Foram encontradas 40 questões.
Qual a contrapositiva da condicional “Se Carla é programadora de software, então é criativa e lógica”?
Provas
A reportagem a seguir refere-se às questões 11 e 12:
Eduardo Leite: “O RS vai precisar de muito apoio, uma espécie de Plano Marshall”
Eduardo Leite voltou a falar na noite deste sábado, 4, sobre os efeitos dos fortes temporais que atingem as cidades gaúchas desde
o início da semana
ESTADÃO CONTEÚDO
04/05/2024 - 19:37
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, avalia que o Estado vai precisar de medidas extraordinárias de reconstrução após as fortes chuvas dos últimos dias, com apoio de todo tipo, sem diferenças políticas. “A gente vai precisar de uma espécie de Plano Marshall de reconstrução”, disse o governador, referindo-se ao plano de apoio capitaneado pelos Estados Unidos para reerguer a Europa ocidental ao término da Segunda Guerra Mundial.
Leite reforçou que o momento “histórico” exige medidas “absolutamente extraordinárias, porque quem já foi vítima da tragédia não pode ser vítima depois da desassistência”, declarou a jornalistas no início desta noite de sábado.
O governador gaúcho frisou que as diferenças políticas precisam ser colocadas de lado no momento em que o estado enfrenta fortes chuvas. “Temos que estar à altura do que a história nos exige, como lideranças públicas, colocando de lado qualquer diferença neste momento”, afirmou.
Ao lado do ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, e do ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, Eduardo Leite (PSDB/RS) disse que considera que a ida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Rio Grande do Sul neste domingo “será muito bem-vinda”.
Logo em seguida, Pimenta emendou que “o presidente Lula disse que não há limites orçamentários” para a ajuda do governo federal ao Estado.
Em seu perfil no X (ex-Twitter), Lula havia postado alguns minutos antes que iria ao Rio Grande do Sul no domingo. “Estou em contato permanente com os ministros e o comando militar que estão no Rio Grande do Sul. Amanhã retorno ao estado para acompanhar e reforçar o trabalho coordenado com o governo do estado e as prefeituras nesse momento tão difícil”, escreveu, na rede social.
O Rio Grande do Sul tem 55 mortes registradas, sete óbitos em investigação e 107 pessoas desaparecidas até o momento, conforme os números apresentados pelo governador, lamentando a tragédia. “Serão dias ainda muito difíceis pela frente, quero dar esse alerta para a população. Mas estamos atuando em todas as frentes”, afirmou, agradecendo o apoio “de cada servidor”, bem como dos voluntários, além de ministérios, das Forças Armadas, prefeitos e prefeitas.
Disponível em: <https://istoe.com.br/eduardo-leite-o-rs-vai-precisar-de-muito-apoio-uma-especie-de-plano-marshall/>.Acesso em: 04 mai. 2024.
Analise os seguintes períodos compostos oriundos da reportagem:
TRECHO 01:

TRECHO 02:

TRECHO 03:

Mediante a análise dos trechos (1), (2) e (3), é CORRRETO considerar que, de acordo com a Norma Gramatical Brasileira (NGB):
Provas
A tira a seguir se refere às questões 5 e 6:

Quanto à leitura da tira, é CORRETO afirma que:
Provas
No documento Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), o CFP destaca “[...] Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) que entre 2001 e 2016 ocorreram avanços institucionais na Reforma Psiquiátrica, valorização das políticas sociais e de distribuição de renda. [Que,] apesar dos desmontes que a saúde pública enfrenta, a desinstitucionalização de pessoas que apresentam sofrimento psíquico é uma tarefa que o SUS tem se empenhado, direcionando forças para implementar, por meio da Raps, juntamente com os Programas de Volta para a Casa (PVCs), Serviço Residencial Terapêutico (SRT), concretizando diretrizes voltadas para a superação do modelo de atenção hospitalocêntrico”.
(Fonte: CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (BRASIL). Ed. rev. Brasília: Centro de Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas (os) no CAPS. Atenção Psicossocial; Conselho Federal de Psicologia; Conselhos Regionais de Psicologia; Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas, 2O22.
Escolha a alternativa CORRETA que melhor traduz a orientação do CFP para o trabalho de Psicólogas (os) no CAPS:
Provas
Em relação à saúde mental e à psicopatologia, é CORRETO afirmar que:
Provas
Sabendo que A = {-8, -1, 20, 31, 45, 52, 67, 78, 80, 91, 107}, B = {14, 31, 52, 77, 91} e C = {-8, 20, 31, 67, 91, 107}, qual alternativa abaixo representa o conjunto (A \( \cup \) B) - C?
Provas
Analise cada uma das afirmativas a seguir:
I- A negação de uma proposição é sempre verdadeira se a proposição original for verdadeira.
II- Se p for uma proposição verdadeira, então a condicional p → q também é verdadeira, independentemente do valor lógico da proposição q.
III- Uma tautologia é uma proposição que é verdadeira para todas as combinações possíveis de valores das proposições simples.
IV- A disjunção p \( \lor \) q é falsa somente quando ambas as proposições p e q são falsas.
É CORRETO o que se afirma em:
Provas
A tira a seguir se refere às questões 5 e 6:

