Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Sonhos: quando persistir, quando desistir
Você já deve ter ouvido por aí que “o mais importante não é o destino, mas a viagem”. Essa afirmação é a síntese da filosofia do presente, reclamada pelos filósofos vitalistas. O que importa é a vida hoje, no imediatismo do agora. O que conta é o aprendizado proporcionado pelo caminho. Sim. Parece bom. Mas, e tudo o que aprendemos sobre os sonhos, os projetos, os objetivos a curto, médio e longo prazo? Como encaixar o “buscar a todo custo” e o “nunca desistir dos sonhos”. Ou os “se você ainda não os alcançou — continue — é porque ainda não chegou o fim”, “mantenha-se motivado, faça sacrifícios”. A ideia de que devemos perseguir os sonhos brilha como luzes de néon em nossa mente. O problema é que uma vida com todos esses alertas não é boa, nem saudável.
Como é possível desfrutar de uma viagem com tensão e estresse constantes? Os sonhos podem ter um efeito perverso. Se coloco toda a minha energia neles, que força me sobra para a vida que acontece diante dos meus olhos? O que faço com as minhas emoções, com o meu cansaço? Aqueles que pregam a corrida ao longo do arco-íris e o prêmio do pote de ouro no final, esquecem-se que a vida impõe-se ao sonho. Uma vida consumida em buscas futuras, penaliza o presente. Porém, mesmo com a carga extra — e a suspeita de que alguma coisa não bate certo — tentamos conciliar essa impossibilidade. E seguimos fragilizados, sem bem-estar no presente e sem a felicidade que, afinal, está no futuro. Os sonhos são lindos, mas o bem-estar — e todos os seus acessórios — só pode ser alcançado no presente.
Esse cenário é o principal causador da apatia existencial. Depois de tantas mensagens positivas vem a frustração. Fomos perseverantes, determinados, mas depois constatamos que o sonho não faz mais sentido. E ficamos sem nada. Os amigos tentam nos consolar. Os conselhos são inúteis porque há a crença de que a vida que vale a pena é a vida regida por sonhos e sua busca a qualquer custo. Todos — de seus pais aos gurus — dizem que você deve perseguir objetivos. A vida é essa busca. Lute e, no fim, você será feliz.
O sonho, como sinônimo da vida e origem da felicidade, é tão enraizado que muitos perdem grandes oportunidades na vida, com um único argumento: “Ah! Não quero! Nunca sonhei com isso.” Alguns estão tão formatados no primado do sonho que não aceitam nada que não tenham sonhado primeiro. O inesperado, a sorte, o acaso e os estados de serendipidade são completamente desprezados. É preciso sonhar primeiro. “Você me dá um tempo para eu sonhar com essa proposta e, no ano quem, eu te dou um retorno”.
(Disponível em https://bityli.com/sRQS2. Acesso em 05/12/2022)
Para apresentar sua ideia e construir sua argumentação, no primeiro parágrafo do texto, o enunciador
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Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Sonhos: quando persistir, quando desistir
Você já deve ter ouvido por aí que “o mais importante não é o destino, mas a viagem”. Essa afirmação é a síntese da filosofia do presente, reclamada pelos filósofos vitalistas. O que importa é a vida hoje, no imediatismo do agora. O que conta é o aprendizado proporcionado pelo caminho. Sim. Parece bom. Mas, e tudo o que aprendemos sobre os sonhos, os projetos, os objetivos a curto, médio e longo prazo? Como encaixar o “buscar a todo custo” e o “nunca desistir dos sonhos”. Ou os “se você ainda não os alcançou — continue — é porque ainda não chegou o fim”, “mantenha-se motivado, faça sacrifícios”. A ideia de que devemos perseguir os sonhos brilha como luzes de néon em nossa mente. O problema é que uma vida com todos esses alertas não é boa, nem saudável.
Como é possível desfrutar de uma viagem com tensão e estresse constantes? Os sonhos podem ter um efeito perverso. Se coloco toda a minha energia neles, que força me sobra para a vida que acontece diante dos meus olhos? O que faço com as minhas emoções, com o meu cansaço? Aqueles que pregam a corrida ao longo do arco-íris e o prêmio do pote de ouro no final, esquecem-se que a vida impõe-se ao sonho. Uma vida consumida em buscas futuras, penaliza o presente. Porém, mesmo com a carga extra — e a suspeita de que alguma coisa não bate certo — tentamos conciliar essa impossibilidade. E seguimos fragilizados, sem bem-estar no presente e sem a felicidade que, afinal, está no futuro. Os sonhos são lindos, mas o bem-estar — e todos os seus acessórios — só pode ser alcançado no presente.
