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O termo "ocupação terapêutica" refere-se a atividades significativas que promovem motivação e participação no processo de reabilitação. Sobre esse conceito, assinale a alternativa correta.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 20.
A onça vegana e o galo machista
Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência.
Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.
Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.
O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.
Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?
Fernando Fabbrini - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-e-o-galo-machista-1.2848837
Com base no trecho: "O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos", assinale a alternativa correta sobre a concordância verbal do verbo "existem".
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 20.
A onça vegana e o galo machista
Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência.
Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.
Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.
O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.
Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?
Fernando Fabbrini - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-e-o-galo-machista-1.2848837
A expressão "vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância" indica que:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 20.
A onça vegana e o galo machista
Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência.
Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.
Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.
O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.
Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?
Fernando Fabbrini - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-eo-galo-machista-1.2848837
Na frase "Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos", as vírgulas foram utilizadas para:
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Na imagem abaixo, uma reta de números inteiros descreve três pontos: o nível do mar (0), a altura da pessoa que está pulando (19) e a profundidade dos corais (- 8).

Considerando esses valores em metros, qual é a distância entre a pessoa e os corais?
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Assinale a alternativa que apresenta uma palavra escrita incorretamente.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 18.
Sobre estar maduro
Quando somos jovens, fazemos de tudo para parecermos maduros.
Entretanto, no menor deslize expomos nossa criança interior.
Quando somos maduros, o que mais queremos é voltar a juventude.
Parece tardio, uma vez que as marcas de uma vida pesada já nos condicionaram a viver sem sorrisos.
E as rugas salientes se confundem com um ar de rabugice.
Sorrir é um ato de dar e receber.
E à medida que ficamos mais velhos, reclamar é mais fácil que sorrir.
Nós não somos assim, somos condicionados a estar assim.
Bem, ser maduro é muito mais que isso...
... tão complicado quanto não ser!
Talvez devêssemos ser maduros sem perder o sorriso...
... e quando ninguém estiver olhando: ser uma criança!
Rian Lopes
https://cronicas-curtas.blogspot.com/search?updated-max=2016-02-23T06:52:00-08:00&max-results=15
No trecho "E as rugas salientes se confundem com um ar de rabugice", o sinônimo de "rabugice" é:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 18.
Sobre estar maduro
Quando somos jovens, fazemos de tudo para parecermos maduros.
Entretanto, no menor deslize expomos nossa criança interior.
Quando somos maduros, o que mais queremos é voltar a juventude.
Parece tardio, uma vez que as marcas de uma vida pesada já nos condicionaram a viver sem sorrisos.
E as rugas salientes se confundem com um ar de rabugice.
Sorrir é um ato de dar e receber.
E à medida que ficamos mais velhos, reclamar é mais fácil que sorrir.
Nós não somos assim, somos condicionados a estar assim.
Bem, ser maduro é muito mais que isso...
... tão complicado quanto não ser!
Talvez devêssemos ser maduros sem perder o sorriso...
... e quando ninguém estiver olhando: ser uma criança!
Rian Lopes
https://cronicas-curtas.blogspot.com/search?updated-max=2016-02-23T06:52:00-08:00&max-results=15
No texto, o autor propõe que, em determinados momentos, as pessoas deveriam:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 18.
Sobre estar maduro
Quando somos jovens, fazemos de tudo para parecermos maduros.
Entretanto, no menor deslize expomos nossa criança interior.
Quando somos maduros, o que mais queremos é voltar a juventude.
Parece tardio, uma vez que as marcas de uma vida pesada já nos condicionaram a viver sem sorrisos.
E as rugas salientes se confundem com um ar de rabugice.
Sorrir é um ato de dar e receber.
E à medida que ficamos mais velhos, reclamar é mais fácil que sorrir.
Nós não somos assim, somos condicionados a estar assim.
Bem, ser maduro é muito mais que isso...
... tão complicado quanto não ser!
Talvez devêssemos ser maduros sem perder o sorriso...
... e quando ninguém estiver olhando: ser uma criança!
Rian Lopes
https://cronicas-curtas.blogspot.com/search?updated-max=2016-02-23T06:52:00-08:00&max-results=15
O que se entende por "ser maduro sem perder o sorriso"?
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 18.
Sobre estar maduro
Quando somos jovens, fazemos de tudo para parecermos maduros.
Entretanto, no menor deslize expomos nossa criança interior.
Quando somos maduros, o que mais queremos é voltar a juventude.
Parece tardio, uma vez que as marcas de uma vida pesada já nos condicionaram a viver sem sorrisos.
E as rugas salientes se confundem com um ar de rabugice.
Sorrir é um ato de dar e receber.
E à medida que ficamos mais velhos, reclamar é mais fácil que sorrir.
Nós não somos assim, somos condicionados a estar assim.
Bem, ser maduro é muito mais que isso...
... tão complicado quanto não ser!
Talvez devêssemos ser maduros sem perder o sorriso...
... e quando ninguém estiver olhando: ser uma criança!
Rian Lopes
https://cronicas-curtas.blogspot.com/search?updated-max=2016-02-23T06:52:00-08:00&max-results=15
A palavra devêssemos em "Talvez devêssemos ser maduros sem perder o sorriso..." está corretamente acentuada assim como a palavra:
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