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Foram encontradas 40 questões.

Renato, técnico de segurança do trabalho da fazenda Santa Ana, foi recentemente eleito um dos representantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidente (CIPA). Assinale a alternativa que apresenta uma atribuição da CIPA.

 

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Qual é a capacidade adicionada a um computador com um processador multicore em relação a um computador que possui um processador de núcleo único?

 

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Qual dos seguintes comandos de busca avançada no Google é usado para encontrar páginas que contenham uma determinada palavra em uma página web específica?

 

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Leia o texto sobre a NR1 para responder às questões 27 e 28.

A Norma Regulamentadora nº 1 (NR1) trata das disposições gerais das NR e do gerenciamento de riscos ocupacionais em ambientes laborais. Tal normativa passou por diversas revisões/atualizações desde a sua criação, que visam satisfazer as necessidades dos atores diretamente impactados, como quando da inclusão do tema gerenciamento de riscos ocupacionais por solicitação da bancada dos trabalhadores que compõem a Comissão Tripartite Paritária Permanente – CTPP.

Assinale a alternativa que apresenta itens relacionados ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.

 

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Qual das seguintes ações é a recomendada para aumentar a segurança do sistema operacional Windows?

 

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Leia o texto sobre a NR1 para responder às questões 27 e 28.

A Norma Regulamentadora nº 1 (NR1) trata das disposições gerais das NR e do gerenciamento de riscos ocupacionais em ambientes laborais. Tal normativa passou por diversas revisões/atualizações desde a sua criação, que visam satisfazer as necessidades dos atores diretamente impactados, como quando da inclusão do tema gerenciamento de riscos ocupacionais por solicitação da bancada dos trabalhadores que compõem a Comissão Tripartite Paritária Permanente – CTPP.

Jessé, técnico de laboratório em uma universidade pública é sempre zeloso em cumprir suas obrigações em saúde e segurança do trabalho. Sobre atos faltosos de Jessé, analise as seguintes assertivas.

I- Submeter-se aos exames médicos previstos nas NR. II- Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho.

III- Não cumprir ordens de serviço expedidas pelo empregador que coloquem em risco sua vida ou saúde.

IV- Colaborar com a organização na aplicação das NR.

V- Usar, eventualmente, o equipamento de proteção individual fornecido pelo empregador.

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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Leia a tira abaixo para responder às questões 14 e 15.

Enunciado 4314490-1

Disponível em: https://www.instagram.com/p/C_K-LDwOF7N/. Acesso em: 31 ago. 2024.

A relação semântica existente entre as palavras certas e erradas denomina-se CORRETAMENTE de:

 

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Leia a reportagem a seguir para responder às questões 10, 11, 12 e 13.

TDAH: O QUE O TIKTOK NÃO CONTA

Por Rafael Battaglia

Atualizado em 19 ago 2024, 09h38 - Publicado em 16 ago 2024, 10h00

O TDAH atinge 5,3% das crianças e adolescentes em todo o mundo, e 2,5% da população adulta. A condição está presente há décadas nos principais manuais de transtornos mentais — mas nunca se falou tanto sobre ela como nos últimos anos.

Nos EUA, vídeos com a hashtag “Hadhd” (sigla em inglês do transtorno) somaram 35 bilhões de visualizações nos últimos três anos no TikTok. A plataforma virou palco para milhares de pessoas com TDAH, que compartilharam ali suas experiências de vida e as técnicas que desenvolveram para vencer as dificuldades impostas pelo transtorno na escola, no trabalho e dentro de casa.

O lado positivo, é claro, é o aumento da conscientização — o que tem levado amais diagnósticos.

Mas a ascensão do TDHA no TikTok e em outras redes tem um lado indigesto: não faltam vídeos que prometem um diagnóstico em poucos minutos, supostas curas ou que apresentam testes sem validade científica. Em 2022, uma pesquisa canadense analisou os 100 vídeos mais populares sobre o transtorno na plataforma e concluiu que metade continha informações falsas.

Por que esses conteúdos viralizam”? Porque é fácil se identificar com as situações e os sintomas descritos. Afinal, quem nunca esqueceu a carteira em casa, perdeu o foco graças ao Instagram ou procrastinou até o último dia para entregar um relatório no trabalho?

