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Enunciado 2852658-1
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Indígenas podem beneficiar todo o pais.
Resultado de estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (lpam) em parceria com a Sociedade Alemã para a Cooperação Internacional (GIZ) volta a colocar os povos indígenas do Brasil em destaque na esfera de discussão sobre os temas ambientais mais relevantes. As instituições apontam que os territórios habitados por índios na Amazônia brasileira representam uma reserva de aproximadamente 13 bilhões de toneladas de carbono, o equivalente a 30% do estoque de toda a floresta.
De acordo com informações do Observatório do clima-rede de entidades da sociedade civil para discussão das mudanças climáticas no Brasil, o relatório do lpam e GIZ estimou que 431 milhões de toneladas de dióxido de carbono (Co2) foram evitadas. Contudo, esse grande potencial não é compensado por estar desarticulado do mercado de crédito de carbono.
A criação de projetos voltados á redução de emissão de gases que aceleram o aquecimento do planeta ganhou força no inicio dos anos 2000, mas muitas comunidades estão alheias a esta realidade por falta de políticas públicas adequadas á regularização. A lógica é a seguinte: cada tonelada de CO2 e a letra "e" significa equivalente não emitida ou capturada da atmosfera em países em desenvolvimento como o Brasil podem ser negociadas com nações que precisam cumprir metas.
O acesso ao mercado internacional de créditos de carbono, no entanto, depende da conquista de certificação, de acordo com Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) aprovado no âmbito do Protocolo de Quioto. Cada crédito de Carbono corresponde a uma tonelada de CO2.
Nos últimos anos, comunidades indígenas brasileiras têm sido alvo cada vez maior de organizações internacionais em busca de créditos de carbono, seja para conseguir Certificados de Emissão Reduzida (CER) - no Brasil, a compra e venda de créditos é feita em leilões na BM&FBOVESPA- ou nos mercados voluntários, que não geram pontuações para países signatários do protocolo de Kyoto.
Desde que os índios paiter-surui de Rondônia confirmaram a primeira venda de créditos de carbono com certificação internacional no Brasil, em 2013, a regulamentação de projetos semelhantes é tema de acirrada discussão: os créditos são dos indígenas ou a negociação deve ser mediada pelas instituições ambientais oficiais brasileiras? Em agosto deste ano, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) suspendeu a implantação de projeto na Reserva Extrativista Tapajós/Arapiuns, no Pará, após protesto de 13 etnias que vivem na área. Os indígenas cobram a demarcação de terras e afirmam que as empresas envolvidas nas negociações de crédito querem impedir uso das florestas como subsidio.
Impasses como este reforçam a necessidade de atenção urgente do governo sobre o que a manutenção de terras indígenas favorece. A monetarização de créditos de carbono pode auxiliar na diminuição da vulnerabilidade dessas áreas e reforçar a proteção às florestas, o maior patrimônio brasileiro. Se os povos indígenas forem beneficiados, todo o restante do país também será.
(Fonte: Novos Caminhos-Thiago Barros-Revista Amazônia Viva-Outubro de 2015)
Sobre o vocábulo "subsidio", localizado no 6° parágrafo do texto, é correto afirmar:
 

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A força das palavras

Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.

Descobri isso quando as pessoas discutiam e lançavam palavras como dardos sobre a mesa de jantar. Nessa época, meus olhos mal alcançavam o tampo da mesa e o mundo dos adultos me parecia fascinante. O meu era demais limitado por horários que tinham de ser obedecidos (por que criança tinha de dormir tão cedo?), regras chatas (por que não correr descalça na chuva? por que não botar os pés em cima do sofá, por quê, por quê, por quê ... ?), e a escola era um fardo (seria tão mais divertido ficar lendo debaixo das árvores no jardim de casa ...).

Mas, em compensação, na escola também se brincava com palavras: lá, como em casa, havia livros, e neles as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas que a gente colecionava, olhava contra a luz, revirava no céu da boca. E, às vezes, cuspia na cara de alguém de propósito para machucar (...).

A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra seduzimos num texto; com a palavra, liquidamos - negócios, amores. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas.

"Vá", "Venha", "Fique", "Eu vou", "Eu não sei", "Eu quero, mas não posso", "Eu não sou capaz", "Sim, eu mereço" - dessa forma, marcamos as nossas escolhas, a derrota diante do nosso medo ou a vitória sobre o nosso susto. Viemos ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma, nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.

Fonte: Lya Luft. Ponto de Vista. Veja, 14/07/04

"Viemos ao mundo para dar nome às coisas: (...)". Observe o uso do acento grave, indicativo da crase, em "às coisas", e assinale a alternativa correta:

 

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O estabelecimento de diretrizes e normas relativas ao desenvolvimento urbano assegurará:

I- a urbanização;

II- a regularização fundiária e a titulação das áreas onde estejam situadas a população favelada e de baixa renda, sem remoção de moradores, salvo em áreas de risco mediante consulta obrigatória da população interessada;

III- a criação de áreas de especial interesse urbanístico, social e ambiental, turístico e de utilização pública;

IV- participação de entidades comunitárias no estudo, planejamento, encaminhamento e solução dos problemas, planos, programas e projetos de urbanização.

Após a análise das afirmações, marque a alternativa correta:

 

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2247739 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Homem de 54 anos de idade, etilista crônico, portador de cirrose alcoólica, internado por encefalopatia hepática. Sem história de febre ou sangramento digestivo. Ao exame clínico, está confuso, pressão arterial: 100x70mmHg, frequência cardíaca de 108 batimentos/min, descorado ++/4+, ictérico ++/4+, acianótico. Baço a 3cm do rebordo costal esquerdo, fígado de difícil palpação devido a grande ascite. Exames: Ureia: 78mg/dl, Cr:1,6mg/dl, Hb: 10,5g/dl, VCM: 100fl, leucócitos: 9500/mm3 sem desvio, plaquetas: 76000/mm3, albumina: 2,8g/dl. O conjunto de medidas a serem tomadas, nesse momento, é:
 

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2247737 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Homem de 56 anos, hipertenso, sem outras patologias, vai ao PS acompanhado pelo filho com história de perda de força no braço direito e a boca ficou torta para esquerda há cerca de 2 horas, associado a uma fala. O NIHSS da entrada foi de 11, glicemia capilar de 75 mg\dl e PA de 198x119 mmHg. A TC de crânio não evidenciou sangramento, com ASPECTS de 9 e presença de hiperdensidade na região da artéria cerebral média esquerda. Em relação ao caso clínico, marque a alternativa correta:
 

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2247736 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Sobre o modelo de referência TCP/IP, é correto afirmar que:
 

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2247735 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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As curvas de nível são linhas que ligam pontos, na superfície do terreno, que têm a mesma cota (mesma altitude). Sobre o assunto, marque a alternativa incorreta:
 

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Sobre os bens patrimoniais do Município, marque a única alternativa errada:

 

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2247733 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Conhecida como broca dos ponteiros, a Hypsipyla grandeLla ataca também outras espécies de meliáceas. Mas, no Brasil, aespécie cujo cultivo comercial está praticamente inviabilizado pela sua ação é:
 

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