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Considere o trecho do Hino Nacional Brasileiro:
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
No trecho, o verbo "ouviram" concorda com:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 3.
UMA MODERADA DEFESA DO NOVO ENSINO MÉDIO
1 No debate público, a gente sempre procura um lugar para chamar de "meu". O autoritarismo identitário nos ensinou que nosso lugar de vítima importa mais, politicamente falando, do que a verdade dos fatos. Chegou a minha vez, portanto. Não que eu me sinta vítima ou algoz. Se eu fosse de fato vítima ou algoz, recorro ao meu sacrossanto direito de sigilo.
2 Meu "lugar de fala" tem outra natureza: minha experiência profissional. Sou professor de ensino médio desde 1999. Comecei cedo quando, pela primeira vez na vida, pisei no solo sagrado de uma sala de aula para ensinar. Minhas disciplinas sempre foram, vamos dizer, "heterodoxas". Para não dizer "menos importantes no currículo" -, eu sei, parece que já estou tentando me fazer de vítima.
3 Ensinei Educação Artística até 2002 em uma escola particular em Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo. Depois de um período dedicado à faculdade de Filosofia, de 2007 até hoje, trabalho como professor das apaixonantes e quase irrelevantes disciplinas de ciências humanas: Filosofia e Sociologia. Entre 2007 e 2013, fui professor da rede pública no estado de São Paulo. Entre 2009 e 2021, dei aulas para curso pré-vestibular. Hoje, trabalho em um grande colégio particular na cidade de São Paulo. Ou seja: tenho experiência nas duas realidades socioeconômicas do ensino.
4 Como eu disse, o ensino médio é o "meu lugar de fala". E, como todo "lugar de fala", limitado à minha experiência. Por isso, o que vou defender aqui é justamente o que a minha experiência vivenciou. Ouso dizer: nada além disso e nada mais do que isso. Claro que tenho algum palpite razoável acerca do que penso ser o melhor para o ensino do país. Entretanto, para fins de argumentação, neste momento, não interessa. Farei uma defesa moderadamente apaixonada do Novo Ensino Médio. Sem, obviamente, me preocupar com os custos econômicos dessa empreitada.
5 Para isso, peço gentilmente ao leitor que saiba que o país adotou, a partir do governo Temer, uma nova forma de estruturar o ensino médio. Copio e colo do próprio site do MEC:
6 A Lei nº 13.415/2017 alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e estabeleceu uma mudança na estrutura do ensino médio, ampliando o tempo mínimo do estudante na escola de 800 horas para 1.000 horas anuais (até 2022) e definindo uma nova organização curricular, mais flexível, que contemple uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a oferta de diferentes possibilidades de escolhas aos estudantes, os itinerários formativos, com foco nas áreas de conhecimento e na formação técnica e profissional.
7 Na prática, o que mudou? Esse tópico aqui: "a oferta de diferentes possibilidades de escolhas aos estudantes, os itinerários formativos, com foco nas áreas de conhecimento". Essa "oferta" está diretamente relacionada a "uma nova organização curricular, mais flexível".
8 Os detalhes aqui dizem tudo. Na minha época de estudante, ou seja, bem antes da proposta do Novo Ensino Médio, o currículo era o que a escola oferecia. Tinha Português (Gramática e Literatura), Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia, História, Artes e Educação Física. Tudo estava fixo e pré-determinado. Para vocês terem uma ideia, até as provas que os professores aplicam eram exatamente as mesmas - como a ocasião faz o ladrão, criamos um comércio ilegal de "colas" -, visto que o conteúdo era exatamente o mesmo todos os anos, tintim por tintim.
9 Há vantagens? Sim, claro. O aluno deve se adequar aos caprichos do professor, do diretor, do MEC... Ele aprendia mais? Sinceramente não sei. Na verdade, não acho que o problema do ensino no Brasil tem a ver com "aprender mais ou deixar de aprender". Antes, tem a ver com perspectiva existencial, coisa que nenhuma escola deveria ser capaz de satisfazer. Em outras palavras, o problema do ensino no Brasil não tem a ver com o que se aprende, mas com o propósito de aprender. Muitos alunos vão à escola sem propósito. Como a escola poderia resolver isso?
