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3003331
Ano: 2023
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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A paralisia cerebral caracteriza-se como um grupo de desordens permanentes do desenvolvimento do movimento e da postura, ocasionando limitações de atividades atribuídas a distúrbios não progressivos que ocorrem no cérebro infantil em desenvolvimento. Crianças com tais alterações apresentam, frequentemente, modificações na função de deglutição, levando a
comprometimentos clínicos, como a pneumonia de repetição e a desnutrição. Diante do exposto, analise as afirmativas a
seguir.
I. Crianças com paralisia cerebral frequentemente apresentam aumento do tempo de preparo e de trânsito oral, ocasionando maior gasto energético durante a ingestão oral, prejudicando a manutenção e o ganho de peso na criança. Diante da alta incidência em paciente com paralisia cerebral, o tempo de preparo e de trânsito oral não pode ser um indicador da gravidade da disfagia, apesar de estar mais aumentado naquelas com maior comprometimento motor.
II. O maior conhecimento frente às correlações dos achados de deglutição com as demais alterações motoras em pacientes com paralisia cerebral pode facilitar as condutas da equipe. A incidência de disfagia em todos os níveis de comprometimento motor global demonstra a necessidade de rastrear a deglutição em todos os pacientes com paralisia cerebral, independentemente da presença de queixas alimentares e/ou de quadros motores mais graves.
III. A distribuição da gravidade da deglutição em relação ao nível motor evidencia tendência de piora da disfagia de acordo com a piora nos níveis de comprometimento motor global. Espera-se maior incidência de disfagia grave para líquidos em crianças com maior comprometimento motor.
Está correto o que se afirma apenas em
I. Crianças com paralisia cerebral frequentemente apresentam aumento do tempo de preparo e de trânsito oral, ocasionando maior gasto energético durante a ingestão oral, prejudicando a manutenção e o ganho de peso na criança. Diante da alta incidência em paciente com paralisia cerebral, o tempo de preparo e de trânsito oral não pode ser um indicador da gravidade da disfagia, apesar de estar mais aumentado naquelas com maior comprometimento motor.
II. O maior conhecimento frente às correlações dos achados de deglutição com as demais alterações motoras em pacientes com paralisia cerebral pode facilitar as condutas da equipe. A incidência de disfagia em todos os níveis de comprometimento motor global demonstra a necessidade de rastrear a deglutição em todos os pacientes com paralisia cerebral, independentemente da presença de queixas alimentares e/ou de quadros motores mais graves.
III. A distribuição da gravidade da deglutição em relação ao nível motor evidencia tendência de piora da disfagia de acordo com a piora nos níveis de comprometimento motor global. Espera-se maior incidência de disfagia grave para líquidos em crianças com maior comprometimento motor.
Está correto o que se afirma apenas em
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3003330
Ano: 2023
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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O manejo das disfagias orofaríngeas consiste na prática especializada do fonoaudiólogo, que pode atuar ambulatorialmente,
em domicílio ou em hospitais. Esta prática exige conhecimentos e técnicas específicas determinadas pelas manifestações dos
pacientes. Considerando o processo de reabilitação das disfagias, marque
V
para as afirmativas verdadeiras e
F
para as falsas.
( ) O paciente neurológico pode apresentar diversas alterações de sensibilidade, em sua maioria, restritas à região intraoral. A sensibilidade é um aspecto importante a ser considerado durante a terapia do paciente com disfagia, pois se a mobilidade do sistema estomatognático é eficaz para preparar o bolo alimentar, a aferência dos estímulos não influencia no tempo de trânsito oral ou mesmo no desencadeamento da deglutição.
( ) No momento da deglutição, há movimentação das paredes laterais e posterior de faringe, pela contração de seus músculos constritores, promovendo o alongamento da faringe e a medialização de suas paredes. Este mecanismo, além de aumentar a pressão na câmara faríngea, empurra dinamicamente o bolo alimentar em direção ao esôfago. Por se tratar de movimentos presentes em uma fase involuntária da deglutição, não há exercícios que auxiliem nesta movimentação e favoreçam uma movimentação mais adequada e ágil do paciente ao engolir, cabendo ao profissional direcionar suas ações apenas para a fase oral da deglutição.
