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Foram encontradas 50 questões.

" proibiu o tráfego de embarcações sob a ponte do rio Guamá, na rodovia Alça Viária, nordeste paraense, no período noturno. A ordem foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (22). A justificativa para a interrupção do tráfego se deve a condições de iluminação da ponte, além de sinalização náutica e proteção dos pilares. A medida entra em vigor a partir de hoje. A ponte sobre o rio Guamá fica localizada no quilômetro 14 da rodovia e tem 1.796 metros de extensão." (Fonte: ORMNews. Data: 22.03.2016). Quem proibiu o tráfego de embarcações conforme a notícia apresentada?
 

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O salário de um trabalhador era de R$ 1.200,00. Em janeiro, ele recebeu um reajuste de 8,1%.
Qual o valor do reajuste?
 

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"Governo quer privatizar 'raspadinhas' para reforçar contas públicas. ( ... ) Segundo fontes do governo, a privatização das raspadinhas pode gerar receita entre R$ 2,2 bilhões e R$ 4 bilhões (Luciano Claudino/Folhapress). O governo conta com a ajuda das 'raspadinhas' para reforçar os cofres neste ano. Está prevista uma megalicitação para passar à iniciativa privada toda a operação de loterias instantâneas, as raspadinhas, atribuição que hoje é exclusiva do(a) __________ ."(Fonte: Revista VEJA. Data: 24.03.2016). Quem possui, atualmente, essa atribuição exclusiva mencionada na reportagem?
 

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Durante a procissão do Círio de Nazaré, um comerciante distribuiu 500 litros de água em garrafas de 250ml. Quantas garrafas foram distribuídas?
 

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Violência de guerra no Brasil.

O Brasil melhorou muito em diversos aspectos da vida nacional nos últimos anos: a renda da população subiu, a desigualdade caiu, a mortalidade infantil diminuiu. Mas um aspecto se mantém terrível: o Brasil é o país com maior número de assassinato do mundo. Em 2013, 53,6 mil pessoas foram assassinadas, somando as vítimas de homicídios dolosos (com intenção de matar), latrocínios roubos seguidos de morte e de lesões corporais que acabaram em morte. São mais de 146 assassinatos a cada dia em nosso país.

A violência se agrava há décadas, embora, nos últimos tempos com menos intensidade. As grandes vítimas de assassinatos são os jovens, do sexo masculino e negros. Essas são algumas das conclusões da 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em novembro de 2014 pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O relatório também mostra que as questões estruturais, como o aumento do crime organizado, o tráfico de armas de fogo, a violência policial e a superlotação das cadeias, dificultam a redução dos índices de criminalidade.

Os 53 mil mortos significam que, no Brasil, há uma pessoa assassinada a cada 1 O minutos. Se considerarmos o número ao longo da última década - mais de 550 mil pessoas assassinadas - ele excede à quantidade de mortes da maioria das guerras que acontecem no mundo. E há o agravante de que cerca de 70% dessas mortes foram cometidas por armas de fogo. A violência, claro, não se restringe aos assassinatos. Inclui todos os crimes, como roubos, sequestros, estupros, tráfico de drogas etc. Os homicídios, porém, são considerados o indicador mais eloquente da violência, e, por isso, da falta de segurança da população.

O fato de ter o maior número de assassinatos não significa, no entanto, que o Brasil é o país mais violento do mundo. Isso porque sua população é grande. A maneira mais precisa para comparar diferentes países é o número de assassinatos em relação ao tamanho da população. Nesse caso, o número percentual é dado pela taxa de vítimas a cada 100 mil habitantes.

O cálculo mostra que o índice brasileiro - de 26,6 assassinatos por 100 mil habitantes, segundo o Anuário - também é muito alto.A organização Mundial da Saúde considera que uma taxa acima de 1 O homicídios por 100 mil habitantes já indica violência epidêmica.

Os números colocam o Brasil historicamente entre os 20 piores, mas não entre os cinco mais violentos. No Relatório Global sobre a Prevenção da Violência 2014, da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ocupa o 11 ° lugar entre 194 nações, com a marca de 32,4 homicídios por 100 mil habitantes em 2012. Com a quinta maior população mundial, sua taxa é inferior à de países com menos habitantes nos quais a violência interna atinge extrema gravidade - como Honduras, que registrou 8248 assassinatos e teve a pior taxa entre os países - 103,9.