10 Acredito que o Novo Ensino Médio, por mais problemas que possa gerar em termos de administração escolar, traz uma preocupação relevante com a flexibilização do currículo ofertada segundo os itinerários formativos: dar um pouquinho de significado para o aprendizado. Resolve o problema da perspectiva existencial? De forma alguma. Porém, tem como proposta tornar a escola um pouco menos hostil à realidade dos estudantes.
11 Semana que vem falarei das vantagens de pensar a grade curricular a partir dos itinerários formativos.
RAZZO, Francisco. Uma moderada defesa do Novo Ensino Médio. Gazeta do Povo, 6 mar. 2023. Disponível em: Acesso em: 14 abr. 2023.
Considere o trecho:
"Os detalhes aqui dizem tudo. Na minha época de estudante, ou seja, bem antes da proposta do Novo Ensino Médio, o currículo era o que a escola oferecia. Tinha Português (Gramática e Literatura), Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia, História, Artes e Educação Física. Tudo estava fixo e pré-determinado. Para vocês terem uma ideia, até as provas que os professores aplicam eram exatamente as mesmas - como a ocasião faz o ladrão, criamos um comércio ilegal de "colas" -, visto que o conteúdo era exatamente o mesmo todos os anos, tintim por tintim." [§8].
No texto, a expressão destacada significa:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Astorga-PR
Um romance sobre um grande homem, que construiu uma grande cidade.
Um homem de fibra. Era assim que José Pellerini podia ser definido. Um homem que desde muito jovem conheceu a dureza de lidar com a terra, que foi contra tradições e preconceitos, que conquistou o amor apesar das diferenças, que se aventurou no desconhecido para povoar uma cidade no norte do Paraná, que hoje conhecemos como Londrina. Esse mesmo homem está deitado em uma cama de hospital, desejando apenas poder morrer em paz, na terra que tanto ama: a Terra Vermelha.
Fonte: 3aarigoo/6f4499eb9d3bb-433-993775f8144400d 0daab-2013/artigo/6bf949eb-9d3b-4b31-9375-f814540d0dab
A sinopse acima refere-se ao romance Terra Vermelha, de autoria de um importante escritor paranaense. Assinale a alternativa que indica o autor dessa obra.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Astorga-PR
"Como toda inteligência artificial, a ferramenta se alimenta de informações que coleta na internet. Portanto, o que está disponível na internet atualmente é a base de dados do algoritmo. Baseado em padrões e no cruzamento das informações, essa ferramenta transforma as querys, os questionamentos dos usuários, em respostas.
O grande diferencial aqui é que essas respostas podem ser criativas. Por exemplo, ao perguntar sobre um determinado assunto, diferente do que ocorre em um mecanismo de busca, que apenas retorna os resultados, a ferramenta é capaz de contextualizá-los e elaborar textos, letras de música, poesias, contos, códigos de programação, receitas e assim por diante."
Fonte: Mundo Conectado (adaptado)
Assinale a alternativa que indica a ferramenta a que se refere o texto acima.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Astorga-PR
A respeito do estado do Paraná, atribua (V) para verdadeiro e (F) para falso no que se afirma e, em seguida, assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
(__)Em 19 de dezembro de 2023, o estado do Paraná comemorará 170 anos de sua emancipação da então Província de São Paulo.
(__)Em 29 de março de 2023, a capital do estado completou 330 anos.
(__)Curitiba é a cidade mais antiga do estado do Paraná.
(__)A palavra "paraná" é de origem guarani e significa rio semelhante ao mar.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Astorga-PR
A respeito do município de Astorga, estado do Paraná, analise as afirmações a seguir:
I. O município de Astorga foi oficialmente instalado em 14 de dezembro de 1952.
II. O traçado do futuro patrimônio de Astorga foi proposto, em 1945, como homenagem à vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial.
