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Celestino Alves da Silva Jr. (in Ferreira, org., 2000) aborda, no capítulo 10 (Supervisão, Currículo e Avaliação),
o percurso histórico dos estudos sobre a orientação/
supervisão pedagógica ou escolar no Brasil, os quais nasceram nos anos 60 vinculados aos estudos de currículo.
O autor percorre diferentes períodos/contextos históricos
da educação escolar brasileira, examinando as mudanças na atuação desse orientador/supervisor pedagógico,
tanto no âmbito da escola, como no dos estudos sobre
a supervisão, e mostra, em síntese, que a relação desse orientador/supervisor com os professores só pode ser
pensada no conjunto das determinações da educação
escolar, em cada contexto. Silva Jr. aponta que há um
novo desafio para a legitimidade da função supervisora,
o qual decorre da discussão atual sobre currículo, dinamizada por três ideias-força:
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- Gestão ou Administração Educacional
- Temas Educacionais PedagógicosCoordenação e Orientação Educacional
Os supervisores de ensino de Samambaiaçu vêm acompanhando as tentativas das escolas para implantar práticas avaliativas que favoreçam o diálogo do ensino com a
aprendizagem dos alunos, sem que alcancem progressos
significativos. Reuniram-se, então, para debater as causas
disso e, entre elas, encontraram a política de avaliação
unificada implantada nacionalmente, pois ela faz com que
os professores e as escolas, a fim de evitarem o fracasso
nas provas e suas consequências, priorizem, no cotidiano, os conteúdos sugeridos nos programas emanados dos
órgãos oficiais e presentes nos livros didáticos. Frente à
constatação feita, os supervisores concluíram que, como
colocam Oliveira e Pacheco (in Estebán, org., 2005), o
grande desafio que hoje é posto para as escolas e para o
corpo docente é o de superar
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- Autores da EducaçãoPiaget
- Autores da EducaçãoVygotsky
- Gestão ou Administração Educacional
- Temas Educacionais Pedagógicos
Miguel, supervisor de ensino em um município paulista,
assessorou a equipe técnica de uma das escolas sob sua
supervisão na organização de estudos, nos horários de
trabalho pedagógico coletivo (HTPC), sobre a teoria psicogenética de Jean Piaget. Logo no primeiro encontro,
os docentes indagaram sobre a suposta oposição entre
as concepções de Piaget e de Vygotsky a respeito do
desenvolvimento humano e da aprendizagem, no que
foram esclarecidos, com base em Castorina (2005), que
essa oposição é um equívoco que se deve a leituras
superficiais das pesquisas de ambos. Outro esclarecimento inicial, com apoio em La Taille (in La Taille, Oliveira
e Dantas,1992), foi o de que Piaget afirma, na obra
Études Sociologiques, ser o desenvolvimento intelectual,
desde o nascimento, obra simultânea
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A equipe de supervisão do município de Castanheiros
organizou um seminário sobre “A construção do conhecimento”, dirigido aos diretores e coordenadores pedagógicos das escolas jurisdicionadas. Como suporte, adotou
a obra Construção do conhecimento em sala de aula, de
Vasconcellos (2002). No decorrer das atividades, ficou claro aos participantes que, apesar de a mobilização do sujeito ser uma característica para conhecer os objetos, ela não
basta, pois, embora a ação do sujeito sobre o objeto a ser
conhecido seja a necessidade primordial, há, contudo,
para além da mobilização e da ação do sujeito sobre o
objeto, um elemento central, fundador do homem e, como
designa Vasconcellos na referida obra, “motor” do conhecimento. Trata-se da
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- Gestão ou Administração Educacional
- Temas Educacionais PedagógicosCoordenação e Orientação Educacional
Na sociedade atual, o volume de informações geradas e
disponibilizadas a cada segundo na rede digital e na literatura desafia os educadores a adquirirem competência
para que possam proporcionar aos alunos situações de
aprendizagem nas quais estes processem essas informações e construam conhecimentos que lhes sejam significativos e necessários. Esse contexto trouxe a exigência
da adoção de abordagens pedagógicas que valorizem a
aprendizagem colaborativa. Para atender essa demanda,
segundo Behrens (in Moran, Masetto e Behrens, 2000),
os professores e os gestores da educação precisarão se
tornar sensíveis
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- Avaliação EducacionalModalidades de Avaliação
- Gestão ou Administração Educacional
- LegislaçãoLei 9.131/1995: Conselho Nacional de Educação
- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
