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2897586 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP

GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)

A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.

Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.

(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).

Logo no início do texto, o autor utiliza a palavra “convencionais”. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para tal palavra:

 

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2897585 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP

GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)

A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.

Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.

(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).

Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma conjunção adversativa:

 

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2897584 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP

GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)

A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.

Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.

(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).

Ainda de acordo com o autor do texto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – Appolinaire passou a velhice na França.

II – Appolinaire tornou-se um nobre suíço-italiano.

III – Appolinaire escreveu apenas textos sacros.

 

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2897583 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP

GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)

A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.

Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.

(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).

Ainda com relação aos advérbios, assinale a alternativa que NÃO apresenta um advérbio de afirmação:

 

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2897582 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
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GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)

A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.

Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.

(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).

Com relação aos advérbios, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – jamais/advérbio de intensidade.

II – adiante/advérbio de lugar.

III – depressa/advérbio de modo.

 

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2897581 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
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GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)

A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.

Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.

(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).

Ainda com relação à crase, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – Ficamos na festa até às 8 horas.

II – A partida está agendada para às 19 horas.

III – Às seis horas inicia minha formatura.

 

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2897580 Ano: 2022
Disciplina: Português
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GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)

A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.

Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.

(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).

Com relação ao correto uso da crase, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – Fomos à Tailândia.

II – Fui à Maceió.

III – Foram à Fortaleza.

 

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2897579 Ano: 2022
Disciplina: Português
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GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)

A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.

Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.

(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).

Com relação aos substantivos coletivos, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – amigos/galera.

II – médicos/junta.

III – heróis/falange.

 

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2897578 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
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GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)

A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.

Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.

(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).

Assinale a alternativa que apresenta um antônimo para a palavra “subversivo”, utilizado pelo autor no texto:

 

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GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)

A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.

Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.

(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).

A palavra “ambas”, utilizada pelo autor no início do texto, possui a seguinte classificação gramatical:

 

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