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Foram encontradas 1.074 questões.

3562888 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
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Acerca do Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples, analise as afirmativas a seguir:

 

I. A linguagem simples defendida pelo Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples também pressupõe acessibilidade.

 

II. O Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples é um programa que visa à adoção de linguagem simples e acessível a todos os usuários da Justiça.

 

III. A ideia do Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples é facilitar, no que couber, o entendimento de documentos, decisões judiciais e comunicação em geral com a sociedade, sem jargões, siglas ou estrangeirismos.

 

É correto o que se afirma em:

 

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3562887 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
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Criado pela Lei n.º 14.818, de 16 de janeiro de 2024, é um programa que oferece incentivo financeiro a estudantes de colégios públicos para estimular seus estudos, além da participação em exames educacionais nacionais e subnacionais. O programa prevê o pagamento de incentivo mensal de R$ 200, que podem ser sacados em qualquer momento, mais depósitos de R$ 1.000 ao final de cada ano concluído, que o estudante somente poderá retirar da poupança após se formar no:

 

I. Ensino médio.

II. Ensino fundamental.

III. Ensino superior.

 

É correto o que se afirma em:

 

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3562886 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FURB
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
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A cada um trimestre de trabalho, Helena ganha 8 dias de folga. Pode-se afirmar que a quantidade dessas folgas que ela tem em um ano é, em dias, de:

 

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3562885 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FURB
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
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Seu João precisa comprar 45 metros de corda de varal, que é vendida a R$ 4,30 por metro. Pode-se afirmar que o valor total que ele gastará será, em reais, de:

 

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3562884 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FURB
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
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Henrique devia R$ 860,00 para o banco, relativo a um empréstimo pessoal. Quando verificou esse valor devido, resolveu pagar R$ 387,00, restando ainda para pagar um percentual do valor total devido de:

 

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3562883 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FURB
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
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Em um show realizado em uma área de 3820 m², foi estimado que havia 3 pessoas por m². Pode-se afirmar que o total de pessoas nesse show era de:

 

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3562882 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FURB
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
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Pedro comprou 40 quilogramas de carne, gastando um total de R$ 1.520,00. O valor total pago por essa carne foi dividido igualmente entre 5 pessoas. Pode-se afirmar que o valor individual que cada uma delas pagou foi, em reais, de:

 

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3562881 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

 

Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos

 

Uma paisagem verde, repleta de grama, árvores, lagos, rios e animais − não é a primeira coisa que vem à mente quando você pensa no Saara. Hoje, o norte da África abriga o maior deserto quente do mundo, com 9,2 milhões de quilômetros quadrados e temperaturas que passam de 50ºC no período da tarde.

 

Mas nem sempre foi assim. De tempos em tempos, o Saara ganha uma paisagem úmida, semelhante às savanas que existem no centro e sul da África. Isso ocorre graças a alterações periódicas na órbita da Terra, que causam o "período úmido africano" − e, consequentemente, a transformação do deserto.

 

Existem evidências sólidas de que o Saara teve uma vegetação periódica no passado, com a proliferação de rios, lagos e até animais dependentes de água (como os hipopótamos) antes de virar o que hoje é um deserto. O cientista climático Edward Armstrong, da Universidade de Helsinki, e sua equipe fizeram um modelo para simular como teria sido o Saara verde nos últimos períodos úmidos africanos.

 

O que foi o período úmido africano?

 

A cada 21 mil anos, o norte da África recebe mais umidade devido ao movimento de precessão da Terra. Assim como a translação (movimento do planeta ao redor do Sol) e a rotação (movimento ao redor de si mesmo), a precessão é uma alteração orbital periódica. Trata-se do movimento circular do eixo de rotação da Terra.

 

O maior exemplo desse movimento é o pião. Quando você gira o brinquedo, ele começa estável, com o topo apontado para cima. Após alguns segundos, ele sai do eixo central de rotação, e o topo do pião começa a fazer um movimento circular. A Terra também faz esse movimento. Isso significa que ora o polo Norte está apontando para uma região do céu, ora está apontando para outra.

 

Graças ao movimento de precessão, o hemisfério norte pode "mudar de lugar" e ficar mais próximo ao Sol nos meses de verão. Isso causa verões mais quentes no Norte. Sendo mais quente, o ar acumula mais umidade − o que intensifica o sistema de monções da África Ocidental. Essa dinâmica, por sua vez, estende as chuvas para o norte do continente, promovendo uma paisagem verde e úmida no local onde hoje é o Saara.

 

O período úmido africano não ocorreu só uma, mas 230 vezes, nos últimos oito milhões de anos. O último deles ocorreu entre o final do Pleistoceno e o início do Holoceno (que é a época geológica que vivemos hoje), e terminou entre 5 mil e 6 mil anos atrás. Isso é verificado por meio de sedimentos marinhos, de lagos, e outras evidências paleoclimatológicas.

 

Também temos evidências artísticas desses períodos. Pinturas rupestres de Tassili N'Ajjer, na Algéria, mostram animais como elefantes, girafas, rinocerontes e hipopótamos − mas nenhum deles vive na paisagem desértica que existe lá hoje. As inscrições datam de 11 mil anos atrás, um período no qual o Saara passava pela fase úmida.

 

Esses períodos de vegetação podem ter sido essenciais para a proliferação de animais para fora do continente. Os primeiros Homo sapiens, por exemplo, surgiram na África e depois se espalharam por outras regiões do globo. Essa migração em algum momento passou pelo norte do continente africano − algo que seria mais fácil caso houvesse florestas na região.

 

Os pesquisadores da Universidade de Helsinki também descobriram que o período úmido não acontece durante as eras glaciais, quando as latitudes mais altas ficam cobertas de gelo. Isso porque a atmosfera fica mais gelada e não permite a expansão da monção africana.

 

Retirado e adaptado de: ROSSINI, Maria Clara. Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos. Revista Superinteressante. Disponível https://super.abril.com.br/historia/quando-o-saara-era-verde-o-deserto-j a-passou-por-muitos-periodos-umidos/ Acesso em: 13 mar., 2024.

 

Assinale a alternativa que corretamente apresenta o gênero do texto:

 

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3562880 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

 

Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos

 

Uma paisagem verde, repleta de grama, árvores, lagos, rios e animais − não é a primeira coisa que vem à mente quando você pensa no Saara. Hoje, o norte da África abriga o maior deserto quente do mundo, com 9,2 milhões de quilômetros quadrados e temperaturas que passam de 50ºC no período da tarde.

 

Mas nem sempre foi assim. De tempos em tempos, o Saara ganha uma paisagem úmida, semelhante às savanas que existem no centro e sul da África. Isso ocorre graças a alterações periódicas na órbita da Terra, que causam o "período úmido africano" − e, consequentemente, a transformação do deserto.

 

Existem evidências sólidas de que o Saara teve uma vegetação periódica no passado, com a proliferação de rios, lagos e até animais dependentes de água (como os hipopótamos) antes de virar o que hoje é um deserto. O cientista climático Edward Armstrong, da Universidade de Helsinki, e sua equipe fizeram um modelo para simular como teria sido o Saara verde nos últimos períodos úmidos africanos.

 

O que foi o período úmido africano?

 

A cada 21 mil anos, o norte da África recebe mais umidade devido ao movimento de precessão da Terra. Assim como a translação (movimento do planeta ao redor do Sol) e a rotação (movimento ao redor de si mesmo), a precessão é uma alteração orbital periódica. Trata-se do movimento circular do eixo de rotação da Terra.

 

O maior exemplo desse movimento é o pião. Quando você gira o brinquedo, ele começa estável, com o topo apontado para cima. Após alguns segundos, ele sai do eixo central de rotação, e o topo do pião começa a fazer um movimento circular. A Terra também faz esse movimento. Isso significa que ora o polo Norte está apontando para uma região do céu, ora está apontando para outra.

 

Graças ao movimento de precessão, o hemisfério norte pode "mudar de lugar" e ficar mais próximo ao Sol nos meses de verão. Isso causa verões mais quentes no Norte. Sendo mais quente, o ar acumula mais umidade − o que intensifica o sistema de monções da África Ocidental. Essa dinâmica, por sua vez, estende as chuvas para o norte do continente, promovendo uma paisagem verde e úmida no local onde hoje é o Saara.

 

O período úmido africano não ocorreu só uma, mas 230 vezes, nos últimos oito milhões de anos. O último deles ocorreu entre o final do Pleistoceno e o início do Holoceno (que é a época geológica que vivemos hoje), e terminou entre 5 mil e 6 mil anos atrás. Isso é verificado por meio de sedimentos marinhos, de lagos, e outras evidências paleoclimatológicas.

 

Também temos evidências artísticas desses períodos. Pinturas rupestres de Tassili N'Ajjer, na Algéria, mostram animais como elefantes, girafas, rinocerontes e hipopótamos − mas nenhum deles vive na paisagem desértica que existe lá hoje. As inscrições datam de 11 mil anos atrás, um período no qual o Saara passava pela fase úmida.

 

Esses períodos de vegetação podem ter sido essenciais para a proliferação de animais para fora do continente. Os primeiros Homo sapiens, por exemplo, surgiram na África e depois se espalharam por outras regiões do globo. Essa migração em algum momento passou pelo norte do continente africano − algo que seria mais fácil caso houvesse florestas na região.

 

Os pesquisadores da Universidade de Helsinki também descobriram que o período úmido não acontece durante as eras glaciais, quando as latitudes mais altas ficam cobertas de gelo. Isso porque a atmosfera fica mais gelada e não permite a expansão da monção africana.

 

Retirado e adaptado de: ROSSINI, Maria Clara. Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos. Revista Superinteressante. Disponível https://super.abril.com.br/historia/quando-o-saara-era-verde-o-deserto-j a-passou-por-muitos-periodos-umidos/ Acesso em: 13 mar., 2024.

