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A distância entre São Paulo e Santos, pela rodovia Anchieta, é de 74,3 km, e ela possui 5 pedágios. Pela rodovia Imigrantes, a distância é de 79 km, com 4 pedágios. Já a distância entre Campinas e São Paulo é de 106 km, com 4 pedágios ao longo do trajeto. Considere que todos os pedágios tenham o mesmo preço de R$ 5,00 e que o custo de combustível seja de R$ 1,00 por quilômetro rodado. Guilherme deseja otimizar sua viagem escolhendo o caminho de menor custo. Com base nesse contexto, quais das informações abaixo são verdadeiras ou falsas?
( ) O custo de Campinas a São Paulo é de R$ 126,00.
( ) O custo de São Paulo a Santos, pela rodovia Anchieta, é menor que o custo pela rodovia Imigrantes.
( ) O custo de Campinas a São Paulo é menor que o custo de São Paulo a Santos, independentemente do trajeto pela Anchieta ou pela Imigrantes.
( ) O custo de São Paulo a Santos, pela rodovia Imigrantes, é de R$99,00.
( ) O menor custo de Campinas a Santos é pelo trajeto da rodovia Imigrantes.
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Uma empresa percebe que as vendas de um produto seguem um padrão crescente:
• 100 unidades no mês 1
• 150 unidades no mês 2
• 225 unidades no mês 3
Com o objetivo de antecipar demandas e ajustar a produção, analisando a sequência numérica acima, qual será a previsão para o mês 4?
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Assinale a alternativa que apresenta a associação correta entre as sentenças a seguir e a respectiva justificativa para o uso da próclise em cada uma delas. Não é necessário usar todas as justificativas.
I. Não o comunicaram que a inscrição do vestibular havia sido prorrogada.
II. Os colegas o tinham avisado.
III. Alguém me disse que a vida era bonita.
(1) presença de palavra atrativa;
(2) forma verbal principal no particípio;
(3) forma verbal principal no futuro do pretérito.
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Votos para o Ano-Novo
Os cronistas mais organizados costumam escolher, no fim de ano, os dez melhores, os dez maiores, os dez mais isto ou aquilo do ano que passou. Essas escolhas públicas não têm o encanto das escolhas particulares, feitas em uma pequena roda, em que se costuma decidir, depois de severos debates, qual foi o maior “fora”, o pior vexame, o melhor golpe do baú, o maior chato do ano, a mais bela dor de cotovelo, o mais louvável infarto do miocárdio, o party mais fracassado, a cena mais ridícula, o marido mais manso etc. Note-se que para a escolha deste último deve-se levar em conta que há muitos cavalheiros que não podem ser aceitos no páreo, devem ser considerados hors-concours. É preciso incentivar os valores novos.
Depois desse salutar exercício, proponho que cada pessoa faça um exame de consciência e pergunte a si mesma com que direito se arvora em juiz dos outros. Pense nos seus próprios pecados, nos seus próprios ridículos. Procure ver a si mesmo como se fosse alguém a quem quisesse ridicularizar. Como seria fácil! Quem sabe que a virtude de que você mais se envaidece é menos uma virtude do que medo da polícia, ou, mais comumente, do ridículo?
Dizem que o crime não compensa. E a virtude, compensará? Espero que sim, mas talvez só no outro mundo. Neste aqui não sei; mas conheço pessoas virtuosas que me parecem tão azedas, tão infelizes, tão entediadas, tão sem graça com a própria virtude que dão vontade da gente dizer:
― Está muito bem, nossa amizade, você é formidável. Mas assim também enjoa. Peque pelo menos uma vezinha, sim? É bom para relaxar.
Raul de Leoni sonhava com... “um cristianismo ideal, que não existe, onde a virtude não precisasse ser triste, onde a tristeza fosse um pecado venial...”.
Acho que a pessoa querer buscar a felicidade em pecados e sujeiras só não é um erro quando a pessoa tem mesmo muita vocação para essas coisas. Mas isso é raríssimo. A maior parte dos sujos tem uma inveja secreta e imensa dos honrados, dos limpos. Sofre com isto. Sofre tanto quanto os que vivem além do gabarito da própria virtude.
Desejo a todos, no Ano-Novo, muitas virtudes e boas ações e alguns pecados agradáveis, excitantes, discretos, e, principalmente, bem-sucedidos.
BRAGA, R. Votos para o Ano-Novo. In: BRAGA, R.
As boas coisas da vida. Rio de Janeiro: Record, 1989,
p. 185-187. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14877/votos-para-o-ano-novo>
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