Esse cenário é o principal causador da apatia existencial. Depois de tantas mensagens positivas vem a frustração. Fomos perseverantes, determinados, mas depois constatamos que o sonho não faz mais sentido. E ficamos sem nada. Os amigos tentam nos consolar. Os conselhos são inúteis porque há a crença de que a vida que vale a pena é a vida regida por sonhos e sua busca a qualquer custo. Todos — de seus pais aos gurus — dizem que você deve perseguir objetivos. A vida é essa busca. Lute e, no fim, você será feliz.
O sonho, como sinônimo da vida e origem da felicidade, é tão enraizado que muitos perdem grandes oportunidades na vida, com um único argumento: “Ah! Não quero! Nunca sonhei com isso.” Alguns estão tão formatados no primado do sonho que não aceitam nada que não tenham sonhado primeiro. O inesperado, a sorte, o acaso e os estados de serendipidade são completamente desprezados. É preciso sonhar primeiro. “Você me dá um tempo para eu sonhar com essa proposta e, no ano quem, eu te dou um retorno”.
(Disponível em https://bityli.com/sRQS2. Acesso em 05/12/2022)
De acordo com as ideias defendidas no texto, infere-se que
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Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Sonhos: quando persistir, quando desistir
Você já deve ter ouvido por aí que “o mais importante não é o destino, mas a viagem”. Essa afirmação é a síntese da filosofia do presente, reclamada pelos filósofos vitalistas. O que importa é a vida hoje, no imediatismo do agora. O que conta é o aprendizado proporcionado pelo caminho. Sim. Parece bom. Mas, e tudo o que aprendemos sobre os sonhos, os projetos, os objetivos a curto, médio e longo prazo? Como encaixar o “buscar a todo custo” e o “nunca desistir dos sonhos”. Ou os “se você ainda não os alcançou — continue — é porque ainda não chegou o fim”, “mantenha-se motivado, faça sacrifícios”. A ideia de que devemos perseguir os sonhos brilha como luzes de néon em nossa mente. O problema é que uma vida com todos esses alertas não é boa, nem saudável.
Como é possível desfrutar de uma viagem com tensão e estresse constantes? Os sonhos podem ter um efeito perverso. Se coloco toda a minha energia neles, que força me sobra para a vida que acontece diante dos meus olhos? O que faço com as minhas emoções, com o meu cansaço? Aqueles que pregam a corrida ao longo do arco-íris e o prêmio do pote de ouro no final, esquecem-se que a vida impõe-se ao sonho. Uma vida consumida em buscas futuras, penaliza o presente. Porém, mesmo com a carga extra — e a suspeita de que alguma coisa não bate certo — tentamos conciliar essa impossibilidade. E seguimos fragilizados, sem bem-estar no presente e sem a felicidade que, afinal, está no futuro. Os sonhos são lindos, mas o bem-estar — e todos os seus acessórios — só pode ser alcançado no presente.
Esse cenário é o principal causador da apatia existencial. Depois de tantas mensagens positivas vem a frustração. Fomos perseverantes, determinados, mas depois constatamos que o sonho não faz mais sentido. E ficamos sem nada. Os amigos tentam nos consolar. Os conselhos são inúteis porque há a crença de que a vida que vale a pena é a vida regida por sonhos e sua busca a qualquer custo. Todos — de seus pais aos gurus — dizem que você deve perseguir objetivos. A vida é essa busca. Lute e, no fim, você será feliz.
O sonho, como sinônimo da vida e origem da felicidade, é tão enraizado que muitos perdem grandes oportunidades na vida, com um único argumento: “Ah! Não quero! Nunca sonhei com isso.” Alguns estão tão formatados no primado do sonho que não aceitam nada que não tenham sonhado primeiro. O inesperado, a sorte, o acaso e os estados de serendipidade são completamente desprezados. É preciso sonhar primeiro. “Você me dá um tempo para eu sonhar com essa proposta e, no ano quem, eu te dou um retorno”.