 

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona efeitos de sentido a exemplos de seu emprego no texto:

 

Primeira coluna: efeito de sentido

 

(1) Comparação.

(2) Adição.

(3) Oposição.

 

Segunda coluna: emprego no texto

 

( ) Mas nem sempre foi assim.

 

( ) Assim como a translação (movimento do planeta ao redor do Sol) e a rotação (movimento ao redor de si mesmo), a precessão é uma alteração orbital periódica.

 

( ) Os pesquisadores da Universidade de Helsinki também descobriram que o período úmido não acontece durante as eras glaciais.

 

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

 

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3562879 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
Provas:

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

 

Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos

 

Uma paisagem verde, repleta de grama, árvores, lagos, rios e animais − não é a primeira coisa que vem à mente quando você pensa no Saara. Hoje, o norte da África abriga o maior deserto quente do mundo, com 9,2 milhões de quilômetros quadrados e temperaturas que passam de 50ºC no período da tarde.

 

Mas nem sempre foi assim. De tempos em tempos, o Saara ganha uma paisagem úmida, semelhante às savanas que existem no centro e sul da África. Isso ocorre graças a alterações periódicas na órbita da Terra, que causam o "período úmido africano" − e, consequentemente, a transformação do deserto.

 

Existem evidências sólidas de que o Saara teve uma vegetação periódica no passado, com a proliferação de rios, lagos e até animais dependentes de água (como os hipopótamos) antes de virar o que hoje é um deserto. O cientista climático Edward Armstrong, da Universidade de Helsinki, e sua equipe fizeram um modelo para simular como teria sido o Saara verde nos últimos períodos úmidos africanos.

 

O que foi o período úmido africano?

 

A cada 21 mil anos, o norte da África recebe mais umidade devido ao movimento de precessão da Terra. Assim como a translação (movimento do planeta ao redor do Sol) e a rotação (movimento ao redor de si mesmo), a precessão é uma alteração orbital periódica. Trata-se do movimento circular do eixo de rotação da Terra.

 

O maior exemplo desse movimento é o pião. Quando você gira o brinquedo, ele começa estável, com o topo apontado para cima. Após alguns segundos, ele sai do eixo central de rotação, e o topo do pião começa a fazer um movimento circular. A Terra também faz esse movimento. Isso significa que ora o polo Norte está apontando para uma região do céu, ora está apontando para outra.

 

Graças ao movimento de precessão, o hemisfério norte pode "mudar de lugar" e ficar mais próximo ao Sol nos meses de verão. Isso causa verões mais quentes no Norte. Sendo mais quente, o ar acumula mais umidade − o que intensifica o sistema de monções da África Ocidental. Essa dinâmica, por sua vez, estende as chuvas para o norte do continente, promovendo uma paisagem verde e úmida no local onde hoje é o Saara.

 

O período úmido africano não ocorreu só uma, mas 230 vezes, nos últimos oito milhões de anos. O último deles ocorreu entre o final do Pleistoceno e o início do Holoceno (que é a época geológica que vivemos hoje), e terminou entre 5 mil e 6 mil anos atrás. Isso é verificado por meio de sedimentos marinhos, de lagos, e outras evidências paleoclimatológicas.

 

Também temos evidências artísticas desses períodos. Pinturas rupestres de Tassili N'Ajjer, na Algéria, mostram animais como elefantes, girafas, rinocerontes e hipopótamos − mas nenhum deles vive na paisagem desértica que existe lá hoje. As inscrições datam de 11 mil anos atrás, um período no qual o Saara passava pela fase úmida.

 

Esses períodos de vegetação podem ter sido essenciais para a proliferação de animais para fora do continente. Os primeiros Homo sapiens, por exemplo, surgiram na África e depois se espalharam por outras regiões do globo. Essa migração em algum momento passou pelo norte do continente africano − algo que seria mais fácil caso houvesse florestas na região.

 

Os pesquisadores da Universidade de Helsinki também descobriram que o período úmido não acontece durante as eras glaciais, quando as latitudes mais altas ficam cobertas de gelo. Isso porque a atmosfera fica mais gelada e não permite a expansão da monção africana.

 

Retirado e adaptado de: ROSSINI, Maria Clara. Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos. Revista Superinteressante. Disponível https://super.abril.com.br/historia/quando-o-saara-era-verde-o-deserto-j a-passou-por-muitos-periodos-umidos/ Acesso em: 13 mar., 2024.

 

A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir:

 

I. Existem indícios de diferentes naturezas que indicam de onde hoje está o deserto do Saara já foi uma enorme área verde.

 

II. Como o fenômeno descrito no texto é uma questão cíclica, podemos acreditar que o deserto do Saara pode voltar a ser verde no futuro (embora seja um futuro muito distante).

 

III. O fato de os homo sapiens terem se espalhado pelo mundo, a partir de seu surgimento na África, é um argumento contrário à hipótese de que o Saara já foi verde.

 

É correto o que se afirma em:

 

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