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Um Juiz publicou uma sentença negando o pedido que negava a solicitação de liberdade de um sujeito. Essa sentença significa que o
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De acordo com a Lei Orgânica de Barbacena, ao município compete prover a tudo quanto diga respeito ao seu peculiar interesse e ao bem-estar de sua população, cabendo-lhe, privativamente, dentre outras atribuições
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A respeito do esquema profilático, adotado para a doença Raiva, é importante que o animal envolvido no acidente seja observado. A vítima pode ser dispensada do esquema profilático quando
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São medidas de controle do mosquito e de prevenção da dengue
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Considere a sequência abaixo:
1 M 6 S 7 E 9 ...
O próximo elemento lógico é
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Os acidentes que envolvem animais peçonhentos exigem medidas de controle. A esse respeito, é correto afirmar que
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Texto 1
Consumo consciente: caminho para a sustentabilidade
José Dias Campos
As mudanças climáticas, responsáveis pelas irregularidades no clima e que têm como consequência a diminuição das chuvas e o aumento da temperatura, vêm provocando a maior das crises hídricas já registradas no semiárido nordestino. Essa crise também se revela em outras partes do país e do mundo, com excesso ou diminuição das chuvas, a depender da região.
Esse processo evidencia, entre outros fatores, que há uma curva ascendente da população em contraposição à outra decrescente da quantidade e qualidade dos recursos naturais disponíveis devido ao mau uso, principalmente, da água como fonte de vida. Evidencia-se que essa realidade tem uma origem: mau uso dos recursos naturais na produção de bens e serviços para o atendimento do bem-estar da população.
A cada dia, aumenta o número de pessoas que usufrui dos mesmos recursos naturais do planeta, que diminuem em quantidade e qualidade. Para onde estamos indo? O que estamos estrategicamente construindo para o futuro da humanidade?
Ao longo da história da humanidade, nosso olhar para a água se voltou mais para o líquido que sai das torneiras, mas, quando falamos de consumo, é preciso ampliar esse olhar para perceber que há uso significativo de água em tudo o que consumimos. Em muitas das situações, inclusive, com desperdício, descarte incorreto, poluição, etc.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) traz dados sobre a quantidade de água utilizada na cadeia produtiva de alguns produtos que nos fazem refletir sobre o consumo consciente. Para um quilo de arroz, são necessários 3.000 litros de água; um quilo de carne de boi, 15,5 mil litros de água; um litro de leite, mil litros de água; uma xícara de café, 140 litros de água; e um par de sapatos, 8.500 litros de água. Assim, percebe-se que em tudo que se consome para o bem-estar, no atual modelo de desenvolvimento, tem um alto consumo de água, que precisa ser revisto ou, no mínimo, ter os impactos mitigados.
Com esse olhar, constata-se que, em todos os dias, há transposição de água entre as regiões, de município para município, não por meio de tubulações para chegar às torneiras, mas pelo transporte de produtos para o bem-estar da população.
A reflexão aqui não visa provocar nas pessoas um sentimento para não consumir, mas para ter consciência em relação ao consumo necessário e ao impacto, em termos de consumo dos recursos naturais, que o bem-estar produz, a partir do modo de viver de cada um.
Assim, podemos assumir atitudes de verdadeiros cidadãos e cidadãs, comprometendo-nos com iniciativas de mitigação dos impactos causados, através do apoio a projetos sociais, plantio de árvores frutíferas ou de espécies do bioma onde vivemos.
É preciso equilibrar o clima e produzir alimentos saudáveis, revitalizando nascentes de água, desenvolvendo práticas agroecológicas, economizando e reciclando a água, planejando e compartilhando estratégias de captação e manejo de água de chuva, enfim, desenvolvendo iniciativas que possam retribuir à natureza o que dela foi extraído.
É necessário o comprometimento de todos!
Também poderá ser muito útil aprofundarmos essa visão nas reuniões das associações de bairros, nas comunidades rurais, nas escolas, nos clubes e redes sociais, nos condomínios, sempre com o intuito de promover iniciativas de mitigação dos impactos causados aos recursos naturais pela produção de bens e serviços para o bem-estar da população. Com esse entendimento, podemos afirmar que depende de nós o futuro que virá!
Quantos de nós já paramos para pensar, refletir e compartilhar essa complexidade e necessidade da integração das iniciativas com vistas à sustentabilidade? O que eu estou fazendo? O que você está fazendo? (...)
Fonte: jornal Folha de São Paulo, 18/01/2016 – texto adaptado, disponível
em: http:// www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/2016/01/1728985-consumo-consciente- caminho-para-a-sustentabilidade.shtml - acesso em 19/01/2016.
