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Foram encontradas 30 questões.

3417007 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Baraúna-RN

A questão refere-se ao texto abaixo.

A luta pela vacina continua

Por Marcus Di Flora .

O recente debate sobre a vacina contra a dengue reacendeu as investidas dos antivacinas em sua agenda de fake news sobre esse importante instrumento de saúde pública. Sem dúvida, o imunizante contra a Covid-19 foi o principal alvo do movimento, mas os ataques levaram ao aumento da descrença, com efeitos concretos na queda da cobertura vacinal no Brasil, já apontada pelo Ministério da Saúde.

O histórico positivo da imunização no país tem sido um importante mitigador de riscos causados pela disseminação do discurso antivacina. Mesmo bombardeada com mentiras, a população brasileira declara confiança nos imunizantes de, em média, 9,1 numa escala de 0 a 10. Os dados são da pesquisa “Fakes e ataques à vacinação”, do Núcleo de Integridade da Informação da agência nova/sb, que analisou resultados de pesquisas quantitativa e qualitativa, com a observação de 978.440 posts nas redes sociais, com termos relacionados à vacinação e publicados entre 1º de março e 30 de maio.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

O problema é grave, principalmente, por não ser uma situação isolada: trata-se de uma articulação agressiva de diferentes atores com interesses políticos e econômicos, que atuam internacionalmente contra as vacinas e exploram, em especial, a insegurança de parcelas menos informadas da população. Passado o período do negacionismo de Estado no Brasil, essa rede de desinformação precisa ser neutralizada para que as metas de vacinação sejam alcançadas.

Uma das conclusões do estudo da nova/sb é que há relação direta entre quem atribui grande importância aos imunizantes e se informa pelos canais de órgãos públicos: 96% dos que buscam dados oficiais confiam. Estes estão em oposição aos que dão baixa importância às vacinas, que tendem a recorrer bem pouco (6%) ou nunca (0%) aos canais oficiais.

A pesquisa mostra que quem recebe fake news vê mais as redes sociais do que a mídia tradicional. Pessoas com inclinação ao negacionismo afirmam que as mídias tradicionais são seu meio de informação mais frequente sobre vacina (55%), e o WhatsApp o menos frequente (12%). Mas quando se trata de quem recebeu fake news sobre vacinação, os usuários de mídia tradicional caem para 42% e os do zap disparam para 49%, percentual superado apenas pela soma das outras redes sociais (53%).

Aspectos econômicos e de mobilidade também contribuem para a queda na taxa de vacinação. Mas a (des)informação é um lado relevante do problema, e é preciso travar uma luta dura contra os que difundem mentiras e manipulações. Somente uma aliança da sociedade em defesa da vacinação e contra as fake news pode enfrentar a operação globalizada antivacina e antivida.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2023/07/a-luta-pela-vacina-continua.ghtml. [Adaptado].

Considere o trecho abaixo.

Passado o período do negacionismo de Estado no Brasil, essa rede de desinformação precisa ser neutralizada para que as metas de vacinação sejam alcançadas.

De acordo com as normas do português escrito padrão, se os substantivos “período” e “rede” forem flexionados no plural, a nova versão do trecho será:

 

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3417006 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Baraúna-RN

A questão refere-se ao texto abaixo.

A luta pela vacina continua

Por Marcus Di Flora .

O recente debate sobre a vacina contra a dengue reacendeu as investidas dos antivacinas em sua agenda de fake news sobre esse importante instrumento de saúde pública. Sem dúvida, o imunizante contra a Covid-19 foi o principal alvo do movimento, mas os ataques levaram ao aumento da descrença, com efeitos concretos na queda da cobertura vacinal no Brasil, já apontada pelo Ministério da Saúde.

O histórico positivo da imunização no país tem sido um importante mitigador de riscos causados pela disseminação do discurso antivacina. Mesmo bombardeada com mentiras, a população brasileira declara confiança nos imunizantes de, em média, 9,1 numa escala de 0 a 10. Os dados são da pesquisa “Fakes e ataques à vacinação”, do Núcleo de Integridade da Informação da agência nova/sb, que analisou resultados de pesquisas quantitativa e qualitativa, com a observação de 978.440 posts nas redes sociais, com termos relacionados à vacinação e publicados entre 1º de março e 30 de maio.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

O problema é grave, principalmente, por não ser uma situação isolada: trata-se de uma articulação agressiva de diferentes atores com interesses políticos e econômicos, que atuam internacionalmente contra as vacinas e exploram, em especial, a insegurança de parcelas menos informadas da população. Passado o período do negacionismo de Estado no Brasil, essa rede de desinformação precisa ser neutralizada para que as metas de vacinação sejam alcançadas.

