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Foram encontradas 199 questões.

4010926 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC
Assinale a alternativa em que TODAS as palavras estão grafadas corretamente, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa:
 

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4010925 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC
Assinale a opção em que o uso do acento indicativo de crase é OBRIGATÓRIO, considerando a norma culta:
 

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4010924 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC
No que se refere às regras de acentuação vigentes na Língua Portuguesa, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
I. As palavras HISTÓRIA, MAGISTÉRIO e RELATÓRIO recebem acento por serem classificadas como paroxítonas terminadas em ditongo crescente.
II. O vocábulo MÚSICA é acentuado seguindo a mesma regra que justifica o acento em DIDÁTICA.
III. De acordo com o Acordo Ortográfico vigente, palavras como IDÉIA e PLATÉIA permanecem acentuadas devido ao ditongo aberto em posição paroxítona.
 

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4010923 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC

Texto para a questão.

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Qual das alternativas abaixo melhor expressa a tese central defendida pelo autor ao longo do texto?
 

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4010922 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC

Texto para a questão.

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Analise as seguintes afirmações sobre a "pedagogia da resiliência" mencionada no texto:
I. Ela é uma responsabilidade exclusiva dos professores de áreas ligadas às Ciências da Natureza.
II. Envolve a formação de uma consciência sobre a interdependência entre seres humanos e o meio ambiente.
III. Transcende o conteúdo programático, alcançando a gestão do cuidado e o suporte emocional.
Está(ão) correta(s) apenas:
 

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4010921 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC

Texto para a questão.

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

O autor utiliza a expressão "competência polifônica" para caracterizar o exercício do magistério na atualidade. Pela análise do último parágrafo, essa competência pode ser definida como a capacidade do professor de:
 

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4010920 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC

Texto para a questão.

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Considere o seguinte trecho: "A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades."
A partir da leitura do texto, infere-se que a prática antirracista mencionada pelo autor:
 

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4010919 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC

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A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Ao discutir a restrição do uso de celulares nas escolas, o texto sugere que a eficácia dessa medida está condicionada a:
 

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4010918 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC

Texto para a questão.

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

No primeiro parágrafo, o autor utiliza o termo "papel ambivalente" para descrever a atuação da escola diante da emergência climática. De acordo com a articulação de ideias do texto, essa ambivalência reside no fato de a escola:
 

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