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No período: Há muitas crianças, no parque. Classifica-se sintaticamente o sujeito, verbo e complemento em:
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Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a análise morfológica das palavras no período: As rosas estão lindas.
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Leia o texto, abaixo, e assinale a alternativa que apresenta a interpretação correta.
Sonhar
Sonhar... Algo tão simples e tão complexo. Quando criança o sonho consiste em ter um brinquedo “do momento”, na adolescência o sonho é ser aceito em vários grupos e na fase adulta são inúmeros os sonhos, alguns sonham em encontrar o amor para a vida toda, casar, ter filhos e, quando aposentados, viajar. Outros sonham em ter um “belo emprego”, conhecer o mundo, ir em muitas festas, ter alguém para que se sintam completos. Há aquelas pessoas que juntam os dois sonhos descritos anteriormente e ainda existe aquele sonhador que não foi citado aqui. Um cientista é um sonhador, busca por novidades/descobertas que farão um bem para a humanidade; o dançarino sonha com seu novo número e cada vez quer chegar mais próximo a perfeição; o médico, ainda em estudo, sonha em cuidar e salvar vidas...
Cada um tem o sonho que pode sonhar!
Cada um tem o sonho que pode realizar!
E se não puder realizar o tal sonho que mude o sonho, planeje tudo novamente, com novos rumos, novas forças, seja uma nova pessoa. O importante não é o sonho em si, o importante é não parar de sonhar, tente de novo e de novo e de novo; planeje quantas vezes forem necessárias e, um dia, concretizar-se-á!
No trecho: “Um cientista é um sonhador...” pode-se classificar, sintaticamente, os termos em:
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Leia o texto, abaixo, e assinale a alternativa que apresenta a interpretação correta.
Sonhar
Sonhar... Algo tão simples e tão complexo. Quando criança o sonho consiste em ter um brinquedo “do momento”, na adolescência o sonho é ser aceito em vários grupos e na fase adulta são inúmeros os sonhos, alguns sonham em encontrar o amor para a vida toda, casar, ter filhos e, quando aposentados, viajar. Outros sonham em ter um “belo emprego”, conhecer o mundo, ir em muitas festas, ter alguém para que se sintam completos. Há aquelas pessoas que juntam os dois sonhos descritos anteriormente e ainda existe aquele sonhador que não foi citado aqui. Um cientista é um sonhador, busca por novidades/descobertas que farão um bem para a humanidade; o dançarino sonha com seu novo número e cada vez quer chegar mais próximo a perfeição; o médico, ainda em estudo, sonha em cuidar e salvar vidas...
Cada um tem o sonho que pode sonhar!
Cada um tem o sonho que pode realizar!
E se não puder realizar o tal sonho que mude o sonho, planeje tudo novamente, com novos rumos, novas forças, seja uma nova pessoa. O importante não é o sonho em si, o importante é não parar de sonhar, tente de novo e de novo e de novo; planeje quantas vezes forem necessárias e, um dia, concretizar-se-á!
A transitividade verbal no trecho “Há aquelas pessoas...” é classificada em:
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Leia o texto, abaixo, e assinale a alternativa que apresenta a interpretação correta.
Sonhar
Sonhar... Algo tão simples e tão complexo. Quando criança o sonho consiste em ter um brinquedo “do momento”, na adolescência o sonho é ser aceito em vários grupos e na fase adulta são inúmeros os sonhos, alguns sonham em encontrar o amor para a vida toda, casar, ter filhos e, quando aposentados, viajar. Outros sonham em ter um “belo emprego”, conhecer o mundo, ir em muitas festas, ter alguém para que se sintam completos. Há aquelas pessoas que juntam os dois sonhos descritos anteriormente e ainda existe aquele sonhador que não foi citado aqui. Um cientista é um sonhador, busca por novidades/descobertas que farão um bem para a humanidade; o dançarino sonha com seu novo número e cada vez quer chegar mais próximo a perfeição; o médico, ainda em estudo, sonha em cuidar e salvar vidas...
Cada um tem o sonho que pode sonhar!
Cada um tem o sonho que pode realizar!
E se não puder realizar o tal sonho que mude o sonho, planeje tudo novamente, com novos rumos, novas forças, seja uma nova pessoa. O importante não é o sonho em si, o importante é não parar de sonhar, tente de novo e de novo e de novo; planeje quantas vezes forem necessárias e, um dia, concretizar-se-á!
Assinale a alternativa que responde, corretamente, a classificação da colocação pronominal, no trecho, em destaque: “planeje quantas vezes forem necessárias e, um dia, concretizar-se-á!”
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Leia o texto, abaixo, e assinale a alternativa que apresenta a interpretação correta.
Sonhar
Sonhar... Algo tão simples e tão complexo. Quando criança o sonho consiste em ter um brinquedo “do momento”, na adolescência o sonho é ser aceito em vários grupos e na fase adulta são inúmeros os sonhos, alguns sonham em encontrar o amor para a vida toda, casar, ter filhos e, quando aposentados, viajar. Outros sonham em ter um “belo emprego”, conhecer o mundo, ir em muitas festas, ter alguém para que se sintam completos. Há aquelas pessoas que juntam os dois sonhos descritos anteriormente e ainda existe aquele sonhador que não foi citado aqui. Um cientista é um sonhador, busca por novidades/descobertas que farão um bem para a humanidade; o dançarino sonha com seu novo número e cada vez quer chegar mais próximo a perfeição; o médico, ainda em estudo, sonha em cuidar e salvar vidas...
Cada um tem o sonho que pode sonhar!
Cada um tem o sonho que pode realizar!
E se não puder realizar o tal sonho que mude o sonho, planeje tudo novamente, com novos rumos, novas forças, seja uma nova pessoa. O importante não é o sonho em si, o importante é não parar de sonhar, tente de novo e de novo e de novo; planeje quantas vezes forem necessárias e, um dia, concretizar-se-á!
No trecho: “planeje tudo novamente” a autora está se referindo:
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Leia o texto, abaixo, e assinale a alternativa que apresenta a interpretação correta.
Sonhar
Sonhar... Algo tão simples e tão complexo. Quando criança o sonho consiste em ter um brinquedo “do momento”, na adolescência o sonho é ser aceito em vários grupos e na fase adulta são inúmeros os sonhos, alguns sonham em encontrar o amor para a vida toda, casar, ter filhos e, quando aposentados, viajar. Outros sonham em ter um “belo emprego”, conhecer o mundo, ir em muitas festas, ter alguém para que se sintam completos. Há aquelas pessoas que juntam os dois sonhos descritos anteriormente e ainda existe aquele sonhador que não foi citado aqui. Um cientista é um sonhador, busca por novidades/descobertas que farão um bem para a humanidade; o dançarino sonha com seu novo número e cada vez quer chegar mais próximo a perfeição; o médico, ainda em estudo, sonha em cuidar e salvar vidas...
Cada um tem o sonho que pode sonhar!
Cada um tem o sonho que pode realizar!
E se não puder realizar o tal sonho que mude o sonho, planeje tudo novamente, com novos rumos, novas forças, seja uma nova pessoa. O importante não é o sonho em si, o importante é não parar de sonhar, tente de novo e de novo e de novo; planeje quantas vezes forem necessárias e, um dia, concretizar-se-á!
No trecho: “Algo tão simples e tão complexo.” A autora quis dizer:
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O amigo da onça
A Onça estava quietinha no seu canto quando lhe apareceu o compadre Lobo, que logo foi lhe dizendo:
— Comadre Onça, com o perdão da palavra, você não é o bicho mais valente e destemido que existe neste mundo, nem o Leão, com toda a sua prosa dos reis dos animais.
— Como assim? Berrou a Onça enfurecida. Quem é esse bicho mais valente e poderoso que eu?
O Lobo amaciando a voz respondeu:
— Ó comadre, me perdoe. Já estou arrependido de dizer tal coisa... Mas minha intenção era apenas preveni-la de um bicho terrível que apareceu nesta paragem.
— Bem... Você não deixa de ter alguma razão, retrucou a Onça, mais sossegada. Mas quero saber o nome desse bicho. Como se chama?
— Esse bicho, comadre, chama-se homem, conforme me disse o papagaio. Em toda a minha vida, nunca vi um bicho mais valente. Ele sim e mais ninguém é o rei dos animais. Basta dizer que, de longe, o vi matar, com dois espirros, nada menos do que um jacaré dos grandes. Ih! Comadre, com o estrondo dos espirros parecia que tudo ia pelos ares. Deus me livre!
— Oh! Compadre, não me diga!
— É como lhe conto. E o que mais me deixa admirado é o bicho-homem ser tão baixinho que parece ser fraco; além disso, é mal servido de unhas e dentes.
— Pois bem, compadre, fiquei curiosa. Quero que me leve, sem demora, ao lugar onde se encontra tal animal.
— Ah, comadre, peça-me tudo menos isso. Você nem imagina os estragos que ele fez com seus malditos espirros. Não me atreveria a tal aventura.
— Pois queira ou não queira, vai me mostrar o bicho, ou então não sairá daqui com vida.
— Está certo, disse o Lobo amedrontado. Iremos. Mas temos de tomar todo o cuidado possível. Eu — com sua licença — posso correr mais que a senhora. Assim, levaremos um cipó, daqueles que não arrebentam nunca.
Amarro uma das pontas no pescoço da comadre e a outra em minha cintura. Em caso de perigo, se for preciso fugir, a comadre e eu corremos...
— Fugir! Veja lá o que diz! Você já viu, seu “cagão”, alguma vez onça fugir?
— Não me expliquei bem. Eu é que fugirei. A comadre será apenas arrastada por mim. Isso não é fugir. Está certo?
— Está bem. Faremos como quer.
Partiram. A Onça com o cipó atado no pescoço, e o Lobo muito respeitoso e tímido, a puxá-la.
Quando chegaram ao destino, o bicho-homem, surpreendido, ao avistá-los, tirou da cinta a garrucha e lascou fogo, isto é, espirrou, uma, duas vezes, foi um estrondo dos diabos.
O Lobo, então, mais que depressa, disparou numa corrida desabalada, empenhando um enorme esforço para arrastar a Onça pelo cipó que tinha atado no pescoço dela.
De repente, já muito distante, sentiu que a Onça estava mais pesada. Então parou, e contemplou a companheira estendida no chão, com os dentes arreganhados, sem o mais leve movimento.
O Lobo, sem perceber que a Onça tinha morrido enforcada no laço do cipó, mas pensando que apenas estivesse cansada, disselhe tremendo que nem vara verde:
— Eh, comadre! Não ri, não, que o negócio é sério.
GOMES, Lindolfo. Disponível em: https://recantodasletras.com.br/contos
Há uma alternativa correta quanto à regência verbal em:
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O amigo da onça
A Onça estava quietinha no seu canto quando lhe apareceu o compadre Lobo, que logo foi lhe dizendo:
— Comadre Onça, com o perdão da palavra, você não é o bicho mais valente e destemido que existe neste mundo, nem o Leão, com toda a sua prosa dos reis dos animais.
— Como assim? Berrou a Onça enfurecida. Quem é esse bicho mais valente e poderoso que eu?
O Lobo amaciando a voz respondeu:
— Ó comadre, me perdoe. Já estou arrependido de dizer tal coisa... Mas minha intenção era apenas preveni-la de um bicho terrível que apareceu nesta paragem.
— Bem... Você não deixa de ter alguma razão, retrucou a Onça, mais sossegada. Mas quero saber o nome desse bicho. Como se chama?
— Esse bicho, comadre, chama-se homem, conforme me disse o papagaio. Em toda a minha vida, nunca vi um bicho mais valente. Ele sim e mais ninguém é o rei dos animais. Basta dizer que, de longe, o vi matar, com dois espirros, nada menos do que um jacaré dos grandes. Ih! Comadre, com o estrondo dos espirros parecia que tudo ia pelos ares. Deus me livre!
— Oh! Compadre, não me diga!
— É como lhe conto. E o que mais me deixa admirado é o bicho-homem ser tão baixinho que parece ser fraco; além disso, é mal servido de unhas e dentes.
— Pois bem, compadre, fiquei curiosa. Quero que me leve, sem demora, ao lugar onde se encontra tal animal.
— Ah, comadre, peça-me tudo menos isso. Você nem imagina os estragos que ele fez com seus malditos espirros. Não me atreveria a tal aventura.
— Pois queira ou não queira, vai me mostrar o bicho, ou então não sairá daqui com vida.
— Está certo, disse o Lobo amedrontado. Iremos. Mas temos de tomar todo o cuidado possível. Eu — com sua licença — posso correr mais que a senhora. Assim, levaremos um cipó, daqueles que não arrebentam nunca.
Amarro uma das pontas no pescoço da comadre e a outra em minha cintura. Em caso de perigo, se for preciso fugir, a comadre e eu corremos...
— Fugir! Veja lá o que diz! Você já viu, seu “cagão”, alguma vez onça fugir?
— Não me expliquei bem. Eu é que fugirei. A comadre será apenas arrastada por mim. Isso não é fugir. Está certo?
— Está bem. Faremos como quer.
Partiram. A Onça com o cipó atado no pescoço, e o Lobo muito respeitoso e tímido, a puxá-la.
Quando chegaram ao destino, o bicho-homem, surpreendido, ao avistá-los, tirou da cinta a garrucha e lascou fogo, isto é, espirrou, uma, duas vezes, foi um estrondo dos diabos.
O Lobo, então, mais que depressa, disparou numa corrida desabalada, empenhando um enorme esforço para arrastar a Onça pelo cipó que tinha atado no pescoço dela.
De repente, já muito distante, sentiu que a Onça estava mais pesada. Então parou, e contemplou a companheira estendida no chão, com os dentes arreganhados, sem o mais leve movimento.
O Lobo, sem perceber que a Onça tinha morrido enforcada no laço do cipó, mas pensando que apenas estivesse cansada, disselhe tremendo que nem vara verde:
— Eh, comadre! Não ri, não, que o negócio é sério.
GOMES, Lindolfo. Disponível em: https://recantodasletras.com.br/contos
Tendo em vista os aspectos de concordância verbal, assinale a alternativa correta:
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O amigo da onça
A Onça estava quietinha no seu canto quando lhe apareceu o compadre Lobo, que logo foi lhe dizendo:
— Comadre Onça, com o perdão da palavra, você não é o bicho mais valente e destemido que existe neste mundo, nem o Leão, com toda a sua prosa dos reis dos animais.
— Como assim? Berrou a Onça enfurecida. Quem é esse bicho mais valente e poderoso que eu?
O Lobo amaciando a voz respondeu:
— Ó comadre, me perdoe. Já estou arrependido de dizer tal coisa... Mas minha intenção era apenas preveni-la de um bicho terrível que apareceu nesta paragem.
— Bem... Você não deixa de ter alguma razão, retrucou a Onça, mais sossegada. Mas quero saber o nome desse bicho. Como se chama?
— Esse bicho, comadre, chama-se homem, conforme me disse o papagaio. Em toda a minha vida, nunca vi um bicho mais valente. Ele sim e mais ninguém é o rei dos animais. Basta dizer que, de longe, o vi matar, com dois espirros, nada menos do que um jacaré dos grandes. Ih! Comadre, com o estrondo dos espirros parecia que tudo ia pelos ares. Deus me livre!
— Oh! Compadre, não me diga!
— É como lhe conto. E o que mais me deixa admirado é o bicho-homem ser tão baixinho que parece ser fraco; além disso, é mal servido de unhas e dentes.
— Pois bem, compadre, fiquei curiosa. Quero que me leve, sem demora, ao lugar onde se encontra tal animal.
— Ah, comadre, peça-me tudo menos isso. Você nem imagina os estragos que ele fez com seus malditos espirros. Não me atreveria a tal aventura.
— Pois queira ou não queira, vai me mostrar o bicho, ou então não sairá daqui com vida.
— Está certo, disse o Lobo amedrontado. Iremos. Mas temos de tomar todo o cuidado possível. Eu — com sua licença — posso correr mais que a senhora. Assim, levaremos um cipó, daqueles que não arrebentam nunca.
Amarro uma das pontas no pescoço da comadre e a outra em minha cintura. Em caso de perigo, se for preciso fugir, a comadre e eu corremos...
— Fugir! Veja lá o que diz! Você já viu, seu “cagão”, alguma vez onça fugir?
— Não me expliquei bem. Eu é que fugirei. A comadre será apenas arrastada por mim. Isso não é fugir. Está certo?
— Está bem. Faremos como quer.
Partiram. A Onça com o cipó atado no pescoço, e o Lobo muito respeitoso e tímido, a puxá-la.
Quando chegaram ao destino, o bicho-homem, surpreendido, ao avistá-los, tirou da cinta a garrucha e lascou fogo, isto é, espirrou, uma, duas vezes, foi um estrondo dos diabos.
O Lobo, então, mais que depressa, disparou numa corrida desabalada, empenhando um enorme esforço para arrastar a Onça pelo cipó que tinha atado no pescoço dela.
De repente, já muito distante, sentiu que a Onça estava mais pesada. Então parou, e contemplou a companheira estendida no chão, com os dentes arreganhados, sem o mais leve movimento.
O Lobo, sem perceber que a Onça tinha morrido enforcada no laço do cipó, mas pensando que apenas estivesse cansada, disselhe tremendo que nem vara verde:
— Eh, comadre! Não ri, não, que o negócio é sério.
GOMES, Lindolfo. Disponível em: https://recantodasletras.com.br/contos
O acento grave indicativo de crase foi empregado, corretamente, em:
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