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Foram encontradas 50 questões.

2309889 Ano: 2021
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

O texto a seguir serve de fundamentação para a questão.

Quando o terapeuta ocupacional observa que o paciente apresenta limitação em algumas funções corporais, ele pode planejar sua intervenção ao cliente fazendo uso de abordagens que modifiquem a tarefa para compensar as limitações. Tais abordagens podem alterar a forma de realização da tarefa, os objetos utilizados na tarefa, ou o ambiente onde a tarefa é realizada.

O terapeuta ocupacional altera a forma como um paciente realiza a atividade instrumental de vida diária (AIVD) de preparação de refeições quando:

 

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2309888 Ano: 2021
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

O texto a seguir serve de fundamentação para a questão.

Quando o terapeuta ocupacional observa que o paciente apresenta limitação em algumas funções corporais, ele pode planejar sua intervenção ao cliente fazendo uso de abordagens que modifiquem a tarefa para compensar as limitações. Tais abordagens podem alterar a forma de realização da tarefa, os objetos utilizados na tarefa, ou o ambiente onde a tarefa é realizada.

o terapeuta ocupacional altera o ambiente onde um paciente paraplégico realiza a atividade de vida diária (AVO) de vestuário quando:

 

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2309887 Ano: 2021
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

O texto a seguir serve de fundamentação para a questão.

Quando o terapeuta ocupacional observa que o paciente apresenta limitação em algumas funções corporais, ele pode planejar sua intervenção ao cliente fazendo uso de abordagens que modifiquem a tarefa para compensar as limitações. Tais abordagens podem alterar a forma de realização da tarefa, os objetos utilizados na tarefa, ou o ambiente onde a tarefa é realizada.

O terapeuta ocupacional altera a forma que um paciente utiliza para realizar a atividade de vida diária (AVO) de banho quando:

 

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2309886 Ano: 2021
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

Poucas escalas de avaliação específicas de Terapia Ocupacional foram elaboradas ou devidamente adaptadas e validadas para o uso no Brasil. Observe os dois grupos de informações a seguir: os identificados por algarismos romanos correspondem a escalas de avaliação criadas no Brasil ou adaptadas e validadas para o uso neste país; já as letras maiúsculas correspondem ás características de cada uma das escalas de avaliação. Após ler as informações contidas nos dois grupos, assinale a alternativa correta que apresenta a associação adequada entre as escalas de avaliação já referidas e suas características próprias:

ESCALAS DE AVALIAÇÃO

I -Classificação de idosos quanto à capacidade para o autocuidado (CICAC).

lI- Entrevista da História do Desempenho Ocupacional (EHDO).

III - Escala de Observação Interativa de Terapia Ocupacional (EOITO).

IV - Avaliação da Coordenação e Destreza Motora (ACOORDEM).

CARACTERÍSTICAS

A- Este instrumento de avaliação mede mudanças em pacientes ao longo das sessões de Terapia Ocupacional. Ê uma escala composta por 16 itens (cuidado pessoal, execução de atividades, demonstração de interesse, comunicação verbal, interação social, referência a fatos irreais, alucinações, orientação, psicomotricidade aumentada, linguagem acelerada, irritabilidade, aceitação de limites, expressão de auto-estima e comportamento inabitual). Apresenta três graduações, indicando uma ordem crescente da gravidade nas manifestações psicopatológicas. A avaliação consiste não apenas na observação, mas na interação entre avaliador e paciente. Pode ser usada em enfermarias, hospitais e ambulatórios de Saúde Mental. Porém, seu uso é limitado por avaliar apenas sintomas psiquiátricos.

B- É um teste que detecta transtorno de coordenação motora em crianças de 4 a 8 anos de idade. Os itens de observação direta (áreas de Coordenação e Destreza Manual e de Coordenação Corporal e Planejamento Motor) têm escore numérico, baseado no tempo e acuidade da resposta; e os questionários de pais e professores (Desempenho Funcional em casa e na escola) são pontuados em escala de quatro pontos, indicando a frequência dos comportamentos observados (nunca/raramente, ocasionalmente, frequentemente e sempre). A avaliação ocorre num contexto de brincadeira, visando facilitar a aceitação pelas crianças. Seu processo de validação e confiabilidade foi estudado em 2009.

C- É uma entrevista semi-estruturada formada por duas partes. A primeira parte consiste na própria entrevista, em que é avaliado o desempenho ocupacional do indivíduo no passado e presente de acordo com os itens a seguir: organização das rotinas cotidianas; papéis de vida; interesses, valores e metas; percepção das habilidades e responsabilidades; e influências ambientais. Já na segunda parte, há um formulário padrão que apresenta os resultados da entrevista (pontuação) e a narrativa de história de vida, feita a partir de questões abertas relacionadas aos cinco itens já citados. A versão validada em português foi feita a partir da versão em inglês (original de 1989) não revisada.

D- Este instrumento de avaliação possui duas versões: simplificada e grupal. A grupal é mais longa e o nome foi dado por ter sido ajustada através da contribuição de 15 terapeutas ocupacionais. A versão simplificada constitui-se de 20 questões e a versão grupal, 22 questões. Estas referem-se aos seguintes itens: Arranjo Doméstico e Familiar e sua Potencial Rede de Suporte; Perfil Social; Universo Ocupacional e Capacidade Funcional. No item Capacidade Funcional, são avaliadas as Atividades de Vida Diária (básicas e instrumentais), Lazer e Trabalho (remunerado e não-remunerado). Sua validade e confiabilidade foram estabelecidas nas duas versões. O instrumento é bem abrangente e admite a complexidade do sujeito a ser avaliado, porém as duas versões exigem um tempo longo para sua aplicação.

 

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2309885 Ano: 2021
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

Este instrumento de avaliação é individualizado, no formato de entrevista semi-estruturada, e foi desenvolvida para medir a autopercepção do cliente no desempenho ocupacional. Pode ser utilizado tanto na avaliação inicial, com o intuito de auxiliar o terapeuta e o cliente a compreenderem a natureza dos problemas de desempenho ocupacional que o paciente apresenta, assim como também na mensuração do resultado do tratamento terapêutico ocupacional para verificar o grau de mudança no desempenho ocupacional em continuas experiências realizadas pelo cliente ao longo do tratamento. Esta avaliação é baseada no documento "Diretrizes de Terapia Ocupacional para a Prática Baseada no Cliente", este datado de 1991, e no modelo descrito num periódico científico de um país do hemisfério norte do mundo nos anos de 1991 e 1997. O nome deste instrumento de avaliação é·

 

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Miss Brasil 2000

A primeira vez que a vi foi em Trate-me Leão, uma peça que sacudia a juventude brasileira dos anos 70 e inaugurou um novo estilo de humor, gerando o TV Pirata e o que veio depois. Esquálida, dentuça, desengonçada. Mas eletrizante. Hilária. Encantadora. Não nascia uma estrela, nascia uma camaleoa.

Regina Casé, junto com a maioria do elenco do grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, acabou trocando o teatro pela televisão, fazendo novelas, seriados e programas humorísticos antológicos. Depois resolveu seguir carreira solo e conduziu um dos programas mais inteligentes e criativos da tevê, o Brasil Legal. Agora chegou a vez de Regina testar-se no papel de entrevistadora: sábado passado estreou Muvuca, um talk-show que é a cara da dona. O programa vai pegar? Vai ter audiência? Vai durar mais do que dois meses? Deixo essas questões para análise dos especialistas. Estou aqui para fazer aquilo que alguns críticos acham imperdoável: elogiar.

Por que gosto tanto da Regina Casé? Provavelmente pelo mesmo motivo que você: Regina é a porta-voz do Brasil que nos orgulha, e não daquele que nos envergonha. Ela é inteligente sem ser pedante, é engraçada sem ser inconveniente, é moderna sem ser datada. Ela unifica o Brasil do norte a sul, circula com naturalidade na arquibancada do Maracanã e no Palácio do Planalto, extingue conceitos como brega e chique, extrai o melhor das pessoas, trata Carlinhos Brown e Fernando Henrique com a mesma sem cerimônia. Tem o dom de transformar celebridades em simples mortais e de alçar desconhecidos ao estrelato. Põe Cid Moreira para jogar peteca e Angélica de touca de banho, ao mesmo tempo que enaltece o talento e a importância de uma empregada doméstica ou de um menino que trabalha como guia turístico no sertão. Regina Casé é o Midas da humanização: tudo o que ele toca vira gente de carne e osso.

