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Fonte: QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. O messianismo no Brasil e no mundo. São Paulo: Alfa-Ômega, 1976
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o messianismo e o banditismo social no Brasil, verifica-se que:
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Fonte: GRAMSCI, Antonio. Cadernos do Cárcere. Vol. 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, p. 184.
O intelectual e ativista político italiano Antonio Gramsci fazia previsões pessimistas para as democracias liberais europeias na virada do século XIX para o XX. Com base no contexto da Belle Époque europeia (1871-1914) e considerando as tensões sociais e políticas que marcaram o período, pode-se versar que:
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Observe o mapa da Região Platina e considere seus conhecimentos sobre a política externa do Segundo Reinado no Brasil (1840–1889).

A atuação do Império brasileiro na Região Platina esteve relacionada à defesa de interesses econômicos, estratégicos e geopolíticos. Nesse contexto, os objetivos e os resultados da intervenção brasileira nos conflitos platinos do século XIX eram:
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Fonte: REIS, João José. Rebelião Escrava no Brasil: a história do levante dos malês em 1835. São Paulo: Cia das Letras, 2003.
O recente filme brasileiro Malês retrata aspectos dessa revolta e da experiência dos africanos muçulmanos na Bahia do século XIX.
Fonte: https://gshow.globo.com/cultura-pop/filmes/noticia/males-filme-de-antonio-pitanga
Sobre a singularidade da Revolta dos Malês, pode-se explicitar que:
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A transferência da Corte portuguesa para o Brasil, em 1808, representou uma profunda transformação na vida da colônia. Entre as medidas adotadas por D. João, destacou-se a “Abertura dos Portos às Nações Amigas”, rompendo o antigo pacto colonial e ampliando o contato da sociedade brasileira com influências estrangeiras.
“A presença da Corte no Rio de Janeiro alterou profundamente os costumes da população. Novos hábitos de consumo, formas de sociabilidade, modas, livros e produtos europeus passaram a circular com maior intensidade, redefinindo práticas culturais e comportamentos urbanos.”
Baseado nessas informações, um dos impactos culturais decorrentes da Abertura dos Portos e da Chegada da Corte portuguesa ao Brasil consiste no(a):
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“A Revolução entrou numa nova fase quando as ameaças externas e internas levaram os jacobinos a concentrar o poder político. Em nome da defesa da República, medidas excepcionais foram adotadas, incluindo a perseguição aos opositores e o uso sistemático da guilhotina.”
Observe a ilustração representando episódios associados ao Período do Terror (1793-1794).
A radicalização revolucionária

Considerando o texto e a imagem acerca do processo histórico da Revolução Francesa, observa-se que:
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“A escravidão africana foi alimentada por um vasto comércio atlântico que deslocou milhões de pessoas para as Américas, integrando diferentes regiões da África e do Novo Mundo em uma complexa rede econômica e social.”
Fonte: REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1996
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a diáspora africana e a formação da mão de obra na América Portuguesa entre os séculos XVI e XVIII, atesta-se que o(a):
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Fonte: ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Metamorfoses indígenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro. 2. ed. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2013
A partir do fragmento de texto e dos conhecimentos sobre a colonização da América Portuguesa, a análise correta da relação entre os colonizadores e os povos originários é representada por:
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“A prosperidade econômica das cidades italianas, especialmente entre os séculos XIV e XVI, permitiu que mercadores, banqueiros e governantes investissem recursos na produção artística, no conhecimento científico e na valorização da cultura clássica, fenômenos que marcaram profundamente o Renascimento.”
Fonte: BURKE, Peter. O Renascimento Italiano: Cultura e Sociedade na Itália. São Paulo: Nova Fronteira, 2010
Com base no texto e em seus conhecimentos históricos, a relação entre o poder das cidades-Estado italianas, a burguesia e o Renascimento se justifica pelo fato de que o(a):
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