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205675
Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Areal-RJ
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Areal-RJ
Leia com atenção um trecho do poema mais popular de Alphonsus de Guimaraens.
Ismália “Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar ... Viu uma lua no céu, Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...”
O texto acima pertence ao estilo de época do:
Ismália “Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar ... Viu uma lua no céu, Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...”
O texto acima pertence ao estilo de época do:
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Leia com atenção a tirinha a seguir.

Agora os professores têm um problema. Como
adaptar o currículo escolar para os nativos digitais?
Estudos apontaram o porquê da falta de
concentração dos estudantes.
O processo formador da palavra “porquê”, destacada na frase acima, é:
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Leia as frases a seguir:
I. Meu filho mais velho está completamente à deriva: não estuda, não trabalha, não faz nada.
II. Esta foi colorida à lápis de cor, e não faz muito tempo, pois no século XIX, não se usava cores vibrantes e a colorização era feita com aquarela.
III. Ao perceber que o veículo não chegaria a tempo do voo da cliente, ele decidiu parar o carro e correr à pé com ela.
Indique a alternativa correta quanto ao uso da crase:
I. Meu filho mais velho está completamente à deriva: não estuda, não trabalha, não faz nada.
II. Esta foi colorida à lápis de cor, e não faz muito tempo, pois no século XIX, não se usava cores vibrantes e a colorização era feita com aquarela.
III. Ao perceber que o veículo não chegaria a tempo do voo da cliente, ele decidiu parar o carro e correr à pé com ela.
Indique a alternativa correta quanto ao uso da crase:
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“Pressão alta e diabetes causam complicações graves: infarto do miocárdio, AVC, insuficiência
renal, cegueira, feridas que não cicatrizam (...).” A palavra “que”, empregada nessa frase, mantém com
seu termo antecedente uma relação sintática de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
PRÉ-SAL
Antônio Prata
Dizem que otimista é o cara que vê o copo meio cheio, enquanto pessimista é quem o enxerga meio vazio. A
imagem é batida, mas vem a calhar, pois não é outro o tema desta crônica senão a água. Muita água. Trilhões
de litros de H2O, que serão acrescidos aos oceanos nas próximas décadas, quando as calotas polares
derreterem.
Os pessimistas, claro, só conseguem ver o lado ruim da mudança climática: a morte de milhões de pinguins,
focas, leões marinhos, ursos polares e a extinção de algumas espécies desconhecidas; o alagamento de certas
cidades litorâneas como Rio de Janeiro, Nova York, Xangai, Veneza, Barcelona e a perda de boa parte do
patrimônio histórico e cultural da humanidade; o aumento de catástrofes naturais como tufões, furacões, dilúvios,
enchentes e a desgraça humana decorrente desses aguaceiros. OK. O Rio é legal. As focas e a Piazza San
Marco, também. Mas focar-se (sem trocadilho) apenas nos aspectos negativos da lambança climática impedenos de perceber outros acontecimentos maravilhosos que se avizinham. Praia em São Paulo, por exemplo.
Claro que a tese ainda não é um consenso entre a comunidade científica. Alguns estudiosos, desses que só
conseguem ver a parte vazia do copo, afirmam que, por mais que a gente queime todo o petróleo existente, o
aumento do nível dos oceanos será apenas de alguns metros. Cientistas de ânimo mais solar, contudo, garantem
que o que conhecemos como Polo Norte é, literalmente, apenas a ponta do iceberg e, se tudo der certo, antes
de 2020, vai ter prédio na Berrini com vista pro mar.
Quanta coisa boa há de acontecer! Já pensou que belo cartão postal, a ponte estaiada com praia ao fundo? E
seus filhos colhendo mexilhões nos pés do Borba Gato? Consigo ver, facilmente, a 23 de Maio tomada por
ambulantes, vendendo óleo bronzeador, canga, Shhhhkol e Biscoito Globo. O Morumbi, com as casonas nas
colinas, debruçadas sobre o mar, será a Beverly Hills paulistana. E nossos restaurantes, já tão afamados, o que
não farão com peixes fresquinhos e frutos do mar, trazidos diretamente pela comunidade caiçara de Santo
Amaro? O lago do Ibirapuera não teve sempre a vocação para ser a nossa Rodrigo de Freitas? E qual o sonho
da Vila Nova Conceição, senão tornar-se a Barra da Tijuca?
Cruzemos os dedos, meus queridos paulistanos, pois muito em breve, quando as margens plácidas do Ipiranga
ouvirem um estrondo, não será o brado retumbante de um povo heroico, mas o som das ondas quebrando na
Avenida do Estado. E, nesse instante, o sol da liberdade, com seus raios fúlgidos, dourará os corpos estirados à
beira-mar. E ainda tem gente preocupada com o futuro. Tsc tsc...
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
PRÉ-SAL
Antônio Prata
Dizem que otimista é o cara que vê o copo meio cheio, enquanto pessimista é quem o enxerga meio vazio. A
imagem é batida, mas vem a calhar, pois não é outro o tema desta crônica senão a água. Muita água. Trilhões
de litros de H2O, que serão acrescidos aos oceanos nas próximas décadas, quando as calotas polares
derreterem.
Os pessimistas, claro, só conseguem ver o lado ruim da mudança climática: a morte de milhões de pinguins,
focas, leões marinhos, ursos polares e a extinção de algumas espécies desconhecidas; o alagamento de certas
cidades litorâneas como Rio de Janeiro, Nova York, Xangai, Veneza, Barcelona e a perda de boa parte do
patrimônio histórico e cultural da humanidade; o aumento de catástrofes naturais como tufões, furacões, dilúvios,
enchentes e a desgraça humana decorrente desses aguaceiros. OK. O Rio é legal. As focas e a Piazza San
Marco, também. Mas focar-se (sem trocadilho) apenas nos aspectos negativos da lambança climática impedenos de perceber outros acontecimentos maravilhosos que se avizinham. Praia em São Paulo, por exemplo.
Claro que a tese ainda não é um consenso entre a comunidade científica. Alguns estudiosos, desses que só
conseguem ver a parte vazia do copo, afirmam que, por mais que a gente queime todo o petróleo existente, o
aumento do nível dos oceanos será apenas de alguns metros. Cientistas de ânimo mais solar, contudo, garantem
que o que conhecemos como Polo Norte é, literalmente, apenas a ponta do iceberg e, se tudo der certo, antes
de 2020, vai ter prédio na Berrini com vista pro mar.
Quanta coisa boa há de acontecer! Já pensou que belo cartão postal, a ponte estaiada com praia ao fundo? E
seus filhos colhendo mexilhões nos pés do Borba Gato? Consigo ver, facilmente, a 23 de Maio tomada por
ambulantes, vendendo óleo bronzeador, canga, Shhhhkol e Biscoito Globo. O Morumbi, com as casonas nas
colinas, debruçadas sobre o mar, será a Beverly Hills paulistana. E nossos restaurantes, já tão afamados, o que
não farão com peixes fresquinhos e frutos do mar, trazidos diretamente pela comunidade caiçara de Santo
Amaro? O lago do Ibirapuera não teve sempre a vocação para ser a nossa Rodrigo de Freitas? E qual o sonho
da Vila Nova Conceição, senão tornar-se a Barra da Tijuca?
Cruzemos os dedos, meus queridos paulistanos, pois muito em breve, quando as margens plácidas do Ipiranga
ouvirem um estrondo, não será o brado retumbante de um povo heroico, mas o som das ondas quebrando na
Avenida do Estado. E, nesse instante, o sol da liberdade, com seus raios fúlgidos, dourará os corpos estirados à
beira-mar. E ainda tem gente preocupada com o futuro. Tsc tsc...
“(...) quando as margens plácidas do Ipiranga ouvirem um estrondo (...).” “E, nesse instante, o sol da liberdade, com seus raios fúlgidos (...).”
São sinônimos das palavras destacadas, respectivamente:
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Leia as frases a seguir.
I. Mariana visa ao papel principal naquela peça.
II. Eu prefiro suco de melão a suco de laranja.
III. Aquele aluno nunca obedece a professora.
Indique a alternativa correta quanto à regência dos verbos.
I. Mariana visa ao papel principal naquela peça.
II. Eu prefiro suco de melão a suco de laranja.
III. Aquele aluno nunca obedece a professora.
Indique a alternativa correta quanto à regência dos verbos.
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Assinale a alternativa que apresenta a grafia correta.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
PRÉ-SAL
Antônio Prata
Dizem que otimista é o cara que vê o copo meio cheio, enquanto pessimista é quem o enxerga meio vazio. A
imagem é batida, mas vem a calhar, pois não é outro o tema desta crônica senão a água. Muita água. Trilhões
de litros de H2O, que serão acrescidos aos oceanos nas próximas décadas, quando as calotas polares
derreterem.
Os pessimistas, claro, só conseguem ver o lado ruim da mudança climática: a morte de milhões de pinguins,
focas, leões marinhos, ursos polares e a extinção de algumas espécies desconhecidas; o alagamento de certas
cidades litorâneas como Rio de Janeiro, Nova York, Xangai, Veneza, Barcelona e a perda de boa parte do
patrimônio histórico e cultural da humanidade; o aumento de catástrofes naturais como tufões, furacões, dilúvios,
enchentes e a desgraça humana decorrente desses aguaceiros. OK. O Rio é legal. As focas e a Piazza San
Marco, também. Mas focar-se (sem trocadilho) apenas nos aspectos negativos da lambança climática impedenos de perceber outros acontecimentos maravilhosos que se avizinham. Praia em São Paulo, por exemplo.
Claro que a tese ainda não é um consenso entre a comunidade científica. Alguns estudiosos, desses que só
conseguem ver a parte vazia do copo, afirmam que, por mais que a gente queime todo o petróleo existente, o
aumento do nível dos oceanos será apenas de alguns metros. Cientistas de ânimo mais solar, contudo, garantem
que o que conhecemos como Polo Norte é, literalmente, apenas a ponta do iceberg e, se tudo der certo, antes
de 2020, vai ter prédio na Berrini com vista pro mar.
Quanta coisa boa há de acontecer! Já pensou que belo cartão postal, a ponte estaiada com praia ao fundo? E
seus filhos colhendo mexilhões nos pés do Borba Gato? Consigo ver, facilmente, a 23 de Maio tomada por
ambulantes, vendendo óleo bronzeador, canga, Shhhhkol e Biscoito Globo. O Morumbi, com as casonas nas
colinas, debruçadas sobre o mar, será a Beverly Hills paulistana. E nossos restaurantes, já tão afamados, o que
não farão com peixes fresquinhos e frutos do mar, trazidos diretamente pela comunidade caiçara de Santo
Amaro? O lago do Ibirapuera não teve sempre a vocação para ser a nossa Rodrigo de Freitas? E qual o sonho
da Vila Nova Conceição, senão tornar-se a Barra da Tijuca?
Cruzemos os dedos, meus queridos paulistanos, pois muito em breve, quando as margens plácidas do Ipiranga
ouvirem um estrondo, não será o brado retumbante de um povo heroico, mas o som das ondas quebrando na
Avenida do Estado. E, nesse instante, o sol da liberdade, com seus raios fúlgidos, dourará os corpos estirados à
beira-mar. E ainda tem gente preocupada com o futuro. Tsc tsc...
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Leia com atenção o texto a seguir:
“O que designamos por categorias de texto é um conjunto de textos com características comuns, ou seja, constituída por um conjunto de características específicas em termos de conteúdo, estrutura composicional, objetivos e funções sócio-comunicativas, características da superfície linguística, condições de produção, etc., mas distintas das características de outras categorias de texto, o que permite diferenciá-las.” (TRAVAGLIA, 2004a)
Conforme contexto apresentado, a categoria de um texto é:
“O que designamos por categorias de texto é um conjunto de textos com características comuns, ou seja, constituída por um conjunto de características específicas em termos de conteúdo, estrutura composicional, objetivos e funções sócio-comunicativas, características da superfície linguística, condições de produção, etc., mas distintas das características de outras categorias de texto, o que permite diferenciá-las.” (TRAVAGLIA, 2004a)
Conforme contexto apresentado, a categoria de um texto é:
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