Uma das conclusões do estudo da nova/sb é que há relação direta entre quem atribui grande importância aos imunizantes e se informa pelos canais de órgãos públicos: 96% dos que buscam dados oficiais confiam. Estes estão em oposição aos que dão baixa importância às vacinas, que tendem a recorrer bem pouco (6%) ou nunca (0%) aos canais oficiais.

A pesquisa mostra que quem recebe fake news vê mais as redes sociais do que a mídia tradicional. Pessoas com inclinação ao negacionismo afirmam que as mídias tradicionais são seu meio de informação mais frequente sobre vacina (55%), e o WhatsApp o menos frequente (12%). Mas quando se trata de quem recebeu fake news sobre vacinação, os usuários de mídia tradicional caem para 42% e os do zap disparam para 49%, percentual superado apenas pela soma das outras redes sociais (53%).

Aspectos econômicos e de mobilidade também contribuem para a queda na taxa de vacinação. Mas a (des)informação é um lado relevante do problema, e é preciso travar uma luta dura contra os que difundem mentiras e manipulações. Somente uma aliança da sociedade em defesa da vacinação e contra as fake news pode enfrentar a operação globalizada antivacina e antivida.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2023/07/a-luta-pela-vacina-continua.ghtml. [Adaptado].

No primeiro parágrafo, há verbos no

 

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3417005 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Baraúna-RN

A questão refere-se ao texto abaixo.

A luta pela vacina continua

Por Marcus Di Flora .

O recente debate sobre a vacina contra a dengue reacendeu as investidas dos antivacinas em sua agenda de fake news sobre esse importante instrumento de saúde pública. Sem dúvida, o imunizante contra a Covid-19 foi o principal alvo do movimento, mas os ataques levaram ao aumento da descrença, com efeitos concretos na queda da cobertura vacinal no Brasil, já apontada pelo Ministério da Saúde.

O histórico positivo da imunização no país tem sido um importante mitigador de riscos causados pela disseminação do discurso antivacina. Mesmo bombardeada com mentiras, a população brasileira declara confiança nos imunizantes de, em média, 9,1 numa escala de 0 a 10. Os dados são da pesquisa “Fakes e ataques à vacinação”, do Núcleo de Integridade da Informação da agência nova/sb, que analisou resultados de pesquisas quantitativa e qualitativa, com a observação de 978.440 posts nas redes sociais, com termos relacionados à vacinação e publicados entre 1º de março e 30 de maio.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

O problema é grave, principalmente, por não ser uma situação isolada: trata-se de uma articulação agressiva de diferentes atores com interesses políticos e econômicos, que atuam internacionalmente contra as vacinas e exploram, em especial, a insegurança de parcelas menos informadas da população. Passado o período do negacionismo de Estado no Brasil, essa rede de desinformação precisa ser neutralizada para que as metas de vacinação sejam alcançadas.

Uma das conclusões do estudo da nova/sb é que há relação direta entre quem atribui grande importância aos imunizantes e se informa pelos canais de órgãos públicos: 96% dos que buscam dados oficiais confiam. Estes estão em oposição aos que dão baixa importância às vacinas, que tendem a recorrer bem pouco (6%) ou nunca (0%) aos canais oficiais.

A pesquisa mostra que quem recebe fake news vê mais as redes sociais do que a mídia tradicional. Pessoas com inclinação ao negacionismo afirmam que as mídias tradicionais são seu meio de informação mais frequente sobre vacina (55%), e o WhatsApp o menos frequente (12%). Mas quando se trata de quem recebeu fake news sobre vacinação, os usuários de mídia tradicional caem para 42% e os do zap disparam para 49%, percentual superado apenas pela soma das outras redes sociais (53%).

