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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura
Em setembro, uma fábrica em Lajinha, leste de Minas Gerais, da subsidiária brasileira da NetZero, empresa sediada em Paris, pretende começar a produção contínua de biocarvão com palha de café recolhida das fazendas de 400 cafeicultores da região. Os que forneceram a matéria-prima serão os primeiros a usar o pó preto como adubo em suas terras, esperando colher resultados ao menos semelhantes aos obtidos em experimentos feitos em pequena escala por centros de pesquisa do Brasil e de outros países.
O também chamado biochar é produzido por meio do aquecimento sem oxigênio em fornos chamados pirolisadores de resíduos agrícolas, entre eles espiga de milho, casca de babaçu, arroz e algodão, serragem e restos de madeiras, açaizeiros e dendezeiros. A mesma planta pode gerar materiais com composição química e propriedades próprias. Um artigo de março na Brazilian Journal of Animal and Environmental Research mostrou que o biocarvão feito com Phyllostachys aurea, espécie exótica de bambu, tem teores de carbono mais altos que o de Guadua sp., espécie nativa de bambu, ambas comuns no sul do país.
Em estudos controlados feitos nos últimos 10 anos, essas formulações aumentaram a produtividade agrícola em até 50%, o crescimento das raízes em 30% e o dos brotos em 45%. Também favoreceram a absorção de nutrientes, reduziram em cerca de 20% o uso de fertilizantes químicos e ajudaram o solo a reter água e contaminantes. O biocarvão tem sido bastante valorizado, ainda, por causa de sua capacidade de sequestrar − ou, literalmente, enterrar − carbono, o elemento químico mais abundante em sua composição.
Inaugurada em abril, a fábrica de Lajinha é a primeira em escala comercial do Brasil. Construída com tecnologia própria em um terreno cedido pela Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha (Coocafé), tem capacidade de produção de 4,5 mil toneladas (t) de biocarvão por ano, ainda pouco diante dos 42 milhões de t de fertilizantes que o Brasil consome a cada ano. Parte do biocarvão seguirá sem custos para os fornecedores da matéria-prima, que poderão comprar o restante com desconto.
"A comercialização de créditos de carbono viabilizou nosso modelo de negócio, porque pode subsidiar o preço de venda do biocarvão, que não dá para ser alto", declarou o empresário francês Olivier Reinaud, cofundador da NetZero, à Revista Pesquisa FAPESP. Segundo ele, o banco franco-britânico Rothschild e a consultoria norte-americana Boston Consulting Group já compram os créditos gerados pelo biocarvão produzido em uma fábrica inaugurada em janeiro de 2022 em Camarões, na África, também com resíduos de café. "Os créditos correspondem à cerca de metade de nossa receita", informou ele em um comunicado da empresa.
A Aperam BioEnergia, produtora de carvão vegetal em Minas Gerais, anunciou em maio que havia vendido 921 contratos de remoção de carbono, cada um correspondendo à retirada de 1 t de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera. De acordo com um comunicado da Aperam, a meta é produzir 40 mil t de biocarvão por ano, o que representaria uma receita próxima a R$ 40 milhões.
Empresas europeias produziram cerca de 21 mil t de biocarvão em 2020 e as Estados Unidos 45 mil t em 2017 e em 2018, podendo ter chegado a 70 mil t nos anos seguintes. O mercado global de biocarvão pode chegar a US$ 205 milhões neste ano e US$ 587 milhões em 2030, com um crescimento anual de 13%, estima a organização não governamental Earth.
Se usado intensivamente em todo o mundo, o biocarvão poderia remover entre 1,3 bilhão e 3 bilhões de t de CO2 até 2050, de acordo com o Projeto Drawdown, movimento que busca soluções para enfrentar a emergência climática e ambiental. Apesar da perspectiva positiva, o engenheiro químico Henrique Poltronieri Pacheco, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), recomenda prudência com as estimativas sobre sequestro de carbono: "Sem uma análise completa da pegada de carbono, do berço ao túmulo, como dizemos, não é possível dizer que o biocarvão está efetivamente sequestrando carbono", ressalta. Além disso, a redução de emissões com o biocarvão pode variar muito, em razão da matéria-prima usada em sua produção, da dose aplicada e do tipo de solo.
Retirado e adaptado de: FIORAVANTI, Carlos. Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: utuua/ //revistapesquisa.fapesp.br/biocarvao-pode-trazer-ganhos-a-agricultura/ Acesso em: 31 ago., 2023.
