Adenomas hipofisários são tumores benignos
classificados em funcionantes ou não funcionantes
de acordo com a presença ou ausência de síndromes
clínicas de hipersecreção hormonal. Podem ser ainda
di v ididos de acordo com o tamanho em
microadenomas (< 10mm) e macroadenomas
(> 10 mm). A ausência de sinais clínicos de
hipersecreção hormonal contribui para o diagnóstico
tardio da doença. Portanto, a maioria dos pacientes
procura atendimento médico por sinais e sintomas
resultando de efeito de massa produzido por
macroadenomas ou ainda por apresentar diagnóstico
de incidentaloma de hipófise em exame de imagem
do SNC.
Com relação à avaliação de um paciente com
suspeita de adenoma hipofisário não funcionante, a
conduta correta é:
Um lactente de oito meses de idade iniciou há
sete dias um quadro de diarreia aguda, cujo agente
etiológico foi identificado como rotavírus. Desde
então, tem apresentado evacuações frequentes,
explosivas, com fezes líquidas. Ao exame clínico, a
criança apresenta bom estado geral, discreta
distensão abdominal e hiperemia perianal. Este é um
caso característico de:
O princípio utilizado na técnica de tração e
contratração para reduziras fraturas periarticulares é
a utilização dos ligamentos e demais partes moles
intactas e inseridas nos ossos para realinhar os
fragmentos desviados. A este conceito, dá-se o nome
de:
Após fraturas graves do acetábulo, é comum a
prescrição de tala tipo AFO para pacientes que
apresentam incapacidade de realizar dorsiflexão do
tornozelo no lado afetado por lesão neurológica. O
nervo acometido nesses casos é o:
Paciente de 22 anos de idade, sexo masculino,
com diagnóstico de epilepsia e em uso de terapia
anticonvulsivante com difenilhidantoína desde os
05 anos de idade, vem apresentando, nos últimos
4 meses, dor crônica na região proximal do membro
superior direito e na região proximal do membro
inferior esquerdo. Ao exame radiográfico, foi
constatada osteopenia generalizada associada com
a presença de múltiplas linhas radiotransparentes na
região cortical da escápula direita e no colo do fêmur
esquerdo (zonas de Looser).
De acordo com essas informações, o provável
diagnóstico desse paciente é de:
Um paciente jovem foi trazido pelo resgate ao
pronto-socorro após queda de 2 metros de altura.
Queixa-se de discreta dor abdominal em hipocôndrio
esquerdo. Não há relato de outras queixas ou
evidência de outras lesões. Após o exame físico,
observa-se que o paciente está lúcido e orientado,
hemodinamicamente estável e apresenta
escoriações em quadrante superior direito do
abdome. Foi realizada tomografia computadorizada
que demonstrou lesão da cápsula do baço de 2 cm,
sem sinais de sangramento ativo.
O grau dessa lesão esplênica e a melhor conduta
para o caso são, respectivamente: