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Foram encontradas 256 questões.

4204918 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
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Em uma praça, dois brinquedos luminosos acendem em intervalos regulares. O primeiro acende a cada 6 minutos, e o segundo acende a cada 10 minutos. Às 19h, os dois acenderam ao mesmo tempo. Depois de quantos minutos eles voltarão a acender juntos?
 

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4204917 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
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Uma padaria preparou 24 kg de massa para produzir pães. Essa massa foi dividida igualmente em porções de 500 g. Para assar cada fornada, são usadas 8 porções, e cada fornada leva 20 minutos para ficar pronta. Considerando que todas as porções serão assadas, o tempo total necessário para assar todas as fornadas será de:
 

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4204916 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
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Em um mercado, foram recebidas 360 caixas de determinado produto. Durante a conferência, verificou-se que 25% dessas caixas deveriam ser enviadas imediatamente para reposição nas prateleiras. Das caixas restantes, 80 foram separadas para o estoque da filial. Após essas separações, a quantidade de caixas que permaneceu no depósito principal foi:
 

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4204915 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
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Uma equipe de manutenção precisa instalar cabos ao longo de um corredor. O serviço será feito em três trechos: o primeiro mede 18 m, o segundo mede 1.250 cm e o terceiro mede 7 m. Antes de iniciar o serviço, a equipe reservou 40 m de cabo. Após a instalação dos três trechos, a quantidade de cabo que sobrará será de:
 

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4204914 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
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Uma empresa organizou uma campanha de arrecadação e recebeu 2.480 kg de alimentos. Desse total, 965 kg foram enviados a uma instituição no primeiro dia. No segundo dia, foram enviados 5 lotes de 183 kg cada. O restante permaneceu armazenado para uma terceira entrega. A quantidade de alimentos que permaneceu armazenada foi de:
 

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4204913 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
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Uma loja recebeu 1.260 caixas de um produto. No primeiro dia, foram vendidas 276 caixas. No segundo dia, foram vendidas 3 remessas de 96 caixas cada uma. As caixas restantes foram organizadas igualmente em 8 prateleiras. Quantas caixas foram colocadas em cada prateleira?
 

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4204912 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.
O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
No texto, as palavras e econômico recebem acento gráfico, mas pertencem a classificações diferentes quanto à posição da sílaba tônica. Assim, a palavra é classificada como __________, pois possui uma única sílaba pronunciada com tonicidade. Já a palavra econômico é classificada como __________, pois sua sílaba tônica é a antepenúltima.
 

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4204911 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.
O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
No trecho “Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto”, os dois-pontos foram empregados para:
 

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4204910 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.
O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
Considerando a relação entre letras e fonemas, a identificação de dígrafos e encontros consonantais em palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta.
 

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4204909 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.
O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
Considerando a separação silábica e a localização da sílaba tônica de palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta.
 

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