Entre todas as vítimas da violência brasileira, um grupo é especialmente atingido os jovens de 15 a 29 anos, que representam mais da metade do total de pessoas que morrem assassinadas, embora sejam apenas 27% da população brasileira. Segundo o Mapa da Violência 2014, a taxa geral de homicídios por 100 mil habitantes sobe para 57,6 nessa faixa etária. Dentro desse grupo, a situação é ainda mais crítica para jovens negros do sexo masculino, moradores das periferias das grandes cidades.

Fonte: Guia do Estudante, Ed Abril, p. 16

Somente uma das palavras seguintes tem sílaba tônica diferenciada. Isso ocorre em:

 

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Três avenidas paralelas são cortadas por duas ruas transversais. Observe o gráfico seguinte e calcule o comprimento em Km do quarteirão !$ \overline{AB} !$.
Enunciado 2777912-1
 

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Violência de guerra no Brasil.

O Brasil melhorou muito em diversos aspectos da vida nacional nos últimos anos: a renda da população subiu, a desigualdade caiu, a mortalidade infantil diminuiu. Mas um aspecto se mantém terrível: o Brasil é o país com maior número de assassinato do mundo. Em 2013, 53,6 mil pessoas foram assassinadas, somando as vítimas de homicídios dolosos (com intenção de matar), latrocínios roubos seguidos de morte e de lesões corporais que acabaram em morte. São mais de 146 assassinatos a cada dia em nosso país.

A violência se agrava há décadas, embora, nos últimos tempos com menos intensidade. As grandes vítimas de assassinatos são os jovens, do sexo masculino e negros. Essas são algumas das conclusões da 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em novembro de 2014 pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O relatório também mostra que as questões estruturais, como o aumento do crime organizado, o tráfico de armas de fogo, a violência policial e a superlotação das cadeias, dificultam a redução dos índices de criminalidade.

Os 53 mil mortos significam que, no Brasil, há uma pessoa assassinada a cada 1 O minutos. Se considerarmos o número ao longo da última década - mais de 550 mil pessoas assassinadas - ele excede à quantidade de mortes da maioria das guerras que acontecem no mundo. E há o agravante de que cerca de 70% dessas mortes foram cometidas por armas de fogo. A violência, claro, não se restringe aos assassinatos. Inclui todos os crimes, como roubos, sequestros, estupros, tráfico de drogas etc. Os homicídios, porém, são considerados o indicador mais eloquente da violência, e, por isso, da falta de segurança da população.

O fato de ter o maior número de assassinatos não significa, no entanto, que o Brasil é o país mais violento do mundo. Isso porque sua população é grande. A maneira mais precisa para comparar diferentes países é o número de assassinatos em relação ao tamanho da população. Nesse caso, o número percentual é dado pela taxa de vítimas a cada 100 mil habitantes.

O cálculo mostra que o índice brasileiro - de 26,6 assassinatos por 100 mil habitantes, segundo o Anuário - também é muito alto.A organização Mundial da Saúde considera que uma taxa acima de 1 O homicídios por 100 mil habitantes já indica violência epidêmica.

Os números colocam o Brasil historicamente entre os 20 piores, mas não entre os cinco mais violentos. No Relatório Global sobre a Prevenção da Violência 2014, da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ocupa o 11 ° lugar entre 194 nações, com a marca de 32,4 homicídios por 100 mil habitantes em 2012. Com a quinta maior população mundial, sua taxa é inferior à de países com menos habitantes nos quais a violência interna atinge extrema gravidade - como Honduras, que registrou 8248 assassinatos e teve a pior taxa entre os países - 103,9.

Entre todas as vítimas da violência brasileira, um grupo é especialmente atingido os jovens de 15 a 29 anos, que representam mais da metade do total de pessoas que morrem assassinadas, embora sejam apenas 27% da população brasileira. Segundo o Mapa da Violência 2014, a taxa geral de homicídios por 100 mil habitantes sobe para 57,6 nessa faixa etária. Dentro desse grupo, a situação é ainda mais crítica para jovens negros do sexo masculino, moradores das periferias das grandes cidades.

Fonte: Guia do Estudante, Ed Abril, p. 16

Sobre o grau do adjetivo na frase: "Os homicídios, porém, são considerados o indicador mais eloquente da violência, (...)", as formas "mais eloquente" estão:

 

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Durante a Feira do Livro de 2015, forma registrados os seguintes dados:
1° dia 320 livros foram distribuídos para (x) estudantes de modo que todos receberam a
mesma quantidade de livros.
2° dia 300 livros foram distribuídos para (x-2) estudantes e todos receberam a mesma
quantidade de livros.
3° dia Todos os estudantes do 1° e do 2° dia receberam a mesma quantidade de livros.
Quantos estudantes receberam livros no 1 ° dia?
 

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"Trabalhadores são resgatados de fazendas em ____________ . Os 26 trabalhadores estavam em condições análogas à escravidão. Vinte e seis trabalhadores foram resgatados em duas fazendas no município de ______ , sudoeste do Pará. Eles foram libertados durante uma operação do Grupo Móvel de Fiscalização do Ministério do Trabalho e Previdência Social, entre os dias 7 e 17 de março." (Fonte: ORMNews. Data: 23.03.2016). Em qual Município paraense ocorreu este resgate noticiado?

 

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Violência de guerra no Brasil.
O Brasil melhorou muito em diversos aspectos da vida nacional nos últimos anos: a renda da população subiu, a desigualdade caiu, a mortalidade infantil diminuiu. Mas um aspecto se mantém terrível: o Brasil é o país com maior número de assassinato do mundo. Em 2013, 53,6 mil pessoas foram assassinadas, somando as vítimas de homicídios dolosos (com intenção de matar), latrocínios roubos seguidos de morte e de lesões corporais que acabaram em morte. São mais de 146 assassinatos a cada dia em nosso país.
A violência se agrava há décadas, embora, nos últimos tempos com menos intensidade. As grandes vítimas de assassinatos são os jovens, do sexo masculino e negros. Essas são algumas das conclusões da 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em novembro de 2014 pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O relatório também mostra que as questões estruturais, como o aumento do crime organizado, o tráfico de armas de fogo, a violência policial e a superlotação das cadeias, dificultam a redução dos índices de criminalidade.
Os 53 mil mortos significam que, no Brasil, há uma pessoa assassinada a cada 1 O minutos. Se considerarmos o número ao longo da última década - mais de 550 mil pessoas assassinadas - ele excede à quantidade de mortes da maioria das guerras que acontecem no mundo. E há o agravante de que cerca de 70% dessas mortes foram cometidas por armas de fogo. A violência, claro, não se restringe aos assassinatos. Inclui todos os crimes, como roubos, sequestros, estupros, tráfico de drogas etc. Os homicídios, porém, são considerados o indicador mais eloquente da violência, e, por isso, da falta de segurança da população.
O fato de ter o maior número de assassinatos não significa, no entanto, que o Brasil é o país mais violento do mundo. Isso porque sua população é grande. A maneira mais precisa para comparar diferentes países é o número de assassinatos em relação ao tamanho da população. Nesse caso, o número percentual é dado pela taxa de vítimas a cada 100 mil habitantes.
O cálculo mostra que o índice brasileiro - de 26,6 assassinatos por 100 mil habitantes, segundo o Anuário - também é muito alto.A organização Mundial da Saúde considera que uma taxa acima de 1 O homicídios por 100 mil habitantes já indica violência epidêmica.
Os números colocam o Brasil historicamente entre os 20 piores, mas não entre os cinco mais violentos. No Relatório Global sobre a Prevenção da Violência 2014, da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ocupa o 11 ° lugar entre 194 nações, com a marca de 32,4 homicídios por 100 mil habitantes em 2012. Com a quinta maior população mundial, sua taxa é inferior à de países com menos habitantes nos quais a violência interna atinge extrema gravidade - como Honduras, que registrou 8248 assassinatos e teve a pior taxa entre os países - 103,9.
Entre todas as vítimas da violência brasileira, um grupo é especialmente atingido os jovens de 15 a 29 anos, que representam mais da metade do total de pessoas que morrem assassinadas, embora sejam apenas 27% da população brasileira. Segundo o Mapa da Violência 2014, a taxa geral de homicídios por 100 mil habitantes sobe para 57,6 nessa faixa etária. Dentro desse grupo, a situação é ainda mais crítica para jovens negros do sexo masculino, moradores das periferias das grandes cidades.
Fonte: Guia do Estudante, Ed Abril, p. 16
Assinale o fragmento em que o numeral é ordinal:
 

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