Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Geografia
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
O Produto Interno Bruto - PIB constitui a soma dos bens e serviços finais produzidos numa região, durante um determinado período de tempo. O PIB é um dos indicadores mais utilizados para mensurar a atividade econômica de uma região. Sobre o PIB do município de Água Branca, analise os itens a seguir, com base nos dados do IBGE.
I. O PIB do município de Água Branca no ano de 2020 foi superior a R$ 300 milhões de reais, constituindo a principal economia da microrregião do Médio Parnaíba Piauiense.
II. Entre os anos de 2012 e 2020 o PIB do município de Água Branca cresceu mais de 100%, em números absolutos.
III. O maior Valor Adicionado Bruto ao PIB de Água Branca em 2020 foi proveniente da Administração Pública e Seguridade Social.
Está(ão) correta(s):
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Não é verdade que Mário foi à farmácia e Fernando não foi. Dessa forma, podemos concluir corretamente que:
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
A afirmação “Roberto é piauiense, ou Glenda não é palmeirense, ou Márcio é cabeludo” é falsa. Assim, é verdade que:
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Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Abaixo temos um quadrado de lado 5 cm representado na figura A. Uma operação de corte foi executada em A e foi obtido a figura B e, repetindo a operação, em cada quadrado remanescente, obteve-se a figura C. Seguindo esse procedimento, qual a área da figura remanescente após 12 operações?

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Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Cinco mulheres e cinco homens estão em uma fila de supermercado. Qual a probabilidade de que a primeira e a última pessoa dessa fila sejam uma mulher?
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Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Sonhos: quando persistir, quando desistir
Você já deve ter ouvido por aí que “o mais importante não é o destino, mas a viagem”. Essa afirmação é a síntese da filosofia do presente, reclamada pelos filósofos vitalistas. O que importa é a vida hoje, no imediatismo do agora. O que conta é o aprendizado proporcionado pelo caminho. Sim. Parece bom. Mas, e tudo o que aprendemos sobre os sonhos, os projetos, os objetivos a curto, médio e longo prazo? Como encaixar o “buscar a todo custo” e o “nunca desistir dos sonhos”. Ou os “se você ainda não os alcançou — continue — é porque ainda não chegou o fim”, “mantenha-se motivado, faça sacrifícios”. A ideia de que devemos perseguir os sonhos brilha como luzes de néon em nossa mente. O problema é que uma vida com todos esses alertas não é boa, nem saudável.
Como é possível desfrutar de uma viagem com tensão e estresse constantes? Os sonhos podem ter um efeito perverso. Se coloco toda a minha energia neles, que força me sobra para a vida que acontece diante dos meus olhos? O que faço com as minhas emoções, com o meu cansaço? Aqueles que pregam a corrida ao longo do arco-íris e o prêmio do pote de ouro no final, esquecem-se que a vida impõe-se ao sonho. Uma vida consumida em buscas futuras, penaliza o presente. Porém, mesmo com a carga extra — e a suspeita de que alguma coisa não bate certo — tentamos conciliar essa impossibilidade. E seguimos fragilizados, sem bem-estar no presente e sem a felicidade que, afinal, está no futuro. Os sonhos são lindos, mas o bem-estar — e todos os seus acessórios — só pode ser alcançado no presente.
Esse cenário é o principal causador da apatia existencial. Depois de tantas mensagens positivas vem a frustração. Fomos perseverantes, determinados, mas depois constatamos que o sonho não faz mais sentido. E ficamos sem nada. Os amigos tentam nos consolar. Os conselhos são inúteis porque há a crença de que a vida que vale a pena é a vida regida por sonhos e sua busca a qualquer custo. Todos — de seus pais aos gurus — dizem que você deve perseguir objetivos. A vida é essa busca. Lute e, no fim, você será feliz.
O sonho, como sinônimo da vida e origem da felicidade, é tão enraizado que muitos perdem grandes oportunidades na vida, com um único argumento: “Ah! Não quero! Nunca sonhei com isso.” Alguns estão tão formatados no primado do sonho que não aceitam nada que não tenham sonhado primeiro. O inesperado, a sorte, o acaso e os estados de serendipidade são completamente desprezados. É preciso sonhar primeiro. “Você me dá um tempo para eu sonhar com essa proposta e, no ano quem, eu te dou um retorno”.
