Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

Os Anjos Legião Urbana
Hoje não dá, hoje não dá Não sei mais o que dizer e nem o que pensar Hoje não dá, hoje não dá A maldade humana agora não tem nome, hoje não dá Pegue duas medidas de estupidez Junte trinta e quatro partes de mentira Coloque tudo numa forma untada previamente Com promessas não cumpridas Adicione a seguir o ódio e a inveja As dez colheres cheias de burrice Mexa tudo e misture bem E não se esqueça antes de levar ao forno Temperar com essência de espirito de porco Duas xícaras de diferença E um tablete e meio de preguiça Hoje não dá, hoje não dá Está um dia tão bonito lá fora e eu quero brincar Mas hoje não dá, hoje não dá Vou consertar a minha asa quebrada e descansar Gostaria de não saber Destes crimes atrozes É todo dia agora E o que vamos fazer? Quero voar pra bem longe Mas hoje não dá Não sei o que pensar E nem o que dizer Só nos sobrou do amor A falta que ficou Fonte: https://www.letras.mus.br/legiao-urbana/46964/

Após leitura da letra da música “Os anjos”, de Legião urbana, analise as afirmativas a seguir.

I. A letra em questão retrata o hibridismo de gêneros textuais\discursivos, ao utilizar características estruturais de uma receita culinária em uma de suas estrofes;
II. Os verbos “pegue”, “junte”, “coloque”, “adicione”, “mexa” e “misture” estão conjugados no modo subjuntivo;
III. Nos versos “Só nos sobrou do amor\ A falta que ficou”, o sujeito do verbo sobrar é representado pelo pronome “nos”;
IV. No verso “A falta que ficou”, o termo em destaque é um pronome relativo.


Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
As conjunções integrantes precedem as orações que possuem valor de substantivo. Sabendo disso, assinale, a seguir, a alternativa em que o “se” possui função de conjunção integrante.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Assinale, a seguir, a alternativa cuja oração em destaque não se trata de uma oração subordinada adjetiva.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Cultura: por que e para quem?

Fernando Silva
    Afinal, você tem cultura? A resposta é simples: sim, você tem!
   O conceito de cultura é bastante amplo e definido com focos distintos, a depender-se da corrente de pensamento ou dos estudiosos que a interpretam. Entretanto, o termo está presente em muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas entre amigos e família e até em discussões pela internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja conflitos ligados ao uso de frases como “você não tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e, principalmente, para quem?
Alta cultura e baixa cultura?
   Podemos começar por um curto panorama acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este campo foi e é essencial para análise e investigação interdisciplinar que explora as formas de produção de significados e da difusão nas sociedades atuais.
   Dentre os trabalhos produzidos nessa área, notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’ surgiram há muito tempo, datados entre os séculos XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde a cultura de massa, surgiram então como modos classificativos de oposição ao que se considerava erudito. Traços dessas definições marcaram nossa sociedade. Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras.
   É comum que se utilize a cultura como sinônimo de sabedoria, educação e refinamento. Neste pensamento, entende-se que títulos universitários, volume de leituras e até a inteligência são aspectos que ditam o quão culturalmente desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura é uma palavra usada para classificar as pessoas e, por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim  como uma arma discriminatória.
   Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade. É impossível que se aponte culturas superiores em detrimento de outras, afinal, existem diversas formas de manifestação cultural. Se este exemplo se aplica a um país, imagine em todo o mundo.
   “Um carnavalesco e um religioso não podem ser classificados em termos de superior ou inferior”, é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As relações são complementares, e isto significa que há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e procissões.
   A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.
Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/ cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]
Na frase “Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade”, retirada do texto de Fernando da Silva, o termo destacado em negrito exerce função sintática de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Cultura: por que e para quem?

Fernando Silva
    Afinal, você tem cultura? A resposta é simples: sim, você tem!
   O conceito de cultura é bastante amplo e definido com focos distintos, a depender-se da corrente de pensamento ou dos estudiosos que a interpretam. Entretanto, o termo está presente em muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas entre amigos e família e até em discussões pela internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja conflitos ligados ao uso de frases como “você não tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e, principalmente, para quem?
Alta cultura e baixa cultura?
   Podemos começar por um curto panorama acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este campo foi e é essencial para análise e investigação interdisciplinar que explora as formas de produção de significados e da difusão nas sociedades atuais.
   Dentre os trabalhos produzidos nessa área, notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’ surgiram há muito tempo, datados entre os séculos XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde a cultura de massa, surgiram então como modos classificativos de oposição ao que se considerava erudito. Traços dessas definições marcaram nossa sociedade. Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras.
   É comum que se utilize a cultura como sinônimo de sabedoria, educação e refinamento. Neste pensamento, entende-se que títulos universitários, volume de leituras e até a inteligência são aspectos que ditam o quão culturalmente desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura é uma palavra usada para classificar as pessoas e, por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim  como uma arma discriminatória.
   Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade. É impossível que se aponte culturas superiores em detrimento de outras, afinal, existem diversas formas de manifestação cultural. Se este exemplo se aplica a um país, imagine em todo o mundo.
   “Um carnavalesco e um religioso não podem ser classificados em termos de superior ou inferior”, é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As relações são complementares, e isto significa que há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e procissões.
   A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.
Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/ cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]
Analise as afirmativas a seguir sobre o texto de Fernando da Silva.