Episódios pontuais, porém, não bastam. O TDAH é uma condição séria que se não tratada da maneira adequada pode trazer uma série de problemas. Indivíduos com o transtorno sofrem mais acidentes, demissões no trabalho e reprovações na escola. Também se divorciam mais e são mais propensos a desenvolver ansiedade e depressão. Dentre as pessoas com TDAH, há maior incidência de abuso de álcool e drogas, obesidade e suicídio.

No final dos anos 1980, o DDA [déficit de atenção] foi rebatizado para o nome que usamos hoje, “Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade”. E, em 2000, o manual [DSM — Manual de Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais] definiu que o TDAH poderia se manifestar de três formas possíveis: predominantemente desatenta, predominantemente hiperativa e impulsiva ou de maneira combinada. Essa é a classificação usada pelos profissionais da saúde atuais.

Não faltam ferramentas para controlar o TDAH, e o esforço para que elas cheguem a mais pessoas precisa ser constante. De preferência, sem informações falsas. Viver com o transtorno é um quebra-cabeça complexo. Mas as peças não precisam ficar ainda mais misturadas.

BATTAGLIA, Rafael. TDAH: o que o TikTok não conta. Revista Superinteressante [on-line], 19 ago. 2024. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/tdah-o-que-o-tiktok-nao-conta/. Acesso em: 31 ago. 2024. Adaptado.

Levando em conta o funcionamento linguístico do texto, considere as seguintes assertivas.

I- Devido à sua natureza informativa, a reportagem apresenta uma grande incidência de substantivos e adjetivos ao tratar sobre o TDAH.

II- O adjetivo supostas em “supostas curas” questiona a própria denominação de curas.

III- Em “uma pesquisa canadense analisou os 100 vídeos mais populares sobre o transtorno na plataforma e concluiu que metade continha informações falsas”, a concordância verbal está comprometida.

IV- Em “Afinal, quem nunca esqueceu a carteira em casa, perdeu o foco graças ao Instagram ou procrastinou até o último dia para entregar um relatório no trabalho?”, os verbos esquecer, perder e procrastinar apresentam a mesma regência.

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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TDAH: O QUE O TIKTOK NÃO CONTA

Por Rafael Battaglia

Atualizado em 19 ago 2024, 09h38 - Publicado em 16 ago 2024, 10h00

O TDAH atinge 5,3% das crianças e adolescentes em todo o mundo, e 2,5% da população adulta. A condição está presente há décadas nos principais manuais de transtornos mentais — mas nunca se falou tanto sobre ela como nos últimos anos.

Nos EUA, vídeos com a hashtag “Hadhd” (sigla em inglês do transtorno) somaram 35 bilhões de visualizações nos últimos três anos no TikTok. A plataforma virou palco para milhares de pessoas com TDAH, que compartilharam ali suas experiências de vida e as técnicas que desenvolveram para vencer as dificuldades impostas pelo transtorno na escola, no trabalho e dentro de casa.

O lado positivo, é claro, é o aumento da conscientização — o que tem levado amais diagnósticos.

Mas a ascensão do TDHA no TikTok e em outras redes tem um lado indigesto: não faltam vídeos que prometem um diagnóstico em poucos minutos, supostas curas ou que apresentam testes sem validade científica. Em 2022, uma pesquisa canadense analisou os 100 vídeos mais populares sobre o transtorno na plataforma e concluiu que metade continha informações falsas.

Por que esses conteúdos viralizam”? Porque é fácil se identificar com as situações e os sintomas descritos. Afinal, quem nunca esqueceu a carteira em casa, perdeu o foco graças ao Instagram ou procrastinou até o último dia para entregar um relatório no trabalho?

Episódios pontuais, porém, não bastam. O TDAH é uma condição séria que se não tratada da maneira adequada pode trazer uma série de problemas. Indivíduos com o transtorno sofrem mais acidentes, demissões no trabalho e reprovações na escola. Também se divorciam mais e são mais propensos a desenvolver ansiedade e depressão. Dentre as pessoas com TDAH, há maior incidência de abuso de álcool e drogas, obesidade e suicídio.

No final dos anos 1980, o DDA [déficit de atenção] foi rebatizado para o nome que usamos hoje, “Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade”. E, em 2000, o manual [DSM — Manual de Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais] definiu que o TDAH poderia se manifestar de três formas possíveis: predominantemente desatenta, predominantemente hiperativa e impulsiva ou de maneira combinada. Essa é a classificação usada pelos profissionais da saúde atuais.

Não faltam ferramentas para controlar o TDAH, e o esforço para que elas cheguem a mais pessoas precisa ser constante. De preferência, sem informações falsas. Viver com o transtorno é um quebra-cabeça complexo. Mas as peças não precisam ficar ainda mais misturadas.

BATTAGLIA, Rafael. TDAH: o que o TikTok não conta. Revista Superinteressante [on-line], 19 ago. 2024. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/tdah-o-que-o-tiktok-nao-conta/. Acesso em: 31 ago. 2024. Adaptado.

Com relação aos processos de formação de palavras, é CORRETO afirmar que:

 

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TDAH: O QUE O TIKTOK NÃO CONTA

Por Rafael Battaglia

Atualizado em 19 ago 2024, 09h38 - Publicado em 16 ago 2024, 10h00

O TDAH atinge 5,3% das crianças e adolescentes em todo o mundo, e 2,5% da população adulta. A condição está presente há décadas nos principais manuais de transtornos mentais — mas nunca se falou tanto sobre ela como nos últimos anos.

Nos EUA, vídeos com a hashtag “Hadhd” (sigla em inglês do transtorno) somaram 35 bilhões de visualizações nos últimos três anos no TikTok. A plataforma virou palco para milhares de pessoas com TDAH, que compartilharam ali suas experiências de vida e as técnicas que desenvolveram para vencer as dificuldades impostas pelo transtorno na escola, no trabalho e dentro de casa.

O lado positivo, é claro, é o aumento da conscientização — o que tem levado amais diagnósticos.

Mas a ascensão do TDHA no TikTok e em outras redes tem um lado indigesto: não faltam vídeos que prometem um diagnóstico em poucos minutos, supostas curas ou que apresentam testes sem validade científica. Em 2022, uma pesquisa canadense analisou os 100 vídeos mais populares sobre o transtorno na plataforma e concluiu que metade continha informações falsas.

Por que esses conteúdos viralizam”? Porque é fácil se identificar com as situações e os sintomas descritos. Afinal, quem nunca esqueceu a carteira em casa, perdeu o foco graças ao Instagram ou procrastinou até o último dia para entregar um relatório no trabalho?

Episódios pontuais, porém, não bastam. O TDAH é uma condição séria que se não tratada da maneira adequada pode trazer uma série de problemas. Indivíduos com o transtorno sofrem mais acidentes, demissões no trabalho e reprovações na escola. Também se divorciam mais e são mais propensos a desenvolver ansiedade e depressão. Dentre as pessoas com TDAH, há maior incidência de abuso de álcool e drogas, obesidade e suicídio.

No final dos anos 1980, o DDA [déficit de atenção] foi rebatizado para o nome que usamos hoje, “Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade”. E, em 2000, o manual [DSM — Manual de Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais] definiu que o TDAH poderia se manifestar de três formas possíveis: predominantemente desatenta, predominantemente hiperativa e impulsiva ou de maneira combinada. Essa é a classificação usada pelos profissionais da saúde atuais.

Não faltam ferramentas para controlar o TDAH, e o esforço para que elas cheguem a mais pessoas precisa ser constante. De preferência, sem informações falsas. Viver com o transtorno é um quebra-cabeça complexo. Mas as peças não precisam ficar ainda mais misturadas.

BATTAGLIA, Rafael. TDAH: o que o TikTok não conta. Revista Superinteressante [on-line], 19 ago. 2024. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/tdah-o-que-o-tiktok-nao-conta/. Acesso em: 31 ago. 2024. Adaptado.

Acerca da reportagem, considere as assertivas a seguir.

I- O texto é centrado na influência do TikTok sobre a percepção do TDAH nos dias atuais.

II- Por se tratar de uma reportagem, predominam sequências textuais dissertativas.

III- A intencionalidade do texto é denunciar o problema dos autodiagnósticos feitos com base na influência de redes sociais.

IV- A reportagem não se baseia em opiniões, mas no debate científico sobre o tema.

V- A evidência da rede social TikTok é relevante para a compreensão da reportagem.

E CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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