Aspectos econômicos e de mobilidade também contribuem para a queda na taxa de vacinação. Mas a (des)informação é um lado relevante do problema, e é preciso travar uma luta dura contra os que difundem mentiras e manipulações. Somente uma aliança da sociedade em defesa da vacinação e contra as fake news pode enfrentar a operação globalizada antivacina e antivida.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2023/07/a-luta-pela-vacina-continua.ghtml. [Adaptado].

Para responder a questão analise o período abaixo.

Mas a[1] (des)informação é um lado relevante do problema, e é preciso travar uma[2] luta dura contra os [3] que difundem mentiras e manipulações.

A palavra “relevante” pode ser substituída, sem haver alteração de sentido, por

 

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3417004 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
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A luta pela vacina continua

Por Marcus Di Flora .

O recente debate sobre a vacina contra a dengue reacendeu as investidas dos antivacinas em sua agenda de fake news sobre esse importante instrumento de saúde pública. Sem dúvida, o imunizante contra a Covid-19 foi o principal alvo do movimento, mas os ataques levaram ao aumento da descrença, com efeitos concretos na queda da cobertura vacinal no Brasil, já apontada pelo Ministério da Saúde.

O histórico positivo da imunização no país tem sido um importante mitigador de riscos causados pela disseminação do discurso antivacina. Mesmo bombardeada com mentiras, a população brasileira declara confiança nos imunizantes de, em média, 9,1 numa escala de 0 a 10. Os dados são da pesquisa “Fakes e ataques à vacinação”, do Núcleo de Integridade da Informação da agência nova/sb, que analisou resultados de pesquisas quantitativa e qualitativa, com a observação de 978.440 posts nas redes sociais, com termos relacionados à vacinação e publicados entre 1º de março e 30 de maio.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

O problema é grave, principalmente, por não ser uma situação isolada: trata-se de uma articulação agressiva de diferentes atores com interesses políticos e econômicos, que atuam internacionalmente contra as vacinas e exploram, em especial, a insegurança de parcelas menos informadas da população. Passado o período do negacionismo de Estado no Brasil, essa rede de desinformação precisa ser neutralizada para que as metas de vacinação sejam alcançadas.

Uma das conclusões do estudo da nova/sb é que há relação direta entre quem atribui grande importância aos imunizantes e se informa pelos canais de órgãos públicos: 96% dos que buscam dados oficiais confiam. Estes estão em oposição aos que dão baixa importância às vacinas, que tendem a recorrer bem pouco (6%) ou nunca (0%) aos canais oficiais.

A pesquisa mostra que quem recebe fake news vê mais as redes sociais do que a mídia tradicional. Pessoas com inclinação ao negacionismo afirmam que as mídias tradicionais são seu meio de informação mais frequente sobre vacina (55%), e o WhatsApp o menos frequente (12%). Mas quando se trata de quem recebeu fake news sobre vacinação, os usuários de mídia tradicional caem para 42% e os do zap disparam para 49%, percentual superado apenas pela soma das outras redes sociais (53%).

Aspectos econômicos e de mobilidade também contribuem para a queda na taxa de vacinação. Mas a (des)informação é um lado relevante do problema, e é preciso travar uma luta dura contra os que difundem mentiras e manipulações. Somente uma aliança da sociedade em defesa da vacinação e contra as fake news pode enfrentar a operação globalizada antivacina e antivida.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2023/07/a-luta-pela-vacina-continua.ghtml. [Adaptado].

Para responder a questão analise o período abaixo.

Mas a[1] (des)informação é um lado relevante do problema, e é preciso travar uma[2] luta dura contra os [3] que difundem mentiras e manipulações.

Os termos 1, 2 e 3 são classificados, respectivamente, como

 

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3417003 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
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A luta pela vacina continua

Por Marcus Di Flora .

O recente debate sobre a vacina contra a dengue reacendeu as investidas dos antivacinas em sua agenda de fake news sobre esse importante instrumento de saúde pública. Sem dúvida, o imunizante contra a Covid-19 foi o principal alvo do movimento, mas os ataques levaram ao aumento da descrença, com efeitos concretos na queda da cobertura vacinal no Brasil, já apontada pelo Ministério da Saúde.

