Magna Concursos

Foram encontradas 39 questões.

351164 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Agudos do Sul-PR
Provas:
Na divisão de um polinômio P(x), por x4 - 20, o quociente obtido foi x - 12 e o resto da divisão foi 9x3 + 32x -250. Assinale a alternativa que apresenta o polinômio P(x).
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
351161 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Agudos do Sul-PR
Provas:
Considere a equação 3x − 5 = 2x + 7. Assinale a alternativa que apresenta a solução desta equação:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
351159 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Agudos do Sul-PR
Provas:
A soma de três números consecutivos é igual a 1701. O número ímpar dessa soma é igual à
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
351156 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Agudos do Sul-PR
Provas:

Na soma das matrizes A = enunciado 351156-1e B = enunciado 351156-2, obtemos a matriz A + B = enunciado 351156-3.

Portanto é possível afirmar que o produto a.b é igual à

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
351154 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Agudos do Sul-PR
Provas:

Leia o texto para responder a questão.

Aretha Franklin - A mulher negra visível

Por Dodô Azevedo 16/08/2018 16h09 Atualizado 16/08/2018 16h09

No Brasil, vivemos uma espécie de descoberta da mulher negra brasileira.

Na academia, no mercado de trabalho, no mundo pop, elas tomaram o microfone. Começaram a chamar a atenção para o que querem dizer. A reivindicar lugar de fala.

Djamila Ribeiro e o sucesso nacional de seu livro "Quem tem medo do feminismo negro?".

Conceição Evaristo candidata a Academia Brasileira de Letras.

O elenco do magistral musical "Elza", sobre a vida de Elza Soares.

"Dona Ivone Lara - o musical", preparando-se para estrear nos palcos.

Na TV, a Michelle Brau de Taís Araújo tornada protagonista da série "Mr. Brau", em sua derradeira temporada.

O Brasil de 2018, em muitos aspectos parecido com os EUA do fim da década de 60, com suas polarizações, extremismos, fraturas e consequentes contraculturas, também celebra hoje a vida de Aretha Franklin.

Lá, e na época, a cantora (e incrível pianista, pouco se fala) foi ponta de lança de um movimento de afirmação e ocupação de espaços que começa quando Sister Rosetta Twarpe, nos anos 30, resolve levar a guitarra elétrica para os palcos gospel, praticamente inventando o rock and roll, até os dias de hoje, onde a comunicadora mais popular, com alcance de voz a milhões de cidadãos, é Oprah Winfrey.

Aretha Franklin morre como unanimidade.

Mas, antes de tudo, visível.

Morrer visível, relevante e respeitada é, para mulheres negras, uma construção que leva décadas.

E que aqui só começou.

Aretha Franklin foi, involuntariamente, mãe aos 12 anos, sofreu com a pobreza, apanhou de maridos.

Nada muito diferente da trágica rotina da mulher negra brasileira.

Aretha Franklin morre visível, relevante e respeitada.

As nossas Arethas Franklins permanecem na luta.

Atenção a elas. Atenção às nossas.

Atenção.

Esse outro nome para respeito.

Disponível em https://g1.globo.com/pop-arte/blog/dodoazevedo/post/2018/08/16/aretha-franklin-a-mulher-negra-visivel.ghtm

No título diz que Aretha era uma mulher negra visível. Qual a relação entre Aretha e as outras mulheres negras mencionadas no texto?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
351151 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Agudos do Sul-PR
Provas:

Leia o texto para responder a questão.

Aretha Franklin - A mulher negra visível

Por Dodô Azevedo 16/08/2018 16h09 Atualizado 16/08/2018 16h09

No Brasil, vivemos uma espécie de descoberta da mulher negra brasileira.

Na academia, no mercado de trabalho, no mundo pop, elas tomaram o microfone. Começaram a chamar a atenção para o que querem dizer. A reivindicar lugar de fala.

Djamila Ribeiro e o sucesso nacional de seu livro "Quem tem medo do feminismo negro?".

Conceição Evaristo candidata a Academia Brasileira de Letras.

O elenco do magistral musical "Elza", sobre a vida de Elza Soares.

"Dona Ivone Lara - o musical", preparando-se para estrear nos palcos.

Na TV, a Michelle Brau de Taís Araújo tornada protagonista da série "Mr. Brau", em sua derradeira temporada.

O Brasil de 2018, em muitos aspectos parecido com os EUA do fim da década de 60, com suas polarizações, extremismos, fraturas e consequentes contraculturas, também celebra hoje a vida de Aretha Franklin.

Lá, e na época, a cantora (e incrível pianista, pouco se fala) foi ponta de lança de um movimento de afirmação e ocupação de espaços que começa quando Sister Rosetta Twarpe, nos anos 30, resolve levar a guitarra elétrica para os palcos gospel, praticamente inventando o rock and roll, até os dias de hoje, onde a comunicadora mais popular, com alcance de voz a milhões de cidadãos, é Oprah Winfrey.

Aretha Franklin morre como unanimidade.

Mas, antes de tudo, visível.

Morrer visível, relevante e respeitada é, para mulheres negras, uma construção que leva décadas.

E que aqui só começou.

Aretha Franklin foi, involuntariamente, mãe aos 12 anos, sofreu com a pobreza, apanhou de maridos.

Nada muito diferente da trágica rotina da mulher negra brasileira.

Aretha Franklin morre visível, relevante e respeitada.

As nossas Arethas Franklins permanecem na luta.

Atenção a elas. Atenção às nossas.

Atenção.

Esse outro nome para respeito.

Disponível em https://g1.globo.com/pop-arte/blog/dodoazevedo/post/2018/08/16/aretha-franklin-a-mulher-negra-visivel.ghtm

Assinale o antônimo de VISÍVEL.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
351146 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Agudos do Sul-PR
Provas:

Leia o texto para responder a questão.

Aretha Franklin - A mulher negra visível

Por Dodô Azevedo 16/08/2018 16h09 Atualizado 16/08/2018 16h09

No Brasil, vivemos uma espécie de descoberta da mulher negra brasileira.

Na academia, no mercado de trabalho, no mundo pop, elas tomaram o microfone. Começaram a chamar a atenção para o que querem dizer. A reivindicar lugar de fala.

Djamila Ribeiro e o sucesso nacional de seu livro "Quem tem medo do feminismo negro?".

Conceição Evaristo candidata a Academia Brasileira de Letras.

O elenco do magistral musical "Elza", sobre a vida de Elza Soares.

"Dona Ivone Lara - o musical", preparando-se para estrear nos palcos.

Na TV, a Michelle Brau de Taís Araújo tornada protagonista da série "Mr. Brau", em sua derradeira temporada.

O Brasil de 2018, em muitos aspectos parecido com os EUA do fim da década de 60, com suas polarizações, extremismos, fraturas e consequentes contraculturas, também celebra hoje a vida de Aretha Franklin.

Lá, e na época, a cantora (e incrível pianista, pouco se fala) foi ponta de lança de um movimento de afirmação e ocupação de espaços que começa quando Sister Rosetta Twarpe, nos anos 30, resolve levar a guitarra elétrica para os palcos gospel, praticamente inventando o rock and roll, até os dias de hoje, onde a comunicadora mais popular, com alcance de voz a milhões de cidadãos, é Oprah Winfrey.

Aretha Franklin morre como unanimidade.

Mas, antes de tudo, visível.

Morrer visível, relevante e respeitada é, para mulheres negras, uma construção que leva décadas.

E que aqui só começou.

Aretha Franklin foi, involuntariamente, mãe aos 12 anos, sofreu com a pobreza, apanhou de maridos.

Nada muito diferente da trágica rotina da mulher negra brasileira.

Aretha Franklin morre visível, relevante e respeitada.

As nossas Arethas Franklins permanecem na luta.

Atenção a elas. Atenção às nossas.

Atenção.

Esse outro nome para respeito.

Disponível em https://g1.globo.com/pop-arte/blog/dodoazevedo/post/2018/08/16/aretha-franklin-a-mulher-negra-visivel.ghtm

“No Brasil, vivemos uma espécie de descoberta da mulher negra brasileira.” O verbo é classificado como
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
351145 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Agudos do Sul-PR
Provas:

Leia o texto para responder a questão.

Aretha Franklin - A mulher negra visível

Por Dodô Azevedo 16/08/2018 16h09 Atualizado 16/08/2018 16h09

No Brasil, vivemos uma espécie de descoberta da mulher negra brasileira.

Na academia, no mercado de trabalho, no mundo pop, elas tomaram o microfone. Começaram a chamar a atenção para o que querem dizer. A reivindicar lugar de fala.

Djamila Ribeiro e o sucesso nacional de seu livro "Quem tem medo do feminismo negro?".

Conceição Evaristo candidata a Academia Brasileira de Letras.

O elenco do magistral musical "Elza", sobre a vida de Elza Soares.

"Dona Ivone Lara - o musical", preparando-se para estrear nos palcos.

Na TV, a Michelle Brau de Taís Araújo tornada protagonista da série "Mr. Brau", em sua derradeira temporada.

O Brasil de 2018, em muitos aspectos parecido com os EUA do fim da década de 60, com suas polarizações, extremismos, fraturas e consequentes contraculturas, também celebra hoje a vida de Aretha Franklin.

Lá, e na época, a cantora (e incrível pianista, pouco se fala) foi ponta de lança de um movimento de afirmação e ocupação de espaços que começa quando Sister Rosetta Twarpe, nos anos 30, resolve levar a guitarra elétrica para os palcos gospel, praticamente inventando o rock and roll, até os dias de hoje, onde a comunicadora mais popular, com alcance de voz a milhões de cidadãos, é Oprah Winfrey.

Aretha Franklin morre como unanimidade.

Mas, antes de tudo, visível.

Morrer visível, relevante e respeitada é, para mulheres negras, uma construção que leva décadas.

E que aqui só começou.

Aretha Franklin foi, involuntariamente, mãe aos 12 anos, sofreu com a pobreza, apanhou de maridos.

Nada muito diferente da trágica rotina da mulher negra brasileira.

Aretha Franklin morre visível, relevante e respeitada.

As nossas Arethas Franklins permanecem na luta.

Atenção a elas. Atenção às nossas.

Atenção.

Esse outro nome para respeito.

Disponível em https://g1.globo.com/pop-arte/blog/dodoazevedo/post/2018/08/16/aretha-franklin-a-mulher-negra-visivel.ghtm

“Morrer visível, relevante e respeitada é, para mulheres negras, uma construção que leva décadas.”
Ainda sobre o período da questão 2: assinale a alternativa que apresenta o sujeito do período.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
351143 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Agudos do Sul-PR
Provas:

Leia o texto para responder a questão.

Aretha Franklin - A mulher negra visível

Por Dodô Azevedo 16/08/2018 16h09 Atualizado 16/08/2018 16h09

No Brasil, vivemos uma espécie de descoberta da mulher negra brasileira.

Na academia, no mercado de trabalho, no mundo pop, elas tomaram o microfone. Começaram a chamar a atenção para o que querem dizer. A reivindicar lugar de fala.

Djamila Ribeiro e o sucesso nacional de seu livro "Quem tem medo do feminismo negro?".

Conceição Evaristo candidata a Academia Brasileira de Letras.

O elenco do magistral musical "Elza", sobre a vida de Elza Soares.

"Dona Ivone Lara - o musical", preparando-se para estrear nos palcos.

Na TV, a Michelle Brau de Taís Araújo tornada protagonista da série "Mr. Brau", em sua derradeira temporada.

O Brasil de 2018, em muitos aspectos parecido com os EUA do fim da década de 60, com suas polarizações, extremismos, fraturas e consequentes contraculturas, também celebra hoje a vida de Aretha Franklin.