Alzira, supervisora de ensino, no munícipio de Barretos,
foi convidada pela diretora de uma das escolas que supervisiona a participar do planejamento e da realização
de uma sessão de estudos com os professores sobre
a verificação do rendimento escolar no Ensino Fundamental e Médio. Fizeram um levantamento prévio das
dúvidas e das opiniões dos professores sobre o tema e
selecionaram, como textos de apoio, o Parecer CNE/CEB
nº
07/2010 e o capítulo 2 do texto de Hoffmann (2001),
com o objetivo de enfatizar a avaliação contínua e cumulativa do desempenho dos estudantes, com prevalência
dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Após as
leituras, debates e argumentações, o grupo compreendeu que, nos caminhos da aprendizagem, não há paradas ou retrocessos; todos os aprendizes estão sempre
evoluindo, mas em diferentes ritmos e por caminhos singulares e únicos. Puderam, assim, concluir que trabalhar
a avaliação na diversidade dos alunos exige perceber e
acompanhar a construção de conhecimento em sua própria diversidade, o que se atinge reconhecendo-se que
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Ângela e Renata, diretoras de escola pública, solicitaram esclarecimentos sobre a autonomia da escola a seu
supervisor de ensino, Maurício. Este as aconselhou a
consultar o artigo de Gadotti (in Gadotti e Romão, 2001)
e o capítulo VII da obra de Libâneo (2004). As diretoras
consultaram os textos recomendados e entenderam que,
para Libâneo, a autonomia de uma instituição significa
ter poder de decisão sobre seus objetivos e sua forma de
organização, o que envolve, conforme o autor, a articulação com os órgãos superiores, nem sempre sem problemas, implicando uma corresponsabilidade consciente,
partilhada e solidária de todos os membros da equipe
escolar. Ângela e Renata compreenderam também que,
para Gadotti, a autonomia e a participação – pressupostos do projeto político-pedagógico da escola – não se
limitam à mera declaração de princípios. Sua presença
precisa ser sentida não só no Conselho de Escola mas
também
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Um grupo de supervisores de ensino de um município paulista decidiu estudar o artigo de Bussmann (in Veiga, org.,
1995) sobre o projeto político-pedagógico e a gestão da
escola. Após a leitura e as argumentações sobre o texto,
o grupo compreendeu que, conforme a autora, articular,
elaborar, construir um projeto pedagógico próprio, implementando-o e aperfeiçoando-o constantemente – ao envolver de forma criativa e prazerosa os vários segmentos da
comunidade escolar, com suas respectivas competências,
num processo coletivo – é um grande desafio. Isso ocorre
em razão da necessidade e das expectativas pela melhoria
da qualidade dos serviços educacionais e dos resultados
desses serviços, o que, para Bussmann, diz respeito
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Durval é diretor de uma escola pública municipal que vem
atendendo alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental e que, já em 2018, atenderá do primeiro ao nono
ano. Pediu a Helena, supervisora de ensino da unidade,
para assessorar a equipe de direção/coordenação na preparação e desenvolvimento de encontros de avaliação e
planejamento, reunindo os atuais professores e os novos,
com o intuito de repensarem o projeto político-pedagógico
da escola. Durval está entusiasmado com o que leu no
texto de Gadotti (in Gadotti e Romão, 2001) sobre esse
projeto poder ser considerado como momento importante
de renovação da escola, pois projetar significa lançar para
a frente, antever um futuro diferente do presente. Diante
dessa argumentação, Helena sugeriu-lhe a leitura de Rios
(2011), a qual afirma que projetar é
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- Gestão ou Administração Educacional
- Temas Educacionais PedagógicosCoordenação e Orientação Educacional
Vergara (2009) destaca, a partir do trabalho de Rhinesmith,
as competências requeridas aos gestores, tendo em vista a
globalização e a complexidade do mundo contemporâneo.
São elas: gestão da competitividade; gestão da complexidade; gestão da adaptabilidade; gestão de equipes; gestão da
incerteza; gestão do aprendizado. Consideramos pertinente
ressaltar a gestão da complexidade, pois se trata da capacidade de lidar com muitos interesses concorrentes, contradições e conflitos. Quanto aos conflitos, bastante presentes
no trabalho em equipe, eles requerem, algumas vezes, a
atuação do gestor como mediador, como propõe Burbridge
(2012). Para este, os princípios do gestor como mediador
de conflitos envolvem a preparação para mediar, o tempo e
o local adequado, bem como sua
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