Assinale a alternativa que apresenta apenas palavras formadas pelo mesmo processo que ocorreu para a formação de "biocarvão":
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura
Em setembro, uma fábrica em Lajinha, leste de Minas Gerais, da subsidiária brasileira da NetZero, empresa sediada em Paris, pretende começar a produção contínua de biocarvão com palha de café recolhida das fazendas de 400 cafeicultores da região. Os que forneceram a matéria-prima serão os primeiros a usar o pó preto como adubo em suas terras, esperando colher resultados ao menos semelhantes aos obtidos em experimentos feitos em pequena escala por centros de pesquisa do Brasil e de outros países.
O também chamado biochar é produzido por meio do aquecimento sem oxigênio em fornos chamados pirolisadores de resíduos agrícolas, entre eles espiga de milho, casca de babaçu, arroz e algodão, serragem e restos de madeiras, açaizeiros e dendezeiros. A mesma planta pode gerar materiais com composição química e propriedades próprias. Um artigo de março na Brazilian Journal of Animal and Environmental Research mostrou que o biocarvão feito com Phyllostachys aurea, espécie exótica de bambu, tem teores de carbono mais altos que o de Guadua sp., espécie nativa de bambu, ambas comuns no sul do país.
Em estudos controlados feitos nos últimos 10 anos, essas formulações aumentaram a produtividade agrícola em até 50%, o crescimento das raízes em 30% e o dos brotos em 45%. Também favoreceram a absorção de nutrientes, reduziram em cerca de 20% o uso de fertilizantes químicos e ajudaram o solo a reter água e contaminantes. O biocarvão tem sido bastante valorizado, ainda, por causa de sua capacidade de sequestrar − ou, literalmente, enterrar − carbono, o elemento químico mais abundante em sua composição.
Inaugurada em abril, a fábrica de Lajinha é a primeira em escala comercial do Brasil. Construída com tecnologia própria em um terreno cedido pela Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha (Coocafé), tem capacidade de produção de 4,5 mil toneladas (t) de biocarvão por ano, ainda pouco diante dos 42 milhões de t de fertilizantes que o Brasil consome a cada ano. Parte do biocarvão seguirá sem custos para os fornecedores da matéria-prima, que poderão comprar o restante com desconto.
"A comercialização de créditos de carbono viabilizou nosso modelo de negócio, porque pode subsidiar o preço de venda do biocarvão, que não dá para ser alto", declarou o empresário francês Olivier Reinaud, cofundador da NetZero, à Revista Pesquisa FAPESP. Segundo ele, o banco franco-britânico Rothschild e a consultoria norte-americana Boston Consulting Group já compram os créditos gerados pelo biocarvão produzido em uma fábrica inaugurada em janeiro de 2022 em Camarões, na África, também com resíduos de café. "Os créditos correspondem à cerca de metade de nossa receita", informou ele em um comunicado da empresa.
A Aperam BioEnergia, produtora de carvão vegetal em Minas Gerais, anunciou em maio que havia vendido 921 contratos de remoção de carbono, cada um correspondendo à retirada de 1 t de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera. De acordo com um comunicado da Aperam, a meta é produzir 40 mil t de biocarvão por ano, o que representaria uma receita próxima a R$ 40 milhões.
Empresas europeias produziram cerca de 21 mil t de biocarvão em 2020 e as Estados Unidos 45 mil t em 2017 e em 2018, podendo ter chegado a 70 mil t nos anos seguintes. O mercado global de biocarvão pode chegar a US$ 205 milhões neste ano e US$ 587 milhões em 2030, com um crescimento anual de 13%, estima a organização não governamental Earth.
Se usado intensivamente em todo o mundo, o biocarvão poderia remover entre 1,3 bilhão e 3 bilhões de t de CO2 até 2050, de acordo com o Projeto Drawdown, movimento que busca soluções para enfrentar a emergência climática e ambiental. Apesar da perspectiva positiva, o engenheiro químico Henrique Poltronieri Pacheco, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), recomenda prudência com as estimativas sobre sequestro de carbono: "Sem uma análise completa da pegada de carbono, do berço ao túmulo, como dizemos, não é possível dizer que o biocarvão está efetivamente sequestrando carbono", ressalta. Além disso, a redução de emissões com o biocarvão pode variar muito, em razão da matéria-prima usada em sua produção, da dose aplicada e do tipo de solo.