Lá, e na época, a cantora (e incrível pianista, pouco se fala) foi ponta de lança de um movimento de afirmação e ocupação de espaços que começa quando Sister Rosetta Twarpe, nos anos 30, resolve levar a guitarra elétrica para os palcos gospel, praticamente inventando o rock and roll, até os dias de hoje, onde a comunicadora mais popular, com alcance de voz a milhões de cidadãos, é Oprah Winfrey.

Aretha Franklin morre como unanimidade.

Mas, antes de tudo, visível.

Morrer visível, relevante e respeitada é, para mulheres negras, uma construção que leva décadas.

E que aqui só começou.

Aretha Franklin foi, involuntariamente, mãe aos 12 anos, sofreu com a pobreza, apanhou de maridos.

Nada muito diferente da trágica rotina da mulher negra brasileira.

Aretha Franklin morre visível, relevante e respeitada.

As nossas Arethas Franklins permanecem na luta.

Atenção a elas. Atenção às nossas.

Atenção.

Esse outro nome para respeito.

Disponível em https://g1.globo.com/pop-arte/blog/dodoazevedo/post/2018/08/16/aretha-franklin-a-mulher-negra-visivel.ghtm

Uma frase precisa ser composta por pelo menos um vocábulo, uma oração simples precisa ser composta por um verbo, sendo assim, assinale a alternativa que apresenta uma oração simples.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
351142 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Agudos do Sul-PR
Provas:

Leia o texto para responder a questão.

Aretha Franklin - A mulher negra visível

Por Dodô Azevedo 16/08/2018 16h09 Atualizado 16/08/2018 16h09

No Brasil, vivemos uma espécie de descoberta da mulher negra brasileira.

Na academia, no mercado de trabalho, no mundo pop, elas tomaram o microfone. Começaram a chamar a atenção para o que querem dizer. A reivindicar lugar de fala.

Djamila Ribeiro e o sucesso nacional de seu livro "Quem tem medo do feminismo negro?".

Conceição Evaristo candidata a Academia Brasileira de Letras.

O elenco do magistral musical "Elza", sobre a vida de Elza Soares.

"Dona Ivone Lara - o musical", preparando-se para estrear nos palcos.

Na TV, a Michelle Brau de Taís Araújo tornada protagonista da série "Mr. Brau", em sua derradeira temporada.

O Brasil de 2018, em muitos aspectos parecido com os EUA do fim da década de 60, com suas polarizações, extremismos, fraturas e consequentes contraculturas, também celebra hoje a vida de Aretha Franklin.

Lá, e na época, a cantora (e incrível pianista, pouco se fala) foi ponta de lança de um movimento de afirmação e ocupação de espaços que começa quando Sister Rosetta Twarpe, nos anos 30, resolve levar a guitarra elétrica para os palcos gospel, praticamente inventando o rock and roll, até os dias de hoje, onde a comunicadora mais popular, com alcance de voz a milhões de cidadãos, é Oprah Winfrey.

Aretha Franklin morre como unanimidade.

Mas, antes de tudo, visível.

Morrer visível, relevante e respeitada é, para mulheres negras, uma construção que leva décadas.

E que aqui só começou.

Aretha Franklin foi, involuntariamente, mãe aos 12 anos, sofreu com a pobreza, apanhou de maridos.

Nada muito diferente da trágica rotina da mulher negra brasileira.

Aretha Franklin morre visível, relevante e respeitada.

As nossas Arethas Franklins permanecem na luta.

Atenção a elas. Atenção às nossas.

Atenção.

Esse outro nome para respeito.

Disponível em https://g1.globo.com/pop-arte/blog/dodoazevedo/post/2018/08/16/aretha-franklin-a-mulher-negra-visivel.ghtm

Analise o período “Morrer visível, relevante e respeitada é, para mulheres negras, uma construção que leva décadas.” O verbo é classificado como
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas