Foram encontradas 20 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais
medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
O verbo 'parecer' está flexionado no singular concordando adequadamente com o núcleo 'parte', que se encontra no singular. Agora, analise as concordâncias estabelecidas nos enunciados a seguir:
I.A maior parte destes quartos não tinham teto, nem portas, nem pavimento.
II.Foi um dos poucos no seu tempo que reconheceu a importância do contexto na interpretação do texto
III.O relógio de uma das igrejas bateu duas horas.
IV.Olhar e ver era para mim um recurso de defesa.
A concordância verbal está adequada às normas gramaticais da língua portuguesa em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais
medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
Com base nas classes de palavras, analise as afirmativas a seguir:
I.Na expressão 'nos céus', o termo 'nos' é uma contração da preposição 'em' com o artigo definido plural 'os', introduzindo um adjunto adverbial de lugar, e 'céus' é um substantivo pluralizado de forma correta, assim como o vocábulo 'anãos' em "Os anãos da montanha guardavam um tesouro milenar escondido nas profundezas da caverna."
II.O vocábulo 'menor' classifica-se como advérbio de intensidade, modificando o substantivo 'alteração'. Ele também pode ser empregado como substantivo, como em "Os menores daquela família tiveram muito sucesso financeiro".
III.Em 'do seu pulso', o termo 'do' resulta da fusão da preposição 'de' com o pronome possessivo 'o', enquanto 'seu' atua como pronome adjetivo, caracterizando 'pulso'.
IV.O emprego da conjunção 'e', na última ocorrência, indica uma relação de contraste entre as ações descritas e o resultado apresentado, funcionando como elemento de coesão sequencial com valor adversativo.
V.O verbo 'sentir' é verbo irregular, está no pretérito perfeito do indicativo, assim como o verbo 'vir' em "Eles vieram aqui logo pela manhã".
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A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais
medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
Considerando a regência verbal, julgue as afirmativas a seguir:
I.Os verbos 'funcionar' e 'sentir' apresentam-se como transitivos diretos, com seus complementos sem o uso de preposição.
II.O verbo 'haver' está empregado no sentido de 'existir', por isso, é impessoal e intransitivo, não exigindo complementos verbais.
III.O verbo 'funcionar' no trecho apresenta a mesma transitividade que se observa no enunciado: "Essas ideias malucas não funcionam por aqui".
IV.O verbo 'sentir' no trecho apresenta a mesma transitividade que se observa no enunciado: "Embora tenha dito que sentiu muito por ter ofendido a moça, ela não o perdoou.
É correto o que se afirma em:
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A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais
medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
Na Língua Portuguesa, existem três formas de colocação pronominal, conforme as regras da gramática normativa. No contexto apresentado, se a expressão 'a menor alteração' for substituída por um pronome oblíquo átono, a colocação correta será:
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No município de Anchieta, localizado no Extremo Oeste
Catarinense, qual setor se destaca como base da
economia local, juntamente com a agricultura, o
comércio e os serviços?
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A crescente adoção da inteligência artificial (IA) em
setores como educação, saúde e segurança tem gerado
debates sobre os limites éticos de seu uso. Um dos
principais desafios atuais está em garantir que algoritmos
não reproduzam preconceitos humanos.
Pergunta:
Qual é uma das principais preocupações éticas associadas ao uso da inteligência artificial na atualidade?
Pergunta:
Qual é uma das principais preocupações éticas associadas ao uso da inteligência artificial na atualidade?
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Questão presente nas seguintes provas
Durante uma reunião administrativa na Prefeitura de
Anchieta/SC, discutiu-se a importância de manter
critérios justos e transparentes na definição dos salários
dos servidores municipais. Então, o chefe do setor de
Recursos Humanos lembrou aos participantes que,
segundo a Lei Orgânica do município, existem normas
que orientam como devem ser fixados os padrões de
vencimento e demais componentes do sistema
remuneratório, a fim de garantir equilíbrio e legalidade no
serviço público. Porém, entre esses critérios, NÃO
consta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Jacinta
Faz tempo, recusava-me a ir, porém, hoje, impossível
evitar.
Enfermaria da UTI do Hospital São Lucas, Vitória,
Espírito Santo, Brasil, Jacinta em coma.
Desde maio, Jacinta está em coma; só hoje fui visitá-la.
Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da
morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu.
Fugiu para dentro de si, numa viagem amarga que não
evidencia sua sempre forte alegria com a vida − entrou em silêncio, em distanciamento, deixou-nos.
Mas não morreu. Está ali e chorou quando lhe disse que
estava ali. E chorei porque quem vi ali não era Jacinta.
Vi um corpo sofrendo, moribundo.
Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao
médico. Confirmado. Era Jacinta. Não vi uma pessoa,
um ser imbuído de vida. Vi o sofrimento de alguém que
não quer viver e não tem a alegria de ir − sofre, ego
ferido pela vida, e reclama amor.
Por que não aceita o nosso, Jacinta?
Temos pouco, não temos sua filha. Estamos vivos,...
Viva!
Não viveu. Foi-se no dia seguinte.
GONZÁLEZ, Liana. Jacinta. Vitória: Universidade Federal do Espírito
Santo, 2023. Disponível em:
https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42
b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Jacinta
Faz tempo, recusava-me a ir, porém, hoje, impossível
evitar.
Enfermaria da UTI do Hospital São Lucas, Vitória,
Espírito Santo, Brasil, Jacinta em coma.
Desde maio, Jacinta está em coma; só hoje fui visitá-la.
Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da
morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu.
Fugiu para dentro de si, numa viagem amarga que não
evidencia sua sempre forte alegria com a vida − entrou em silêncio, em distanciamento, deixou-nos.
Mas não morreu. Está ali e chorou quando lhe disse que
estava ali. E chorei porque quem vi ali não era Jacinta.
Vi um corpo sofrendo, moribundo.
Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao
médico. Confirmado. Era Jacinta. Não vi uma pessoa,
um ser imbuído de vida. Vi o sofrimento de alguém que
não quer viver e não tem a alegria de ir − sofre, ego
ferido pela vida, e reclama amor.
Por que não aceita o nosso, Jacinta?
Temos pouco, não temos sua filha. Estamos vivos,...
Viva!
Não viveu. Foi-se no dia seguinte.
GONZÁLEZ, Liana. Jacinta. Vitória: Universidade Federal do Espírito
Santo, 2023. Disponível em:
https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42
b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Jacinta
Faz tempo, recusava-me a ir, porém, hoje, impossível
evitar.
Enfermaria da UTI do Hospital São Lucas, Vitória,
Espírito Santo, Brasil, Jacinta em coma.
Desde maio, Jacinta está em coma; só hoje fui visitá-la.
Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da
morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu.
Fugiu para dentro de si, numa viagem amarga que não
evidencia sua sempre forte alegria com a vida − entrou em silêncio, em distanciamento, deixou-nos.
Mas não morreu. Está ali e chorou quando lhe disse que
estava ali. E chorei porque quem vi ali não era Jacinta.
Vi um corpo sofrendo, moribundo.
Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao
médico. Confirmado. Era Jacinta. Não vi uma pessoa,
um ser imbuído de vida. Vi o sofrimento de alguém que
não quer viver e não tem a alegria de ir − sofre, ego
ferido pela vida, e reclama amor.
Por que não aceita o nosso, Jacinta?
Temos pouco, não temos sua filha. Estamos vivos,...
Viva!
Não viveu. Foi-se no dia seguinte.
GONZÁLEZ, Liana. Jacinta. Vitória: Universidade Federal do Espírito
Santo, 2023. Disponível em:
https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42
b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025.
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