A detomidina é um agonista alfa-2-adrenérgico, sedativo e analgésico, e ativa receptores alfa-2 pré-sinápticos centrais, diminuindo a liberação de dopamina e norepinefrina, reduzindo o tônus simpático e produzindo sedação, analgesia e bradicardia. Seu uso é contraindicado:
Exclusiva dos equinos, o divertículo da tuba auditiva forma a porção de cartilagem das tubas auditivas, cuja parte ventral permanece aberta através de uma fissura oblíqua. Os linfonodos retrofaríngeos estão em contato próximo com as bolsas guturais, portanto:
As regiões da cabeça desempenham um papel importante na prática clínica diária, principalmente porque muitas estruturas e órgãos essenciais se encontram nessa região. No equino e no bovino, o espaço interdental (diastema) é:
A febre aftosa é altamente contagiosa e a principal consequência da ocorrência da febre aftosa é econômica. Devido ao alto poder de difusão do vírus e aos impactos econômicos provocados pela doença, os países e áreas livres de febre aftosa estabelecem fortes barreiras à entrada de animais susceptíveis e seus produtos oriundos de regiões com febre aftosa. Assim, basta apenas um foco desta doença (uma propriedade atingida) para haver restrição ao mercado internacional, e até mesmo ao mercado nacional, já que animais e produtos de origem animal ficam proibidos de serem comercializados para países livres ou áreas livres de febre aftosa. Essas barreiras têm efeitos negativos sobre a pecuária e na economia do país, com graves consequências sociais. Sobre a Febre aftosa, podemos afirmar que:
A raiva dos herbívoros é responsável por enormes prejuízos econômicos diretos. Na América Latina, o prejuízo é da ordem de 30 milhões de dólares/ano, sendo que no Brasil este valor se aproxima de 15 milhões de dólares, com a morte de cerca de 40.000 cabeças bovinas. Os prejuízos indiretos, no Brasil, estão calculados em 22,5 milhões de dólares. Ressalta-se que esta situação ocorre na América Latina em função da presença do morcego hematófago Desmodus rotundus apenas na faixa compreendida entre o México e a região central da Argentina, sendo esta espécie de quiróptero a mais importante na transmissão na raiva dos herbívoros. A forma mais frequente em bovinos é: