Foram encontradas 50 questões.
A identificação da sílaba tônica constitui aspecto
fundamental da prosódia da língua portuguesa,
permitindo reconhecer a posição da maior intensidade
sonora nas palavras e compreender critérios
relacionados à classificação quanto à tonicidade
(BECHARA, 2024).
Com base no tema, assinale a alternativa CORRETA em relação à classificação das palavras quanto à sílaba tônica.
Com base no tema, assinale a alternativa CORRETA em relação à classificação das palavras quanto à sílaba tônica.
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Questão presente nas seguintes provas
- FonologiaAgrupamento FonológicoDivisão Silábica
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
A separação silábica constitui procedimento fundamental
para a organização das palavras na língua portuguesa,
sendo utilizada em estudos linguísticos, no ensino da
ortografia e na descrição do funcionamento do sistema
fonológico. O domínio desse conhecimento contribui
para a compreensão de diferentes aspectos da estrutura
da língua (BECHARA, 2024).
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A palavra "crânio" apresenta separação silábica em crâ-nio.
PORQUE
II. O encontro vocálico formado por "io" é classificado como ditongo decrescente, razão pela qual as duas vogais permanecem na mesma sílaba.
Assinale a alternativa correta.
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A palavra "crânio" apresenta separação silábica em crâ-nio.
PORQUE
II. O encontro vocálico formado por "io" é classificado como ditongo decrescente, razão pela qual as duas vogais permanecem na mesma sílaba.
Assinale a alternativa correta.
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Questão presente nas seguintes provas
Por que o T. rex tinha braços ridiculamente
pequenos
Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo
pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros
bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos
em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo
variado de dinossauros bípedes, em sua maioria
carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam
membros anteriores extremamente pequenos, conforme
aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando
no University College London. O T. rex, por exemplo,
atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas
seus braços mediam apenas um metro, extensão que,
contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou
no levantamento do solo.
A pesquisa desenvolvida pela Universidade de
Cambridge e pelo University College London indica que
esses animais podem ter perdido os braços longos por
eles não serem mais úteis na captura de presas,
favorecendo o desenvolvimento de cabeças e
mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta
e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram
que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco
grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos.
A equipe também desenvolveu um método para
mensurar a potência do crânio a partir de suas
dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a
coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram
examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho
corporal, bem como o comprimento dos membros
anteriores em comparação ao crânio e ao corpo,
buscando-se padrões e tendências.
Os resultados demonstraram que o encurtamento dos
braços estava mais associado ao surgimento de crânios
volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do
tamanho corporal geral, o que indica que os membros
menores não eram mero reflexo de corpos grandes.
Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de
Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça
poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão
avantajado. Scherer destacou que tais adaptações
ocorreram com frequência em regiões com presas
gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias
de caça.
Partes da alimentação desses terópodes consistiam em
herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os
pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho
desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do
crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso
das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em
uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um
saurópode de trinta metros com as garras não era viável,
sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa
forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso,
perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo.
Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros
ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam
crânios diferenciados, mais alongados e delicados.
Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre
uma correlação, e não uma prova definitiva de
causalidade, ele considera provável que o fortalecimento
craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços,
pois não faria sentido evolutivo abandonar um
mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia.
O estudo revelou ainda que a redução dos membros
ocorreu de formas variadas entre os grupos de
terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente
as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de
maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos
paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que
a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes
reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que
a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a
robustez craniana em outros animais, como as aves
modernas, que também pertencem ao grupo dos
terópodes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado.
Com base no trecho, analise se as afirmativas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V) em relação à concordância verbal.
( ) O verbo "demonstraram" concorda com o sujeito "Os resultados", permanecendo corretamente flexionado no plural.
( ) A forma verbal "estava" flexiona-se também no plural para concordar com os substantivos "dos braços", chamada de concordância estilística.
( ) O verbo "indica" permanece no singular porque concorda com a expressão "o que", a qual retoma a ideia expressa anteriormente.
( ) A forma verbal "eram" concorda corretamente com o sujeito "os membros menores", mantendo-se no plural.
( ) A flexão do verbo "associado" decorre da proximidade com o substantivo "encurtamento", núcleo mais próximo da oração.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
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- Sintaxe
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Por que o T. rex tinha braços ridiculamente
pequenos
Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo
pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros
bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos
em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo
variado de dinossauros bípedes, em sua maioria
carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam
membros anteriores extremamente pequenos, conforme
aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando
no University College London. O T. rex, por exemplo,
atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas
seus braços mediam apenas um metro, extensão que,
contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou
no levantamento do solo.
A pesquisa desenvolvida pela Universidade de
Cambridge e pelo University College London indica que
esses animais podem ter perdido os braços longos por
eles não serem mais úteis na captura de presas,
favorecendo o desenvolvimento de cabeças e
mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta
e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram
que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco
grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos.
A equipe também desenvolveu um método para
mensurar a potência do crânio a partir de suas
dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a
coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram
examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho
corporal, bem como o comprimento dos membros
anteriores em comparação ao crânio e ao corpo,
buscando-se padrões e tendências.
Os resultados demonstraram que o encurtamento dos
braços estava mais associado ao surgimento de crânios
volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do
tamanho corporal geral, o que indica que os membros
menores não eram mero reflexo de corpos grandes.
Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de
Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça
poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão
avantajado. Scherer destacou que tais adaptações
ocorreram com frequência em regiões com presas
gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias
de caça.
Partes da alimentação desses terópodes consistiam em
herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os
pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho
desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do
crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso
das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em
uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um
saurópode de trinta metros com as garras não era viável,
sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa
forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso,
perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo.
Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros
ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam
crânios diferenciados, mais alongados e delicados.
Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre
uma correlação, e não uma prova definitiva de
causalidade, ele considera provável que o fortalecimento
craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços,
pois não faria sentido evolutivo abandonar um
mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia.
O estudo revelou ainda que a redução dos membros
ocorreu de formas variadas entre os grupos de
terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente
as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de
maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos
paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que
a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes
reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que
a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a
robustez craniana em outros animais, como as aves
modernas, que também pertencem ao grupo dos
terópodes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado.
Relacione os verbos da Coluna I às respectivas classificações da Coluna II.
Coluna I
1."reconheça" 2."demonstre" 3."considera" 4."tenha antecedido" 5."faria" 6."abandonar"
Coluna II
( ) Presente do indicativo. ( ) Infinitivo impessoal. ( ) Futuro do pretérito do indicativo. ( ) Pretérito perfeito composto do subjuntivo. ( ) Presente do subjuntivo na oração iniciada por "Embora". ( ) Presente do subjuntivo na oração introduzida por "que".
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaAgrupamento FonológicoSílabas
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
Por que o T. rex tinha braços ridiculamente
pequenos
Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo
pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros
bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos
em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo
variado de dinossauros bípedes, em sua maioria
carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam
membros anteriores extremamente pequenos, conforme
aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando
no University College London. O T. rex, por exemplo,
atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas
seus braços mediam apenas um metro, extensão que,
contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou
no levantamento do solo.
A pesquisa desenvolvida pela Universidade de
Cambridge e pelo University College London indica que
esses animais podem ter perdido os braços longos por
eles não serem mais úteis na captura de presas,
favorecendo o desenvolvimento de cabeças e
mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta
e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram
que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco
grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos.
A equipe também desenvolveu um método para
mensurar a potência do crânio a partir de suas
dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a
coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram
examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho
corporal, bem como o comprimento dos membros
anteriores em comparação ao crânio e ao corpo,
buscando-se padrões e tendências.
Os resultados demonstraram que o encurtamento dos
braços estava mais associado ao surgimento de crânios
volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do
tamanho corporal geral, o que indica que os membros
menores não eram mero reflexo de corpos grandes.
Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de
Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça
poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão
avantajado. Scherer destacou que tais adaptações
ocorreram com frequência em regiões com presas
gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias
de caça.
Partes da alimentação desses terópodes consistiam em
herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os
pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho
desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do
crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso
das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em
uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um
saurópode de trinta metros com as garras não era viável,
sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa
forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso,
perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo.
Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros
ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam
crânios diferenciados, mais alongados e delicados.
Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre
uma correlação, e não uma prova definitiva de
causalidade, ele considera provável que o fortalecimento
craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços,
pois não faria sentido evolutivo abandonar um
mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia.
O estudo revelou ainda que a redução dos membros
ocorreu de formas variadas entre os grupos de
terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente
as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de
maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos
paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que
a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes
reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que
a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a
robustez craniana em outros animais, como as aves
modernas, que também pertencem ao grupo dos
terópodes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado.
Com base no trecho, analise as assertivas a seguir em relação à acentuação gráfica.
I. A palavra "também" recebe acento gráfico por ser uma oxítona terminada em "em".
II. A palavra "potência" recebe acento gráfico por ser uma paroxítona terminada em ditongo crescente.
III. A palavra "crânio" recebe acento gráfico por ser uma proparoxítona e todas são acentuadas.
IV. A palavra "dimensões" recebe acento gráfico por ser uma oxítona terminada em "e" seguida de "s".
V. A palavra "óssea" recebe acento gráfico por ser uma paroxítona terminada em ditongo crescente.
Assinale a alternativa correta.
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Por que o T. rex tinha braços ridiculamente
pequenos
Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo
pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros
bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos
em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo
variado de dinossauros bípedes, em sua maioria
carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam
membros anteriores extremamente pequenos, conforme
aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando
no University College London. O T. rex, por exemplo,
atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas
seus braços mediam apenas um metro, extensão que,
contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou
no levantamento do solo.
A pesquisa desenvolvida pela Universidade de
Cambridge e pelo University College London indica que
esses animais podem ter perdido os braços longos por
eles não serem mais úteis na captura de presas,
favorecendo o desenvolvimento de cabeças e
mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta
e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram
que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco
grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos.
A equipe também desenvolveu um método para
mensurar a potência do crânio a partir de suas
dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a
coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram
examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho
corporal, bem como o comprimento dos membros
anteriores em comparação ao crânio e ao corpo,
buscando-se padrões e tendências.
Os resultados demonstraram que o encurtamento dos
braços estava mais associado ao surgimento de crânios
volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do
tamanho corporal geral, o que indica que os membros
menores não eram mero reflexo de corpos grandes.
Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de
Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça
poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão
avantajado. Scherer destacou que tais adaptações
ocorreram com frequência em regiões com presas
gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias
de caça.
Partes da alimentação desses terópodes consistiam em
herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os
pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho
desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do
crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso
das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em
uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um
saurópode de trinta metros com as garras não era viável,
sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa
forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso,
perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo.
Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros
ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam
crânios diferenciados, mais alongados e delicados.
Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre
uma correlação, e não uma prova definitiva de
causalidade, ele considera provável que o fortalecimento
craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços,
pois não faria sentido evolutivo abandonar um
mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia.
O estudo revelou ainda que a redução dos membros
ocorreu de formas variadas entre os grupos de
terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente
as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de
maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos
paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que
a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes
reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que
a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a
robustez craniana em outros animais, como as aves
modernas, que também pertencem ao grupo dos
terópodes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado.
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
Por que o T. rex tinha braços ridiculamente
pequenos
Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo
pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros
bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos
em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo
variado de dinossauros bípedes, em sua maioria
carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam
membros anteriores extremamente pequenos, conforme
aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando
no University College London. O T. rex, por exemplo,
atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas
seus braços mediam apenas um metro, extensão que,
contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou
no levantamento do solo.
A pesquisa desenvolvida pela Universidade de
Cambridge e pelo University College London indica que
esses animais podem ter perdido os braços longos por
eles não serem mais úteis na captura de presas,
favorecendo o desenvolvimento de cabeças e
mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta
e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram
que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco
grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos.
A equipe também desenvolveu um método para
mensurar a potência do crânio a partir de suas
dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a
coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram
examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho
corporal, bem como o comprimento dos membros
anteriores em comparação ao crânio e ao corpo,
buscando-se padrões e tendências.
Os resultados demonstraram que o encurtamento dos
braços estava mais associado ao surgimento de crânios
volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do
tamanho corporal geral, o que indica que os membros
menores não eram mero reflexo de corpos grandes.
Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de
Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça
poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão
avantajado. Scherer destacou que tais adaptações
ocorreram com frequência em regiões com presas
gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias
de caça.
Partes da alimentação desses terópodes consistiam em
herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os
pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho
desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do
crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso
das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em
uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um
saurópode de trinta metros com as garras não era viável,
sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa
forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso,
perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo.
Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros
ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam
crânios diferenciados, mais alongados e delicados.
Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre
uma correlação, e não uma prova definitiva de
causalidade, ele considera provável que o fortalecimento
craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços,
pois não faria sentido evolutivo abandonar um
mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia.
O estudo revelou ainda que a redução dos membros
ocorreu de formas variadas entre os grupos de
terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente
as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de
maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos
paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que
a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes
reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que
a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a
robustez craniana em outros animais, como as aves
modernas, que também pertencem ao grupo dos
terópodes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado.
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- MorfologiaPronomesPronomes Demonstrativos
Por que o T. rex tinha braços ridiculamente
pequenos
Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo
pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros
bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos
em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo
variado de dinossauros bípedes, em sua maioria
carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam
membros anteriores extremamente pequenos, conforme
aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando
no University College London. O T. rex, por exemplo,
atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas
seus braços mediam apenas um metro, extensão que,
contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou
no levantamento do solo.
A pesquisa desenvolvida pela Universidade de
Cambridge e pelo University College London indica que
esses animais podem ter perdido os braços longos por
eles não serem mais úteis na captura de presas,
favorecendo o desenvolvimento de cabeças e
mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta
e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram
que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco
grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos.
A equipe também desenvolveu um método para
mensurar a potência do crânio a partir de suas
dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a
coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram
examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho
corporal, bem como o comprimento dos membros
anteriores em comparação ao crânio e ao corpo,
buscando-se padrões e tendências.
Os resultados demonstraram que o encurtamento dos
braços estava mais associado ao surgimento de crânios
volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do
tamanho corporal geral, o que indica que os membros
menores não eram mero reflexo de corpos grandes.
Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de
Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça
poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão
avantajado. Scherer destacou que tais adaptações
ocorreram com frequência em regiões com presas
gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias
de caça.
Partes da alimentação desses terópodes consistiam em
herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os
pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho
desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do
crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso
das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em
uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um
saurópode de trinta metros com as garras não era viável,
sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa
forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso,
perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo.
Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros
ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam
crânios diferenciados, mais alongados e delicados.
Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre
uma correlação, e não uma prova definitiva de
causalidade, ele considera provável que o fortalecimento
craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços,
pois não faria sentido evolutivo abandonar um
mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia.
O estudo revelou ainda que a redução dos membros
ocorreu de formas variadas entre os grupos de
terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente
as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de
maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos
paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que
a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes
reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que
a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a
robustez craniana em outros animais, como as aves
modernas, que também pertencem ao grupo dos
terópodes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado.
O termo destacado classifica-se como pronome relativo porque __________.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas:
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Questão presente nas seguintes provas
Por que o T. rex tinha braços ridiculamente
pequenos
Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo
pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros
bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos
em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo
variado de dinossauros bípedes, em sua maioria
carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam
membros anteriores extremamente pequenos, conforme
aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando
no University College London. O T. rex, por exemplo,
atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas
seus braços mediam apenas um metro, extensão que,
contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou
no levantamento do solo.
A pesquisa desenvolvida pela Universidade de
Cambridge e pelo University College London indica que
esses animais podem ter perdido os braços longos por
eles não serem mais úteis na captura de presas,
favorecendo o desenvolvimento de cabeças e
mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta
e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram
que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco
grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos.
A equipe também desenvolveu um método para
mensurar a potência do crânio a partir de suas
dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a
coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram
examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho
corporal, bem como o comprimento dos membros
anteriores em comparação ao crânio e ao corpo,
buscando-se padrões e tendências.
Os resultados demonstraram que o encurtamento dos
braços estava mais associado ao surgimento de crânios
volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do
tamanho corporal geral, o que indica que os membros
menores não eram mero reflexo de corpos grandes.
Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de
Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça
poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão
avantajado. Scherer destacou que tais adaptações
ocorreram com frequência em regiões com presas
gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias
de caça.
Partes da alimentação desses terópodes consistiam em
herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os
pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho
desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do
crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso
das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em
uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um
saurópode de trinta metros com as garras não era viável,
sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa
forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso,
perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo.
Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros
ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam
crânios diferenciados, mais alongados e delicados.
Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre
uma correlação, e não uma prova definitiva de
causalidade, ele considera provável que o fortalecimento
craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços,
pois não faria sentido evolutivo abandonar um
mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia.
O estudo revelou ainda que a redução dos membros
ocorreu de formas variadas entre os grupos de
terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente
as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de
maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos
paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que
a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes
reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que
a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a
robustez craniana em outros animais, como as aves
modernas, que também pertencem ao grupo dos
terópodes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado.
Com base no trecho, assinale a alternativa CORRETA em relação à concordância nominal.
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Por que o T. rex tinha braços ridiculamente
pequenos
Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo
pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros
bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos
em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo
variado de dinossauros bípedes, em sua maioria
carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam
membros anteriores extremamente pequenos, conforme
aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando
no University College London. O T. rex, por exemplo,
atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas
seus braços mediam apenas um metro, extensão que,
contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou
no levantamento do solo.
A pesquisa desenvolvida pela Universidade de
Cambridge e pelo University College London indica que
esses animais podem ter perdido os braços longos por
eles não serem mais úteis na captura de presas,
favorecendo o desenvolvimento de cabeças e
mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta
e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram
que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco
grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos.
A equipe também desenvolveu um método para
mensurar a potência do crânio a partir de suas
dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a
coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram
examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho
corporal, bem como o comprimento dos membros
anteriores em comparação ao crânio e ao corpo,
buscando-se padrões e tendências.
Os resultados demonstraram que o encurtamento dos
braços estava mais associado ao surgimento de crânios
volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do
tamanho corporal geral, o que indica que os membros
menores não eram mero reflexo de corpos grandes.
Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de
Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça
poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão
avantajado. Scherer destacou que tais adaptações
ocorreram com frequência em regiões com presas
gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias
de caça.
Partes da alimentação desses terópodes consistiam em
herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os
pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho
desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do
crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso
das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em
uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um
saurópode de trinta metros com as garras não era viável,
sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa
forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso,
perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo.
Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros
ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam
crânios diferenciados, mais alongados e delicados.
Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre
uma correlação, e não uma prova definitiva de
causalidade, ele considera provável que o fortalecimento
craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços,
pois não faria sentido evolutivo abandonar um
mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia.
O estudo revelou ainda que a redução dos membros
ocorreu de formas variadas entre os grupos de
terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente
as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de
maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos
paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que
a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes
reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que
a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a
robustez craniana em outros animais, como as aves
modernas, que também pertencem ao grupo dos
terópodes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado.
Com base no trecho, assinale a alternativa CORRETA em relação ao sinônimo do termo destacado.
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