Foram encontradas 6 questões.
Numa festa de fim de ano numa pequena empresa, quando os funcionários chegavam, recebiam um número para um sorteio que foi realizado no final da festa. Sabendo que todos os funcionários receberam um único número e que, nessa festa, havia 35 funcionários, qual a probabilidade do funcionário sorteado ter sido um funcionário que possuía um número múltiplo de 7?
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Leia os textos I, II e III para responder às próximas cinco questões.
Texto I - O Impossível Carinho: (Manuel Bandeira)
Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo
Quero contar-te apenas a minha ternura
Ah se em troca de tanta felicidade que me dás
Eu te pudesse repor
– Eu soubesse repor
No coração despedaçado
As mais puras alegrias de tua infância!
Texto II - Arte de Amar: (Manuel Bandeira)
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus - ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
Texto III - Desencanto: (Manuel Bandeira)
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
– Eu faço versos como quem morre.
Do texto I, leia as palavras e assinale a alternativa onde todas são substantivos.
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Texto I - O Impossível Carinho: (Manuel Bandeira)
Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo
Quero contar-te apenas a minha ternura
Ah se em troca de tanta felicidade que me dás
Eu te pudesse repor
– Eu soubesse repor
No coração despedaçado
As mais puras alegrias de tua infância!
Texto II - Arte de Amar: (Manuel Bandeira)
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus - ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
Texto III - Desencanto: (Manuel Bandeira)
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
– Eu faço versos como quem morre.
Ainda do texto III, assinale a alternativa onde todas as palavras são ditongos.
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Leia os textos I, II e III para responder às próximas cinco questões.
Texto I - O Impossível Carinho: (Manuel Bandeira)
Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo
Quero contar-te apenas a minha ternura
Ah se em troca de tanta felicidade que me dás
Eu te pudesse repor
– Eu soubesse repor
No coração despedaçado
As mais puras alegrias de tua infância!
Texto II - Arte de Amar: (Manuel Bandeira)
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus - ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
Texto III - Desencanto: (Manuel Bandeira)
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
– Eu faço versos como quem morre.
No texto I, referindo-se a encontros vocálicos, as palavras (alegrias, soubesse, tua) são respectivamente:
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Texto I - O Impossível Carinho: (Manuel Bandeira)
Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo
Quero contar-te apenas a minha ternura
Ah se em troca de tanta felicidade que me dás
Eu te pudesse repor
– Eu soubesse repor
No coração despedaçado
As mais puras alegrias de tua infância!
Texto II - Arte de Amar: (Manuel Bandeira)
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus - ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
Texto III - Desencanto: (Manuel Bandeira)
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
– Eu faço versos como quem morre.
Referindo-se à interpretação dos três textos, assinale cada item com (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta:
( ) No texto I (O impossível carinho), como está escrito no próprio título, é um ato impossível do eu lírico pagar a felicidade que recebe da pessoa amada, porque ele está com o coração rasgado.
( ) No texto II (Arte de amar), o eu lírico passa a sua ideia, aquilo que ele entende do amor.
( ) No texto III (Desencanto), o eu lírico diz que ele faz suas poesias, a partir do sofrimento que ele teve, ou ainda tem.
( ) No texto I (O impossível carinho), o poeta escolhe as palavras com muita ternura, melancolia, às vezes, até causando, no leitor, uma delicada e profunda comoção.
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Texto I - O Impossível Carinho: (Manuel Bandeira)
Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo
Quero contar-te apenas a minha ternura
Ah se em troca de tanta felicidade que me dás
Eu te pudesse repor
– Eu soubesse repor
No coração despedaçado
As mais puras alegrias de tua infância!
Texto II - Arte de Amar: (Manuel Bandeira)
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus - ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
Texto III - Desencanto: (Manuel Bandeira)
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
– Eu faço versos como quem morre.
De acordo com os três textos, assinale a alternativa incorreta.
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