O histórico positivo da imunização no país tem sido um importante mitigador de riscos causados pela disseminação do discurso antivacina. Mesmo bombardeada com mentiras, a população brasileira declara confiança nos imunizantes de, em média, 9,1 numa escala de 0 a 10. Os dados são da pesquisa “Fakes e ataques à vacinação”, do Núcleo de Integridade da Informação da agência nova/sb, que analisou resultados de pesquisas quantitativa e qualitativa, com a observação de 978.440 posts nas redes sociais, com termos relacionados à vacinação e publicados entre 1º de março e 30 de maio.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

O problema é grave, principalmente, por não ser uma situação isolada: trata-se de uma articulação agressiva de diferentes atores com interesses políticos e econômicos, que atuam internacionalmente contra as vacinas e exploram, em especial, a insegurança de parcelas menos informadas da população. Passado o período do negacionismo de Estado no Brasil, essa rede de desinformação precisa ser neutralizada para que as metas de vacinação sejam alcançadas.

Uma das conclusões do estudo da nova/sb é que há relação direta entre quem atribui grande importância aos imunizantes e se informa pelos canais de órgãos públicos: 96% dos que buscam dados oficiais confiam. Estes estão em oposição aos que dão baixa importância às vacinas, que tendem a recorrer bem pouco (6%) ou nunca (0%) aos canais oficiais.

A pesquisa mostra que quem recebe fake news vê mais as redes sociais do que a mídia tradicional. Pessoas com inclinação ao negacionismo afirmam que as mídias tradicionais são seu meio de informação mais frequente sobre vacina (55%), e o WhatsApp o menos frequente (12%). Mas quando se trata de quem recebeu fake news sobre vacinação, os usuários de mídia tradicional caem para 42% e os do zap disparam para 49%, percentual superado apenas pela soma das outras redes sociais (53%).

Aspectos econômicos e de mobilidade também contribuem para a queda na taxa de vacinação. Mas a (des)informação é um lado relevante do problema, e é preciso travar uma luta dura contra os que difundem mentiras e manipulações. Somente uma aliança da sociedade em defesa da vacinação e contra as fake news pode enfrentar a operação globalizada antivacina e antivida.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2023/07/a-luta-pela-vacina-continua.ghtml. [Adaptado].

Para responder a questão considere o parágrafo abaixo.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

A expressão “ainda que”, em destaque, liga orações e estabelece, com a oração principal, uma

 

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3417002 Ano: 2023
Disciplina: Português
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A luta pela vacina continua

Por Marcus Di Flora .

O recente debate sobre a vacina contra a dengue reacendeu as investidas dos antivacinas em sua agenda de fake news sobre esse importante instrumento de saúde pública. Sem dúvida, o imunizante contra a Covid-19 foi o principal alvo do movimento, mas os ataques levaram ao aumento da descrença, com efeitos concretos na queda da cobertura vacinal no Brasil, já apontada pelo Ministério da Saúde.

O histórico positivo da imunização no país tem sido um importante mitigador de riscos causados pela disseminação do discurso antivacina. Mesmo bombardeada com mentiras, a população brasileira declara confiança nos imunizantes de, em média, 9,1 numa escala de 0 a 10. Os dados são da pesquisa “Fakes e ataques à vacinação”, do Núcleo de Integridade da Informação da agência nova/sb, que analisou resultados de pesquisas quantitativa e qualitativa, com a observação de 978.440 posts nas redes sociais, com termos relacionados à vacinação e publicados entre 1º de março e 30 de maio.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

O problema é grave, principalmente, por não ser uma situação isolada: trata-se de uma articulação agressiva de diferentes atores com interesses políticos e econômicos, que atuam internacionalmente contra as vacinas e exploram, em especial, a insegurança de parcelas menos informadas da população. Passado o período do negacionismo de Estado no Brasil, essa rede de desinformação precisa ser neutralizada para que as metas de vacinação sejam alcançadas.

Uma das conclusões do estudo da nova/sb é que há relação direta entre quem atribui grande importância aos imunizantes e se informa pelos canais de órgãos públicos: 96% dos que buscam dados oficiais confiam. Estes estão em oposição aos que dão baixa importância às vacinas, que tendem a recorrer bem pouco (6%) ou nunca (0%) aos canais oficiais.

A pesquisa mostra que quem recebe fake news vê mais as redes sociais do que a mídia tradicional. Pessoas com inclinação ao negacionismo afirmam que as mídias tradicionais são seu meio de informação mais frequente sobre vacina (55%), e o WhatsApp o menos frequente (12%). Mas quando se trata de quem recebeu fake news sobre vacinação, os usuários de mídia tradicional caem para 42% e os do zap disparam para 49%, percentual superado apenas pela soma das outras redes sociais (53%).

