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Diante do cenário social catastrófico palestino com a longevidade do conflito Israel x Hamas, ainda em
curso em 2026, analistas políticos e organizações sociais têm constituído discursos que analisam a
caracterização de “ciclos de violência” na região, considerando que momentos de grande opressão militar e
social israelenses são sucedidos de reações, também extremas, com forte apelo popular por parte dos
palestinos. Assim, apesar das diferenças contextuais entre os tempos e eventos, esses mesmos analistas
apontam para a ocorrência de uma terceira Intifada. Sobre os dois movimentos anteriores conceituados
como Intifadas, devemos considerar assertivos os seguintes elementos:
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Conhecido como “Operação 2ª via”, o movimento apoiado pelos EUA, inclusive pela CIA, que culminou com
a deposição do presidente chileno Salvador Allende, além de apoio militar, teve como estratégia:
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Há diferentes interpretações historiográficas acerca do fenômeno cristalizado como Imperialismo Japonês,
iniciado após a Revolução Meiji e encerrado com a Segunda Guerra Mundial. Entre essas interpretações,
uma delas surge exatamente nesse pós-guerra, construída por setores conservadores da sociedade
japonesa, sendo, desde sua origem, amplamente contestada fora do Japão. Tal vertente justifica o
imperialismo sob o seguinte argumento:
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A partir da historiografia marxista, é precondição essencial para a explicação do processo histórico
conceituado como Revolução Industrial:
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“Em 1º de novembro de 1755 um terremoto arrasou Lisboa, provocando milhares de mortes e destruindo
cerca de 85% da cidade. (...) O Rei D. José I e o primeiro-ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, (...)
contrataram arquitetos e engenheiros de toda a Europa a fim de reconstruir a capital. A arquitetura das
casas era uniforme, assim como o desenho das portas, janelas e varandas. Vigas, balaustradas, azulejos e
até pregos foram feitos em série a partir de um pequeno número de modelos, (...). A arquitetura (...) deveria
submeter os interesses particulares à utilidade pública da regularidade e da beleza da capital.”
ENDERS, A.; MORAES, M. & FRANCO, R. História em curso: da Antiguidade à Globalização. São Paulo: Editora do Brasil; Rio de Janeiro: FGV, 2008. p. 206
Considerando as informações do trecho selecionado e o contexto europeu da época abordada, uma alcunha que poderia ser – e provavelmente foi – atribuída à Lisboa após sua reconstrução é:
ENDERS, A.; MORAES, M. & FRANCO, R. História em curso: da Antiguidade à Globalização. São Paulo: Editora do Brasil; Rio de Janeiro: FGV, 2008. p. 206
Considerando as informações do trecho selecionado e o contexto europeu da época abordada, uma alcunha que poderia ser – e provavelmente foi – atribuída à Lisboa após sua reconstrução é:
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Observe a charge a seguir:

Disponível em: https://www.chrismadden.co.uk/cartoon-gallery/galileo-cartoon-galileo-discussing-his-telescopicdiscoveries-with-the-pope/. Acesso em 23 fev 2026
A interpretação da obra remete a uma marcante transformação no pensamento ocidental no início da modernidade. A seguinte característica dessa transformação pode ser associada à seguinte “descoberta” expressa na charge, respectivamente:
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Ao longo da história republicana brasileira, diferentes tentativas de ruptura institucional – bem-sucedidas ou
fracassadas – evidenciam padrões distintos de reação do aparato jurídico-estatal. Quanto a esses padrões,
podemos afirmar que:
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A meta síntese do famoso “50 anos em 5” de Juscelino Kubitschek era a construção de Brasília. No entanto,
a interiorização da capital do Estado esteve em perspectiva em outros diversos momentos da História
brasileira e defendida oficialmente por políticos proeminentes, como:
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A afirmação da República brasileira evidencia muitos dos movimentos políticos os quais permanecem ativos
como estratégias de condução das opiniões sociais. Em uma entrevista sobre sua obra 1897 – A República
polarizada e o atentado contra Prudente de Morais (Rio de Janeiro: Ayran, 2025), primeiro presidente civil
no Brasil, o autor Ely Carneiro de Paiva relata um trecho de uma reportagem de um jornal da época
afirmando que “o Conde d’Eu tem remetido dinheiro ao Conselheiro.” Considerado pelo autor uma fake
news, tal trecho pode ter como intenção política:
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Entre os trechos selecionadas da obra História Concisa do Brasil, de Bóris Fausto (Edusp: 2000), aquele
que se refere ao período regencial brasileiro é:
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