Foram encontradas 30 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente
considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas
mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com
"personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca
sejam mulheres, este estigma centenário retardou as
pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de
recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de
histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão
de dores de cabeça do Sistema de Saúde da
Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com
centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e
investimentos no setor, em comparação com outras
condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido.
Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil
pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com
770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou
123 'polimorfismos de risco', que são pequenas
diferenças no código do DNA humano, associadas à
enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da
enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais
produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55
anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são
mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus
empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma
pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o
governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142
mil) a mais por ano, em comparação com alguém que
não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões
(cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos
os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente
como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca,
sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são
uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado
esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida
de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e
meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e
vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e
outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros
bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes
intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões,
parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de
filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito
complicado", segundo Dussor.
"Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que
acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
( ) Em "Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido", o termo 'avanços' pode ser substituído por 'progressos', mantendo o sentido.
( ) Em "O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", o termo 'complicado' é antônimo de 'difícil'.
( ) Em "Os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis", o termo 'palpáveis' é empregado em sentido conotativo, indicando apenas a possibilidade de ser tocado fisicamente.
( ) Em "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça", a palavra 'dor' é usada no sentido conotativo, representando apenas sofrimento emocional, e não físico.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente
considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas
mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com
"personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca
sejam mulheres, este estigma centenário retardou as
pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de
recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de
histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão
de dores de cabeça do Sistema de Saúde da
Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com
centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e
investimentos no setor, em comparação com outras
condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido.
Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil
pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com
770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou
123 'polimorfismos de risco', que são pequenas
diferenças no código do DNA humano, associadas à
enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da
enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais
produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55
anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são
mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus
empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma
pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o
governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142
mil) a mais por ano, em comparação com alguém que
não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões
(cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos
os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente
como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca,
sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são
uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado
esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida
de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e
meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e
vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e
outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros
bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes
intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões,
parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de
filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito
complicado", segundo Dussor.
"Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que
acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
O vocábulo 'polimorfismos' não apresenta hífen. Nas frases abaixo, todas as palavras compostas estão corretamente grafadas sem hífen, exceto:
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Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente
considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas
mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com
"personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca
sejam mulheres, este estigma centenário retardou as
pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de
recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de
histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão
de dores de cabeça do Sistema de Saúde da
Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com
centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e
investimentos no setor, em comparação com outras
condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido.
Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil
pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com
770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou
123 'polimorfismos de risco', que são pequenas
diferenças no código do DNA humano, associadas à
enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da
enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais
produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55
anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são
mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus
empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma
pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o
governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142
mil) a mais por ano, em comparação com alguém que
não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões
(cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos
os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente
como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca,
sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são
uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado
esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida
de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e
meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e
vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e
outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros
bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes
intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões,
parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de
filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito
complicado", segundo Dussor.
"Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que
acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
Com base no texto, identifique a alternativa CORRETA.
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considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas
mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com
"personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca
sejam mulheres, este estigma centenário retardou as
pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de
recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de
histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão
de dores de cabeça do Sistema de Saúde da
Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com
centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e
investimentos no setor, em comparação com outras
condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido.
Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil
pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com
770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou
123 'polimorfismos de risco', que são pequenas
diferenças no código do DNA humano, associadas à
enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da
enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais
produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55
anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são
mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus
empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma
pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o
governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142
mil) a mais por ano, em comparação com alguém que
não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões
(cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos
os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente
como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca,
sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são
uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado
esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida
de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e
meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e
vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e
outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros
bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes
intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões,
parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de
filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito
complicado", segundo Dussor.
"Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que
acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
Analise o emprego da vírgula no enunciado acima e assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para esse uso.
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
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Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente
considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas
mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com
"personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca
sejam mulheres, este estigma centenário retardou as
pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de
recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de
histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão
de dores de cabeça do Sistema de Saúde da
Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com
centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e
investimentos no setor, em comparação com outras
condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido.
Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil
pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com
770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou
123 'polimorfismos de risco', que são pequenas
diferenças no código do DNA humano, associadas à
enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da
enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais
produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55
anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são
mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus
empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma
pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o
governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142
mil) a mais por ano, em comparação com alguém que
não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões
(cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos
os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente
como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca,
sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são
uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado
esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida
de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e
meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e
vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e
outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros
bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes
intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões,
parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de
filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito
complicado", segundo Dussor.
"Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que
acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
O trecho acima apresenta concordância adequada. Agora, complete as lacunas com palavras corretamente flexionadas, de modo a manter também a concordância adequada.
I.___as correspondências.
II.A boiada___ um grande rio.
III.Fomos nós quem___a conta.
