Foram encontradas 30 questões.
Disciplina: Fisioterapia
Banca: Pref. Arapiraca-AL
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
A respeito da artrite reumatoide, julgue os itens:
I. A causa mais frequente da deformidade em pescoço de cisne é a artrite reumatoide.
II. As articulações inflamadas provocam rigidez matinal, fadiga e, com a progressão da doença, há destruição da cartilagem articular e os pacientes podem desenvolver deformidades e incapacidade para realização de suas atividades tanto de vida diária como profissional.
III. Pode acometer além das articulações, órgãos ou tecidos como pele, unhas, músculos, rins, coração, pulmão, sistema nervoso, olhos e sangue.
IV. A rigidez matinal é uma das características principais, e, ao acordar pela manhã, os pacientes apresentam importantes dificuldades em movimentar as articulações, que permanecem por mais de 1 hora;
V. A fisioterapia é bastante importante em todas as fases da doença, para que possa diminuir a dor, recuperar ou manter a mobilidade articular e prevenir as atrofias e as deformidades.
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Disciplina: Fisioterapia
Banca: Pref. Arapiraca-AL
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
Leia os excertos e responda à questão:
I. Ocorre um aumento anormal da curva lombar, dando a impressão de que as nádegas dessas pessoas são mais salientes;
II. Há um aumento anormal da curvatura da região dorsal (costas), dando à pessoa um aspecto de corcundez;
III. Há uma ou mais curvaturas na coluna em sentido lateral, perceptível em uma posição ventral ou dorsal;
Assinale a alternativa CORRETA referente aos desvios posturais:
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ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder as questões de 1 a 5.
QUEM TEM MEDO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?
A preocupação de muitas pessoas a respeito da inteligência artificial reside no fenômeno chamado
de ‘singularidade’. Esse conceito se refere ao momento em que as inteligências artificiais (IAs) estarão tão
desenvolvidas a ponto de superarem os próprios seres humanos. Talvez, devido à influência da ficção, as
especulações a respeito do futuro pós-singularidade sejam sempre negativas. Mesmo porque, se os
5 computadores se tornassem mais inteligentes do que nós, perceberiam facilmente que a raça humana não é
tão benéfica para o planeta nem para as outras espécies, além de ser inútil para os robôs, uma vez que é
menos eficiente em todos os tipos de tarefas.
Então, o que impediria os robôs de nos escravizarem ou de dizimarem a nossa espécie? Será que as
máquinas seriam fiéis às três leis da robótica de Isaac Asimov, descritas no clássico Eu, Robô, de 1950? São
10 elas: “Um robô não pode ferir um humano ou permitir que um humano sofra algum mal; os robôs devem
obedecer às ordens dos humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a primeira
lei; um robô deve proteger sua própria existência, desde que não entre em conflito com as leis anteriores.”
Apesar de alguns cientistas e, principalmente, entusiastas da tecnologia calcularem que, dentro de
algumas décadas, atingiremos a singularidade, outra ala da ciência se mostra cética à chegada desse
15 momento.
O cofundador da Microsoft, Paul Allen, publicou um texto na revista MIT Technology
Review elencando uma série de argumentos contrários à chegada próxima da singularidade. Ele aponta que
precisamos levar em conta a necessidade de desenvolvimento também na área da cognição humana, que
ainda está muito atrás do desenvolvimento da ciência na área da computação. Além disso, a história da
20 ciência mostra que o avanço tecnológico não caminha em ritmo constante e em uma linha reta, muito menos
em uma eterna curva exponencial.
A BBC publicou reportagem sobre um trabalho da Universidade de Oxford que verificou quão
suscetível à automação cada emprego está nos próximos 20 anos. Alguns estão listados na tabela abaixo:

Devemos entrar em pânico? A história das Revoluções Industriais mostra que, sim, esses são
25 períodos difíceis para quem os vive. Mas é certo que novas formas de emprego surgirão e, aos poucos, a
sociedade irá se adaptar a elas. Além disso, as inteligências artificiais também trarão diversos benefícios, que
tornarão a nossa vida um pouco mais fácil e nos permitirão abrir mão de fazer determinadas tarefas (que IAs
podem executar) para nos dedicarmos a outras.
Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/quem-tem-medo-da-inteligencia-artificial/ Acessado em: 29/03/2019
Dentre os conectivos abaixo, assinale a opção em que a substituição do conectivo “uma vez que” acarreta prejuízo de sentido para o entendimento do trecho “(...) se os computadores se tornassem mais inteligentes do que nós, perceberiam facilmente que a raça humana não é tão benéfica para o planeta nem para as outras espécies, além de ser inútil para os robôs, uma vez que é menos eficiente em todos os tipos de tarefas.”(L.4-7):
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ATENÇÃO: Leia a tirinha abaixo para responder as questões 13 e 14.

Disponível em: http://literariaflordelacio.blogspot.com. Acessado em 29/03/2019.