Releia o quarto parágrafo para responder à questão a seguir.
Ao longo da história da humanidade, nosso olhar para a água se voltou mais para o líquido que sai das torneiras, mas, quando falamos de consumo, é preciso ampliar esse olhar para perceber que há uso significativo de água em tudo o que consumimos. Em muitas das situações, inclusive, com desperdício, descarte incorreto, poluição, etc.
A palavra em negrito ‘humanidade’ classifica-se, morfologicamente, como
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Texto 1
Consumo consciente: caminho para a sustentabilidade
José Dias Campos
As mudanças climáticas, responsáveis pelas irregularidades no clima e que têm como consequência a diminuição das chuvas e o aumento da temperatura, vêm provocando a maior das crises hídricas já registradas no semiárido nordestino. Essa crise também se revela em outras partes do país e do mundo, com excesso ou diminuição das chuvas, a depender da região.
Esse processo evidencia, entre outros fatores, que há uma curva ascendente da população em contraposição à outra decrescente da quantidade e qualidade dos recursos naturais disponíveis devido ao mau uso, principalmente, da água como fonte de vida. Evidencia-se que essa realidade tem uma origem: mau uso dos recursos naturais na produção de bens e serviços para o atendimento do bem-estar da população.
A cada dia, aumenta o número de pessoas que usufrui dos mesmos recursos naturais do planeta, que diminuem em quantidade e qualidade. Para onde estamos indo? O que estamos estrategicamente construindo para o futuro da humanidade?
Ao longo da história da humanidade, nosso olhar para a água se voltou mais para o líquido que sai das torneiras, mas, quando falamos de consumo, é preciso ampliar esse olhar para perceber que há uso significativo de água em tudo o que consumimos. Em muitas das situações, inclusive, com desperdício, descarte incorreto, poluição, etc.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) traz dados sobre a quantidade de água utilizada na cadeia produtiva de alguns produtos que nos fazem refletir sobre o consumo consciente. Para um quilo de arroz, são necessários 3.000 litros de água; um quilo de carne de boi, 15,5 mil litros de água; um litro de leite, mil litros de água; uma xícara de café, 140 litros de água; e um par de sapatos, 8.500 litros de água. Assim, percebe-se que em tudo que se consome para o bem-estar, no atual modelo de desenvolvimento, tem um alto consumo de água, que precisa ser revisto ou, no mínimo, ter os impactos mitigados.
Com esse olhar, constata-se que, em todos os dias, há transposição de água entre as regiões, de município para município, não por meio de tubulações para chegar às torneiras, mas pelo transporte de produtos para o bem-estar da população.
A reflexão aqui não visa provocar nas pessoas um sentimento para não consumir, mas para ter consciência em relação ao consumo necessário e ao impacto, em termos de consumo dos recursos naturais, que o bem-estar produz, a partir do modo de viver de cada um.
Assim, podemos assumir atitudes de verdadeiros cidadãos e cidadãs, comprometendo-nos com iniciativas de mitigação dos impactos causados, através do apoio a projetos sociais, plantio de árvores frutíferas ou de espécies do bioma onde vivemos.
É preciso equilibrar o clima e produzir alimentos saudáveis, revitalizando nascentes de água, desenvolvendo práticas agroecológicas, economizando e reciclando a água, planejando e compartilhando estratégias de captação e manejo de água de chuva, enfim, desenvolvendo iniciativas que possam retribuir à natureza o que dela foi extraído.
É necessário o comprometimento de todos!
Também poderá ser muito útil aprofundarmos essa visão nas reuniões das associações de bairros, nas comunidades rurais, nas escolas, nos clubes e redes sociais, nos condomínios, sempre com o intuito de promover iniciativas de mitigação dos impactos causados aos recursos naturais pela produção de bens e serviços para o bem-estar da população. Com esse entendimento, podemos afirmar que depende de nós o futuro que virá!
Quantos de nós já paramos para pensar, refletir e compartilhar essa complexidade e necessidade da integração das iniciativas com vistas à sustentabilidade? O que eu estou fazendo? O que você está fazendo? (...)
Fonte: jornal Folha de São Paulo, 18/01/2016 – texto adaptado, disponível
em: http:// www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/2016/01/1728985-consumo-consciente- caminho-para-a-sustentabilidade.shtml - acesso em
A palavra cuja estrutura apresenta um prefixo indicador de negação é
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Sobre as formas de transmissão da Doença de Chagas, relacione a segunda coluna com a primeira:
Coluna I
I- Vetorial
II- Transfusional/ transplante
III- Vertical ou congênita
IV- Oral
V- Acidental
Coluna II
( ) ocorre pelo contato da pele ferida ou de mucosas com material contaminado durante manipulação em laboratório.