(Disponível em https://bityli.com/sRQS2. Acesso em 05/12/2022)
Aqueles que pregam a corrida ao longo do arco-íris e o prêmio do pote de ouro no final, esquecem-se que a vida impõe-se ao sonho.
Quanto à classificação morfossintática da palavra “que” (na primeira ocorrência) no trecho acima, julgue as seguintes afirmações:
I. É pronome relativo com função sintática de sujeito.
II. Pode ser substituída sem prejuízo para a construção formal da Língua por “os quais”.
III. Pode ser substituído por “a quem”, uma vez que se refere a pessoas.
Está(ão) correta(s):
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Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Sonhos: quando persistir, quando desistir
Você já deve ter ouvido por aí que “o mais importante não é o destino, mas a viagem”. Essa afirmação é a síntese da filosofia do presente, reclamada pelos filósofos vitalistas. O que importa é a vida hoje, no imediatismo do agora. O que conta é o aprendizado proporcionado pelo caminho. Sim. Parece bom. Mas, e tudo o que aprendemos sobre os sonhos, os projetos, os objetivos a curto, médio e longo prazo? Como encaixar o “buscar a todo custo” e o “nunca desistir dos sonhos”. Ou os “se você ainda não os alcançou — continue — é porque ainda não chegou o fim”, “mantenha-se motivado, faça sacrifícios”. A ideia de que devemos perseguir os sonhos brilha como luzes de néon em nossa mente. O problema é que uma vida com todos esses alertas não é boa, nem saudável.
Como é possível desfrutar de uma viagem com tensão e estresse constantes? Os sonhos podem ter um efeito perverso. Se coloco toda a minha energia neles, que força me sobra para a vida que acontece diante dos meus olhos? O que faço com as minhas emoções, com o meu cansaço? Aqueles que pregam a corrida ao longo do arco-íris e o prêmio do pote de ouro no final, esquecem-se que a vida impõe-se ao sonho. Uma vida consumida em buscas futuras, penaliza o presente. Porém, mesmo com a carga extra — e a suspeita de que alguma coisa não bate certo — tentamos conciliar essa impossibilidade. E seguimos fragilizados, sem bem-estar no presente e sem a felicidade que, afinal, está no futuro. Os sonhos são lindos, mas o bem-estar — e todos os seus acessórios — só pode ser alcançado no presente.
Esse cenário é o principal causador da apatia existencial. Depois de tantas mensagens positivas vem a frustração. Fomos perseverantes, determinados, mas depois constatamos que o sonho não faz mais sentido. E ficamos sem nada. Os amigos tentam nos consolar. Os conselhos são inúteis porque há a crença de que a vida que vale a pena é a vida regida por sonhos e sua busca a qualquer custo. Todos — de seus pais aos gurus — dizem que você deve perseguir objetivos. A vida é essa busca. Lute e, no fim, você será feliz.
O sonho, como sinônimo da vida e origem da felicidade, é tão enraizado que muitos perdem grandes oportunidades na vida, com um único argumento: “Ah! Não quero! Nunca sonhei com isso.” Alguns estão tão formatados no primado do sonho que não aceitam nada que não tenham sonhado primeiro. O inesperado, a sorte, o acaso e os estados de serendipidade são completamente desprezados. É preciso sonhar primeiro. “Você me dá um tempo para eu sonhar com essa proposta e, no ano quem, eu te dou um retorno”.
(Disponível em https://bityli.com/sRQS2. Acesso em 05/12/2022)
Ao substituir o tempo verbal utilizado no trecho “Depois de tantas mensagens positivas vem a frustração. Fomos perseverantes, determinados, mas depois constatamos que o sonho não faz sentido” pelo pretérito perfeito do indicativo, os verbos destacados seriam conjugados conforme apresentado na alternativa:
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Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Sonhos: quando persistir, quando desistir
Você já deve ter ouvido por aí que “o mais importante não é o destino, mas a viagem”. Essa afirmação é a síntese da filosofia do presente, reclamada pelos filósofos vitalistas. O que importa é a vida hoje, no imediatismo do agora. O que conta é o aprendizado proporcionado pelo caminho. Sim. Parece bom. Mas, e tudo o que aprendemos sobre os sonhos, os projetos, os objetivos a curto, médio e longo prazo? Como encaixar o “buscar a todo custo” e o “nunca desistir dos sonhos”. Ou os “se você ainda não os alcançou — continue — é porque ainda não chegou o fim”, “mantenha-se motivado, faça sacrifícios”. A ideia de que devemos perseguir os sonhos brilha como luzes de néon em nossa mente. O problema é que uma vida com todos esses alertas não é boa, nem saudável.
Como é possível desfrutar de uma viagem com tensão e estresse constantes? Os sonhos podem ter um efeito perverso. Se coloco toda a minha energia neles, que força me sobra para a vida que acontece diante dos meus olhos? O que faço com as minhas emoções, com o meu cansaço? Aqueles que pregam a corrida ao longo do arco-íris e o prêmio do pote de ouro no final, esquecem-se que a vida impõe-se ao sonho. Uma vida consumida em buscas futuras, penaliza o presente. Porém, mesmo com a carga extra — e a suspeita de que alguma coisa não bate certo — tentamos conciliar essa impossibilidade. E seguimos fragilizados, sem bem-estar no presente e sem a felicidade que, afinal, está no futuro. Os sonhos são lindos, mas o bem-estar — e todos os seus acessórios — só pode ser alcançado no presente.
Esse cenário é o principal causador da apatia existencial. Depois de tantas mensagens positivas vem a frustração. Fomos perseverantes, determinados, mas depois constatamos que o sonho não faz mais sentido. E ficamos sem nada. Os amigos tentam nos consolar. Os conselhos são inúteis porque há a crença de que a vida que vale a pena é a vida regida por sonhos e sua busca a qualquer custo. Todos — de seus pais aos gurus — dizem que você deve perseguir objetivos. A vida é essa busca. Lute e, no fim, você será feliz.
O sonho, como sinônimo da vida e origem da felicidade, é tão enraizado que muitos perdem grandes oportunidades na vida, com um único argumento: “Ah! Não quero! Nunca sonhei com isso.” Alguns estão tão formatados no primado do sonho que não aceitam nada que não tenham sonhado primeiro. O inesperado, a sorte, o acaso e os estados de serendipidade são completamente desprezados. É preciso sonhar primeiro. “Você me dá um tempo para eu sonhar com essa proposta e, no ano quem, eu te dou um retorno”.
(Disponível em https://bityli.com/sRQS2. Acesso em 05/12/2022)
Você já deve ter ouvido por aí que “o mais importante não é o destino, mas a viagem”. Essa afirmação é a síntese da filosofia do presente, reclamada pelos filósofos vitalistas. O que importa é a vida hoje, no imediatismo do agora.
Considerando a estrutura das palavras “vitalistas” e “imediatismo”, é correto afirmar que
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Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Sonhos: quando persistir, quando desistir
Você já deve ter ouvido por aí que “o mais importante não é o destino, mas a viagem”. Essa afirmação é a síntese da filosofia do presente, reclamada pelos filósofos vitalistas. O que importa é a vida hoje, no imediatismo do agora. O que conta é o aprendizado proporcionado pelo caminho. Sim. Parece bom. Mas, e tudo o que aprendemos sobre os sonhos, os projetos, os objetivos a curto, médio e longo prazo? Como encaixar o “buscar a todo custo” e o “nunca desistir dos sonhos”. Ou os “se você ainda não os alcançou — continue — é porque ainda não chegou o fim”, “mantenha-se motivado, faça sacrifícios”. A ideia de que devemos perseguir os sonhos brilha como luzes de néon em nossa mente. O problema é que uma vida com todos esses alertas não é boa, nem saudável.
Como é possível desfrutar de uma viagem com tensão e estresse constantes? Os sonhos podem ter um efeito perverso. Se coloco toda a minha energia neles, que força me sobra para a vida que acontece diante dos meus olhos? O que faço com as minhas emoções, com o meu cansaço? Aqueles que pregam a corrida ao longo do arco-íris e o prêmio do pote de ouro no final, esquecem-se que a vida impõe-se ao sonho. Uma vida consumida em buscas futuras, penaliza o presente. Porém, mesmo com a carga extra — e a suspeita de que alguma coisa não bate certo — tentamos conciliar essa impossibilidade. E seguimos fragilizados, sem bem-estar no presente e sem a felicidade que, afinal, está no futuro. Os sonhos são lindos, mas o bem-estar — e todos os seus acessórios — só pode ser alcançado no presente.
Esse cenário é o principal causador da apatia existencial. Depois de tantas mensagens positivas vem a frustração. Fomos perseverantes, determinados, mas depois constatamos que o sonho não faz mais sentido. E ficamos sem nada. Os amigos tentam nos consolar. Os conselhos são inúteis porque há a crença de que a vida que vale a pena é a vida regida por sonhos e sua busca a qualquer custo. Todos — de seus pais aos gurus — dizem que você deve perseguir objetivos. A vida é essa busca. Lute e, no fim, você será feliz.
O sonho, como sinônimo da vida e origem da felicidade, é tão enraizado que muitos perdem grandes oportunidades na vida, com um único argumento: “Ah! Não quero! Nunca sonhei com isso.” Alguns estão tão formatados no primado do sonho que não aceitam nada que não tenham sonhado primeiro. O inesperado, a sorte, o acaso e os estados de serendipidade são completamente desprezados. É preciso sonhar primeiro. “Você me dá um tempo para eu sonhar com essa proposta e, no ano quem, eu te dou um retorno”.
(Disponível em https://bityli.com/sRQS2. Acesso em 05/12/2022)
O uso dos verbos “manter” (1º parágrafo) e “esquecer” (2º parágrafo) no texto, em sua forma pronominal, revela
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Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Água Branca-PI
Sonhos: quando persistir, quando desistir
Você já deve ter ouvido por aí que “o mais importante não é o destino, mas a viagem”. Essa afirmação é a síntese da filosofia do presente, reclamada pelos filósofos vitalistas. O que importa é a vida hoje, no imediatismo do agora. O que conta é o aprendizado proporcionado pelo caminho. Sim. Parece bom. Mas, e tudo o que aprendemos sobre os sonhos, os projetos, os objetivos a curto, médio e longo prazo? Como encaixar o “buscar a todo custo” e o “nunca desistir dos sonhos”. Ou os “se você ainda não os alcançou — continue — é porque ainda não chegou o fim”, “mantenha-se motivado, faça sacrifícios”. A ideia de que devemos perseguir os sonhos brilha como luzes de néon em nossa mente. O problema é que uma vida com todos esses alertas não é boa, nem saudável.
Como é possível desfrutar de uma viagem com tensão e estresse constantes? Os sonhos podem ter um efeito perverso. Se coloco toda a minha energia neles, que força me sobra para a vida que acontece diante dos meus olhos? O que faço com as minhas emoções, com o meu cansaço? Aqueles que pregam a corrida ao longo do arco-íris e o prêmio do pote de ouro no final, esquecem-se que a vida impõe-se ao sonho. Uma vida consumida em buscas futuras, penaliza o presente. Porém, mesmo com a carga extra — e a suspeita de que alguma coisa não bate certo — tentamos conciliar essa impossibilidade. E seguimos fragilizados, sem bem-estar no presente e sem a felicidade que, afinal, está no futuro. Os sonhos são lindos, mas o bem-estar — e todos os seus acessórios — só pode ser alcançado no presente.
Esse cenário é o principal causador da apatia existencial. Depois de tantas mensagens positivas vem a frustração. Fomos perseverantes, determinados, mas depois constatamos que o sonho não faz mais sentido. E ficamos sem nada. Os amigos tentam nos consolar. Os conselhos são inúteis porque há a crença de que a vida que vale a pena é a vida regida por sonhos e sua busca a qualquer custo. Todos — de seus pais aos gurus — dizem que você deve perseguir objetivos. A vida é essa busca. Lute e, no fim, você será feliz.
O sonho, como sinônimo da vida e origem da felicidade, é tão enraizado que muitos perdem grandes oportunidades na vida, com um único argumento: “Ah! Não quero! Nunca sonhei com isso.” Alguns estão tão formatados no primado do sonho que não aceitam nada que não tenham sonhado primeiro. O inesperado, a sorte, o acaso e os estados de serendipidade são completamente desprezados. É preciso sonhar primeiro. “Você me dá um tempo para eu sonhar com essa proposta e, no ano quem, eu te dou um retorno”.
(Disponível em https://bityli.com/sRQS2. Acesso em 05/12/2022)
É correto afirmar que a apatia existencial a que se refere a autora do texto
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