Foram encontradas 40 questões.
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- MorfologiaPronomesPronomes Demonstrativos
Quando a busca pela saúde passa a fazer mal
Por Marcio Atalla
Imagine se a sua busca pela saúde se transformasse no atalho mais rápido para “perder
saúde”? Em tempos de total acesso a informações e possibilidades para cuidar do bem-estar,
não deveríamos ser a geração mais saudável da História? Sim, acredito que deveríamos, mas
não somos. Na prática, estamos nos tornando, cada vez mais, pessoas cansadas, frustradas e
ansiosas que não conseguem lidar com tudo que acreditam ser necessário.
Talvez exista um paradoxo que mereça mais atenção: cuidar da saúde também pode
gerar estresse. E, quando esse estresse se torna permanente, ele deixa de fazer parte da
solução para se transformar em mais um problema.
Imagine alguém que decide mudar completamente de vida em uma segunda-feira:
passa a acordar uma hora mais cedo, inicia uma rotina diária de exercícios, elimina açúcar,
álcool e ultraprocessados, pesa cada refeição, conta calorias, monitora o sono, mede frequência
cardíaca, faz meditação e ainda promete nunca mais perder um treino.
Na vida real, essa pessoa passa o dia inteiro pensando na própria saúde. Cada refeição
vira uma decisão. Cada compromisso gera culpa por atrapalhar o treino. Cada deslize parece
um fracasso. A pergunta que fica é simples: ela está mais saudável ou apenas mais preocupada
em parecer saudável?
O cérebro humano foi programado para economizar energia. Criar um novo hábito exige
atenção, planejamento e tomada de decisão. Estudos conduzidos pelo psicólogo Roy
Baumeister mostram que o autocontrole consome recursos mentais. Quanto maior o número
de decisões e mudanças simultâneas, maior a chance de fadiga de decisão, procrastinação e
abandono do comportamento.
Isso ajuda a explicar por que tantas pessoas começam extremamente motivadas e,
poucas semanas depois, voltam aos velhos hábitos. Não lhes faltou força de vontade. Faltou
uma estratégia compatível com o funcionamento do cérebro.
A saúde não precisa ser uma coleção de sacrifícios. Ela precisa ser sustentável. O melhor
treino é o que você continuará fazendo daqui a cinco anos. A melhor alimentação é a que
melhora sua saúde sem transformar cada refeição em uma prova de resistência.
Mudar é importante. Mas mudar tudo ao mesmo tempo quase sempre custa caro
demais. Cada nova regra exige energia mental. Cada restrição aumenta o risco de desistência.
Quando o esforço para manter um hábito supera o benefício percebido, o cérebro procura uma
saída. E ela normalmente é abandonar o plano.
Talvez, antes de acrescentar mais uma meta à lista, vale a pena fazer uma pergunta
diferente: essa mudança vai simplificar minha vida ou apenas aumentar meu nível de estresse?
Porque longevidade funcional não é uma competição para descobrir quem segue mais
protocolos. É construir um estilo de vida que possa ser repetido até o fim.
(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/marcio-atalla/post/2026/07/quando-a-busca-pela-saude-passa-a-fazer-mal.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Na vida real, essa pessoa passa o dia inteiro pensando na própria saúde”.
I. O segmento “na vida real” é isolado por vírgula por se tratar de um adjunto adverbial deslocado.
II. A palavra “essa” é classificada morfologicamente como um pronome demonstrativo.
III. O segmento “na própria saúde” desempenha a função sintática de objeto direto do verbo “pensando”.
Quais estão corretas?
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Quando a busca pela saúde passa a fazer mal
Por Marcio Atalla
Imagine se a sua busca pela saúde se transformasse no atalho mais rápido para “perder
saúde”? Em tempos de total acesso a informações e possibilidades para cuidar do bem-estar,
não deveríamos ser a geração mais saudável da História? Sim, acredito que deveríamos, mas
não somos. Na prática, estamos nos tornando, cada vez mais, pessoas cansadas, frustradas e
ansiosas que não conseguem lidar com tudo que acreditam ser necessário.
Talvez exista um paradoxo que mereça mais atenção: cuidar da saúde também pode
gerar estresse. E, quando esse estresse se torna permanente, ele deixa de fazer parte da
solução para se transformar em mais um problema.
Imagine alguém que decide mudar completamente de vida em uma segunda-feira:
passa a acordar uma hora mais cedo, inicia uma rotina diária de exercícios, elimina açúcar,
álcool e ultraprocessados, pesa cada refeição, conta calorias, monitora o sono, mede frequência
cardíaca, faz meditação e ainda promete nunca mais perder um treino.
