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Foram encontradas 30 questões.

4120548 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Uma gestante de 39 semanas, primigesta, dá entrada no centro obstétrico com contrações rítmicas e dolorosas. Ao exame físico inicial, apresenta:

• Dinâmica Uterina: 3 contrações de 40 segundos em 10 minutos.
• Toque Vaginal: Colo 100% esvaecido, 4 cm de dilatação, apresentação cefálica, de Lee -2, membranas íntegras.

Após 4 horas de observação e deambulação, um novo toque vaginal revela:

• Toque Vaginal: 5 cm de dilatação, apresentação de Lee -1, membranas rotas espontaneamente com líquido amniótico claro.

De acordo com as novas definições de trabalho de parto e a condução do partograma pela Febrasgo 2025, qual é o diagnóstico da fase atual e a conduta recomendada?
 

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4120547 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Uma gestante de 25 anos, com 9 semanas de idade gestacional por ultrassonografia de primeiro trimestre, procura a urgência obstétrica relatando sangramento vaginal em moderada quantidade há 6 horas, acompanhado de dor em cólica no baixo ventre. Ao exame físico, apresenta-se normotensa e com bom estado geral. No exame especular, observa-se sangramento ativo pelo orifício cervical externo. Ao toque vaginal, o colo uterino encontra-se pérvio (aberto), com o corpo uterino de tamanho menor do que o esperado para a idade gestacional. A ultrassonografia transvaginal demonstra útero com ecos endometriais heterogêneos e irregulares, medindo 18 mm, sem visualização de saco gestacional íntegro.
De acordo com os achados clínicos e de imagem, qual o diagnóstico e a conduta recomendada?
 

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4120546 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Uma gestante de 24 semanas, primigesta, comparece à consulta de pré-natal queixando-se de episódios de tontura e sensação de desmaio quando se deita de costas para descansar. Além disso, relata que notou um aumento da frequência cardíaca e que suas gengivas sangram levemente durante a escovação. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 110/70 mmHg (sentada), frequência cardíaca de 92 bpm e presença de edema em membros inferiores (1+/4+), sem outras alterações. O médico explica que tais achados fazem parte das adaptações fisiológicas do organismo materno.
Considerando as modificações hemodinâmicas e sistêmicas da gestação, qual é a explicação correta para os fenômenos observados nesta paciente?
 

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4120545 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Uma gestante de 26 anos, primigesta, IMC de 28 kg/m², sem antecedentes familiares de diabetes, comparece à primeira consulta de pré-natal com 10 semanas de gestação. Apresenta uma glicemia de jejum de 94 mg/dL realizada na semana anterior. O restante dos exames da rotina de primeiro trimestre não apresenta alterações. A gestação transcorre sem queixas clínicas.
De acordo com os critérios de rastreio e diagnóstico de Diabetes Mellitus Gestacional estabelecidos pela Febrasgo 2025, qual é a interpretação correta do resultado da glicemia e a conduta a ser seguida?
 

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4120544 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Uma gestante primigesta, com ciclos menstruais previamente regulares e DUM de certeza, comparece à consulta de pré-natal apresentando um laudo de ultrassonografia transvaginal realizado precocemente. Ao comparar os métodos, o médico observa que a Idade Gestacional (IG) calculada pela DUM é de 8 semanas e 2 dias, enquanto a IG estimada pela medida do Comprimento Cabeça-Nádegas (CCN) no exame de imagem é de 7 semanas e 3 dias.
De acordo com os critérios de datação da gestação recomendados pela Febrasgo para o primeiro trimestre, qual deve ser a conduta do médico em relação à definição da idade gestacional para o acompanhamento pré-natal?
 

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4120543 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Uma paciente de 29 anos, hígida, sexualmente ativa, procura atendimento com queixa de disúria, polaciúria e urgência miccional de início há 48 horas. Refere também dor em peso no hipogástrio. Nega febre, náuseas ou dor lombar. Relata um episódio semelhante há 8 meses, tratado com sucesso. Ao exame físico: bom estado geral, afebril, abdome indolor à palpação profunda, exceto por leve desconforto em região suprapúbica. Sinal de Giordano negativo bilateralmente.
Considerando o quadro clínico de Cistite Aguda não complicada em mulher jovem, qual é a conduta diagnóstica e terapêutica mais adequada?
 

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4120542 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Uma paciente de 58 anos, na pós-menopausa há 6 anos, procura atendimento para avaliação de rotina. É sedentária, ingere pouca quantidade de laticínios e nega tabagismo. A densitometria óssea (DEXA) apresenta um T-score de -2,7 em colo de fêmur e -2,5 em coluna lombar (L1-L4). A paciente não apresenta sintomas vasomotores significativos, mas teme o risco de fraturas, pois sua mãe apresentou fratura de quadril aos 70 anos. Exames laboratoriais mostram cálcio iônico e PTH normais, mas 25-hidroxivitamina D de 18 ng/mL (valor de referência: > 30 ng/mL para grupos de risco).
De acordo com as diretrizes para o manejo da osteoporose pós-menopausal, qual é a conduta terapêutica imediata mais adequada para esta paciente?
 

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4120541 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Uma paciente de 23 anos, nuligesta, sexualmente ativa e usuária de sistema intrauterino (SIU) de levonorgestrel há 1 ano, procura a urgência ginecológica com queixa de dor em hipogástrio de início há 4 dias, que se tornou mais intensa e constante, associada a corrimento vaginal amarelado e febre não aferida. Ao exame físico: regular estado geral, corada, hidratada, temperatura axilar de 38,2 °C. Abdome doloroso à palpação profunda em hipogástrio e fossas ilíacas, com sinal de Blumberg negativo. Ao exame especular: conteúdo vaginal mucopurulento saindo pelo orifício externo do colo. Ao toque bimanual: dor acentuada à mobilização do colo uterino e à palpação de anexos, sem massas palpáveis.
Considerando os critérios diagnósticos e de estadiamento para Doença Inflamatória Pélvica (DIP), qual é a classificação para esta paciente e a conduta imediata mais adequada?
 

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4120540 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Uma paciente de 42 anos, G2P2 (partos normais), queixa-se de sangramento menstrual volumoso com presença de coágulos, durando 12 dias, associado a fadiga e palpitações. O exame físico revela descoramento cutâneo-mucoso (2+/4+). O exame pélvico demonstra útero aumentado de volume (compatível com 14 semanas), consistência endurecida e contornos irregulares. Exames laboratoriais confirmam anemia ferropriva (Hemoglobina: 9,0 g/dL; Ferritina: 8 ng/mL). A ultrassonografia transvaginal evidencia útero de 310 cm³ com múltiplos miomas, sendo o maior intramural de 5 cm e um subseroso de 3 cm. A paciente não deseja novas gestações, mas teme procedimentos cirúrgicos invasivos e solicita tratamento medicamentoso inicial.
Considerando as recomendações para o manejo do Sangramento Uterino Anormal de causa estrutural e a necessidade de melhora do status hematimétrico préoperatório, qual é a conduta mais eficaz para o controle rápido do sangramento e redução do volume uterino nesta paciente?
 

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4120539 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Uma paciente de 28 anos, nuligesta, sexualmente ativa, comparece à consulta ginecológica queixando-se de corrimento vaginal abundante há 5 dias, com odor desagradável, que piora após as relações sexuais e durante o período menstrual. Nega prurido, disúria ou dor pélvica. Ao exame especular, observa-se conteúdo vaginal homogêneo, de coloração acinzentada, fluido e aderido às paredes vaginais. O colo uterino apresenta aspecto normal, sem sinais de inflamação. A medição do pH vaginal revelou valor de 5,2. O teste de liberação de aminas (teste do KOH a 10%) foi positivo.
Considerando os Critérios de Amsel para o diagnóstico da patologia apresentada, qual é a conduta terapêutica de primeira escolha?
 

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