Retirado e adaptado de: FIORAVANTI, Carlos. Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: utuua/ //revistapesquisa.fapesp.br/biocarvao-pode-trazer-ganhos-a-agricultura/ Acesso em: 31 ago., 2023.
A respeito de "Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura", analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. O preço do biocarvão acaba sendo, muitas vezes, mais alto do que o de outros fertilizantes empregados na agricultura no Brasil.
PORQUE
II. O mercado global de biocarvão pode alcançar um crescimento anual de 13%, segundo estimam organizações.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura
Em setembro, uma fábrica em Lajinha, leste de Minas Gerais, da subsidiária brasileira da NetZero, empresa sediada em Paris, pretende começar a produção contínua de biocarvão com palha de café recolhida das fazendas de 400 cafeicultores da região. Os que forneceram a matéria-prima serão os primeiros a usar o pó preto como adubo em suas terras, esperando colher resultados ao menos semelhantes aos obtidos em experimentos feitos em pequena escala por centros de pesquisa do Brasil e de outros países.
O também chamado biochar é produzido por meio do aquecimento sem oxigênio em fornos chamados pirolisadores de resíduos agrícolas, entre eles espiga de milho, casca de babaçu, arroz e algodão, serragem e restos de madeiras, açaizeiros e dendezeiros. A mesma planta pode gerar materiais com composição química e propriedades próprias. Um artigo de março na Brazilian Journal of Animal and Environmental Research mostrou que o biocarvão feito com Phyllostachys aurea, espécie exótica de bambu, tem teores de carbono mais altos que o de Guadua sp., espécie nativa de bambu, ambas comuns no sul do país.
Em estudos controlados feitos nos últimos 10 anos, essas formulações aumentaram a produtividade agrícola em até 50%, o crescimento das raízes em 30% e o dos brotos em 45%. Também favoreceram a absorção de nutrientes, reduziram em cerca de 20% o uso de fertilizantes químicos e ajudaram o solo a reter água e contaminantes. O biocarvão tem sido bastante valorizado, ainda, por causa de sua capacidade de sequestrar − ou, literalmente, enterrar − carbono, o elemento químico mais abundante em sua composição.
Inaugurada em abril, a fábrica de Lajinha é a primeira em escala comercial do Brasil. Construída com tecnologia própria em um terreno cedido pela Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha (Coocafé), tem capacidade de produção de 4,5 mil toneladas (t) de biocarvão por ano, ainda pouco diante dos 42 milhões de t de fertilizantes que o Brasil consome a cada ano. Parte do biocarvão seguirá sem custos para os fornecedores da matéria-prima, que poderão comprar o restante com desconto.
"A comercialização de créditos de carbono viabilizou nosso modelo de negócio, porque pode subsidiar o preço de venda do biocarvão, que não dá para ser alto", declarou o empresário francês Olivier Reinaud, cofundador da NetZero, à Revista Pesquisa FAPESP. Segundo ele, o banco franco-britânico Rothschild e a consultoria norte-americana Boston Consulting Group já compram os créditos gerados pelo biocarvão produzido em uma fábrica inaugurada em janeiro de 2022 em Camarões, na África, também com resíduos de café. "Os créditos correspondem à cerca de metade de nossa receita", informou ele em um comunicado da empresa.
A Aperam BioEnergia, produtora de carvão vegetal em Minas Gerais, anunciou em maio que havia vendido 921 contratos de remoção de carbono, cada um correspondendo à retirada de 1 t de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera. De acordo com um comunicado da Aperam, a meta é produzir 40 mil t de biocarvão por ano, o que representaria uma receita próxima a R$ 40 milhões.
Empresas europeias produziram cerca de 21 mil t de biocarvão em 2020 e as Estados Unidos 45 mil t em 2017 e em 2018, podendo ter chegado a 70 mil t nos anos seguintes. O mercado global de biocarvão pode chegar a US$ 205 milhões neste ano e US$ 587 milhões em 2030, com um crescimento anual de 13%, estima a organização não governamental Earth.
Se usado intensivamente em todo o mundo, o biocarvão poderia remover entre 1,3 bilhão e 3 bilhões de t de CO2 até 2050, de acordo com o Projeto Drawdown, movimento que busca soluções para enfrentar a emergência climática e ambiental. Apesar da perspectiva positiva, o engenheiro químico Henrique Poltronieri Pacheco, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), recomenda prudência com as estimativas sobre sequestro de carbono: "Sem uma análise completa da pegada de carbono, do berço ao túmulo, como dizemos, não é possível dizer que o biocarvão está efetivamente sequestrando carbono", ressalta. Além disso, a redução de emissões com o biocarvão pode variar muito, em razão da matéria-prima usada em sua produção, da dose aplicada e do tipo de solo.