IV.___terrenos na área litoral.
A sequência que preenche corretamente as lacunas acima é:
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente
considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas
mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com
"personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca
sejam mulheres, este estigma centenário retardou as
pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de
recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de
histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão
de dores de cabeça do Sistema de Saúde da
Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com
centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e
investimentos no setor, em comparação com outras
condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido.
Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil
pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com
770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou
123 'polimorfismos de risco', que são pequenas
diferenças no código do DNA humano, associadas à
enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da
enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais
produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55
anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são
mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus
empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma
pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o
governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142
mil) a mais por ano, em comparação com alguém que
não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões
(cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos
os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente
como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca,
sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são
uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado
esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida
de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e
meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e
vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e
outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros
bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes
intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões,
parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de
filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito
complicado", segundo Dussor.
"Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que
acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, analise as afirmativas a seguir:
I.O vocábulo 'náuseas' recebe acento por apresentar o 'a' tônico que forma hiato com a vogal posterior 'u'.
II.O vocábulo 'estômago' recebe acento por ser uma proparoxítona, pois apresenta a antepenúltima sílaba tônica, o que também justifica o acento em 'específicos'.
III.O vocábulo 'têm' recebe acento por ser um monossílabo terminado em 'em', que sempre é acentuado.
IV.A palavra 'difícil' está corretamente acentuada por ser uma palavra paroxítona terminada em 'L'.
É correto o que se afirma em:
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mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com
"personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca
sejam mulheres, este estigma centenário retardou as
pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de
recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de
histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão
de dores de cabeça do Sistema de Saúde da
Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com
centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e
investimentos no setor, em comparação com outras
condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido.
Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil
pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com
770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou
123 'polimorfismos de risco', que são pequenas
diferenças no código do DNA humano, associadas à
enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da
enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais
produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55
anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são
mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus
empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma
pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o
governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142
mil) a mais por ano, em comparação com alguém que
não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões
(cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos
os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente
como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca,
sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são
uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado
esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida
de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e
meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e
vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e
outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros
bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes
intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões,
parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de
filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito
complicado", segundo Dussor.
"Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que
acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado, segundo Dussor."
Na frase acima, o termo que exerce a função de núcleo do sujeito é:
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Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente
considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas
mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com
"personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca
sejam mulheres, este estigma centenário retardou as
pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de
recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de
histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão
de dores de cabeça do Sistema de Saúde da
Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com
centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e
investimentos no setor, em comparação com outras
condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido.
Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil
pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com
770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou
123 'polimorfismos de risco', que são pequenas
diferenças no código do DNA humano, associadas à
enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da
enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais
produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55
anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são
mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus
empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma
pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o
governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142
mil) a mais por ano, em comparação com alguém que
não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões
(cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos
os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente
como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca,
sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são
uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado
esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida
de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e
meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e
vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e
outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros
bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes
intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões,
parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de
filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito
complicado", segundo Dussor.
"Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que
acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
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A forma verbal 'fosse' referente ao verbo 'ser' está corretamente empregada na:
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Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente
considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas
mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com
"personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca
sejam mulheres, este estigma centenário retardou as
pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de
recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de
histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão
de dores de cabeça do Sistema de Saúde da
Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com
centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e
investimentos no setor, em comparação com outras
condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido.
Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil
pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com
770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou
123 'polimorfismos de risco', que são pequenas
diferenças no código do DNA humano, associadas à
enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da
enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais
produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55
anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são
mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus
empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma
pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o
governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142
mil) a mais por ano, em comparação com alguém que
não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões
(cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos
os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente
como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca,
sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são
uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado
esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida
de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e
meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e
vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e
outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros
bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes
intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões,
parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de
filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito
complicado", segundo Dussor.
"Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que
acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
Considerando a separação silábica dos vocábulos presentes no trecho, identifique a alternativa INCORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente
considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas
mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com
"personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca
sejam mulheres, este estigma centenário retardou as
pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de
recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de
histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão
de dores de cabeça do Sistema de Saúde da
Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com
centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e
investimentos no setor, em comparação com outras
condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido.
Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil
pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com
770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou
123 'polimorfismos de risco', que são pequenas
diferenças no código do DNA humano, associadas à
enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da
enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais
produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55
anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são
mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus
empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma
pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o
governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142
mil) a mais por ano, em comparação com alguém que
não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões
(cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos
os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente
como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca,
sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são
uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado
esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida
de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e
meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e
vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e
outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros
bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes
intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões,
parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de
filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito
complicado", segundo Dussor.
"Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que
acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
Considerando a formação do período acima, identifique a alternativa CORRETA.
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