(Disponível em https://bityli.com/sRQS2. Acesso em 05/12/2022)
O poeta português Fernando Pessoa usa em um de seus textos a frase “Navegar é preciso, viver não é preciso”. Considerando o sentido que essa frase apresenta, é possível estabelecer um diálogo com a seguinte frase do texto acima:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
“Muitas expressões culturais que estão muito presentes na história do Nordeste têm raízes nitidamente religiosas. As festas populares evidenciam isso, de maneira especial, no calendário junino; mas esse fenômeno também está presente em outros momentos do ano civil e litúrgico, como período quaresmal, pascal, natalino e festas de padroeiro. Esse dado revela que a prática religiosa, uma realidade que se situa no plano da fé, se tornou um fator de alimentação da vida do povo, em aspectos ligados ao seu cotidiano ou a momentos festivos, felizes, tristes, preocupantes e esperançosos de sua existência.”
(Dom Genival Saraiva de França. Disponível em https://bityli.com/eZGod. Acesso em 28/12/2022)
A religiosidade é um componente importante na cultura da população água-branquense. Nesse sentido, anualmente são realizadas diversas atividades em comemoração ao (à) padroeiro(a) do município. Assinale a alternativa que aponta o(a) padroeiro(a) de Água Branca.
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Uma aplicação de R$ 4.000,00 é feita a juros compostos, a uma taxa de 8% ano, por um período de 2 anos. Qual o valor dos juros obtidos no final desse período?
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Disciplina: Enfermagem
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Qual dos itens a seguir represente um direito do profissional de enfermagem?
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Disciplina: Enfermagem
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
No contexto da infecção pelo HIV, qual o nome do período em que o indivíduo infectado não produz anticorpos em quantidade suficiente para serem detectados pelos exames? E qual é a duração média desse período após a aquisição do vírus?
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Disciplina: Informática
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Códigos maliciosos são programas desenvolvidos para executar ações que provocam danos em um computador. Sobre o tipo ransomware, analise os itens abaixo:
I. É um programa projetado para monitorar as atividades de um sistema e enviar as informações coletadas para terceiros.
II. É um tipo de código malicioso que torna inacessíveis os dados armazenados em um equipamento, geralmente usando criptografia.
III. O criminoso existe um pagamento de resgate para restabelecer o acesso ao usuário. O pagamento do resgate geralmente é feito via criptomoedas.
IV. Uma forma de se proteger desse tipo de ataque é fazer backups regularmente para proteger os dados.
Pode-se afirmar que:
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Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Água Branca-PI
Sonhos: quando persistir, quando desistir
Você já deve ter ouvido por aí que “o mais importante não é o destino, mas a viagem”. Essa afirmação é a síntese da filosofia do presente, reclamada pelos filósofos vitalistas. O que importa é a vida hoje, no imediatismo do agora. O que conta é o aprendizado proporcionado pelo caminho. Sim. Parece bom. Mas, e tudo o que aprendemos sobre os sonhos, os projetos, os objetivos a curto, médio e longo prazo? Como encaixar o “buscar a todo custo” e o “nunca desistir dos sonhos”. Ou os “se você ainda não os alcançou — continue — é porque ainda não chegou o fim”, “mantenha-se motivado, faça sacrifícios”. A ideia de que devemos perseguir os sonhos brilha como luzes de néon em nossa mente. O problema é que uma vida com todos esses alertas não é boa, nem saudável.
Como é possível desfrutar de uma viagem com tensão e estresse constantes? Os sonhos podem ter um efeito perverso. Se coloco toda a minha energia neles, que força me sobra para a vida que acontece diante dos meus olhos? O que faço com as minhas emoções, com o meu cansaço? Aqueles que pregam a corrida ao longo do arco-íris e o prêmio do pote de ouro no final, esquecem-se que a vida impõe-se ao sonho. Uma vida consumida em buscas futuras, penaliza o presente. Porém, mesmo com a carga extra — e a suspeita de que alguma coisa não bate certo — tentamos conciliar essa impossibilidade. E seguimos fragilizados, sem bem-estar no presente e sem a felicidade que, afinal, está no futuro. Os sonhos são lindos, mas o bem-estar — e todos os seus acessórios — só pode ser alcançado no presente.
Esse cenário é o principal causador da apatia existencial. Depois de tantas mensagens positivas vem a frustração. Fomos perseverantes, determinados, mas depois constatamos que o sonho não faz mais sentido. E ficamos sem nada. Os amigos tentam nos consolar. Os conselhos são inúteis porque há a crença de que a vida que vale a pena é a vida regida por sonhos e sua busca a qualquer custo. Todos — de seus pais aos gurus — dizem que você deve perseguir objetivos. A vida é essa busca. Lute e, no fim, você será feliz.
O sonho, como sinônimo da vida e origem da felicidade, é tão enraizado que muitos perdem grandes oportunidades na vida, com um único argumento: “Ah! Não quero! Nunca sonhei com isso.” Alguns estão tão formatados no primado do sonho que não aceitam nada que não tenham sonhado primeiro. O inesperado, a sorte, o acaso e os estados de serendipidade são completamente desprezados. É preciso sonhar primeiro. “Você me dá um tempo para eu sonhar com essa proposta e, no ano quem, eu te dou um retorno”.
(Disponível em https://bityli.com/sRQS2. Acesso em 05/12/2022)
Aqueles que pregam a corrida ao longo do arco-íris e o prêmio do pote de ouro no final, esquecem-se que a vida impõe-se ao sonho.
No trecho acima, o verbo “impor” está flexionado na terceira pessoa do singular
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Disciplina: Português
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Sonhos: quando persistir, quando desistir
Você já deve ter ouvido por aí que “o mais importante não é o destino, mas a viagem”. Essa afirmação é a síntese da filosofia do presente, reclamada pelos filósofos vitalistas. O que importa é a vida hoje, no imediatismo do agora. O que conta é o aprendizado proporcionado pelo caminho. Sim. Parece bom. Mas, e tudo o que aprendemos sobre os sonhos, os projetos, os objetivos a curto, médio e longo prazo? Como encaixar o “buscar a todo custo” e o “nunca desistir dos sonhos”. Ou os “se você ainda não os alcançou — continue — é porque ainda não chegou o fim”, “mantenha-se motivado, faça sacrifícios”. A ideia de que devemos perseguir os sonhos brilha como luzes de néon em nossa mente. O problema é que uma vida com todos esses alertas não é boa, nem saudável.
Como é possível desfrutar de uma viagem com tensão e estresse constantes? Os sonhos podem ter um efeito perverso. Se coloco toda a minha energia neles, que força me sobra para a vida que acontece diante dos meus olhos? O que faço com as minhas emoções, com o meu cansaço? Aqueles que pregam a corrida ao longo do arco-íris e o prêmio do pote de ouro no final, esquecem-se que a vida impõe-se ao sonho. Uma vida consumida em buscas futuras, penaliza o presente. Porém, mesmo com a carga extra — e a suspeita de que alguma coisa não bate certo — tentamos conciliar essa impossibilidade. E seguimos fragilizados, sem bem-estar no presente e sem a felicidade que, afinal, está no futuro. Os sonhos são lindos, mas o bem-estar — e todos os seus acessórios — só pode ser alcançado no presente.
Esse cenário é o principal causador da apatia existencial. Depois de tantas mensagens positivas vem a frustração. Fomos perseverantes, determinados, mas depois constatamos que o sonho não faz mais sentido. E ficamos sem nada. Os amigos tentam nos consolar. Os conselhos são inúteis porque há a crença de que a vida que vale a pena é a vida regida por sonhos e sua busca a qualquer custo. Todos — de seus pais aos gurus — dizem que você deve perseguir objetivos. A vida é essa busca. Lute e, no fim, você será feliz.
O sonho, como sinônimo da vida e origem da felicidade, é tão enraizado que muitos perdem grandes oportunidades na vida, com um único argumento: “Ah! Não quero! Nunca sonhei com isso.” Alguns estão tão formatados no primado do sonho que não aceitam nada que não tenham sonhado primeiro. O inesperado, a sorte, o acaso e os estados de serendipidade são completamente desprezados. É preciso sonhar primeiro. “Você me dá um tempo para eu sonhar com essa proposta e, no ano quem, eu te dou um retorno”.
(Disponível em https://bityli.com/sRQS2. Acesso em 05/12/2022)
Você já deve ter ouvido por aí que “o mais importante não é o destino, mas a viagem”. Essa afirmação é a síntese da filosofia do presente, reclamada pelos filósofos vitalistas. O que importa é a vida hoje, no imediatismo do agora.
Leia as seguintes afirmações a respeito da construção do trecho acima:
I. Os adjuntos adverbiais temporais “hoje” e “agora” reforçam a explicação da ideia filosófica apresentada anteriormente.
II. A conjunção “mas” contribui para a expressão de uma ideia inesperada em relação ao sentido de “destino”.
III. O substantivo “ouvido” é derivado do verbo “ouvir”, formado pelo acréscimo do sufixo “-ido” ao radical “ouv”.
Está(ão) correta(s):
Provas
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