Retirado e adaptado de: FIORAVANTI, Carlos. Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: utuua/ //revistapesquisa.fapesp.br/biocarvao-pode-trazer-ganhos-a-agricultura/ Acesso em: 31 ago., 2023.
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona efeitos de sentido ao seu emprego no texto "Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura". Considere o sentido das palavras em negrito:
Primeira coluna: efeito de sentido
(1) Condição.
(2) Disjunção.
(3) Explicação.
(4) Adição.
Segunda coluna: emprego no texto (em negrito)
( ) O biocarvão tem sido bastante valorizado, ainda, por causa de sua capacidade de sequestrar − ou, literalmente, enterrar...
( ) Além disso, a redução de emissões com o biocarvão pode variar muito...
( ) Se usado intensivamente em todo o mundo, o biocarvão poderia remover entre 1,3 bilhão e 3 bilhões de t de CO2 até 2050...
( ) A comercialização de créditos de carbono viabilizou nosso modelo de negócio, porque pode subsidiar o preço de venda do biocarvão...
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura
Em setembro, uma fábrica em Lajinha, leste de Minas Gerais, da subsidiária brasileira da NetZero, empresa sediada em Paris, pretende começar a produção contínua de biocarvão com palha de café recolhida das fazendas de 400 cafeicultores da região. Os que forneceram a matéria-prima serão os primeiros a usar o pó preto como adubo em suas terras, esperando colher resultados ao menos semelhantes aos obtidos em experimentos feitos em pequena escala por centros de pesquisa do Brasil e de outros países.
O também chamado biochar é produzido por meio do aquecimento sem oxigênio em fornos chamados pirolisadores de resíduos agrícolas, entre eles espiga de milho, casca de babaçu, arroz e algodão, serragem e restos de madeiras, açaizeiros e dendezeiros. A mesma planta pode gerar materiais com composição química e propriedades próprias. Um artigo de março na Brazilian Journal of Animal and Environmental Research mostrou que o biocarvão feito com Phyllostachys aurea, espécie exótica de bambu, tem teores de carbono mais altos que o de Guadua sp., espécie nativa de bambu, ambas comuns no sul do país.
Em estudos controlados feitos nos últimos 10 anos, essas formulações aumentaram a produtividade agrícola em até 50%, o crescimento das raízes em 30% e o dos brotos em 45%. Também favoreceram a absorção de nutrientes, reduziram em cerca de 20% o uso de fertilizantes químicos e ajudaram o solo a reter água e contaminantes. O biocarvão tem sido bastante valorizado, ainda, por causa de sua capacidade de sequestrar − ou, literalmente, enterrar − carbono, o elemento químico mais abundante em sua composição.
Inaugurada em abril, a fábrica de Lajinha é a primeira em escala comercial do Brasil. Construída com tecnologia própria em um terreno cedido pela Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha (Coocafé), tem capacidade de produção de 4,5 mil toneladas (t) de biocarvão por ano, ainda pouco diante dos 42 milhões de t de fertilizantes que o Brasil consome a cada ano. Parte do biocarvão seguirá sem custos para os fornecedores da matéria-prima, que poderão comprar o restante com desconto.
"A comercialização de créditos de carbono viabilizou nosso modelo de negócio, porque pode subsidiar o preço de venda do biocarvão, que não dá para ser alto", declarou o empresário francês Olivier Reinaud, cofundador da NetZero, à Revista Pesquisa FAPESP. Segundo ele, o banco franco-britânico Rothschild e a consultoria norte-americana Boston Consulting Group já compram os créditos gerados pelo biocarvão produzido em uma fábrica inaugurada em janeiro de 2022 em Camarões, na África, também com resíduos de café. "Os créditos correspondem à cerca de metade de nossa receita", informou ele em um comunicado da empresa.
A Aperam BioEnergia, produtora de carvão vegetal em Minas Gerais, anunciou em maio que havia vendido 921 contratos de remoção de carbono, cada um correspondendo à retirada de 1 t de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera. De acordo com um comunicado da Aperam, a meta é produzir 40 mil t de biocarvão por ano, o que representaria uma receita próxima a R$ 40 milhões.