Aspectos econômicos e de mobilidade também contribuem para a queda na taxa de vacinação. Mas a (des)informação é um lado relevante do problema, e é preciso travar uma luta dura contra os que difundem mentiras e manipulações. Somente uma aliança da sociedade em defesa da vacinação e contra as fake news pode enfrentar a operação globalizada antivacina e antivida.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2023/07/a-luta-pela-vacina-continua.ghtml. [Adaptado].

Para responder a questão considere o parágrafo abaixo.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

No último período, há a presença de

 

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3417001 Ano: 2023
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A questão refere-se ao texto abaixo.

A luta pela vacina continua

Por Marcus Di Flora .

O recente debate sobre a vacina contra a dengue reacendeu as investidas dos antivacinas em sua agenda de fake news sobre esse importante instrumento de saúde pública. Sem dúvida, o imunizante contra a Covid-19 foi o principal alvo do movimento, mas os ataques levaram ao aumento da descrença, com efeitos concretos na queda da cobertura vacinal no Brasil, já apontada pelo Ministério da Saúde.

O histórico positivo da imunização no país tem sido um importante mitigador de riscos causados pela disseminação do discurso antivacina. Mesmo bombardeada com mentiras, a população brasileira declara confiança nos imunizantes de, em média, 9,1 numa escala de 0 a 10. Os dados são da pesquisa “Fakes e ataques à vacinação”, do Núcleo de Integridade da Informação da agência nova/sb, que analisou resultados de pesquisas quantitativa e qualitativa, com a observação de 978.440 posts nas redes sociais, com termos relacionados à vacinação e publicados entre 1º de março e 30 de maio.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

O problema é grave, principalmente, por não ser uma situação isolada: trata-se de uma articulação agressiva de diferentes atores com interesses políticos e econômicos, que atuam internacionalmente contra as vacinas e exploram, em especial, a insegurança de parcelas menos informadas da população. Passado o período do negacionismo de Estado no Brasil, essa rede de desinformação precisa ser neutralizada para que as metas de vacinação sejam alcançadas.

Uma das conclusões do estudo da nova/sb é que há relação direta entre quem atribui grande importância aos imunizantes e se informa pelos canais de órgãos públicos: 96% dos que buscam dados oficiais confiam. Estes estão em oposição aos que dão baixa importância às vacinas, que tendem a recorrer bem pouco (6%) ou nunca (0%) aos canais oficiais.

A pesquisa mostra que quem recebe fake news vê mais as redes sociais do que a mídia tradicional. Pessoas com inclinação ao negacionismo afirmam que as mídias tradicionais são seu meio de informação mais frequente sobre vacina (55%), e o WhatsApp o menos frequente (12%). Mas quando se trata de quem recebeu fake news sobre vacinação, os usuários de mídia tradicional caem para 42% e os do zap disparam para 49%, percentual superado apenas pela soma das outras redes sociais (53%).

Aspectos econômicos e de mobilidade também contribuem para a queda na taxa de vacinação. Mas a (des)informação é um lado relevante do problema, e é preciso travar uma luta dura contra os que difundem mentiras e manipulações. Somente uma aliança da sociedade em defesa da vacinação e contra as fake news pode enfrentar a operação globalizada antivacina e antivida.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2023/07/a-luta-pela-vacina-continua.ghtml. [Adaptado].

Para responder a questão considere o parágrafo abaixo.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

Em relação aos modos de citar o discurso alheio, o parágrafo apresenta

 

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Por Marcus Di Flora .

O recente debate sobre a vacina contra a dengue reacendeu as investidas dos antivacinas em sua agenda de fake news sobre esse importante instrumento de saúde pública. Sem dúvida, o imunizante contra a Covid-19 foi o principal alvo do movimento, mas os ataques levaram ao aumento da descrença, com efeitos concretos na queda da cobertura vacinal no Brasil, já apontada pelo Ministério da Saúde.

O histórico positivo da imunização no país tem sido um importante mitigador de riscos causados pela disseminação do discurso antivacina. Mesmo bombardeada com mentiras, a população brasileira declara confiança nos imunizantes de, em média, 9,1 numa escala de 0 a 10. Os dados são da pesquisa “Fakes e ataques à vacinação”, do Núcleo de Integridade da Informação da agência nova/sb, que analisou resultados de pesquisas quantitativa e qualitativa, com a observação de 978.440 posts nas redes sociais, com termos relacionados à vacinação e publicados entre 1º de março e 30 de maio.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

O problema é grave, principalmente, por não ser uma situação isolada: trata-se de uma articulação agressiva de diferentes atores com interesses políticos e econômicos, que atuam internacionalmente contra as vacinas e exploram, em especial, a insegurança de parcelas menos informadas da população. Passado o período do negacionismo de Estado no Brasil, essa rede de desinformação precisa ser neutralizada para que as metas de vacinação sejam alcançadas.

Uma das conclusões do estudo da nova/sb é que há relação direta entre quem atribui grande importância aos imunizantes e se informa pelos canais de órgãos públicos: 96% dos que buscam dados oficiais confiam. Estes estão em oposição aos que dão baixa importância às vacinas, que tendem a recorrer bem pouco (6%) ou nunca (0%) aos canais oficiais.

A pesquisa mostra que quem recebe fake news vê mais as redes sociais do que a mídia tradicional. Pessoas com inclinação ao negacionismo afirmam que as mídias tradicionais são seu meio de informação mais frequente sobre vacina (55%), e o WhatsApp o menos frequente (12%). Mas quando se trata de quem recebeu fake news sobre vacinação, os usuários de mídia tradicional caem para 42% e os do zap disparam para 49%, percentual superado apenas pela soma das outras redes sociais (53%).

Aspectos econômicos e de mobilidade também contribuem para a queda na taxa de vacinação. Mas a (des)informação é um lado relevante do problema, e é preciso travar uma luta dura contra os que difundem mentiras e manipulações. Somente uma aliança da sociedade em defesa da vacinação e contra as fake news pode enfrentar a operação globalizada antivacina e antivida.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2023/07/a-luta-pela-vacina-continua.ghtml. [Adaptado].

Analise a frase abaixo.

“[...] termos relacionados à vacinação e publicados entre 1º de março e 30 de maio”.

Ao substituir a palavra “vacinação” por “vacinas”, de acordo com a norma padrão do português escrito, o sinal indicativo de crase

 

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3416999 Ano: 2023
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A questão refere-se ao texto abaixo.

A luta pela vacina continua

Por Marcus Di Flora .

O recente debate sobre a vacina contra a dengue reacendeu as investidas dos antivacinas em sua agenda de fake news sobre esse importante instrumento de saúde pública. Sem dúvida, o imunizante contra a Covid-19 foi o principal alvo do movimento, mas os ataques levaram ao aumento da descrença, com efeitos concretos na queda da cobertura vacinal no Brasil, já apontada pelo Ministério da Saúde.

O histórico positivo da imunização no país tem sido um importante mitigador de riscos causados pela disseminação do discurso antivacina. Mesmo bombardeada com mentiras, a população brasileira declara confiança nos imunizantes de, em média, 9,1 numa escala de 0 a 10. Os dados são da pesquisa “Fakes e ataques à vacinação”, do Núcleo de Integridade da Informação da agência nova/sb, que analisou resultados de pesquisas quantitativa e qualitativa, com a observação de 978.440 posts nas redes sociais, com termos relacionados à vacinação e publicados entre 1º de março e 30 de maio.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

O problema é grave, principalmente, por não ser uma situação isolada: trata-se de uma articulação agressiva de diferentes atores com interesses políticos e econômicos, que atuam internacionalmente contra as vacinas e exploram, em especial, a insegurança de parcelas menos informadas da população. Passado o período do negacionismo de Estado no Brasil, essa rede de desinformação precisa ser neutralizada para que as metas de vacinação sejam alcançadas.

Uma das conclusões do estudo da nova/sb é que há relação direta entre quem atribui grande importância aos imunizantes e se informa pelos canais de órgãos públicos: 96% dos que buscam dados oficiais confiam. Estes estão em oposição aos que dão baixa importância às vacinas, que tendem a recorrer bem pouco (6%) ou nunca (0%) aos canais oficiais.

A pesquisa mostra que quem recebe fake news vê mais as redes sociais do que a mídia tradicional. Pessoas com inclinação ao negacionismo afirmam que as mídias tradicionais são seu meio de informação mais frequente sobre vacina (55%), e o WhatsApp o menos frequente (12%). Mas quando se trata de quem recebeu fake news sobre vacinação, os usuários de mídia tradicional caem para 42% e os do zap disparam para 49%, percentual superado apenas pela soma das outras redes sociais (53%).

Aspectos econômicos e de mobilidade também contribuem para a queda na taxa de vacinação. Mas a (des)informação é um lado relevante do problema, e é preciso travar uma luta dura contra os que difundem mentiras e manipulações. Somente uma aliança da sociedade em defesa da vacinação e contra as fake news pode enfrentar a operação globalizada antivacina e antivida.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2023/07/a-luta-pela-vacina-continua.ghtml. [Adaptado].

Considerando o modo de organização das ideias, no segundo parágrafo,

 

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3416998 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Baraúna-RN

A questão refere-se ao texto abaixo.

A luta pela vacina continua

Por Marcus Di Flora .

O recente debate sobre a vacina contra a dengue reacendeu as investidas dos antivacinas em sua agenda de fake news sobre esse importante instrumento de saúde pública. Sem dúvida, o imunizante contra a Covid-19 foi o principal alvo do movimento, mas os ataques levaram ao aumento da descrença, com efeitos concretos na queda da cobertura vacinal no Brasil, já apontada pelo Ministério da Saúde.

O histórico positivo da imunização no país tem sido um importante mitigador de riscos causados pela disseminação do discurso antivacina. Mesmo bombardeada com mentiras, a população brasileira declara confiança nos imunizantes de, em média, 9,1 numa escala de 0 a 10. Os dados são da pesquisa “Fakes e ataques à vacinação”, do Núcleo de Integridade da Informação da agência nova/sb, que analisou resultados de pesquisas quantitativa e qualitativa, com a observação de 978.440 posts nas redes sociais, com termos relacionados à vacinação e publicados entre 1º de março e 30 de maio.

O estudo traz um alento: ainda que o ataque do vírus das falsas notícias cause medo e insegurança, os brasileiros confiam nas vacinas em geral e, com alguma restrição, nos imunizantes contra a Covid-19. Noventa e seis por cento dos entrevistados disseram confiar no potencial de proteção das vacinas. Apesar disso, 21% afirmam ter dúvidas se fazem tão bem à saúde, sugerindo algum grau de suscetibilidade ao discurso antivacina.

O problema é grave, principalmente, por não ser uma situação isolada: trata-se de uma articulação agressiva de diferentes atores com interesses políticos e econômicos, que atuam internacionalmente contra as vacinas e exploram, em especial, a insegurança de parcelas menos informadas da população. Passado o período do negacionismo de Estado no Brasil, essa rede de desinformação precisa ser neutralizada para que as metas de vacinação sejam alcançadas.

Uma das conclusões do estudo da nova/sb é que há relação direta entre quem atribui grande importância aos imunizantes e se informa pelos canais de órgãos públicos: 96% dos que buscam dados oficiais confiam. Estes estão em oposição aos que dão baixa importância às vacinas, que tendem a recorrer bem pouco (6%) ou nunca (0%) aos canais oficiais.

A pesquisa mostra que quem recebe fake news vê mais as redes sociais do que a mídia tradicional. Pessoas com inclinação ao negacionismo afirmam que as mídias tradicionais são seu meio de informação mais frequente sobre vacina (55%), e o WhatsApp o menos frequente (12%). Mas quando se trata de quem recebeu fake news sobre vacinação, os usuários de mídia tradicional caem para 42% e os do zap disparam para 49%, percentual superado apenas pela soma das outras redes sociais (53%).

Aspectos econômicos e de mobilidade também contribuem para a queda na taxa de vacinação. Mas a (des)informação é um lado relevante do problema, e é preciso travar uma luta dura contra os que difundem mentiras e manipulações. Somente uma aliança da sociedade em defesa da vacinação e contra as fake news pode enfrentar a operação globalizada antivacina e antivida.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2023/07/a-luta-pela-vacina-continua.ghtml. [Adaptado].

De acordo com o texto, a queda na taxa de vacinação deve-se

 

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