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Foram encontradas 232 questões.

317170 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas


enunciado 1960395-1

Foto: D-Keine via Getty Images.


1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),

e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.

Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?

Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de

5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em

gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.

Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que

precisa ser resolvido fica em outro departamento.

O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.

10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.

O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado

está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes

sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.

Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais

15 do que o meu?”

Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais

deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.

Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as

urgências, ainda existe o bom e velho telefone.

20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e

divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.

O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.

O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com

a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.

25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou

mais coisas concomitantemente.

O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não

demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a

tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.

30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao

seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.

Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que

você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.


Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.

O autor usa alguns termos que são próprios da oralidade como recurso de expressão. Assinale a alternativa em que se verifica um exemplo desse recurso.

 

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317168 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas


enunciado 1960394-1

Foto: D-Keine via Getty Images.


1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),

e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.

Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?

Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de

5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em

gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.

Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que

precisa ser resolvido fica em outro departamento.

O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.

10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.

O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado

está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes

sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.

Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais

15 do que o meu?”

Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais

deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.

Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as

urgências, ainda existe o bom e velho telefone.

20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e

divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.

O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.

O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com

a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.

25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou

mais coisas concomitantemente.

O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não

demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a

tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.

30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao

seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.

Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que

você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.


Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.

De acordo com Cegalla (1994, p. 100), “[...] a derivação imprópria consiste em mudar a classe de uma palavra, estendendo-lhe a significação [...] que não deixa de ser um recurso de enriquecimento dos meios de expressão.”

Ao longo do texto, percebe-se o uso reiterado desse recurso conforme se verifica na alternativa

 

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317167 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas


enunciado 1960393-1

Foto: D-Keine via Getty Images.


1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),

e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.

Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?

Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de

5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em

gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.

Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que

precisa ser resolvido fica em outro departamento.

O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.

10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.

O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado

está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes

sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.

Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais

15 do que o meu?”

Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais

deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.

Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as

urgências, ainda existe o bom e velho telefone.

20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e

divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.

O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.

O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com

a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.

25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou

mais coisas concomitantemente.

O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não

demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a

tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.

30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao

seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.

Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que

você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.


Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.

Considere o trecho: “‘Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais do que o meu?’” (Linhas 14-15)

A palavra “se”, no trecho acima foi usada discursivamente com valor de

 

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317163 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas


enunciado 1960392-1

Foto: D-Keine via Getty Images.


1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),

e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.

Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?

Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de

5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em

gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.

Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que

precisa ser resolvido fica em outro departamento.

O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.

10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.

O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado

está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes

sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.

Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais

15 do que o meu?”

Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais

deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.

Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as

urgências, ainda existe o bom e velho telefone.

20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e

divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.

O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.

O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com

a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.

25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou

mais coisas concomitantemente.

O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não

demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a

tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.

30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao

seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.

Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que

você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.


Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.

Considere o trecho: “Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio), e que indica algo como ‘estar atarefado em excesso’”. (Linhas 1-2)

A palavra “fábulas”, no trecho acima, tem como antônimo o termo

 

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317162 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas


enunciado 1960391-1

Foto: D-Keine via Getty Images.


1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),

e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.

Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?

Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de

5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em

gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.

Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que

precisa ser resolvido fica em outro departamento.

O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.

10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.

O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado

está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes

sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.

Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais

15 do que o meu?”

Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais

deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.

Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as

urgências, ainda existe o bom e velho telefone.

20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e

divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.

O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.

O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com

a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.

25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou

mais coisas concomitantemente.

O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não

demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a

tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.

30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao

seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.

Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que

você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.


Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.

Considere o trecho: “Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou mais coisas concomitantemente.” (Linhas 25-26)

Tendo em vista o contexto em que foi empregada, a palavra “procrastina” significa

 

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317159 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas


enunciado 1960390-1

Foto: D-Keine via Getty Images.


1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),

e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.

Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?

Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de

5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em

gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.

Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que

precisa ser resolvido fica em outro departamento.

O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.

10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.

O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado

está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes

sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.

Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais

15 do que o meu?”

Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais

deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.

Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as

urgências, ainda existe o bom e velho telefone.

20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e

divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.

O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.

O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com

a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.

25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou

mais coisas concomitantemente.

O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não

demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a

tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.

30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao

seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.

Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que

você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.


Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.

De acordo com o texto, as ferramentas tecnológicas

 

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317158 Ano: 2019
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas


enunciado 1960389-1

Foto: D-Keine via Getty Images.


1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),

e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.

Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?

Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de

5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em

gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.

Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que

precisa ser resolvido fica em outro departamento.

O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.

10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.

O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado

está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes

sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.

Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais

15 do que o meu?”

Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais

deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.

Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as

urgências, ainda existe o bom e velho telefone.

20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e

divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.

O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.

O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com

a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.

25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou

mais coisas concomitantemente.

O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não

demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a

tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.

30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao

seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.

Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que

você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.


Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.

Assinale a alternativa que extrapola os argumentos apresentados no texto.

 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas


enunciado 1960388-1

Foto: D-Keine via Getty Images.


1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),

e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.

Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?

Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de

5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em

gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.

Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que

precisa ser resolvido fica em outro departamento.

O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.

10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.

O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado

está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes

sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.

Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais

15 do que o meu?”

Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais

deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.

Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as

urgências, ainda existe o bom e velho telefone.

20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e

divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.

O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.

O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com

a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.

25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou

mais coisas concomitantemente.

O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não

demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a

tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.

30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao

seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.

Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que

você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.


Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.

Assinale a alternativa que, de acordo com o texto, extrapola o perfil da pessoa produtiva.

 

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Orgão: Pref. Almenara-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas


enunciado 1960387-1

Foto: D-Keine via Getty Images.


1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),

e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.

Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?

Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de

5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em

gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.

Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que

precisa ser resolvido fica em outro departamento.

O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.

10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.

O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado

está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes

sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.

Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais

15 do que o meu?”

Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais

deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.

Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as

urgências, ainda existe o bom e velho telefone.

20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e

divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.

O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.

O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com

a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.

25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou

mais coisas concomitantemente.

O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não

demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a

tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.

30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao

seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.

Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que

você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.


Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.

De acordo com as ideias defendidas no texto, estar demasiadamente atarefado é uma consequência da

 

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Um profissional, ao criar um texto, definiu espaço simples entre as linhas e inseriu figura como fundo do texto. Ao observar o trabalho, percebeu que o espaçamento entre linhas estava desigual. Quais comandos foram usados para corrigir o espaçamento desigual e para inserir a figura atrás do texto?

 

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