Empresas europeias produziram cerca de 21 mil t de biocarvão em 2020 e as Estados Unidos 45 mil t em 2017 e em 2018, podendo ter chegado a 70 mil t nos anos seguintes. O mercado global de biocarvão pode chegar a US$ 205 milhões neste ano e US$ 587 milhões em 2030, com um crescimento anual de 13%, estima a organização não governamental Earth.
Se usado intensivamente em todo o mundo, o biocarvão poderia remover entre 1,3 bilhão e 3 bilhões de t de CO2 até 2050, de acordo com o Projeto Drawdown, movimento que busca soluções para enfrentar a emergência climática e ambiental. Apesar da perspectiva positiva, o engenheiro químico Henrique Poltronieri Pacheco, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), recomenda prudência com as estimativas sobre sequestro de carbono: "Sem uma análise completa da pegada de carbono, do berço ao túmulo, como dizemos, não é possível dizer que o biocarvão está efetivamente sequestrando carbono", ressalta. Além disso, a redução de emissões com o biocarvão pode variar muito, em razão da matéria-prima usada em sua produção, da dose aplicada e do tipo de solo.
Retirado e adaptado de: FIORAVANTI, Carlos. Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: utuua/ //revistapesquisa.fapesp.br/biocarvao-pode-trazer-ganhos-a-agricultura/ Acesso em: 31 ago., 2023.
Analise sintaticamente o trecho a seguir, retirado de "Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura":
Em setembro, uma fábrica em Lajinha, leste de Minas Gerais, da subsidiária brasileira da NetZero, empresa sediada em Paris, pretende começar a produção contínua de biocarvão com palha de café recolhida das fazendas de 400 cafeicultores da região.
Sobre a sintaxe do período, assinale a alternativa correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura
Em setembro, uma fábrica em Lajinha, leste de Minas Gerais, da subsidiária brasileira da NetZero, empresa sediada em Paris, pretende começar a produção contínua de biocarvão com palha de café recolhida das fazendas de 400 cafeicultores da região. Os que forneceram a matéria-prima serão os primeiros a usar o pó preto como adubo em suas terras, esperando colher resultados ao menos semelhantes aos obtidos em experimentos feitos em pequena escala por centros de pesquisa do Brasil e de outros países.
O também chamado biochar é produzido por meio do aquecimento sem oxigênio em fornos chamados pirolisadores de resíduos agrícolas, entre eles espiga de milho, casca de babaçu, arroz e algodão, serragem e restos de madeiras, açaizeiros e dendezeiros. A mesma planta pode gerar materiais com composição química e propriedades próprias. Um artigo de março na Brazilian Journal of Animal and Environmental Research mostrou que o biocarvão feito com Phyllostachys aurea, espécie exótica de bambu, tem teores de carbono mais altos que o de Guadua sp., espécie nativa de bambu, ambas comuns no sul do país.
Em estudos controlados feitos nos últimos 10 anos, essas formulações aumentaram a produtividade agrícola em até 50%, o crescimento das raízes em 30% e o dos brotos em 45%. Também favoreceram a absorção de nutrientes, reduziram em cerca de 20% o uso de fertilizantes químicos e ajudaram o solo a reter água e contaminantes. O biocarvão tem sido bastante valorizado, ainda, por causa de sua capacidade de sequestrar − ou, literalmente, enterrar − carbono, o elemento químico mais abundante em sua composição.
Inaugurada em abril, a fábrica de Lajinha é a primeira em escala comercial do Brasil. Construída com tecnologia própria em um terreno cedido pela Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha (Coocafé), tem capacidade de produção de 4,5 mil toneladas (t) de biocarvão por ano, ainda pouco diante dos 42 milhões de t de fertilizantes que o Brasil consome a cada ano. Parte do biocarvão seguirá sem custos para os fornecedores da matéria-prima, que poderão comprar o restante com desconto.
"A comercialização de créditos de carbono viabilizou nosso modelo de negócio, porque pode subsidiar o preço de venda do biocarvão, que não dá para ser alto", declarou o empresário francês Olivier Reinaud, cofundador da NetZero, à Revista Pesquisa FAPESP. Segundo ele, o banco franco-britânico Rothschild e a consultoria norte-americana Boston Consulting Group já compram os créditos gerados pelo biocarvão produzido em uma fábrica inaugurada em janeiro de 2022 em Camarões, na África, também com resíduos de café. "Os créditos correspondem à cerca de metade de nossa receita", informou ele em um comunicado da empresa.