Com relação à análise linguística da tira, assinale a alternativa CORRETA:
Provas
De acordo com a tira a seguir, a alternativa CORRETA é:

Disponível em: <https://www.instagram.com/dona.anesia/>. Acesso em: 03 mai.2024.
Provas
O artigo a seguir serve de base para as questões 1, 2 e 3:
USP usa técnica da ovelha Dolly para fazer transplante de porcos em humanos
Esperança é de que, no futuro, abordagem diminua tempo de espera por um novo órgão.
Reinaldo José Lopes
SÃO CARLOS (SP)
Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) acabam de inaugurar um laboratório que, com alguma sorte, poderá viabilizar a prática dos xenotransplantes (transplantes de órgãos de animais para seres humanos) no Brasil.
Médicos, geneticistas e veterinários, entre outros especialistas, usarão o espaço para abrigar porcas grávidas de filhotes geneticamente modificados. As alterações no DNA dos suínos servem para minimizar o risco de rejeição quando seus órgãos forem transferidos para pessoas que precisam de um transplante.
Os primeiros testes bem-sucedidos já aparecem nos últimos anos em pacientes dos EUA, e a esperança é que, no futuro, a abordagem encurte o tempo de espera por um novo órgão, talvez dispensando, em alguns casos, a necessidade de um doador humano. Antes que isso se torne realidade, porém, é preciso vencer uma gama considerável de desafios técnicos, a começar pela reprodução dos próprios suínos.
No papel, a abordagem parece simples. O material genético no núcleo de células fetais de porcos é alterado e, depois, transferido para óvulos suínos cujo DNA foi retirado.
"Estamos usando a técnica que deu origem à ovelha Dolly", resume Mayana Zatz, geneticista do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco da USP, uma das coordenadoras do projeto Xeno BR.
O problema é que, mesmo quase 30 anos após o nascimento de Dolly, o primeiro mamífero clonado, produzir cópias genéticas de qualquer animal doméstico ainda é um processo complexo. A clonagem sempre envolve o uso de centenas ou até milhares de óvulos para, se tudo der certo, ocorrer o nascimento de um filhote viável.
"Sabemos que a eficiência é baixa, mas estamos aprendendo que a qualidade das células a serem editadas geneticamente pode ter um papel importante no sucesso", diz Zatz. A equipe está sendo assessorada por Luiz Mauro Queiroz, brasileiro responsável pela criação dos porcos transgênicos (geneticamente modificados) da empresa eGenesis nos EUA. A equipe americana já realizou seus primeiros transplantes suíno-humanos.
Também ainda não está totalmente claro quantas modificações no DNA são necessárias para que os órgãos de porcos sejam substitutos aceitáveis daqueles doados por pessoas.
[...]
"Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta.
"O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.
"Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.
Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta."
De acordo com Raia, ainda é cedo para dizer se o avanço da técnica vai acabar equiparando os xenotransplantes, em termos de sucesso e riscos, aos feitos hoje com as técnicas convencionais, embora essa possibilidade exista.
Ao menos por ora, os pacientes que receberem os órgãos suínos deverão ter de enfrentar um esquema imunossupressor mais potente e constante. Ou seja, eles farão um uso mais intenso de medicamentos que controlam o sistema de defesa de seu organismo, para que ele não rejeite o transplante como um corpo estranho.
"Em consequência disso, a possibilidade de esse paciente se contaminar será maior, sem dúvida. Ele terá de seguir recomendações que evitem ao máximo o contato com fontes de infecção", observa o médico.
Raia lembra ainda que pesquisas feitas anteriormente no Brasil com candidatos na fila por rim ou fígado que já tinham recebido novos órgãos mostram que 91% aceitariam um xenotransplante suíno caso fosse necessário, taxa superior à de países como a China (75%) e Turquia (43%).
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/usp-se-prepara-para-fazer-transplantes-de-orgaos-de-porcos-para-humanos.shtml>. Acesso em: 03 mai. 2024.
Considere o seguinte trecho do artigo em questão:
"Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta."
O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.
"Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.
Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta."
Assinale a alternativa CORRETA:
Provas
Caderno Container