I. As menções realizadas ao estudioso Raymond Williams e ao Antropólogo Roberto da Matta revelam o recurso da intertextualidade na construção do texto;

II. O termo em negrito na frase “A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos” classifica-se, morfologicamente, como pronome pessoal do caso reto;

III. Na frase “Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas”, a vírgula que separa o termo em negrito do restante do texto é obrigatória porque o adjunto adverbial está deslocado;

IV. Na frase “Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras”, o termo em negrito trata-se de uma conjunção integrante que precede uma oração subordinada substantiva subjetiva.

Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Cultura: por que e para quem?

Fernando Silva
    Afinal, você tem cultura? A resposta é simples: sim, você tem!
   O conceito de cultura é bastante amplo e definido com focos distintos, a depender-se da corrente de pensamento ou dos estudiosos que a interpretam. Entretanto, o termo está presente em muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas entre amigos e família e até em discussões pela internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja conflitos ligados ao uso de frases como “você não tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e, principalmente, para quem?
Alta cultura e baixa cultura?
   Podemos começar por um curto panorama acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este campo foi e é essencial para análise e investigação interdisciplinar que explora as formas de produção de significados e da difusão nas sociedades atuais.
   Dentre os trabalhos produzidos nessa área, notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’ surgiram há muito tempo, datados entre os séculos XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde a cultura de massa, surgiram então como modos classificativos de oposição ao que se considerava erudito. Traços dessas definições marcaram nossa sociedade. Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras.
   É comum que se utilize a cultura como sinônimo de sabedoria, educação e refinamento. Neste pensamento, entende-se que títulos universitários, volume de leituras e até a inteligência são aspectos que ditam o quão culturalmente desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura é uma palavra usada para classificar as pessoas e, por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim  como uma arma discriminatória.
   Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade. É impossível que se aponte culturas superiores em detrimento de outras, afinal, existem diversas formas de manifestação cultural. Se este exemplo se aplica a um país, imagine em todo o mundo.
   “Um carnavalesco e um religioso não podem ser classificados em termos de superior ou inferior”, é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As relações são complementares, e isto significa que há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e procissões.
   A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.
Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/ cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]
Após leitura do texto “Cultura: por que e para quem?”, de autoria de Fernando da Silva, compreende-se, em outras palavras, que, segundo o referido autor:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3957024 Ano: 2025
Disciplina: Educação Física
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
Considerando a Epistemologia e pedagogia na educação física: inter-relações necessárias, dos autores, Marcia e Silvio Gamboa, podemos destacar a tentativa de responder à questão inicial sobre as formas de desenvolvimento das relações entre a prática e teoria pedagógica com a epistemologia e a reflexão filosófica no campo da educação física no Brasil, podemos apontar as seguintes ponderações:
I. A epistemologia e a pedagogia não têm um lugar comum como reflexão e formas de elaboração teórica sobre as práticas científicas e educacionais.
II. O conceito de ‘campo’ como “lócus onde se trava uma luta” é pertinente para compreender a evolução e as transformações históricas da formação profissional, desde as fases das corporações de ofícios à constituição das profissões e a inclusão da pesquisa científica nessa formação.
III. A categoria da práxis também é pertinente para compreender os principais conflitos do campo acadêmico da educação física, identificando, as lutas pelas primazias e flutuações das disciplinas básicas nas composições curriculares dos cursos de formação, o colonialismo epistemológico das ciências-mãe na tentativa de definir a identidade epistemológica como área de ciências aplicadas, transformando o campo acadêmico como um espaço da prática passível de ser ‘iluminado’ por diversas disciplinas e teorias.
IV. A constituição do campo científico da educação física no Brasil representado pela produção do conhecimento, vinculada restritamente aos programas de pós-graduação, não pode ignorar a ampla e significativa produção de pesquisas elaboradas em outras áreas de conhecimento, tais como educação, saúde, sociais e artes que tomam como objeto a problematização das práticas da educação física do esporte e do lazer.
É correto o que se afirma em:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A Base Nacional Comum Curricular, documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, apresenta, em seu texto, cada objetivo de aprendizagem e desenvolvimento identificando-o por um código alfanumérico. Analise os códigos abaixo e responda:

(1) EF67EF01 (2) EM13LGG103 (3) EI03EO03

I. O código (1) refere-se à habilidade 67 da disciplina de Educação Física
II. O código (2) refere-se à habilidade da disciplina de Geografia
III. O código (3) refere-se ao campo de experiência “o eu, o outro e o nós” da Educação Infantil
IV. O código (2) refere-se à objetivos de aprendizagem do Ensino Médio.
V. O código (1) refere-se à habilidade 01 da disciplina de Educação Física no Ensino Fundamental.
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A concordância verbal e nominal está plenamente de acordo com a norma-padrão em:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Enunciado 4813264-1





TEXTO 2
A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.
Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
No trecho do Texto 2, “o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos”, a relação semântica estabelecida entre as duas orações é de:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas