Foram encontradas 256 questões.
Em uma praça, dois brinquedos luminosos acendem em
intervalos regulares. O primeiro acende a cada 6 minutos, e o
segundo acende a cada 10 minutos. Às 19h, os dois acenderam
ao mesmo tempo. Depois de quantos minutos eles voltarão a
acender juntos?
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Uma padaria preparou 24 kg de massa para produzir pães.
Essa massa foi dividida igualmente em porções de 500 g. Para
assar cada fornada, são usadas 8 porções, e cada fornada leva
20 minutos para ficar pronta. Considerando que todas as
porções serão assadas, o tempo total necessário para assar
todas as fornadas será de:
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Em um mercado, foram recebidas 360 caixas de
determinado produto. Durante a conferência, verificou-se que
25% dessas caixas deveriam ser enviadas imediatamente para
reposição nas prateleiras. Das caixas restantes, 80 foram
separadas para o estoque da filial. Após essas separações, a
quantidade de caixas que permaneceu no depósito principal
foi:
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Uma equipe de manutenção precisa instalar cabos ao longo
de um corredor. O serviço será feito em três trechos: o primeiro
mede 18 m, o segundo mede 1.250 cm e o terceiro mede 7 m.
Antes de iniciar o serviço, a equipe reservou 40 m de cabo. Após
a instalação dos três trechos, a quantidade de cabo que sobrará
será de:
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Uma empresa organizou uma campanha de arrecadação e
recebeu 2.480 kg de alimentos. Desse total, 965 kg foram
enviados a uma instituição no primeiro dia. No segundo dia,
foram enviados 5 lotes de 183 kg cada. O restante permaneceu
armazenado para uma terceira entrega. A quantidade de
alimentos que permaneceu armazenada foi de:
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Uma loja recebeu 1.260 caixas de um produto. No primeiro
dia, foram vendidas 276 caixas. No segundo dia, foram
vendidas 3 remessas de 96 caixas cada uma. As caixas restantes
foram organizadas igualmente em 8 prateleiras. Quantas caixas
foram colocadas em cada prateleira?
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaAgrupamento FonológicoSílabas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise
Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo
que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado
num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas
a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais
urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora
da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha.
De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul,
silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence
mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso,
inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um
colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo
conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma
antes mesmo de ser compreendida.
Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há
intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já
tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a
respirar. Vivemos em estado de alerta permanente,
anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o
maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.
Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O
cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter
alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao
desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem
sempre distantes do seu alcance.
E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável:
onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver
assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez
o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões,
indiferenças acumuladas ao longo do tempo.
O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra,
entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido
no meio do ruído.
Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente
daquela experiência global de medo. Achei, na minha
inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos
outros.
Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma
crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser,
perigosamente, o nosso jeito de existir.
Autor: Marco Matos – GZH (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise
Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo
que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado
num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas
a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais
urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora
da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha.
De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul,
silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence
mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso,
inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um
colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo
conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma
antes mesmo de ser compreendida.
Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há
intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já
tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a
respirar. Vivemos em estado de alerta permanente,
anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o
maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.
Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O
cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter
alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao
desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem
sempre distantes do seu alcance.
E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável:
onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver
assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez
o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões,
indiferenças acumuladas ao longo do tempo.
O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra,
entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido
no meio do ruído.
Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente
daquela experiência global de medo. Achei, na minha
inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos
outros.
Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma
crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser,
perigosamente, o nosso jeito de existir.
Autor: Marco Matos – GZH (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise
Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo
que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado
num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas
a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais
urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora
da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha.
De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul,
silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence
mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso,
inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um
colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo
conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma
antes mesmo de ser compreendida.
Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há
intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já
tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a
respirar. Vivemos em estado de alerta permanente,
anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o
maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.
Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O
cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter
alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao
desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem
sempre distantes do seu alcance.
E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável:
onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver
assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez
o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões,
indiferenças acumuladas ao longo do tempo.
O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra,
entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido
no meio do ruído.
Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente
daquela experiência global de medo. Achei, na minha
inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos
outros.
Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma
crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser,
perigosamente, o nosso jeito de existir.
Autor: Marco Matos – GZH (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise
Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo
que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado
num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas
a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais
urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora
da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha.
De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul,
silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence
mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso,
inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um
colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo
conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma
antes mesmo de ser compreendida.
Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há
intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já
tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a
respirar. Vivemos em estado de alerta permanente,
anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o
maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.
Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O
cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter
alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao
desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem
sempre distantes do seu alcance.
E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável:
onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver
assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez
o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões,
indiferenças acumuladas ao longo do tempo.
O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra,
entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido
no meio do ruído.
Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente
daquela experiência global de medo. Achei, na minha
inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos
outros.
Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma
crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser,
perigosamente, o nosso jeito de existir.
Autor: Marco Matos – GZH (adaptado).
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