Na vida real, essa pessoa passa o dia inteiro pensando na própria saúde. Cada refeição
vira uma decisão. Cada compromisso gera culpa por atrapalhar o treino. Cada deslize parece
um fracasso. A pergunta que fica é simples: ela está mais saudável ou apenas mais preocupada
em parecer saudável?
O cérebro humano foi programado para economizar energia. Criar um novo hábito exige
atenção, planejamento e tomada de decisão. Estudos conduzidos pelo psicólogo Roy
Baumeister mostram que o autocontrole consome recursos mentais. Quanto maior o número
de decisões e mudanças simultâneas, maior a chance de fadiga de decisão, procrastinação e
abandono do comportamento.
Isso ajuda a explicar por que tantas pessoas começam extremamente motivadas e,
poucas semanas depois, voltam aos velhos hábitos. Não lhes faltou força de vontade. Faltou
uma estratégia compatível com o funcionamento do cérebro.
A saúde não precisa ser uma coleção de sacrifícios. Ela precisa ser sustentável. O melhor
treino é o que você continuará fazendo daqui a cinco anos. A melhor alimentação é a que
melhora sua saúde sem transformar cada refeição em uma prova de resistência.
Mudar é importante. Mas mudar tudo ao mesmo tempo quase sempre custa caro
demais. Cada nova regra exige energia mental. Cada restrição aumenta o risco de desistência.
Quando o esforço para manter um hábito supera o benefício percebido, o cérebro procura uma
saída. E ela normalmente é abandonar o plano.
Talvez, antes de acrescentar mais uma meta à lista, vale a pena fazer uma pergunta
diferente: essa mudança vai simplificar minha vida ou apenas aumentar meu nível de estresse?
Porque longevidade funcional não é uma competição para descobrir quem segue mais
protocolos. É construir um estilo de vida que possa ser repetido até o fim.
(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/marcio-atalla/post/2026/07/quando-a-busca-pela-saude-passa-a-fazer-mal.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
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- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Pronome subjetivo | Subjective pronoun
- Gramática - Língua InglesaPronomes | Pronouns
Deaths in France surged 30% during hottest week of record June heatwave
By Jon Henley
The number of deaths recorded in France surged by nearly 30% during the hottest week
of the record-breaking heatwave that hit much of Europe last month, the public health authority
has said, adding that it expected the toll to rise further.
Public Health France said on Friday there had been “an increase of 29.1%, corresponding
to 2,025 additional deaths compared with the previous week”. It said the figure was probably
an underestimate and “mortality will rise further”.
The new and still incomplete figures doubled the preliminary estimate of at least 1,0
additional deaths given by the authority last Sunday. That earlier estimate covered just three
of the hottest days of extreme heat.
Belgium’s health ministry said excess mortality totalled about 1,200 between 18 and
June, with 530 of the deaths among people 85 or older. The Dutch government said the
heatwave had led to about 480 excess deaths, mainly of elderly people.
The updated French tally covers the week of 22 to 28 June, during which France
registered its hottest-ever days, with previous day- and night-time highs shattered in cities and
towns across the country. Hundreds of records also fell in other parts of Europe.
Public Health France said it had counted 8,973 deaths so far for that week but cautioned
that the number was still only partial. It said the preliminary total was 29% more than the
6,948 deaths registered for the previous week of 15-21 June.
It said the increase was concentrated almost entirely among people aged 45 and over,
with the over-65s worst-affected.
Deaths in the home recorded the biggest increase, nearly doubling within a single week,
and Paris was the worst-affected region; the number of deaths recorded in the capital rose by
62% week on week, Public Health France said in its weekly report.
Nicolas Revel, the director general of the Paris public hospital system, has said he expected
the death toll from the June heatwave to be lower than that of 2003, but “probably” higher than
an extreme heat episode last year that claimed 5,700 lives.
(Available at: https://www.theguardian.com/world/2026/jul/03/deaths-france-surged-hottest-week-record-heatwave-june – text specially adapted for this test).
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Deaths in France surged 30% during hottest week of record June heatwave
By Jon Henley
The number of deaths recorded in France surged by nearly 30% during the hottest week
of the record-breaking heatwave that hit much of Europe last month, the public health authority
has said, adding that it expected the toll to rise further.
Public Health France said on Friday there had been “an increase of 29.1%, corresponding
to 2,025 additional deaths compared with the previous week”. It said the figure was probably
an underestimate and “mortality will rise further”.
The new and still incomplete figures doubled the preliminary estimate of at least 1,0
additional deaths given by the authority last Sunday. That earlier estimate covered just three
of the hottest days of extreme heat.