Com base na tirinha do Chico Bento, marque V (Verdadeiro) e F (Falso) nas assertivas a seguir:
I. A personagem Chico Bento compreende parcialmente o conteúdo do enunciado, ao responder “O meu pai só tem um boi”, e essa parcial interpretação gera um mal-estar entre as personagens. ( )
II. A expressão “cabeça de gado” apresenta um problema de redundância, assim como acontece na expressão “surpresa inesperada”. ( )
III. Há ironia na expressão “cabeça de gado”, assim como há na expressão “cabeça de vento”. ( )
IV. O diminutivo “inteirinho” na fala do Chico Bento adquire valor argumentativo por expressar medida e dimensão. ( )
V. Considerando os elementos não-verbais, no que tange aos estereótipos de personagens da roça, em oposição aos da cidade, os pés de Chico Bento, descalços, contrastam com os pés calçados da outra personagem. ( )
De acordo com as marcações feitas, indique a opção cuja sequência corresponda CORRETAMENTE as informações relacionadas ao texto
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ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder as questões de 1 a 5.
QUEM TEM MEDO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?
A preocupação de muitas pessoas a respeito da inteligência artificial reside no fenômeno chamado
de ‘singularidade’. Esse conceito se refere ao momento em que as inteligências artificiais (IAs) estarão tão
desenvolvidas a ponto de superarem os próprios seres humanos. Talvez, devido à influência da ficção, as
especulações a respeito do futuro pós-singularidade sejam sempre negativas. Mesmo porque, se os
5 computadores se tornassem mais inteligentes do que nós, perceberiam facilmente que a raça humana não é
tão benéfica para o planeta nem para as outras espécies, além de ser inútil para os robôs, uma vez que é
menos eficiente em todos os tipos de tarefas.
Então, o que impediria os robôs de nos escravizarem ou de dizimarem a nossa espécie? Será que as
máquinas seriam fiéis às três leis da robótica de Isaac Asimov, descritas no clássico Eu, Robô, de 1950? São
10 elas: “Um robô não pode ferir um humano ou permitir que um humano sofra algum mal; os robôs devem
obedecer às ordens dos humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a primeira
lei; um robô deve proteger sua própria existência, desde que não entre em conflito com as leis anteriores.”
Apesar de alguns cientistas e, principalmente, entusiastas da tecnologia calcularem que, dentro de
algumas décadas, atingiremos a singularidade, outra ala da ciência se mostra cética à chegada desse
15 momento.
O cofundador da Microsoft, Paul Allen, publicou um texto na revista MIT Technology
Review elencando uma série de argumentos contrários à chegada próxima da singularidade. Ele aponta que
precisamos levar em conta a necessidade de desenvolvimento também na área da cognição humana, que
ainda está muito atrás do desenvolvimento da ciência na área da computação. Além disso, a história da
20 ciência mostra que o avanço tecnológico não caminha em ritmo constante e em uma linha reta, muito menos
em uma eterna curva exponencial.
A BBC publicou reportagem sobre um trabalho da Universidade de Oxford que verificou quão
suscetível à automação cada emprego está nos próximos 20 anos. Alguns estão listados na tabela abaixo:

Devemos entrar em pânico? A história das Revoluções Industriais mostra que, sim, esses são
25 períodos difíceis para quem os vive. Mas é certo que novas formas de emprego surgirão e, aos poucos, a
sociedade irá se adaptar a elas. Além disso, as inteligências artificiais também trarão diversos benefícios, que
tornarão a nossa vida um pouco mais fácil e nos permitirão abrir mão de fazer determinadas tarefas (que IAs
podem executar) para nos dedicarmos a outras.
Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/quem-tem-medo-da-inteligencia-artificial/ Acessado em: 29/03/2019
Leia as asserções a seguir sobre a compreensão geral do texto e, em seguida, assinale a opção que apresenta apenas os itens CORRETOS:
I. Os conteúdos veiculados em séries, filmes e livros, sobre a evolução das inteligências artificiais, podem ter contribuído para o medo humano de convívio com as novas tecnologias;
II. Semelhante ao que ocorreu no período da Revolução Industrial, há razão para que se tenha medo na contemporaneidade, quanto ao desenvolvimento das inteligências artificiais, uma vez que a capacidade humana é inferior e não consegue acompanhar esses avanços tecnológicos;
III. De acordo com os estudos realizados pela BBC, as atividades de Empregada Doméstica e Recepcionista podem estar com seus dias contados, já que há grande possibilidade de serem substituídas por aparelhos robotizados.
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De acordo com Margarida Basílio (1989), “na prefixação acrescenta-se a uma base um elemento fixo, com função pré-determinada; na composição, a partir de uma estrutura fixa, com função semântica pré-determinada, combina-se a semântica de dois itens lexicais quaisquer.” Nesse sentido, sobre o processo de derivação prefixal e suas especificidades semânticas, aponte a alternativa INCORRETA.
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Preencha as lacunas com c, ç ou ss. Em seguida, marque a opção que corresponde exatamente à sequência de letras utilizadas:
arcabou___o; re___entir; absten___ão; a___elga; repre___ão
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ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder as questões de 9 a 12.
A MULHER E A PATROA
Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é
rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas
tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos
anos atrás.
5 Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes
dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca
quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio
feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.
Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que
10 gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa
e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.
Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza.
Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem
confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras:
15 convivem com eles.
Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É
carinho, dizem. s vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.
Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou
buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há
20 algo sexy no ar.
Há homens que têm patroa.
Há homens que têm mulher.
E há mulheres que escolhem o que querem ser.
Martha Medeiros
Disponível em: http://saiavip.com.br/a-mulher-e-a-patroa/
Acessado em 29/03/2018
O adjetivo “robusto” utilizado no texto nas linhas 3 e 7 pode ser substituído, sem que haja prejuízo de sentido, CORRETAMENTE pelo termo:
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ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder as questões de 9 a 12.
A MULHER E A PATROA
Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é
rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas
tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos
anos atrás.
5 Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes
dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca
quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio
feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.
Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que
10 gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa
e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.
Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza.
Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem
confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras:
15 convivem com eles.
Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É
carinho, dizem. s vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.
Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou
buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há
20 algo sexy no ar.
Há homens que têm patroa.
Há homens que têm mulher.
E há mulheres que escolhem o que querem ser.
Martha Medeiros
Disponível em: http://saiavip.com.br/a-mulher-e-a-patroa/
Acessado em 29/03/2018
Quanto à regência verbal, indique a opção, retirada do texto, que é representativa de um desvio em relação à norma padrão do português
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ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder as questões de 1 a 5.
QUEM TEM MEDO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?
A preocupação de muitas pessoas a respeito da inteligência artificial reside no fenômeno chamado
de ‘singularidade’. Esse conceito se refere ao momento em que as inteligências artificiais (IAs) estarão tão
desenvolvidas a ponto de superarem os próprios seres humanos. Talvez, devido à influência da ficção, as
especulações a respeito do futuro pós-singularidade sejam sempre negativas. Mesmo porque, se os
5 computadores se tornassem mais inteligentes do que nós, perceberiam facilmente que a raça humana não é
tão benéfica para o planeta nem para as outras espécies, além de ser inútil para os robôs, uma vez que é
menos eficiente em todos os tipos de tarefas.
Então, o que impediria os robôs de nos escravizarem ou de dizimarem a nossa espécie? Será que as
máquinas seriam fiéis às três leis da robótica de Isaac Asimov, descritas no clássico Eu, Robô, de 1950? São
10 elas: “Um robô não pode ferir um humano ou permitir que um humano sofra algum mal; os robôs devem
obedecer às ordens dos humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a primeira
lei; um robô deve proteger sua própria existência, desde que não entre em conflito com as leis anteriores.”
Apesar de alguns cientistas e, principalmente, entusiastas da tecnologia calcularem que, dentro de
algumas décadas, atingiremos a singularidade, outra ala da ciência se mostra cética à chegada desse
15 momento.
O cofundador da Microsoft, Paul Allen, publicou um texto na revista MIT Technology
Review elencando uma série de argumentos contrários à chegada próxima da singularidade. Ele aponta que
precisamos levar em conta a necessidade de desenvolvimento também na área da cognição humana, que
ainda está muito atrás do desenvolvimento da ciência na área da computação. Além disso, a história da
20 ciência mostra que o avanço tecnológico não caminha em ritmo constante e em uma linha reta, muito menos
em uma eterna curva exponencial.
A BBC publicou reportagem sobre um trabalho da Universidade de Oxford que verificou quão
suscetível à automação cada emprego está nos próximos 20 anos. Alguns estão listados na tabela abaixo:

Devemos entrar em pânico? A história das Revoluções Industriais mostra que, sim, esses são
25 períodos difíceis para quem os vive. Mas é certo que novas formas de emprego surgirão e, aos poucos, a
sociedade irá se adaptar a elas. Além disso, as inteligências artificiais também trarão diversos benefícios, que
tornarão a nossa vida um pouco mais fácil e nos permitirão abrir mão de fazer determinadas tarefas (que IAs
podem executar) para nos dedicarmos a outras.
Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/quem-tem-medo-da-inteligencia-artificial/ Acessado em: 29/03/2019
O conceito de singularidade, na esfera tecnológica, está associado à incapacidade humana de compreender o funcionamento de um determinado fenômeno natural. De acordo com o texto, um contexto de pós-singularidade pode ser compatível com o conteúdo dos seguintes itens:
I. Em conformidade com as ideias negativas veiculadas pela ficção cinematográfica, o contexto de pós-singularidade será consequentemente negativo, dada a relação conflituosa e perigosa entre humanos e robôs.
II. O contexto de pós-singularidade será benéfico, em decorrência das novas funções emergentes, a serem desempenhadas sem grandes dificuldades, considerando a inata capacidade humana de adaptação.
III. Dado o percurso evolutivo da cognição humana ao longo do tempo, o contexto de pós-singularidade será salutar, uma vez que são necessárias tecnologias capazes de materializar as projeções intelectuais humanas.
Com base nos referidos itens, marque a opção CORRETA:
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