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Foram encontradas 20 questões.

3881015 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo."

O verbo 'parecer' está flexionado no singular concordando adequadamente com o núcleo 'parte', que se encontra no singular. Agora, analise as concordâncias estabelecidas nos enunciados a seguir:
I.A maior parte destes quartos não tinham teto, nem portas, nem pavimento.
II.Foi um dos poucos no seu tempo que reconheceu a importância do contexto na interpretação do texto
III.O relógio de uma das igrejas bateu duas horas.
IV.Olhar e ver era para mim um recurso de defesa.

A concordância verbal está adequada às normas gramaticais da língua portuguesa em:
 

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3881014 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso."
Com base nas classes de palavras, analise as afirmativas a seguir:

I.Na expressão 'nos céus', o termo 'nos' é uma contração da preposição 'em' com o artigo definido plural 'os', introduzindo um adjunto adverbial de lugar, e 'céus' é um substantivo pluralizado de forma correta, assim como o vocábulo 'anãos' em "Os anãos da montanha guardavam um tesouro milenar escondido nas profundezas da caverna."
II.O vocábulo 'menor' classifica-se como advérbio de intensidade, modificando o substantivo 'alteração'. Ele também pode ser empregado como substantivo, como em "Os menores daquela família tiveram muito sucesso financeiro".
III.Em 'do seu pulso', o termo 'do' resulta da fusão da preposição 'de' com o pronome possessivo 'o', enquanto 'seu' atua como pronome adjetivo, caracterizando 'pulso'.
IV.O emprego da conjunção 'e', na última ocorrência, indica uma relação de contraste entre as ações descritas e o resultado apresentado, funcionando como elemento de coesão sequencial com valor adversativo.
V.O verbo 'sentir' é verbo irregular, está no pretérito perfeito do indicativo, assim como o verbo 'vir' em "Eles vieram aqui logo pela manhã".
 

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3881013 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado."
Considerando a regência verbal, julgue as afirmativas a seguir:

I.Os verbos 'funcionar' e 'sentir' apresentam-se como transitivos diretos, com seus complementos sem o uso de preposição.
II.O verbo 'haver' está empregado no sentido de 'existir', por isso, é impessoal e intransitivo, não exigindo complementos verbais.
III.O verbo 'funcionar' no trecho apresenta a mesma transitividade que se observa no enunciado: "Essas ideias malucas não funcionam por aqui".
IV.O verbo 'sentir' no trecho apresenta a mesma transitividade que se observa no enunciado: "Embora tenha dito que sentiu muito por ter ofendido a moça, ela não o perdoou.

É correto o que se afirma em:
 

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3881012 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"E não sentiu a menor alteração do seu pulso."

Na Língua Portuguesa, existem três formas de colocação pronominal, conforme as regras da gramática normativa. No contexto apresentado, se a expressão 'a menor alteração' for substituída por um pronome oblíquo átono, a colocação correta será:
 

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No município de Anchieta, localizado no Extremo Oeste Catarinense, qual setor se destaca como base da economia local, juntamente com a agricultura, o comércio e os serviços?
 

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A crescente adoção da inteligência artificial (IA) em setores como educação, saúde e segurança tem gerado debates sobre os limites éticos de seu uso. Um dos principais desafios atuais está em garantir que algoritmos não reproduzam preconceitos humanos.
Pergunta:
Qual é uma das principais preocupações éticas associadas ao uso da inteligência artificial na atualidade?
 

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Durante uma reunião administrativa na Prefeitura de Anchieta/SC, discutiu-se a importância de manter critérios justos e transparentes na definição dos salários dos servidores municipais. Então, o chefe do setor de Recursos Humanos lembrou aos participantes que, segundo a Lei Orgânica do município, existem normas que orientam como devem ser fixados os padrões de vencimento e demais componentes do sistema remuneratório, a fim de garantir equilíbrio e legalidade no serviço público. Porém, entre esses critérios, NÃO consta:
 

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Jacinta
Faz tempo, recusava-me a ir, porém, hoje, impossível evitar.
Enfermaria da UTI do Hospital São Lucas, Vitória, Espírito Santo, Brasil, Jacinta em coma.
Desde maio, Jacinta está em coma; só hoje fui visitá-la.
Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu.
Fugiu para dentro de si, numa viagem amarga que não evidencia sua sempre forte alegria com a vida − entrou em silêncio, em distanciamento, deixou-nos.
Mas não morreu. Está ali e chorou quando lhe disse que estava ali. E chorei porque quem vi ali não era Jacinta.
Vi um corpo sofrendo, moribundo.
Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao médico. Confirmado. Era Jacinta. Não vi uma pessoa, um ser imbuído de vida. Vi o sofrimento de alguém que não quer viver e não tem a alegria de ir − sofre, ego ferido pela vida, e reclama amor.
Por que não aceita o nosso, Jacinta?
Temos pouco, não temos sua filha. Estamos vivos,... Viva!
Não viveu. Foi-se no dia seguinte.
GONZÁLEZ, Liana. Jacinta. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42 b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025.
A leitura do texto "Jacinta" permite inferir que o narrador, ao relatar sua visita à amiga hospitalizada, expressa sobretudo:
 

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Jacinta
Faz tempo, recusava-me a ir, porém, hoje, impossível evitar.
Enfermaria da UTI do Hospital São Lucas, Vitória, Espírito Santo, Brasil, Jacinta em coma.
Desde maio, Jacinta está em coma; só hoje fui visitá-la.
Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu.
Fugiu para dentro de si, numa viagem amarga que não evidencia sua sempre forte alegria com a vida − entrou em silêncio, em distanciamento, deixou-nos.
Mas não morreu. Está ali e chorou quando lhe disse que estava ali. E chorei porque quem vi ali não era Jacinta.
Vi um corpo sofrendo, moribundo.
Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao médico. Confirmado. Era Jacinta. Não vi uma pessoa, um ser imbuído de vida. Vi o sofrimento de alguém que não quer viver e não tem a alegria de ir − sofre, ego ferido pela vida, e reclama amor.
Por que não aceita o nosso, Jacinta?
Temos pouco, não temos sua filha. Estamos vivos,... Viva!
Não viveu. Foi-se no dia seguinte.
GONZÁLEZ, Liana. Jacinta. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42 b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025.
No trecho "Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao médico", o uso da crase em "à enfermeira" é justificado por:
 

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Jacinta
Faz tempo, recusava-me a ir, porém, hoje, impossível evitar.
Enfermaria da UTI do Hospital São Lucas, Vitória, Espírito Santo, Brasil, Jacinta em coma.
Desde maio, Jacinta está em coma; só hoje fui visitá-la.
Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu.
Fugiu para dentro de si, numa viagem amarga que não evidencia sua sempre forte alegria com a vida − entrou em silêncio, em distanciamento, deixou-nos.
Mas não morreu. Está ali e chorou quando lhe disse que estava ali. E chorei porque quem vi ali não era Jacinta.
Vi um corpo sofrendo, moribundo.
Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao médico. Confirmado. Era Jacinta. Não vi uma pessoa, um ser imbuído de vida. Vi o sofrimento de alguém que não quer viver e não tem a alegria de ir − sofre, ego ferido pela vida, e reclama amor.
Por que não aceita o nosso, Jacinta?
Temos pouco, não temos sua filha. Estamos vivos,... Viva!
Não viveu. Foi-se no dia seguinte.
GONZÁLEZ, Liana. Jacinta. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42 b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025.
No período "Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu", as orações iniciadas por "que" exercem funções distintas. Assinale a alternativa que analisa corretamente essas orações quanto à sua natureza sintática:
 

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