Belgium’s health ministry said excess mortality totalled about 1,200 between 18 and
June, with 530 of the deaths among people 85 or older. The Dutch government said the
heatwave had led to about 480 excess deaths, mainly of elderly people.
The updated French tally covers the week of 22 to 28 June, during which France
registered its hottest-ever days, with previous day- and night-time highs shattered in cities and
towns across the country. Hundreds of records also fell in other parts of Europe.
Public Health France said it had counted 8,973 deaths so far for that week but cautioned
that the number was still only partial. It said the preliminary total was 29% more than the
6,948 deaths registered for the previous week of 15-21 June.
It said the increase was concentrated almost entirely among people aged 45 and over,
with the over-65s worst-affected.
Deaths in the home recorded the biggest increase, nearly doubling within a single week,
and Paris was the worst-affected region; the number of deaths recorded in the capital rose by
62% week on week, Public Health France said in its weekly report.
Nicolas Revel, the director general of the Paris public hospital system, has said he expected
the death toll from the June heatwave to be lower than that of 2003, but “probably” higher than
an extreme heat episode last year that claimed 5,700 lives.
(Available at: https://www.theguardian.com/world/2026/jul/03/deaths-france-surged-hottest-week-record-heatwave-june – text specially adapted for this test).
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Deaths in France surged 30% during hottest week of record June heatwave
By Jon Henley
The number of deaths recorded in France surged by nearly 30% during the hottest week
of the record-breaking heatwave that hit much of Europe last month, the public health authority
has said, adding that it expected the toll to rise further.
Public Health France said on Friday there had been “an increase of 29.1%, corresponding
to 2,025 additional deaths compared with the previous week”. It said the figure was probably
an underestimate and “mortality will rise further”.
The new and still incomplete figures doubled the preliminary estimate of at least 1,0
additional deaths given by the authority last Sunday. That earlier estimate covered just three
of the hottest days of extreme heat.
Belgium’s health ministry said excess mortality totalled about 1,200 between 18 and
June, with 530 of the deaths among people 85 or older. The Dutch government said the
heatwave had led to about 480 excess deaths, mainly of elderly people.
The updated French tally covers the week of 22 to 28 June, during which France
registered its hottest-ever days, with previous day- and night-time highs shattered in cities and
towns across the country. Hundreds of records also fell in other parts of Europe.
Public Health France said it had counted 8,973 deaths so far for that week but cautioned
that the number was still only partial. It said the preliminary total was 29% more than the
6,948 deaths registered for the previous week of 15-21 June.
It said the increase was concentrated almost entirely among people aged 45 and over,
with the over-65s worst-affected.
Deaths in the home recorded the biggest increase, nearly doubling within a single week,
and Paris was the worst-affected region; the number of deaths recorded in the capital rose by
62% week on week, Public Health France said in its weekly report.
Nicolas Revel, the director general of the Paris public hospital system, has said he expected
the death toll from the June heatwave to be lower than that of 2003, but “probably” higher than
an extreme heat episode last year that claimed 5,700 lives.
(Available at: https://www.theguardian.com/world/2026/jul/03/deaths-france-surged-hottest-week-record-heatwave-june – text specially adapted for this test).
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I. A aprendizagem personalizada, nas metodologias ativas, não corresponde à simples individualização de tarefas, mas à organização de percursos formativos que consideram diferentes ritmos, interesses, necessidades e formas de apropriação do conhecimento, possibilitando acompanhamento contínuo dos avanços dos estudantes.
II. A aprendizagem colaborativa pressupõe que a interação entre pares constitui um elemento potencializador da construção do conhecimento, pois permite compartilhar saberes, confrontar perspectivas e ampliar compreensões inicialmente desenvolvidas em trajetórias individuais.
III. A aprendizagem orientada por professores, tutores ou mentores tende a assumir uma função secundária nas propostas contemporâneas de ensino, pois a ampliação dos ambientes digitais possibilita que os estudantes desenvolvam processos complexos de aprendizagem principalmente por meio da autonomia investigativa.
IV. A articulação entre aprendizagem individual, colaborativa e orientada configura uma dinâmica complementar, na qual a autonomia do estudante é fortalecida pela interação social e pela mediação de sujeitos capazes de problematizar, orientar e ampliar os percursos formativos.
Quais estão corretas?
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- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosTendências Pedagógicas
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- Currículo (Teoria e Prática)Concepções de currículo
- PPP: Projeto Político-Pedagógico
- Temas Educacionais Pedagógicos
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- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosTendências Pedagógicas
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- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
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Caderno Container