, dos amigos que ainda restavam ali. O trem passava pelo nosso bairro, eu corria de um lado para outro para ver a paisagem: de um lado os trilhos do bonde, de outro o curso do rio, na sua decantada missão de banhar a cidade. “
Em conformidade com a norma-padrão, transpondo-se para o discurso indireto o trecho do 2º parágrafo “‘Eu tenho uma pena do rio Paraibuna, não pode deixar de passar em Juiz de Fora...’, disse [...] Murilo Mendes.”, obtém-se:
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Leia o texto para responder a questão.
De repente, me vi na estação central com roupa limpa e passada e uma maleta. Estava sendo enviado a um colégio interno em Rio Novo, uma pequena cidade que ficava a cerca de três horas de Juiz de Fora. Meu problema era indisciplina, incapacidade de obedecer a ordens, cumprir horários. E um pouco de atrevimento, pois escrevia frases sem nexo nas composições, como uma espécie de protesto contra os temas que me pareciam muito formais.
Não tinha um guarda-pó para me proteger da fuligem, mas era o de menos. Não havia proteção contra a saudade antecipada das ruas da infância, dos amigos que ainda restavam ali. O trem passava pelo nosso bairro, eu corria de um lado para outro para ver a paisagem: de um lado os trilhos do bonde, de outro o curso do rio, na sua decantada missão de banhar a cidade. “
Mantendo-se o sentido do texto, o trecho do 2º parágrafo “Eu tenho uma pena do rio Paraibuna, não pode deixar de passar em Juiz de Fora” está corretamente reescrito em:
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Leia o texto para responder a questão.
De repente, me vi na estação central com roupa limpa e passada e uma maleta. Estava sendo enviado a um colégio interno em Rio Novo, uma pequena cidade que ficava a cerca de três horas de Juiz de Fora. Meu problema era indisciplina, incapacidade de obedecer a ordens, cumprir horários. E um pouco de atrevimento, pois escrevia frases sem nexo nas composições, como uma espécie de protesto contra os temas que me pareciam muito formais.
Não tinha um guarda-pó para me proteger da fuligem, mas era o de menos. Não havia proteção contra a saudade antecipada das ruas da infância,
Na passagem do 2º parágrafo “... dos amigos que ainda restavam ali.”, o termo destacado refere-se à expressão:
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Leia o texto para responder a questão.
De repente, me vi na estação central com roupa limpa e passada e uma maleta. Estava sendo enviado a um colégio interno em Rio Novo, uma pequena cidade que ficava a cerca de três horas de Juiz de Fora. Meu problema era indisciplina, incapacidade de obedecer a ordens, cumprir horários. E um pouco de atrevimento, pois escrevia frases sem nexo nas composições, como uma espécie de protesto contra os temas que me pareciam muito formais.
Não tinha um guarda-pó para me proteger da fuligem, mas era o de menos. Não havia proteção contra a saudade antecipada das ruas da infância, dos amigos que ainda restavam ali. O trem passava pelo nosso bairro, eu corria de um lado para outro para ver a paisagem: de um lado os trilhos do bonde, de outro o curso do rio, na sua decantada missão de banhar a cidade. “Eu tenho uma pena do rio Paraibuna, não pode deixar de passar em Juiz de Fora”, disse, certa vez, um grande poeta nascido na cidade, Murilo Mendes. Pois, naquele momento, eu invejava o Paraibuna porque não só passava pela cidade, como avançava rumo ao Rio de Janeiro, lugar do meu sonho.
A ida do narrador para um colégio interno em Rio Novo deveu-se à
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Para responder a questão, leia o soneto do poeta barroco Gregório de Matos (1633-1696).
Discreta e formosíssima Maria,
Enquanto estamos vendo a qualquer hora,
Em tuas faces a rosada Aurora1,
Em teus olhos e boca, o Sol e o dia;
Enquanto com gentil descortesia2
O ar, que fresco Adônis3 te namora,
Que o tempo trota5 a toda a ligeireza
Oh, não aguardes que a madura idade
Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada.
O modo verbal imperativo é utilizado para expressar comandos, conselhos, solicitações ou orientações. Sua finalidade é a de induzir o interlocutor a cumprir a ação indicada pelo verbo. O eu lírico faz uso do modo imperativo no seguinte verso:
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Para responder a questão, leia o soneto do poeta barroco Gregório de Matos (1633-1696).
Discreta e formosíssima Maria,
Enquanto estamos vendo a qualquer hora,
Em tuas faces a rosada Aurora1,
Em teus olhos e boca, o Sol e o dia;
Enquanto com gentil descortesia2
O ar, que fresco Adônis3 te namora,
Te espalha a rica trança voadora,
Quando vem passear-te pela fria4;
Oh, não aguardes que a madura idade
Te converta essa flor, essa beleza,
Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada.
Em “Goza, goza da flor da mocidade, / Que o tempo trota a toda a ligeireza / E imprime em toda a flor sua pisada.” (3ª estrofe), a conjunção destacada expressa ideia de
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