( ) ocorre por meio das fezes dos “barbeiros”. Ao picarem os vertebrados, eles defecam, eliminando formas infectantes da doença que penetram pela picada ou pelo ato de coçar.
( ) ocorre pela passagem de mães infectadas para seus bebês durante a gestação ou parto.
( ) ocorre pela passagem por transfusão de sangue e/ou hemocomponentes ou por transplante de órgãos de doadores infectados a receptores sadios.
( ) ocorre pela ingestão de alimentos contaminados.
A sequência correta é
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Texto 1
Consumo consciente: caminho para a sustentabilidade
José Dias Campos
As mudanças climáticas, responsáveis pelas irregularidades no clima e que têm como consequência a diminuição das chuvas e o aumento da temperatura, vêm provocando a maior das crises hídricas já registradas no semiárido nordestino. Essa crise também se revela em outras partes do país e do mundo, com excesso ou diminuição das chuvas, a depender da região.
Esse processo evidencia, entre outros fatores, que há uma curva ascendente da população em contraposição à outra decrescente da quantidade e qualidade dos recursos naturais disponíveis devido ao mau uso, principalmente, da água como fonte de vida. Evidencia-se que essa realidade tem uma origem: mau uso dos recursos naturais na produção de bens e serviços para o atendimento do bem-estar da população.
A cada dia, aumenta o número de pessoas que usufrui dos mesmos recursos naturais do planeta, que diminuem em quantidade e qualidade. Para onde estamos indo? O que estamos estrategicamente construindo para o futuro da humanidade?
Ao longo da história da humanidade, nosso olhar para a água se voltou mais para o líquido que sai das torneiras, mas, quando falamos de consumo, é preciso ampliar esse olhar para perceber que há uso significativo de água em tudo o que consumimos. Em muitas das situações, inclusive, com desperdício, descarte incorreto, poluição, etc.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) traz dados sobre a quantidade de água utilizada na cadeia produtiva de alguns produtos que nos fazem refletir sobre o consumo consciente. Para um quilo de arroz, são necessários 3.000 litros de água; um quilo de carne de boi, 15,5 mil litros de água; um litro de leite, mil litros de água; uma xícara de café, 140 litros de água; e um par de sapatos, 8.500 litros de água. Assim, percebe-se que em tudo que se consome para o bem-estar, no atual modelo de desenvolvimento, tem um alto consumo de água, que precisa ser revisto ou, no mínimo, ter os impactos mitigados.
Com esse olhar, constata-se que, em todos os dias, há transposição de água entre as regiões, de município para município, não por meio de tubulações para chegar às torneiras, mas pelo transporte de produtos para o bem-estar da população.
A reflexão aqui não visa provocar nas pessoas um sentimento para não consumir, mas para ter consciência em relação ao consumo necessário e ao impacto, em termos de consumo dos recursos naturais, que o bem-estar produz, a partir do modo de viver de cada um.
Assim, podemos assumir atitudes de verdadeiros cidadãos e cidadãs, comprometendo-nos com iniciativas de mitigação dos impactos causados, através do apoio a projetos sociais, plantio de árvores frutíferas ou de espécies do bioma onde vivemos.
É preciso equilibrar o clima e produzir alimentos saudáveis, revitalizando nascentes de água, desenvolvendo práticas agroecológicas, economizando e reciclando a água, planejando e compartilhando estratégias de captação e manejo de água de chuva, enfim, desenvolvendo iniciativas que possam retribuir à natureza o que dela foi extraído.
É necessário o comprometimento de todos!
Também poderá ser muito útil aprofundarmos essa visão nas reuniões das associações de bairros, nas comunidades rurais, nas escolas, nos clubes e redes sociais, nos condomínios, sempre com o intuito de promover iniciativas de mitigação dos impactos causados aos recursos naturais pela produção de bens e serviços para o bem-estar da população. Com esse entendimento, podemos afirmar que depende de nós o futuro que virá!
Quantos de nós já paramos para pensar, refletir e compartilhar essa complexidade e necessidade da integração das iniciativas com vistas à sustentabilidade? O que eu estou fazendo? O que você está fazendo? (...)
Fonte: jornal Folha de São Paulo, 18/01/2016 – texto adaptado, disponível
em: http:// www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/2016/01/1728985-consumo-consciente- caminho-para-a-sustentabilidade.shtml - acesso em 19/01/2016.
São afirmações adequadas para explicar o uso do registro linguístico predominante no texto 1, EXCETO:
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