Rótulos não a impressionam. Seu entrevistado não é um intelectual, uma socialite ou o rei do pagode, mas alguém que gosta de aspargos, que canta no chuveiro, que cria três filhos. Isso interessa? Taí o show de Truman. E jornalismo? Também Estamos vivendo a era do estereótipo, da robotização, da exaltação da imagem em detrimento do conteúdo. O que Regina Casé faz com as pessoas que dividem a cena com ela é rasgar a embalagem e buscar o que há dentro. Ela mesma é um exemplo disso. Extrai de si própria coração, cérebro, humor, sensibilidade, todas essas coisas que substituem o par de olhos verdes e o corpaço que não tem. É a feia mais bonita que eu conheço.

Vida longa a Regina Case e ao Brasil legal que ela representa, que não é o Brasil dos grampos telefônicos, das fraudes dos desmentidos, das dissimulações. Eu compraria um carro usado mesmo que tivesse placa de Brasília.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Trem Bala, p. 153,154. Ed. Nov/98.

Sobre o período: "Vai durar mais do que dois meses?", é inadequado afirmar que:

 

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Miss Brasil 2000

A primeira vez que a vi foi em Trate-me Leão, uma peça que sacudia a juventude brasileira dos anos 70 e inaugurou um novo estilo de humor, gerando o TV Pirata e o que veio depois. Esquálida, dentuça, desengonçada. Mas eletrizante. Hilária. Encantadora. Não nascia uma estrela, nascia uma camaleoa.

Regina Casé, junto com a maioria do elenco do grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, acabou trocando o teatro pela televisão,
fazendo novelas, seriados e programas humorísticos antológicos. Depois resolveu seguir carreira solo e conduziu um dos programas mais inteligentes e criativos da tevê, o Brasil Legal. Agora chegou a vez de Regina testar-se no papel de entrevistadora: sábado passado estreou Muvuca, um talk-show que é a cara da dona. O programa vai pegar? Vai ter audiência? Vai durar mais do que dois meses? Deixo essas questões para análise dos especialistas. Estou aqui para fazer aquilo que alguns críticos acham imperdoável: elogiar.

Por que gosto tanto da Regina Casé? Provavelmente pelo mesmo motivo que você: Regina é a porta-voz do Brasil que nos orgulha, e não daquele que nos envergonha. Ela é inteligente sem ser pedante, é engraçada sem ser inconveniente, é moderna sem ser datada. Ela unifica o Brasil do norte a sul, circula com naturalidade na arquibancada do Maracanã e no Palácio do Planalto, extingue conceitos como brega e chique, extrai o melhor das pessoas, trata Carlinhos Brown e Fernando Henrique com a mesma sem cerimônia. Tem o dom de transformar celebridades em simples mortais e de alçar desconhecidos ao estrelato. Põe Cid Moreira para jogar peteca e Angélica de touca de banho, ao mesmo tempo que enaltece o talento e a importância de uma empregada doméstica ou de um menino que trabalha como guia turístico no sertão. Regina Casé é o Midas da humanização: tudo o que ele toca vira gente de carne e osso.

Rótulos não a impressionam. Seu entrevistado não é um intelectual, uma socialite ou o rei do pagode, mas alguém que gosta de aspargos, que canta no chuveiro, que cria três filhos. Isso interessa? Taí o show de Truman. E jornalismo? Também Estamos vivendo a era do estereótipo, da robotização, da exaltação da imagem em detrimento do conteúdo. O que Regina Casé faz com as pessoas que dividem a cena com ela é rasgar a embalagem e buscar o que há dentro. Ela mesma é um exemplo disso. Extrai de si própria coração, cérebro, humor, sensibilidade, todas essas coisas que substituem o par de olhos verdes e o corpaço que não tem. É a feia mais bonita que eu conheço.

