Foram encontradas 25 questões.
Em relação ao grupo das penicilinas,
analisar os itens abaixo:
I - Em geral, a ampicilina e a amoxicilina são bactericidas para bactérias Gram-positivas e Gram-negativas sensíveis.
II - A ampicilina é instável em meio ácido sendo pouco absorvida depois da administração oral.
III - A desvantagem da penicilina V em comparação com a penicilina G é que ela é menos estável nos meios ácidos, sendo pouco absorvida no trato gastrintestinal.
Está(ão) CORRETO(S):
I - Em geral, a ampicilina e a amoxicilina são bactericidas para bactérias Gram-positivas e Gram-negativas sensíveis.
II - A ampicilina é instável em meio ácido sendo pouco absorvida depois da administração oral.
III - A desvantagem da penicilina V em comparação com a penicilina G é que ela é menos estável nos meios ácidos, sendo pouco absorvida no trato gastrintestinal.
Está(ão) CORRETO(S):
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É um agente bactericida que atua na
parede celular ou membrana celular:
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Sobre os fármacos antiprotozoários
é correto afirmar que:
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Considerando-se os fármacos com
ação diurética utilizados no controle da
Hipertensão, assinalar a alternativa que
preenche a lacuna abaixo corretamente:
“______________ é um diurético poupador de potássio que possui pouco valor como monoterapia anti-hipertensiva, mas que é importante em associação com tiazidas para antagonizar a perda urinária de potássio e o risco concomitante de arritmias ventriculares”.
“______________ é um diurético poupador de potássio que possui pouco valor como monoterapia anti-hipertensiva, mas que é importante em associação com tiazidas para antagonizar a perda urinária de potássio e o risco concomitante de arritmias ventriculares”.
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Considerando-se a farmacoterapia
da Hipertensão Arterial, numerar a 2ª
coluna de acordo com a 1ª e, após,
assinalar a alternativa que apresenta a
sequência correta de cima para baixo:
1ª COLUNA
(1) Alfa-bloqueadores.
(2) Bloqueadores dos canais de cálcio.
(3) Inibidores da enzima conversora de angiotensina.
(4) Bloqueadores dos receptores de angiotensina II.
2ª COLUNA
( ) Ramipril.
( ) Doxazosina.
( ) Lercanidipino.
( ) Irbesartana.
1ª COLUNA
(1) Alfa-bloqueadores.
(2) Bloqueadores dos canais de cálcio.
(3) Inibidores da enzima conversora de angiotensina.
(4) Bloqueadores dos receptores de angiotensina II.
2ª COLUNA
( ) Ramipril.
( ) Doxazosina.
( ) Lercanidipino.
( ) Irbesartana.
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Com base na história do município
de Barbosa Ferraz, complete a lacuna a
seguir:
“Em _______________________ através da Lei Estadual n.º 4.245, sancionada pelo governador Moysés Willi Lupion de Tróia, o distrito foi elevado à categoria de município, com território desmembrado de Campo Mourão”.
“Em _______________________ através da Lei Estadual n.º 4.245, sancionada pelo governador Moysés Willi Lupion de Tróia, o distrito foi elevado à categoria de município, com território desmembrado de Campo Mourão”.
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3211543
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR
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O Censo (IBGE, 2022), revela que
aproximadamente 45% da população
brasileira se declararam:
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3211542
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR
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O documento final do último dia de
atividades do Acampamento Terra Livre
2024, reafirma a luta dos povos indígenas
contra o marco temporal e afirma, em letras
maiúsculas: "NOSSO MARCO É
ANCESTRAL! SEMPRE ESTIVEMOS AQUI!"
Os indígenas são contra o marco temporal porque:
Os indígenas são contra o marco temporal porque:
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Se escolhermos um número natural aleatoriamente menor que 50, qual é a probabilidade de que esse número esteja compreendido entre as soluções da equação \( x \)\( 2 \) + \( 2 \)\( x \) − \( 8 \) = \( 0 \)?
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A maternidade é para mim?
A pergunta correta é: você quer que seja?
Ana Fontes | 10.mai.2024
Mais um domingo de Dia das Mães
chegando, campanhas publicitárias caríssimas
de um lado, cartazes de "aqui está o presente
da sua mãe" na prateleira de Tupperware do
mercado do outro. A coluna de hoje é uma
carta aberta às mães.
Se você me perguntar qual é o trabalho mais complexo do mundo, direi que é ser mãe. A verdade é que não há desafios em uma empresa que se comparem aos desafios da maternidade. Ser mãe envolve se desdobrar em desafios físicos, emocionais e, principalmente, sociais. No Brasil, as mulheres representam mais da metade da população (e são mães da outra metade). A maternidade deveria ser uma pauta essencial a ser discutida no trabalho, na política e na sociedade.