A Aperam BioEnergia, produtora de carvão vegetal em Minas Gerais, anunciou em maio que havia vendido 921 contratos de remoção de carbono, cada um correspondendo à retirada de 1 t de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera. De acordo com um comunicado da Aperam, a meta é produzir 40 mil t de biocarvão por ano, o que representaria uma receita próxima a R$ 40 milhões.
Empresas europeias produziram cerca de 21 mil t de biocarvão em 2020 e as Estados Unidos 45 mil t em 2017 e em 2018, podendo ter chegado a 70 mil t nos anos seguintes. O mercado global de biocarvão pode chegar a US$ 205 milhões neste ano e US$ 587 milhões em 2030, com um crescimento anual de 13%, estima a organização não governamental Earth.
Se usado intensivamente em todo o mundo, o biocarvão poderia remover entre 1,3 bilhão e 3 bilhões de t de CO2 até 2050, de acordo com o Projeto Drawdown, movimento que busca soluções para enfrentar a emergência climática e ambiental. Apesar da perspectiva positiva, o engenheiro químico Henrique Poltronieri Pacheco, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), recomenda prudência com as estimativas sobre sequestro de carbono: "Sem uma análise completa da pegada de carbono, do berço ao túmulo, como dizemos, não é possível dizer que o biocarvão está efetivamente sequestrando carbono", ressalta. Além disso, a redução de emissões com o biocarvão pode variar muito, em razão da matéria-prima usada em sua produção, da dose aplicada e do tipo de solo.
Retirado e adaptado de: FIORAVANTI, Carlos. Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: utuua/ //revistapesquisa.fapesp.br/biocarvao-pode-trazer-ganhos-a-agricultura/ Acesso em: 31 ago., 2023.
Sobre as relações coesivas em "Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura", analise as afirmações a seguir:
I. Em "Os que forneceram a matéria-prima serão os primeiros a usar o pó preto como adubo em suas terras", o termo "pó preto" está retomando "biocarvão com palha de café recolhida das fazendas de 400 cafeicultores da região".
II. Em "O também chamado biochar é produzido por meio do aquecimento sem oxigênio em fornos chamados pirolisadores de resíduos agrícolas", a expressão "o também chamado" está retomando "resultados ao menos semelhantes aos obtidos em experimentos feitos em pequena escala por centros de pesquisa do Brasil e de outros países".
III. No trecho "essas formulações aumentaram a produtividade agrícola em até 50%", o termo "essas formulações" é um anafórico de "um artigo de março na Brazilian Journal of Animal and Environmental Research ".
É correto o que se afirma em:
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Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura
Em setembro, uma fábrica em Lajinha, leste de Minas Gerais, da subsidiária brasileira da NetZero, empresa sediada em Paris, pretende começar a produção contínua de biocarvão com palha de café recolhida das fazendas de 400 cafeicultores da região. Os que forneceram a matéria-prima serão os primeiros a usar o pó preto como adubo em suas terras, esperando colher resultados ao menos semelhantes aos obtidos em experimentos feitos em pequena escala por centros de pesquisa do Brasil e de outros países.
O também chamado biochar é produzido por meio do aquecimento sem oxigênio em fornos chamados pirolisadores de resíduos agrícolas, entre eles espiga de milho, casca de babaçu, arroz e algodão, serragem e restos de madeiras, açaizeiros e dendezeiros. A mesma planta pode gerar materiais com composição química e propriedades próprias. Um artigo de março na Brazilian Journal of Animal and Environmental Research mostrou que o biocarvão feito com Phyllostachys aurea, espécie exótica de bambu, tem teores de carbono mais altos que o de Guadua sp., espécie nativa de bambu, ambas comuns no sul do país.
Em estudos controlados feitos nos últimos 10 anos, essas formulações aumentaram a produtividade agrícola em até 50%, o crescimento das raízes em 30% e o dos brotos em 45%. Também favoreceram a absorção de nutrientes, reduziram em cerca de 20% o uso de fertilizantes químicos e ajudaram o solo a reter água e contaminantes. O biocarvão tem sido bastante valorizado, ainda, por causa de sua capacidade de sequestrar − ou, literalmente, enterrar − carbono, o elemento químico mais abundante em sua composição.
Inaugurada em abril, a fábrica de Lajinha é a primeira em escala comercial do Brasil. Construída com tecnologia própria em um terreno cedido pela Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha (Coocafé), tem capacidade de produção de 4,5 mil toneladas (t) de biocarvão por ano, ainda pouco diante dos 42 milhões de t de fertilizantes que o Brasil consome a cada ano. Parte do biocarvão seguirá sem custos para os fornecedores da matéria-prima, que poderão comprar o restante com desconto.
"A comercialização de créditos de carbono viabilizou nosso modelo de negócio, porque pode subsidiar o preço de venda do biocarvão, que não dá para ser alto", declarou o empresário francês Olivier Reinaud, cofundador da NetZero, à Revista Pesquisa FAPESP. Segundo ele, o banco franco-britânico Rothschild e a consultoria norte-americana Boston Consulting Group já compram os créditos gerados pelo biocarvão produzido em uma fábrica inaugurada em janeiro de 2022 em Camarões, na África, também com resíduos de café. "Os créditos correspondem à cerca de metade de nossa receita", informou ele em um comunicado da empresa.
A Aperam BioEnergia, produtora de carvão vegetal em Minas Gerais, anunciou em maio que havia vendido 921 contratos de remoção de carbono, cada um correspondendo à retirada de 1 t de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera. De acordo com um comunicado da Aperam, a meta é produzir 40 mil t de biocarvão por ano, o que representaria uma receita próxima a R$ 40 milhões.
Empresas europeias produziram cerca de 21 mil t de biocarvão em 2020 e as Estados Unidos 45 mil t em 2017 e em 2018, podendo ter chegado a 70 mil t nos anos seguintes. O mercado global de biocarvão pode chegar a US$ 205 milhões neste ano e US$ 587 milhões em 2030, com um crescimento anual de 13%, estima a organização não governamental Earth.
Se usado intensivamente em todo o mundo, o biocarvão poderia remover entre 1,3 bilhão e 3 bilhões de t de CO2 até 2050, de acordo com o Projeto Drawdown, movimento que busca soluções para enfrentar a emergência climática e ambiental. Apesar da perspectiva positiva, o engenheiro químico Henrique Poltronieri Pacheco, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), recomenda prudência com as estimativas sobre sequestro de carbono: "Sem uma análise completa da pegada de carbono, do berço ao túmulo, como dizemos, não é possível dizer que o biocarvão está efetivamente sequestrando carbono", ressalta. Além disso, a redução de emissões com o biocarvão pode variar muito, em razão da matéria-prima usada em sua produção, da dose aplicada e do tipo de solo.
Retirado e adaptado de: FIORAVANTI, Carlos. Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: utuua/ //revistapesquisa.fapesp.br/biocarvao-pode-trazer-ganhos-a-agricultura/ Acesso em: 31 ago., 2023.
A partir da leitura do texto "Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura", analise as afirmativas a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( ) As pesquisas mostram que o biocarvão efetivamente atua no sequestro de carbono da natureza.
( ) A redução da emissão de carbono com o biocarvão está condicionada a aspectos como matéria-prima e tipo de solo em que é empregada.
( ) Embora seja uma iniciativa importante, o volume de biocarvão é ainda muito pequeno se comparado ao efetivo de fertilizantes empregados no Brasil anualmente.
( ) Inicialmente, a produção de biocarvão no Brasil irá atender exclusivavamente e de modo totalmente gratuito aos fazendeiros que fornecem a matéria-prima.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura
Em setembro, uma fábrica em Lajinha, leste de Minas Gerais, da subsidiária brasileira da NetZero, empresa sediada em Paris, pretende começar a produção contínua de biocarvão com palha de café recolhida das fazendas de 400 cafeicultores da região. Os que forneceram a matéria-prima serão os primeiros a usar o pó preto como adubo em suas terras, esperando colher resultados ao menos semelhantes aos obtidos em experimentos feitos em pequena escala por centros de pesquisa do Brasil e de outros países.
O também chamado biochar é produzido por meio do aquecimento sem oxigênio em fornos chamados pirolisadores de resíduos agrícolas, entre eles espiga de milho, casca de babaçu, arroz e algodão, serragem e restos de madeiras, açaizeiros e dendezeiros. A mesma planta pode gerar materiais com composição química e propriedades próprias. Um artigo de março na Brazilian Journal of Animal and Environmental Research mostrou que o biocarvão feito com Phyllostachys aurea, espécie exótica de bambu, tem teores de carbono mais altos que o de Guadua sp., espécie nativa de bambu, ambas comuns no sul do país.
Em estudos controlados feitos nos últimos 10 anos, essas formulações aumentaram a produtividade agrícola em até 50%, o crescimento das raízes em 30% e o dos brotos em 45%. Também favoreceram a absorção de nutrientes, reduziram em cerca de 20% o uso de fertilizantes químicos e ajudaram o solo a reter água e contaminantes. O biocarvão tem sido bastante valorizado, ainda, por causa de sua capacidade de sequestrar − ou, literalmente, enterrar − carbono, o elemento químico mais abundante em sua composição.
Inaugurada em abril, a fábrica de Lajinha é a primeira em escala comercial do Brasil. Construída com tecnologia própria em um terreno cedido pela Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha (Coocafé), tem capacidade de produção de 4,5 mil toneladas (t) de biocarvão por ano, ainda pouco diante dos 42 milhões de t de fertilizantes que o Brasil consome a cada ano. Parte do biocarvão seguirá sem custos para os fornecedores da matéria-prima, que poderão comprar o restante com desconto.
"A comercialização de créditos de carbono viabilizou nosso modelo de negócio, porque pode subsidiar o preço de venda do biocarvão, que não dá para ser alto", declarou o empresário francês Olivier Reinaud, cofundador da NetZero, à Revista Pesquisa FAPESP. Segundo ele, o banco franco-britânico Rothschild e a consultoria norte-americana Boston Consulting Group já compram os créditos gerados pelo biocarvão produzido em uma fábrica inaugurada em janeiro de 2022 em Camarões, na África, também com resíduos de café. "Os créditos correspondem à cerca de metade de nossa receita", informou ele em um comunicado da empresa.
A Aperam BioEnergia, produtora de carvão vegetal em Minas Gerais, anunciou em maio que havia vendido 921 contratos de remoção de carbono, cada um correspondendo à retirada de 1 t de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera. De acordo com um comunicado da Aperam, a meta é produzir 40 mil t de biocarvão por ano, o que representaria uma receita próxima a R$ 40 milhões.
Empresas europeias produziram cerca de 21 mil t de biocarvão em 2020 e as Estados Unidos 45 mil t em 2017 e em 2018, podendo ter chegado a 70 mil t nos anos seguintes. O mercado global de biocarvão pode chegar a US$ 205 milhões neste ano e US$ 587 milhões em 2030, com um crescimento anual de 13%, estima a organização não governamental Earth.
Se usado intensivamente em todo o mundo, o biocarvão poderia remover entre 1,3 bilhão e 3 bilhões de t de CO2 até 2050, de acordo com o Projeto Drawdown, movimento que busca soluções para enfrentar a emergência climática e ambiental. Apesar da perspectiva positiva, o engenheiro químico Henrique Poltronieri Pacheco, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), recomenda prudência com as estimativas sobre sequestro de carbono: "Sem uma análise completa da pegada de carbono, do berço ao túmulo, como dizemos, não é possível dizer que o biocarvão está efetivamente sequestrando carbono", ressalta. Além disso, a redução de emissões com o biocarvão pode variar muito, em razão da matéria-prima usada em sua produção, da dose aplicada e do tipo de solo.
Retirado e adaptado de: FIORAVANTI, Carlos. Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: utuua/ //revistapesquisa.fapesp.br/biocarvao-pode-trazer-ganhos-a-agricultura/ Acesso em: 31 ago., 2023.
Analise o trecho a seguir, retirado de "Biocarvão pode trazer ganhos à agricultura":
"...pretende começar a produção contínua de biocarvão com palha de café recolhida das fazendas de 400 cafeicultores da região. Os que forneceram a matéria-prima serão os primeiros a usar..."
Assinale a alternativa que corretamente apresenta a figura de linguagem presente no trecho:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Blumenau-SC
Na saúde, investimentos tornam Santa Catarina um Estado destaque, tais recurso são utilizados tanto para o fortalecimento da infraestrutura hospitalar e de unidades básicas, como para a formação continuada dos profissionais e em campanhas de prevenção e conscientização (G1, 2023). Ao encontro dessa temática, analise as afirmativas a seguir:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Blumenau-SC
O é a desigualdade de tratamento entre negros e brancos que ocorre dentro de órgãos públicos governamentais, corporações empresariais privadas e universidades (públicas ou particular). Ou seja, quando alguém recebe um tratamento diferente por ser negro em uma empresa, quando alguém tem privilégios − mesmo que indiretamente − por se branco, também. O mesmo vale para esse tipo de discriminação em órgãos públicos, associações, clubes, entre outros (MPPR, 2023).
Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto:
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As zoonoses são doenças infecciosas que podem ser transmitidas entre animais e seres humanos. Dentre as opções citadas a seguir, assinale a alternativa que corresponde a uma zoonose.
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