( ) A conjunção de movimentos de elevação e anteriorização do complexo hiolaríngeo é um dos mecanismos que garantem a proteção das vias aéreas. É possível, de certa forma, trabalhar a movimentação laríngea por meio de exercícios que utilizam a fonação, tais como: curvas melódicas e agudos com protrusão exagerada de língua.
( ) O fechamento glótico adequado, fisiologicamente determinado pela ação dos músculos adutores da laringe – tireoaritenoideos, cricoaritenoideos laterais e ariaritenoideos, é também um importante mecanismo de defesa de vias aéreas. Assim, exercícios vocais para adução glótica podem contribuir para o processo de reabilitação das disfagias, se realizados de forma criteriosa e com enfoque funcional e dinâmico.
A sequência está correta em
( ) O paciente neurológico pode apresentar diversas alterações de sensibilidade, em sua maioria, restritas à região intraoral. A sensibilidade é um aspecto importante a ser considerado durante a terapia do paciente com disfagia, pois se a mobilidade do sistema estomatognático é eficaz para preparar o bolo alimentar, a aferência dos estímulos não influencia no tempo de trânsito oral ou mesmo no desencadeamento da deglutição.
( ) No momento da deglutição, há movimentação das paredes laterais e posterior de faringe, pela contração de seus músculos constritores, promovendo o alongamento da faringe e a medialização de suas paredes. Este mecanismo, além de aumentar a pressão na câmara faríngea, empurra dinamicamente o bolo alimentar em direção ao esôfago. Por se tratar de movimentos presentes em uma fase involuntária da deglutição, não há exercícios que auxiliem nesta movimentação e favoreçam uma movimentação mais adequada e ágil do paciente ao engolir, cabendo ao profissional direcionar suas ações apenas para a fase oral da deglutição.
( ) A conjunção de movimentos de elevação e anteriorização do complexo hiolaríngeo é um dos mecanismos que garantem a proteção das vias aéreas. É possível, de certa forma, trabalhar a movimentação laríngea por meio de exercícios que utilizam a fonação, tais como: curvas melódicas e agudos com protrusão exagerada de língua.
( ) O fechamento glótico adequado, fisiologicamente determinado pela ação dos músculos adutores da laringe – tireoaritenoideos, cricoaritenoideos laterais e ariaritenoideos, é também um importante mecanismo de defesa de vias aéreas. Assim, exercícios vocais para adução glótica podem contribuir para o processo de reabilitação das disfagias, se realizados de forma criteriosa e com enfoque funcional e dinâmico.
A sequência está correta em
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3003329
Ano: 2023
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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A alimentação correta do bebê propicia o crescimento físico adequado, favorece o desenvolvimento neuropsicomotor, ajuda
a fortalecer o seu sistema imunológico, além de ser um dos momentos de afetividade entre a mãe e o bebê considerados
importantes para o desenvolvimento de linguagem. A sucção desempenha um papel fundamental na alimentação dos bebês.
Dessa forma, para promover uma alimentação segura e eficiente, a atuação fonoaudiológica relaciona-se com a habilidade
de sucção e da coordenação sucção x deglutição x respiração. Considerando fisiologia e biomecânica da sucção em bebês e
suas estruturas envolvidas, assinale a afirmativa INCORRETA.
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3003328
Ano: 2023
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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A aquisição do sistema fonológico de uma língua, incluindo seu inventário fonético e as regras fonológicas, ocorre de forma
contínua e gradativa. Embora seja possível identificar as tendências gerais, cada criança desenvolve sua linguagem de forma
particular. Os processos fonológicos constituem mudanças sistemáticas que afetam uma classe ou sequência de sons e se
constituem em descrições de padrões que ocorrem regularmente na fala da criança com o objetivo de simplificar os sons
alvos dos adultos. A análise dos processos fonológicos favorece o estabelecimento de prioridades e estratégias para a terapia
fonoaudiológica. Representa o processo fonológico de posteriorização para palatal:
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3003327
Ano: 2023
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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Processos de maturação fisiológicos e neuroanatômicos provavelmente estão relacionados com o surgimento da gagueira
desenvolvimental em crianças pré-escolares, a qual parece estar intimamente vinculada às habilidades metalinguísticas. Sobre as disfluências, marque
V
para as afirmativas verdadeiras e
F
para as falsas.
( ) Além das disfluências comuns, a fala pode ser interrompida pelas disfluências atípicas ou gagas, que são comportamentos característicos de indivíduos com gagueira. A gagueira é um distúrbio da fluência caracterizada por interrupções no fluxo da fala do indivíduo, impossibilitando, em alguns momentos, a produção da fala contínua, suave e sem esforço.
( ) A gagueira é uma desordem de aspecto multidimensional, na qual inúmeros fatores podem interferir no desenvolvimento da fluência infantil, como o histórico pré-peri-pós-natal, o histórico familial, o fator ambiental, assim como as capacidades linguísticas e cognitivas da criança. Assim, fatores biológicos, psicológicos e sociais interagem de uma forma complexa nesta desordem.
( ) Quanto à evolução clínica, a gagueira infantil mais frequentemente tem um desenvolvimento abrupto. Nos estágios iniciais, podem ocorrer períodos de remissão parcial, conferindo à gagueira infantil um caráter permanente. Embora possa haver uma recuperação espontânea (na minoria dos casos), quando isso não acontece, há a possibilidade de ocorrer o agravamento do quadro tanto de disfluências gagas quanto comuns. A criança pré-escolar com gagueira pode apresentar tensões faciais e/ou corporais. Movimentos corporais associados podem surgir e se intensificar com a evolução da gagueira, o que não é observado nas disfluências comuns.
A sequência está correta em
( ) Além das disfluências comuns, a fala pode ser interrompida pelas disfluências atípicas ou gagas, que são comportamentos característicos de indivíduos com gagueira. A gagueira é um distúrbio da fluência caracterizada por interrupções no fluxo da fala do indivíduo, impossibilitando, em alguns momentos, a produção da fala contínua, suave e sem esforço.
( ) A gagueira é uma desordem de aspecto multidimensional, na qual inúmeros fatores podem interferir no desenvolvimento da fluência infantil, como o histórico pré-peri-pós-natal, o histórico familial, o fator ambiental, assim como as capacidades linguísticas e cognitivas da criança. Assim, fatores biológicos, psicológicos e sociais interagem de uma forma complexa nesta desordem.
( ) Quanto à evolução clínica, a gagueira infantil mais frequentemente tem um desenvolvimento abrupto. Nos estágios iniciais, podem ocorrer períodos de remissão parcial, conferindo à gagueira infantil um caráter permanente. Embora possa haver uma recuperação espontânea (na minoria dos casos), quando isso não acontece, há a possibilidade de ocorrer o agravamento do quadro tanto de disfluências gagas quanto comuns. A criança pré-escolar com gagueira pode apresentar tensões faciais e/ou corporais. Movimentos corporais associados podem surgir e se intensificar com a evolução da gagueira, o que não é observado nas disfluências comuns.
A sequência está correta em
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3003326
Ano: 2023
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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Paciente, 73 anos de idade, apresenta histórico de Acidente Vascular Cerebral isquêmico (AVC), em região fronto-temporal.
Cursa com hemiplegia à direita; dificuldades na nomeação; repetição e compreensão preservadas; presença de perserverações, hesitações; e, prosódia preservada. A hipótese diagnóstica fonoaudiológica é que o paciente apresenta afasia
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3003325
Ano: 2023
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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A deficiência auditiva é definida pela perda parcial ou total da audição, podendo causar comprometimento em diversos
âmbitos e, ainda, afetar a dinâmica interpessoal do indivíduo. Tendo em vista que o diagnóstico e a reabilitação tardios tendem a
ocasionar alterações consistentes no desenvolvimento da linguagem, analise as afirmativas a seguir.
I. Estudos evidenciaram a associação da perda auditiva com anemia por deficiência de ferro, sendo 55% maior a chance de desenvolver perda auditiva sensorioneural em indivíduos que possuem anemia do que naqueles que não apresentam. A hipótese seria de que a anemia ferropriva comprometeria o fornecimento de oxigênio aos tecidos, provocando um processo de isquemia na cóclea. Outra hipótese está relacionada ao sistema nervoso, em que a deficiência de ferro prejudicaria o metabolismo de neurotransmissores, a mielinização e a síntese de DNA, danificando a mielina do nervo auditivo e causando prejuízos na condução nervosa.