Apesar de este texto ser voltado para mães, percebo a maternidade como uma escolha livre para as mulheres. Ela não deve ser encarada como o único caminho para nós. Definitivamente, não estou entre aqueles que acreditam que a mulher nasceu para ser mãe; você nasceu e pode se tornar quem e o que quiser.
Observo mulheres enfrentando o dilema de quando ser mãe e como isso afetará suas carreiras. Essa situação, além de desafiadora, não deveria nos impor pressa ou medo na realização de nossos sonhos, nem nos obrigar a sacrificar outras áreas de nossas vidas. Mas a gente sabe que a realidade não é assim.
Sem querer romantizar, mas, [como] mulher e rodeada de outras, nós sabemos, mais do que ninguém, [como] fazer do limão uma limonada. Apesar de o mundo não ser feito para nós, ele é feito por nós. Diversos estudos mostram que as habilidades adquiridas na maternidade são valiosas no ambiente de trabalho. A capacidade de gerenciar tarefas, de tomar decisões e de resolver problemas de forma criativa é uma competência adquirida ao longo dessa jornada louca que é maternar.
E sim, para que isso aconteça, a gente precisa de mulheres e de mulheres-mães no poder para que licença maternidade não seja sinônimo de demissão quando esse período acabar. Que não precisemos passar por sufoco para conseguir creches e pré-escolas acessíveis e de qualidade, que as empresas enxerguem a flexibilidade de horários como algo normal na rotina de qualquer ser humano, que salários justos e oportunidades sejam iguais para homens e mulheres. Precisamos de nós tomando decisões por nós, já que sabemos onde o calo aperta.
Mas hoje vim falar sobre o respeito que parece que as mulheres não recebem por suas escolhas. Então, que, nos próximos dias das mães — cientes de que não será logo —, a gente enxergue a verdadeira contribuição delas para o mundo, que a maternidade não tenha gosto de culpa e muito menos de fim do mundo. Que a maternidade seja celebrada por quem decidiu vivenciá-la e respeitada por quem não quis. No final, sempre somos nós por nós.
Se você me perguntar qual é o trabalho mais complexo do mundo, direi que é ser mãe. A verdade é que não há desafios em uma empresa que se comparem aos desafios da maternidade. Ser mãe envolve se desdobrar em desafios físicos, emocionais e, principalmente, sociais. No Brasil, as mulheres representam mais da metade da população (e são mães da outra metade). A maternidade deveria ser uma pauta essencial a ser discutida no trabalho, na política e na sociedade.
Apesar de este texto ser voltado para mães, percebo a maternidade como uma escolha livre para as mulheres. Ela não deve ser encarada como o único caminho para nós. Definitivamente, não estou entre aqueles que acreditam que a mulher nasceu para ser mãe; você nasceu e pode se tornar quem e o que quiser.
Observo mulheres enfrentando o dilema de quando ser mãe e como isso afetará suas carreiras. Essa situação, além de desafiadora, não deveria nos impor pressa ou medo na realização de nossos sonhos, nem nos obrigar a sacrificar outras áreas de nossas vidas. Mas a gente sabe que a realidade não é assim.
Sem querer romantizar, mas, [como] mulher e rodeada de outras, nós sabemos, mais do que ninguém, [como] fazer do limão uma limonada. Apesar de o mundo não ser feito para nós, ele é feito por nós. Diversos estudos mostram que as habilidades adquiridas na maternidade são valiosas no ambiente de trabalho. A capacidade de gerenciar tarefas, de tomar decisões e de resolver problemas de forma criativa é uma competência adquirida ao longo dessa jornada louca que é maternar.
E sim, para que isso aconteça, a gente precisa de mulheres e de mulheres-mães no poder para que licença maternidade não seja sinônimo de demissão quando esse período acabar. Que não precisemos passar por sufoco para conseguir creches e pré-escolas acessíveis e de qualidade, que as empresas enxerguem a flexibilidade de horários como algo normal na rotina de qualquer ser humano, que salários justos e oportunidades sejam iguais para homens e mulheres. Precisamos de nós tomando decisões por nós, já que sabemos onde o calo aperta.
Mas hoje vim falar sobre o respeito que parece que as mulheres não recebem por suas escolhas. Então, que, nos próximos dias das mães — cientes de que não será logo —, a gente enxergue a verdadeira contribuição delas para o mundo, que a maternidade não tenha gosto de culpa e muito menos de fim do mundo. Que a maternidade seja celebrada por quem decidiu vivenciá-la e respeitada por quem não quis. No final, sempre somos nós por nós.
FONTES, Ana. A maternidade é para mim? Folha de
São Paulo, 10 de maio de 2024. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/anafontes/2024/05/a-maternidade-e-para-mim.shtml.
Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.
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