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Leia o texto a seguir:
Faça você mesmo - com IA
Na Listone, de processamento de madeira, a tecnologia ajuda até a criar produtos para o cliente montar em casa
A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que
processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos,
analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.
Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com
painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir
problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte,
principalmente indústrias.
A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio
em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir
no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.”
Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados
internacionais.
A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras
e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência
artificial,” diz Ortiz.
BRANCO, L; ARBEX, J. Primeiro Lugar. Revista Exame, São Paulo, 2026.
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Na Listone, de processamento de madeira, a tecnologia ajuda até a criar produtos para o cliente montar em casa
A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que
processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos,
analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.
Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com
painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir
problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte,
principalmente indústrias.
A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio
em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir
no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.”
Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados
internacionais.
A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras
e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência
artificial,” diz Ortiz.
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processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos,
analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.
Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com
painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir
problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte,
principalmente indústrias.
A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio
em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir
no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.”
Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados
internacionais.
A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras
e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência
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A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que
processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos,
analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.
Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com
painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir
problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte,
principalmente indústrias.
A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio
em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir
no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.”
Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados
internacionais.
A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras
e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência
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processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos,
analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.
Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com
painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir
problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte,
principalmente indústrias.
A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio
em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir
no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.”
Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados
internacionais.
A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras
e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência
artificial,” diz Ortiz.
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processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos,
analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.
Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com
painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir
problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte,
principalmente indústrias.
A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio
em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir
no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.”
Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados
internacionais.
A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras
e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência
artificial,” diz Ortiz.
BRANCO, L; ARBEX, J. Primeiro Lugar. Revista Exame, São Paulo, 2026.
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Na Listone, de processamento de madeira, a tecnologia ajuda até a criar produtos para o cliente montar em casa
A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que
processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos,
analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.
Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com
painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir
problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte,
principalmente indústrias.
A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio
em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir
no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.”
Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados
internacionais.
A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras
e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaGrafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
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analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.
Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com
painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir
problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte,
principalmente indústrias.
A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio
em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir
no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.”
Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados
internacionais.
A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras
e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência
artificial,” diz Ortiz.
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Na Listone, de processamento de madeira, a tecnologia ajuda até a criar produtos para o cliente montar em casa
A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que
processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos,
analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.
Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com
painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir
problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte,
principalmente indústrias.
A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio
em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir
no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.”
Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados
internacionais.
A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras
e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência
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Homem com câncer de próstata metastático, em cuidados paliativos, apresenta dor óssea intensa, retenção urinária recorrente,
constipação por opioide e sofrimento familiar. Considerando a assistência de enfermagem, assinale a alternativa correta.
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