Vida longa a Regina Case e ao Brasil legal que ela representa, que não é o Brasil dos grampos telefônicos, das fraudes dos desmentidos, das dissimulações. Eu compraria um carro usado mesmo que tivesse placa de Brasília.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Trem Bala, p. 153,154. Ed. Nov/98.

Marque a alternativa que apresenta somente dígrafos consonantais:

 

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A cópia de segurança chamada de backup diferencial é a cópia que usa a seguinte regra para sua realização:

 

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Miss Brasil 2000

A primeira vez que a vi foi em Trate-me Leão, uma peça que sacudia a juventude brasileira dos anos 70 e inaugurou um novo estilo de humor, gerando o TV Pirata e o que veio depois. Esquálida, dentuça, desengonçada. Mas eletrizante. Hilária. Encantadora. Não nascia uma estrela, nascia uma camaleoa.

Regina Casé, junto com a maioria do elenco do grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, acabou trocando o teatro pela televisão,
fazendo novelas, seriados e programas humorísticos antológicos. Depois resolveu seguir carreira solo e conduziu um dos programas mais inteligentes e criativos da tevê, o Brasil Legal. Agora chegou a vez de Regina testar-se no papel de entrevistadora: sábado passado estreou Muvuca, um talk-show que é a cara da dona. O programa vai pegar? Vai ter audiência? Vai durar mais do que dois meses? Deixo essas questões para análise dos especialistas. Estou aqui para fazer aquilo que alguns críticos acham imperdoável: elogiar.

Por que gosto tanto da Regina Casé? Provavelmente pelo mesmo motivo que você: Regina é a porta-voz do Brasil que nos orgulha, e não daquele que nos envergonha. Ela é inteligente sem ser pedante, é engraçada sem ser inconveniente, é moderna sem ser datada. Ela unifica o Brasil do norte a sul, circula com naturalidade na arquibancada do Maracanã e no Palácio do Planalto, extingue conceitos como brega e chique, extrai o melhor das pessoas, trata Carlinhos Brown e Fernando Henrique com a mesma sem cerimônia. Tem o dom de transformar celebridades em simples mortais e de alçar desconhecidos ao estrelato. Põe Cid Moreira para jogar peteca e Angélica de touca de banho, ao mesmo tempo que enaltece o talento e a importância de uma empregada doméstica ou de um menino que trabalha como guia turístico no sertão. Regina Casé é o Midas da humanização: tudo o que ele toca vira gente de carne e osso.

Rótulos não a impressionam. Seu entrevistado não é um intelectual, uma socialite ou o rei do pagode, mas alguém que gosta de aspargos, que canta no chuveiro, que cria três filhos. Isso interessa? Taí o show de Truman. E jornalismo? Também Estamos vivendo a era do estereótipo, da robotização, da exaltação da imagem em detrimento do conteúdo. O que Regina Casé faz com as pessoas que dividem a cena com ela é rasgar a embalagem e buscar o que há dentro. Ela mesma é um exemplo disso. Extrai de si própria coração, cérebro, humor, sensibilidade, todas essas coisas que substituem o par de olhos verdes e o corpaço que não tem. É a feia mais bonita que eu conheço.

Vida longa a Regina Case e ao Brasil legal que ela representa, que não é o Brasil dos grampos telefônicos, das fraudes dos desmentidos, das dissimulações. Eu compraria um carro usado mesmo que tivesse placa de Brasília.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Trem Bala, p. 153,154. Ed. Nov/98.

Excerto para a questão:

"Estou aqui para fazer aquilo que alguns críticos acham imperdoável: elogiar."

A autora faz uso dos "dois-pontos" para destacar um aposto:

 

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"Temporais afetam quase 70 mil e deixam 3,7 mil desabrigados na Bahia, apontam bombeiros"

Essa é uma manchete do sítio eletrônico do G1 (https://g1 .globo. com/ba/bahia/noticia/2021 /12/12/quase-70-mil-pessoas-sao- afetadas-pelas-chuvas-no-sul-da-bah ia-3 7 44-estao- desabrigadas-segundo-bombeiros.ghtml. Acesso em 12/12/ 2021 ), do início de dezembro do ano corrente. Sobre o terna, é correto afirmar:

Questão Anulada

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