II. As anomalias de orelha acontecem na embriogênese e acometem apenas a orelha externa e média. De maneira geral, as alterações congênitas danificam o pavilhão auricular e o meato acústico externo, podendo acontecer modificações significativas, em geral, unilaterais.
III. As etiologias mais recorrentes da perda auditiva foram intituladas em seis grupos principais: no período neonatal; infecção neonatal congênita; genéticas sindrômicas e genéticas não sindrômicas; neuropatia auditiva; indeterminada (após exclusão das outras causas de perda auditiva); e, outras anomalias de orelha interna e etiologias centrais. Para que o diagnóstico etiológico seja realizado adequadamente e possa contribuir com o manejo prognóstico da deficiência, é necessário que a perda auditiva seja diagnosticada o mais precocemente possível.
IV. A literatura aponta uma associação etiológica entre surdez súbita e doenças microvasculares, com correlação significativa entre lesões da substância branca, identificada na ressonância magnética nuclear, e indivíduos diagnosticados com surdez súbita sensorioneural idiopática. Tal relação pode ser explicada pela presença de fatores de riscos vasculares como hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus ; e, dislipidemia.
Está correto o que se afirma apenas em
I. Estudos evidenciaram a associação da perda auditiva com anemia por deficiência de ferro, sendo 55% maior a chance de desenvolver perda auditiva sensorioneural em indivíduos que possuem anemia do que naqueles que não apresentam. A hipótese seria de que a anemia ferropriva comprometeria o fornecimento de oxigênio aos tecidos, provocando um processo de isquemia na cóclea. Outra hipótese está relacionada ao sistema nervoso, em que a deficiência de ferro prejudicaria o metabolismo de neurotransmissores, a mielinização e a síntese de DNA, danificando a mielina do nervo auditivo e causando prejuízos na condução nervosa.
II. As anomalias de orelha acontecem na embriogênese e acometem apenas a orelha externa e média. De maneira geral, as alterações congênitas danificam o pavilhão auricular e o meato acústico externo, podendo acontecer modificações significativas, em geral, unilaterais.
III. As etiologias mais recorrentes da perda auditiva foram intituladas em seis grupos principais: no período neonatal; infecção neonatal congênita; genéticas sindrômicas e genéticas não sindrômicas; neuropatia auditiva; indeterminada (após exclusão das outras causas de perda auditiva); e, outras anomalias de orelha interna e etiologias centrais. Para que o diagnóstico etiológico seja realizado adequadamente e possa contribuir com o manejo prognóstico da deficiência, é necessário que a perda auditiva seja diagnosticada o mais precocemente possível.
IV. A literatura aponta uma associação etiológica entre surdez súbita e doenças microvasculares, com correlação significativa entre lesões da substância branca, identificada na ressonância magnética nuclear, e indivíduos diagnosticados com surdez súbita sensorioneural idiopática. Tal relação pode ser explicada pela presença de fatores de riscos vasculares como hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus ; e, dislipidemia.
Está correto o que se afirma apenas em
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3003324
Ano: 2023
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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O esqueleto laríngeo é formado por cartilagens, músculos, membranas e mucosas. As cartilagens laríngeas são em número
de nove – três ímpares, uma par principal e duas outras pares, consideradas acessórias. Sobre as cartilagens, marque
V
para
as afirmativas verdadeiras e
F
para as falsas.
( ) A cartilagem cricoidea é uma cartilagem única, a segunda maior da laringe, com formato circular de anel completo. Observa-se uma variação importante entre os diâmetros ântero-posterior e lateral de acordo com o sexo, tendo um formato ovoide nos homens e circular nas mulheres.
( ) A cartilagem tireoidea é uma cartilagem única, a maior cartilagem da laringe; possui formato de escudo, sendo composta por duas lâminas laterais, de forma quadrangular e dois pares de cornos posteriores.
( ) A cartilagem aritenoidea é uma cartilagem única, com forma geométrica circular; considerada como a unidade funcional da laringe devido à sua importância nas funções fonatória, respiratória e digestória. Sabe-se que há relevante variabilidade entre os sexos, sendo maior nos homens, representando os elementos cartilaginosos de configuração mais instável da laringe.
( ) A cartilagem epiglótica é uma cartilagem única, formada principalmente por fibras elásticas, cuja função é proteger as vias aéreas inferiores por meio do abaixamento e fechamento do ádito laríngeo.
A sequência está correta em
( ) A cartilagem cricoidea é uma cartilagem única, a segunda maior da laringe, com formato circular de anel completo. Observa-se uma variação importante entre os diâmetros ântero-posterior e lateral de acordo com o sexo, tendo um formato ovoide nos homens e circular nas mulheres.
( ) A cartilagem tireoidea é uma cartilagem única, a maior cartilagem da laringe; possui formato de escudo, sendo composta por duas lâminas laterais, de forma quadrangular e dois pares de cornos posteriores.
( ) A cartilagem aritenoidea é uma cartilagem única, com forma geométrica circular; considerada como a unidade funcional da laringe devido à sua importância nas funções fonatória, respiratória e digestória. Sabe-se que há relevante variabilidade entre os sexos, sendo maior nos homens, representando os elementos cartilaginosos de configuração mais instável da laringe.
( ) A cartilagem epiglótica é uma cartilagem única, formada principalmente por fibras elásticas, cuja função é proteger as vias aéreas inferiores por meio do abaixamento e fechamento do ádito laríngeo.
A sequência está correta em
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3003323
Ano: 2023
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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O nódulo é uma formação bilateral, reconhecido como a lesão da laringe que recebe maior influência do comportamento
vocal. Trata-se de lesão comum em mulheres jovens e adultas, na faixa etária de 25 a 35 anos, assim como em crianças de
ambos os sexos. Acredita-se que o nódulo de prega vocal seja a lesão laríngea mais comum, perfazendo uma média de 20%
das diversas patologias laríngeas diagnosticadas. Diante do exposto, assinale a afirmativa correta.
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3003322
Ano: 2023
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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O desenvolvimento da linguagem oral está relacionado a uma série complexa de habilidades cognitivas, perceptuais e linguísticas. Considerando que a construção simbólica faz parte das habilidades cognitivas essenciais para a formação do signo
linguístico e, consequentemente, da utilização de vocábulos como forma de expressão, analise as afirmativas a seguir.
I. Durante o desenvolvimento infantil, existe uma grande e estreita relação entre as áreas cognitiva, afetiva, social e comunicativa, que constituem a base para a emergência dos símbolos. Dessa forma, o desenvolvimento do simbolismo está diretamente relacionado ao da linguagem oral.
II. A função simbólica consiste na capacidade de representar o mundo experienciado e vivido. Envolve, além da linguagem e da brincadeira simbólica, a imitação diferida, a resolução de problemas por combinação mental de ações e imagens mentais, que constituem um sistema de significantes das funções simbólicas e cognitivas, possibilitando diversas formas de representação.
III. Vários estudos já consolidaram que a maturidade simbólica e as habilidades linguísticas têm seu desenvolvimento apoiado em habilidades distintas, uma vez que ambas envolvem a capacidade de representação; entretanto, utilizam elementos representativos distintos relacionados a objetos, pessoas, lugar ou ação de um outro elemento ou situação.
Está correto o que se afirma em
I. Durante o desenvolvimento infantil, existe uma grande e estreita relação entre as áreas cognitiva, afetiva, social e comunicativa, que constituem a base para a emergência dos símbolos. Dessa forma, o desenvolvimento do simbolismo está diretamente relacionado ao da linguagem oral.
II. A função simbólica consiste na capacidade de representar o mundo experienciado e vivido. Envolve, além da linguagem e da brincadeira simbólica, a imitação diferida, a resolução de problemas por combinação mental de ações e imagens mentais, que constituem um sistema de significantes das funções simbólicas e cognitivas, possibilitando diversas formas de representação.
III. Vários estudos já consolidaram que a maturidade simbólica e as habilidades linguísticas têm seu desenvolvimento apoiado em habilidades distintas, uma vez que ambas envolvem a capacidade de representação; entretanto, utilizam elementos representativos distintos relacionados a objetos, pessoas, lugar ou ação de um outro elemento ou situação.
Está correto o que se afirma em
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