Foram encontradas 197 questões.
A história da psicologia foi marcada por abordagens que negligenciaram a existência do sujeito e da sua subjetividade. Esse processo se consolidou devido a visões que
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A respeito das ações do Agente de Prevenção e Combate a Endemias, no controle da Hanseníase, é correto afirmar que se deve
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A seguir estão os 4 primeiros horários em um relógio que seguem determinado padrão.

Se esse mesmo padrão for manti do, o 8º relógio marcará
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1733334
Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
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Sobre os direitos e as garantias fundamentais, previstos no art. 5º da Constituição da República de 1988, é INCORRETO afirmar que
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Conversinha mineira
― É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
― Sei dizer não senhor: não tomo café.
― Você é dono do café, não sabe dizer?
― Ninguém tem reclamado dele não senhor.
― Então me dá café com leite, pão e manteiga.
― Café com leite só se for sem leite.
― Não tem leite?
― Hoje, não senhor.
― Por que hoje não?
― Porque hoje o leiteiro não veio.
― Ontem ele veio?
― Ontem não.
― Quando é que ele vem?
― Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.
― Mas ali fora está escrito “Leiteria”!
― Ah, isso está, sim senhor.
― Quando é que tem leite?
― Quando o leiteiro vem.
― Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
― O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
― Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?
― Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.
― E há quanto tempo o senhor mora aqui?
― Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.
― Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
― Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
― Para que partido?
― Para todos os partidos, parece.
― Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
― Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
― E o prefeito?
― Que é que tem o prefeito?
― Que tal é o prefeito daqui?
― O prefeito? É tal e qual eles falam dele.
― Que é que falam dele?
― Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é prefeito.
― Você, certamente, já tem candidato.
― Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
― Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?
― Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...
SABINO, Fernando. Os melhores contos. 12 ed. Rio de Janeiro: Record,
2010. 217-218.
“― Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...”
As reticências foram empregadas nesse trecho para
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NÃO é uma etapa essencial do processo de monitoramento das políticas públicas de atenção à saúde,
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Barbara Starfield e sua equipe de pesquisadores na Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos da América, desenvolveram os atributos essenciais e derivados da Atenção Primária à Saúde (APS), que passaram a ser utilizados internacionalmente para mensurar a qualidade da APS, inclusive no Brasil.
Uma equipe de saúde da família atualiza a territorialização de sua área de abrangência e toma conhecimento da presença de 34 venezuelanos refugiados recém “interiorizados” da região norte do Brasil.
Segundo Barbara Starfield, os atributos derivados da APS que precisam ser mobilizados para prover cuidados a esse grupo populacional são
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Fazer 80
E assim, aconteceu que esta semana eu fizesse 80 anos!
Nunca imaginei chegar tão longe. Filha de uma mãe que morreu aos 40, considerava-me destinada a curto percurso. E a vida não parecia ter por mim grande apreço; tentou me matar de pneumonia aos seis anos, dardejou-me uma meningite aos oito, castigou-me com inúmeras pneumonias ao longo de todo o percurso e, já no terceiro ato, coroou o conjunto com uma tuberculose. Mas, como se disputasse uma maratona, cheguei aos 80 esbaforida somente pelo trabalho.
80 anos são uma tremenda esquina da vida.
Com certeza chegamos a ela mais frágeis, porque a possibilidade de morte, que sempre foi a mesma, mas que antes parecia eventual, ganha uma certa concretude.
E, ao mesmo tempo, chegamos mais fortes porque a maior parte do caminho foi percorrida, as inseguranças da juventude ficaram para trás, alguma tantas perguntas já foram respondidas, e o que havia a fazer já foi feito.
Certas coisas mudam, porém, aos 80.
Não terei mais cão, porque um cão correria o risco de viver mais do que eu, e não quero prometer proteção e amor a alguém para de repente descumprir a promessa. Não faço mais projetos a longo prazo; vou até alguns meses à frente, aos compromissos já marcados, embora sabendo que para o ano que vem marcarei outros. Não vou mais imaginar-me mergulhada em estudos de alemão, como sempre fiz, e muito menos de mandarim, como minha curiosidade me ordenaria. No capítulo viagens, dou uma fechadinha no leque; não conhecerei o Himalaia, não enfrentarei falta de hotel ou de banheiro, não caminharei tardes inteiras atendendo minha ânsia turística. E até nos museus, minha sempre paixão, terei que ser menos gulosa.
Fecho o leque da realidade, mas tenho outro para abrir. As minhas viagens, tantas, estão anotadas em cadernos e cadernetas. Ali estão datas, descrições e até desenhos ou rabiscos retendo aquilo que ameaçava diluir. Agora, me basta abrir qualquer um deles para retomar a estrada.
Isso, quanto às viagens facultativas e aventurosas. As outras, de trabalho, continuam na ordem do dia, levando-me a arrastar minha malinha de rodas pelos aeroportos da vida.
Aos 80, considero todo dia como um presente dos deuses, embora até hoje não saiba quem são eles. E toda noite agradeço com gratidão, mesmo com a indecisão do endereço.
Até essa esquina olha-se para a frente. Chegando a ela, o retrovisor se impõe.
Olho para trás e o que vejo me agrada. Vivi com abundância, a palavra melhor é essa. Abundância biográfica de países, de línguas e culturas. Abundância de situações, as favoráveis e as adversas. Abundância de encontros com pessoas preciosas, com criaturas admiráveis, e alguns poucos canalhas, úteis como referência. Trabalhei em muitas coisas diferentes e de todas gostei, porque de cada uma fiz um degrau de aprendizado que me permitiu desempenhar a próxima. Li quase todos os dias da minha vida, fosse pouco ou muito, enchendo a mochila de dados que eu embaralharia, de nomes que se iriam no vento, mas conservando as emoções que os livros me davam. Não escrevi tanto quanto li, nem teria sido possível. Mas o que escrevi está de acordo comigo e me representa mais generosamente que uma selfie.
Considero estar pronta para o embarque. Mas enquanto meu voo não é anunciado, vou estruturando — como faço com frequência em aeroportos — ideias e frases de um próximo livro.
COLASANTI, Marina. Disponível em: <https://www.marinacolasanti.
com/2017/09/cronica-de-quinta-fazer-80.html?fb_action_ids=
1437566189697967&fb_action_types=og.comments>. Acesso em: 25
fev. 2018.
“Não faço mais projetos a longo prazo; vou até alguns meses à frente, aos compromissos já marcados [...]”
Nesse fragmento, todos os conectivos poderiam ser colocados após o ponto e vírgula, EXCETO
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A propósito da hanseníase, é INCORRETO afirmar que se trata de uma doença
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Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a prevenção e o controles da sífilis no SUS.
( ) Avanços na eliminação da síflis congênita foram alcançados em vários sentidos no Brasil, mas a complexidade dos fatores que interferem na cadeia de transmissão continua a desafiar os serviços de saúde.
( ) O tratamento da sífilis em gestantes é relativamente simples e a prevenção da sua transmissão para o recém-nascido é 100% eficaz mediante a administração de penicilina benzatina, o único medicamento capaz de atravessar a barreira placentária e chegar até o feto.
( ) A garatia do acesso à detecção da sífilis na gestante deve ser a mais precoce possível e realizada em hospitais, com a disponibilização dos testes rápidos que consigam fornecer o diagnóstico em até uma semana.
( ) A notificação da sífilis em gestantes é obrigatória e prioritária no contexto da alta incidência no Brasil, podendo ser realizada inclusive por leigos e fora dos serviços de saúde para possibilitar o melhor controle epidemiológico.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
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