III. Santa Zélia é o distrito mais populoso do município de Astorga.
Está CORRETO o que se afirma em:
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Considerando o período abaixo:
"João foi à padaria e comprou pão francês e leite condensado. Ele também comprou manteiga para passar no pão."
Determine qual das alternativas abaixo apresenta uma reescrita do trecho que mantém a mesma coesão do texto original.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 3.
UMA MODERADA DEFESA DO NOVO ENSINO MÉDIO
1 No debate público, a gente sempre procura um lugar para chamar de "meu". O autoritarismo identitário nos ensinou que nosso lugar de vítima importa mais, politicamente falando, do que a verdade dos fatos. Chegou a minha vez, portanto. Não que eu me sinta vítima ou algoz. Se eu fosse de fato vítima ou algoz, recorro ao meu sacrossanto direito de sigilo.
2 Meu "lugar de fala" tem outra natureza: minha experiência profissional. Sou professor de ensino médio desde 1999. Comecei cedo quando, pela primeira vez na vida, pisei no solo sagrado de uma sala de aula para ensinar. Minhas disciplinas sempre foram, vamos dizer, "heterodoxas". Para não dizer "menos importantes no currículo" -, eu sei, parece que já estou tentando me fazer de vítima.
3 Ensinei Educação Artística até 2002 em uma escola particular em Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo. Depois de um período dedicado à faculdade de Filosofia, de 2007 até hoje, trabalho como professor das apaixonantes e quase irrelevantes disciplinas de ciências humanas: Filosofia e Sociologia. Entre 2007 e 2013, fui professor da rede pública no estado de São Paulo. Entre 2009 e 2021, dei aulas para curso pré-vestibular. Hoje, trabalho em um grande colégio particular na cidade de São Paulo. Ou seja: tenho experiência nas duas realidades socioeconômicas do ensino.
4 Como eu disse, o ensino médio é o "meu lugar de fala". E, como todo "lugar de fala", limitado à minha experiência. Por isso, o que vou defender aqui é justamente o que a minha experiência vivenciou. Ouso dizer: nada além disso e nada mais do que isso. Claro que tenho algum palpite razoável acerca do que penso ser o melhor para o ensino do país. Entretanto, para fins de argumentação, neste momento, não interessa. Farei uma defesa moderadamente apaixonada do Novo Ensino Médio. Sem, obviamente, me preocupar com os custos econômicos dessa empreitada.
5 Para isso, peço gentilmente ao leitor que saiba que o país adotou, a partir do governo Temer, uma nova forma de estruturar o ensino médio. Copio e colo do próprio site do MEC:
6 A Lei nº 13.415/2017 alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e estabeleceu uma mudança na estrutura do ensino médio, ampliando o tempo mínimo do estudante na escola de 800 horas para 1.000 horas anuais (até 2022) e definindo uma nova organização curricular, mais flexível, que contemple uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a oferta de diferentes possibilidades de escolhas aos estudantes, os itinerários formativos, com foco nas áreas de conhecimento e na formação técnica e profissional.
7 Na prática, o que mudou? Esse tópico aqui: "a oferta de diferentes possibilidades de escolhas aos estudantes, os itinerários formativos, com foco nas áreas de conhecimento". Essa "oferta" está diretamente relacionada a "uma nova organização curricular, mais flexível".
8 Os detalhes aqui dizem tudo. Na minha época de estudante, ou seja, bem antes da proposta do Novo Ensino Médio, o currículo era o que a escola oferecia. Tinha Português (Gramática e Literatura), Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia, História, Artes e Educação Física. Tudo estava fixo e pré-determinado. Para vocês terem uma ideia, até as provas que os professores aplicam eram exatamente as mesmas - como a ocasião faz o ladrão, criamos um comércio ilegal de "colas" -, visto que o conteúdo era exatamente o mesmo todos os anos, tintim por tintim.
9 Há vantagens? Sim, claro. O aluno deve se adequar aos caprichos do professor, do diretor, do MEC... Ele aprendia mais? Sinceramente não sei. Na verdade, não acho que o problema do ensino no Brasil tem a ver com "aprender mais ou deixar de aprender". Antes, tem a ver com perspectiva existencial, coisa que nenhuma escola deveria ser capaz de satisfazer. Em outras palavras, o problema do ensino no Brasil não tem a ver com o que se aprende, mas com o propósito de aprender. Muitos alunos vão à escola sem propósito. Como a escola poderia resolver isso?
10 Acredito que o Novo Ensino Médio, por mais problemas que possa gerar em termos de administração escolar, traz uma preocupação relevante com a flexibilização do currículo ofertada segundo os itinerários formativos: dar um pouquinho de significado para o aprendizado. Resolve o problema da perspectiva existencial? De forma alguma. Porém, tem como proposta tornar a escola um pouco menos hostil à realidade dos estudantes.
11 Semana que vem falarei das vantagens de pensar a grade curricular a partir dos itinerários formativos.
RAZZO, Francisco. Uma moderada defesa do Novo Ensino Médio. Gazeta do Povo, 6 mar. 2023. Disponível em: Acesso em: 14 abr. 2023.
Identifique, com base no texto, o que significa "construir itinerários formativos", no contexto do novo ensino médio.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 3.
UMA MODERADA DEFESA DO NOVO ENSINO MÉDIO
1 No debate público, a gente sempre procura um lugar para chamar de "meu". O autoritarismo identitário nos ensinou que nosso lugar de vítima importa mais, politicamente falando, do que a verdade dos fatos. Chegou a minha vez, portanto. Não que eu me sinta vítima ou algoz. Se eu fosse de fato vítima ou algoz, recorro ao meu sacrossanto direito de sigilo.
2 Meu "lugar de fala" tem outra natureza: minha experiência profissional. Sou professor de ensino médio desde 1999. Comecei cedo quando, pela primeira vez na vida, pisei no solo sagrado de uma sala de aula para ensinar. Minhas disciplinas sempre foram, vamos dizer, "heterodoxas". Para não dizer "menos importantes no currículo" -, eu sei, parece que já estou tentando me fazer de vítima.
3 Ensinei Educação Artística até 2002 em uma escola particular em Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo. Depois de um período dedicado à faculdade de Filosofia, de 2007 até hoje, trabalho como professor das apaixonantes e quase irrelevantes disciplinas de ciências humanas: Filosofia e Sociologia. Entre 2007 e 2013, fui professor da rede pública no estado de São Paulo. Entre 2009 e 2021, dei aulas para curso pré-vestibular. Hoje, trabalho em um grande colégio particular na cidade de São Paulo. Ou seja: tenho experiência nas duas realidades socioeconômicas do ensino.
4 Como eu disse, o ensino médio é o "meu lugar de fala". E, como todo "lugar de fala", limitado à minha experiência. Por isso, o que vou defender aqui é justamente o que a minha experiência vivenciou. Ouso dizer: nada além disso e nada mais do que isso. Claro que tenho algum palpite razoável acerca do que penso ser o melhor para o ensino do país. Entretanto, para fins de argumentação, neste momento, não interessa. Farei uma defesa moderadamente apaixonada do Novo Ensino Médio. Sem, obviamente, me preocupar com os custos econômicos dessa empreitada.
5 Para isso, peço gentilmente ao leitor que saiba que o país adotou, a partir do governo Temer, uma nova forma de estruturar o ensino médio. Copio e colo do próprio site do MEC:
6 A Lei nº 13.415/2017 alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e estabeleceu uma mudança na estrutura do ensino médio, ampliando o tempo mínimo do estudante na escola de 800 horas para 1.000 horas anuais (até 2022) e definindo uma nova organização curricular, mais flexível, que contemple uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a oferta de diferentes possibilidades de escolhas aos estudantes, os itinerários formativos, com foco nas áreas de conhecimento e na formação técnica e profissional.
7 Na prática, o que mudou? Esse tópico aqui: "a oferta de diferentes possibilidades de escolhas aos estudantes, os itinerários formativos, com foco nas áreas de conhecimento". Essa "oferta" está diretamente relacionada a "uma nova organização curricular, mais flexível".
8 Os detalhes aqui dizem tudo. Na minha época de estudante, ou seja, bem antes da proposta do Novo Ensino Médio, o currículo era o que a escola oferecia. Tinha Português (Gramática e Literatura), Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia, História, Artes e Educação Física. Tudo estava fixo e pré-determinado. Para vocês terem uma ideia, até as provas que os professores aplicam eram exatamente as mesmas - como a ocasião faz o ladrão, criamos um comércio ilegal de "colas" -, visto que o conteúdo era exatamente o mesmo todos os anos, tintim por tintim.
9 Há vantagens? Sim, claro. O aluno deve se adequar aos caprichos do professor, do diretor, do MEC... Ele aprendia mais? Sinceramente não sei. Na verdade, não acho que o problema do ensino no Brasil tem a ver com "aprender mais ou deixar de aprender". Antes, tem a ver com perspectiva existencial, coisa que nenhuma escola deveria ser capaz de satisfazer. Em outras palavras, o problema do ensino no Brasil não tem a ver com o que se aprende, mas com o propósito de aprender. Muitos alunos vão à escola sem propósito. Como a escola poderia resolver isso?
10 Acredito que o Novo Ensino Médio, por mais problemas que possa gerar em termos de administração escolar, traz uma preocupação relevante com a flexibilização do currículo ofertada segundo os itinerários formativos: dar um pouquinho de significado para o aprendizado. Resolve o problema da perspectiva existencial? De forma alguma. Porém, tem como proposta tornar a escola um pouco menos hostil à realidade dos estudantes.
11 Semana que vem falarei das vantagens de pensar a grade curricular a partir dos itinerários formativos.
RAZZO, Francisco. Uma moderada defesa do Novo Ensino Médio. Gazeta do Povo, 6 mar. 2023. Disponível em: Acesso em: 14 abr. 2023.
De acordo com o autor, assinale a alternativa que apresente qual é a principal razão pela qual o ensino médio precisa de reformas.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Astorga-PR
"Nos dias 27 e 28 de março, o Ministério Público do trabalho (MPT-PR), em conjunto com auditores fiscais do Ministério do Trabalho e com o apoio da Polícia Federal, realizou uma operação de resgate no município de Mauá da Serra, no norte do Paraná. Ao todo, 14 trabalhadores (seis deles oriundos do estado do Piauí) foram resgatados em situação análoga à escravidão em pedreiras onde atuavam, com parte dos funcionários vivendo num curral com cozinha e colchões improvisados ao lado de animais, enquanto outra parte vivia em tendas montadas com lonas no local onde realizavam o trabalho.
[...]
Até março deste ano, 15 trabalhadores em situação análoga à escravidão já haviam sido resgatados no Paraná. Em apenas três meses, portanto, o número de resgates já se aproxima do total do ano passado, quando 17 trabalhadores foram encontrados nessas condições. No Brasil, até o dia 20 de março, 918 trabalhadores em condições semelhantes à de escravidão foram resgatados em 2023. O número é recorde para um 1º trimestre em 15 anos, ficando atrás apenas do total de 2008, quando 1.456 pessoas foram resgatadas."
Fonte: sggatess-e-aabalho-essrravo-exxplode-o-parnna-de-resgates-de-trabalho-escravo-explode-no-parana
Com base no texto acima, analise os elementos a seguir:
I. Submissão de alguém a trabalhos forçados.
II. Sujeição da pessoa a condições degradantes de trabalho.
III. Restrição, por qualquer meio, da locomoção do trabalhador em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto.
IV. Manutenção vigilância ostensiva no local de trabalho.
Assinale a alternativa cujos elementos caracterizam o trabalho em situação análogo à escravidão.
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